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- 11h12
- 03Jul
Federer bate Haas, vai à final em Wimbledon e fica a um passo de fazer história
por ESPN.com.br
As dificuldades impostas por Tommy Haas a Roger Federer nas oitavas de final de Roland Garros não se repetiram nas semis de Wimbledon. Soberano nos momentos decisivos, o suíço aplicou 3 sets a 0, parciais de 7/6 (7-4), 7/5 e 6/3, para chegar à 16ª final de Grand Slam dos últimos 17 disputados. Agora, ele precisa bater Andy Murray ou Andy Roddick para ultrapassar Pete Sampras e se colocar como o maior ganhador de majors da história do tênis.
Federer, que já havia igualado as 14 taças de Sampras nas competições mais importantes do esporte com o triunfo no Aberto da França, aproximou-se da máxima consagração nesta sexta-feira. Ao superar Haas em 1h55 de jogo, o helvético está a uma vitória de atingir quatro grandes feitos de uma só vez: ser o maior conquistador de Slams, retomar a condição de número um do mundo, garantir o hexacampeonato em Londres e fazer uma 'dobradinha' de títulos após Paris, igualando os feitos de Rafael Nadal, Bjorn Borg e Rod Laver.
Contra o alemão, que no último dia 1º de junho ficara a apenas quatro pontos de avançar às quartas de Roland Garros, o helvético nem de longe encontrou aqueles mesmos problemas. Ainda que derrubar o saque do veterano tenha sido muito duro - só levou duas quebras em todo o encontro -, o favorito sempre deteve o controle das ações, o que acabou comprovado pelos números: o vice-líder do ranking de entradas só perdeu 12 pontos quando sacou, tendo anotado ainda 11 aces, 38 bolas vencedoras e apenas 15 erros não forçados.
Ao final, Federer levou a melhor por ter sido mais consistente na hora da definição. No tie-break inicial, aproveitou dois equívocos de direita de Haas para fazer 5/3 e não perder mais a vantagem; no segundo set, conseguiu a primeira quebra do jogo aproveitando outro erro não forçado do rival (cometeu 31 no total), novamente de forehand; na terceira e definitiva parcial, o pentacampeão do evento brilhou no oitavo game, em que ainda desperdiçou quatro break points antes de abrir vantagem depois de uma dupla-falta e um slice na rede do germânico.
Classificado à final de Wimbledon pela sétima vez consecutiva, o suíço tenta retomar a coroa perdida para Nadal em 2008 com uma emocionante batalha de cinco sets e 4h48. Caso o faça, será o segundo maior ganhador da competição na era profissional, só atrás dos sete trofeus ostentados por Sampras. O norte-americano, porém, está prestes a ser deixado para trás em outro quesito, as conquistas em todos os Grand Slams, no qual os dois tenistas atualmente estão empatados com 14 para cada lado.
Tentando ganhar ainda mais força para ser apontado o maior tenista da história, Roger Federer defenderá ainda muitas estatísticas positivas neste domingo, quando encara o vencedor entre o britânico Andy Murray e o ianque Andy Roddick.
Finalista em 16 dos últimos 17 majors de que participou, o homem da Basileia jamais foi derrotado em uma decisão desse porte por um atleta que não fosse Rafael Nadal. Desde 2004, aliás, ele só perdeu em um Slam para alguém diferente do espanhol em uma oportunidade: no Aberto da Austrália do ano passado, no qual levou 3 sets a 0 do sérvio Novak Djokovic.
Federer, que já havia igualado as 14 taças de Sampras nas competições mais importantes do esporte com o triunfo no Aberto da França, aproximou-se da máxima consagração nesta sexta-feira. Ao superar Haas em 1h55 de jogo, o helvético está a uma vitória de atingir quatro grandes feitos de uma só vez: ser o maior conquistador de Slams, retomar a condição de número um do mundo, garantir o hexacampeonato em Londres e fazer uma 'dobradinha' de títulos após Paris, igualando os feitos de Rafael Nadal, Bjorn Borg e Rod Laver.
Contra o alemão, que no último dia 1º de junho ficara a apenas quatro pontos de avançar às quartas de Roland Garros, o helvético nem de longe encontrou aqueles mesmos problemas. Ainda que derrubar o saque do veterano tenha sido muito duro - só levou duas quebras em todo o encontro -, o favorito sempre deteve o controle das ações, o que acabou comprovado pelos números: o vice-líder do ranking de entradas só perdeu 12 pontos quando sacou, tendo anotado ainda 11 aces, 38 bolas vencedoras e apenas 15 erros não forçados.
Ao final, Federer levou a melhor por ter sido mais consistente na hora da definição. No tie-break inicial, aproveitou dois equívocos de direita de Haas para fazer 5/3 e não perder mais a vantagem; no segundo set, conseguiu a primeira quebra do jogo aproveitando outro erro não forçado do rival (cometeu 31 no total), novamente de forehand; na terceira e definitiva parcial, o pentacampeão do evento brilhou no oitavo game, em que ainda desperdiçou quatro break points antes de abrir vantagem depois de uma dupla-falta e um slice na rede do germânico.
Classificado à final de Wimbledon pela sétima vez consecutiva, o suíço tenta retomar a coroa perdida para Nadal em 2008 com uma emocionante batalha de cinco sets e 4h48. Caso o faça, será o segundo maior ganhador da competição na era profissional, só atrás dos sete trofeus ostentados por Sampras. O norte-americano, porém, está prestes a ser deixado para trás em outro quesito, as conquistas em todos os Grand Slams, no qual os dois tenistas atualmente estão empatados com 14 para cada lado.
Tentando ganhar ainda mais força para ser apontado o maior tenista da história, Roger Federer defenderá ainda muitas estatísticas positivas neste domingo, quando encara o vencedor entre o britânico Andy Murray e o ianque Andy Roddick.
Finalista em 16 dos últimos 17 majors de que participou, o homem da Basileia jamais foi derrotado em uma decisão desse porte por um atleta que não fosse Rafael Nadal. Desde 2004, aliás, ele só perdeu em um Slam para alguém diferente do espanhol em uma oportunidade: no Aberto da Austrália do ano passado, no qual levou 3 sets a 0 do sérvio Novak Djokovic.
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