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- 09h55
- 24Nov
Corrida na praia
Crédito da imagem: Patricia Vismara
Crédito da imagem: Patricia Vismara
“Patinhar à beira-mar”, essa expressão era usada pelo professor Mário Moniz Pereira, técnico do Sporting Club de Lisboa, em 1987, quando levava a equipe de atletas para treinar na Praia de Carcavelos, próximo a Lisboa, Portugal. Entre eles estavam o recordista mundial dos 10.000 metros em pista Fernando Mamede (27min13) e os irmãos Castros (Domingos e Dionísio) que começavam a despontar como grandes corredores de longa distância.
Correr na praia, próximo d água, onde a areia é mais firme, facilita o deslocamento. O percurso é plano. Já as praias de tombo (inclinadas), são prejudiciais para tornozelos, bacia, coluna. Se isso não for possível evitar, o melhor é ir e voltar na mesma praia para compensar o equilíbrio e alinhamento do corpo.
O internauta Gulherme Lemos, que acompanha o blog, perguntou se é recomendável correr sem tênis na areia fofa. Esse tipo de piso dificulta a locomoção e força demasiadamente as articulações do tornozelo, obrigando o corredor a ajustar a pisada. Sem tênis, há o risco de queimaduras (a areia fofa sempre é mais quente), ou mesmo pisar em algum molusco, cacos de vidro, latas. É bom evitar!
Depois de uma boa corrida na praia, temos o direito a um belo banho de mar, sol (com protetor solar) e água de coco, para recuperar as energias.
Praticar o cross-sand é uma ótima pedida para melhorar o condicionamento físico e relaxar em contato com a natureza.
- 17h53
- 22Nov
Fort Lauderdale, Flórida - Estados Unidos
Crédito da imagem: Patricia Vismara
Crédito da imagem: Patricia Vismara
Imensidão Azul
A décima quinta edição dos 10 K da São Paulo Classic até parecia o filme “Imensidão Azul”, do cineasta francês Luc Besson. As ruas dos arredores do Parque do Ibirapuera foram invadidas pelos atletas uniformizados com a camiseta do evento, na cor azul.
Doze mil participantes.
O filme, de 1988, retrata o desafio entre dois mergulhadores, o francês Jacques Mayol e o italiano Enzo Molinari, que disputam o título mundial em Taormina, na Itália. Vale assistir, pelas imagens e preparação dos atletas.
Essa é a principal prova da CORPORE – Corredores Paulistas Reunidos. Inclusa no calendário internacional. Como não poderia ficar de fora, participei de todas as edições. A minha inscrição foi feita no dia da prova, uma vez que estava viajando. Mas, já havia deixado reservada. Pois avisei o presidente da CORPORE o Dr. David Cytrynowicz e o vice Dr. Octávio Aronis. Sem preocupação de correr rápido, estava no meio da multidão e por incrível que possa parecer, o Yves Mifano e o David, me localizaram. Visão de especialistas em organização. No domingo passado, competi na meia maratona de Fort Lauderdale, na Flórida (veja abaixo no blog). Desde então, só tenho feito treinos leves, natação, alongamentos e massagem, para se recuperar. Competição, prá valer, somente em 2010.
Telão de chegada - 10 K SP Classic
Crédito da imagem: Wanderlei de Oliveira
Crédito da imagem: Wanderlei de Oliveira
A grande novidade da São Paulo Classic deste ano, foi o telão na chegada. Presenciei o primeiro teste antes das 6 horas da manhã, ainda no escuro. Todos que cruzavam a linha de chegada, podiam se ver – festejando.
A campeã, atleta do Quênia, Maurine Jelagat Kipcchumba, completou a prova em 34min25seg. No masculino, também do Quênia, Titus Kipkosgei Kibii, com 29min38seg.
Milton Pagano, após término dos 10 K
Crédito da imagem: Wanderlei de Oliveira
Crédito da imagem: Wanderlei de Oliveira
Jornalista vence a dor
A dor é sinal de que há algo errado. Se persistir, não insista. Procure um médico, faça o tratamento. Depois de liberado, inicie os treinamentos com orientação de um profissional competente, com experiência comprovada. Não se aventure com curiosos, que os riscos poderão ser maiores. Foi o que aconteceu com o jornalista Milton Pagano, editor de esportes da TV Gazeta, que por várias vezes foi obrigado a parar nos treinos, sentindo fortes dores. Participou de provas de até dez quilômetros e sempre terminava com dor. Até que foi obrigado a parar por recomendação médica. Desta vez, foi diferente, o “Magrão”, como é carinhosamente conhecido no meio futebolístico, completou os 10 K em 1 hora e 2 minutos. Feliz e sem dores.
VAMOS CORRER! Reprise, nesta segunda-feira, às 20h30, na ESPN Brasil.
- 16h46
- 20Nov
Foot Works - Miami
Crédito da imagem: Wanderlei de Oliveira
Crédito da imagem: Wanderlei de Oliveira
Pés descalços.
É seguro corre sem tênis?
Sentir o conforto de calçar um tênis novo é como correr nas nuvens.
Suas articulações irão lhe agradecer.
Mexa na poupança e compre vários pares, o ideal é usar um tênis novo todo dia.
Foot Works - Miami
Crédito da imagem: Wanderlei de Oliveira
Crédito da imagem: Wanderlei de Oliveira
Não economize dinheiro com tênis, pois você poderá gastar muito mais com médico.
Além de ficar parado chorando, irá ver a alegria dos outros correndo.
Em média cada par de tênis dura 500 quilômetros.
Acima dessa quilometragem, eles perdem o amortecimento e é contusão na certa.
- 15h29
- 20Nov
Crédito da imagem: CORPORE - Corredores Paulistas Reunidos
Saiba como participar e terminar com segurança os 10 K SP CLASSIC organizado pela CORPORE - Corredores Paulistas Reunidos, no próximo domingo, dia 22 de novembro, no Parque do Ibirapuera.
É só tomar alguns cuidados, principalmente para quem vai participar pela primeira vez.
A retirada de kits desse evento acontecerá nos dias 20 e 21 de novembro no Comando Militar do Sudeste, das 9 às 18 horas, com entrada pela Rua Manoel da Nóbrega (entre a Av. Sargento Mario Kozel Filho e Av. Mal. Estênio Albuquerque Lima). Lembre-se de levar seu comprovante de inscrição!
Um dia antes
· Descanse o máximo possível.
· Alimente-se conforme os hábitos pessoais. Procure evitar alimentos gordurosos (carne bovina, suína, ovos, frituras) e bebidas alcoólicas. Prefira alimentos leves e de fácil digestão. Dê preferência para alimentos ricos em carboidratos (massas em geral, arroz, batata), saladas cruas sem muito tempero, frutas (banana-prata, pêra, maçã, mamão, pêssego, nectarina).
· Beba muito líquido, em especial água natural. Verifique a cor da urina para saber se está bem hidratado. O ideal é que ela esteja bem clara.
· Procure deitar cedo e preparar sua mente, visualizando-se completando o percurso em bom estado físico e feliz por ter vencido o desafio.
Material a ser utilizado
· Opte por tecidos que não retenham o suor, para manter o corpo sempre seco (como Termo-air, CoolMax, Supplex e Dry-fit).
· Nada de estrear tênis no dia da prova. O melhor é correr com um que já esteja em uso, para evitar problemas.
· Use um relógio com cronômetro para controlar seu ritmo logo de início.
No dia D
· Deixe pronta a roupa que vai utilizar, já fixado o número na camisa.
· É recomendável levar um agasalho, camiseta seca, toalha, água e frutas para após a corrida.
· A largada é às 08h00, portanto, faça um desjejum até no máximo 6h00 com suco natural, iogurte ou leite desnatado com cereais tipo corn flakes e sucrilhos, pão integral ou francês com geleia ou mel, banana-prata ou uma maçã. Após a prova, coma uma fruta ou bolachas, que normalmente são distribuídas pela organização da prova no final. Almoce normalmente evitando o excesso de alimentos gordurosos.
· Continue bebendo bastante líquido.
Horário para chegar no local da largada
· Esteja no local da largada no mínimo uma hora antes, às 7h00.
· Inicie os alongamentos 45 minutos antes da largada e depois faça uma corrida de aquecimento de 15 a 20 minutos e logo a seguir algumas retas de 50 metros de amplitude de passadas até 90% de sua capacidade
· Posicione-se no local da largada aproximadamente 5 minutos antes.
Como você deve correr os 10 km
· Ao soar o sinal de largada, inicie a corrida controlando seu ritmo, respeitando seus limites. Deixe os mais apressados o ultrapassarem. O seu objetivo é terminar bem o percurso.
· Beba água em todos postos de abastecimento, mesmo que não sinta sede. Se sobrar água, jogue água na cabeça.
· Para enfrentar as subidas da primeira metade do percurso, movimente os braços com mais energia para cima, paralelo ao corpo, para equilibrar o esforço.
· Quando se aproximar da linha de chegada, levante os braços e olhe para frente. Assim que chegar comemore sua vitória por ter completado e vencido o desafio.
Ao cruzar a linha de chegada
· Caminhe calmamente até o final do funil dirigindo-se a um local de menor concentração de pessoas para se refrescar e se recuperar.
· Faça alongamentos e hidrate-se muito bem.
· Não se esqueça de vestir roupas secas para evitar problemas de saúde, pois o organismo está sensível e debilitado.
- 10h23
- 20Nov

Faça uma corrida econômica em ritmo de Cruzeiro
No último final de semana, conheci a cidade de Fort Lauderdale na Flórida, nos Estados Unidos. Os motivos que me levaram até lá foram, rever os amigos Marcelo Holcberg, 45 anos (ex-atleta, USA Triathlon Coach da Body Zen, Full Service Multi Sport Company), o Aldo Virano, 41 anos, maratonista (2h39 na Maratona de Chicago no dia 11 de outubro), Consumer Events Director – Accelerade, Endurox, Accel Gel, Forze GPS e conhecer a prova de 13.1 milhas, ou meia maratona (21.1 K), para nós brasileiros. Fort Lauderdale é uma belíssima cidade, formada por canais e casas dignas de cartão postal. Local preferido por celebridades americanas e até alguns brasileiros podem ser encontrados por lá. O principal veículo de transporte – são os barcos.

Na ocasião, estava ancorado no porto (que é o segundo maior porto turístico do mundo, o primeiro fica bem próximo, em Miami), o Oasis of the Seas. Hoje, o maior navio de cruzeiro do mundo. Construído na Finlândia, levou três anos para sua finalização. Têm capacidade para 6 mil turistas, mais dois mil tripulantes. Dá para imaginar, oito mil pessoas a bordo? Tem até pista de corrida. Como a largada da prova estava há poucos metros do Oasis, acredito que alguns dos tripulantes aproveitaram para dar uma corridinha em terra firme.
Fazendo uma analogia com a corrida de longa distância, podemos comparar o planejamento de um atleta. Primeiro, é preciso muita paciência. Construir uma base de anos, para suportar o peso (os quilômetros rodados). Debaixo para cima. Na corrida, das distâncias menores, para as maiores. Os melhores corredores de meia-maratona e maratona da atualidade foram especialistas em provas de 5 e 10 mil metros em pista. Somente depois de muitos anos, rodados, com experiência, base, noção de ritmo, é que partiram para distâncias maiores.
Em uma viagem de cruzeiro (nesses imensos navios), o comandante (nesse caso o corredor), é que determina a velocidade, para chegar ao destino. Economizando combustível, preservando o equipamento e apreciando a paisagem. Com esses pequenos cuidados, pode se ir muito longe. Sem acidentes.
O meu ritmo cruzeiro foi traçado. No dia 12 de outubro, participei dos 10 K de Santos Dumont, no Campo de Marte, em São Paulo. Completei a prova em 44 minutos e 54 segundos. Em Ft. Lauderdale passei os primeiros 10 quilômetros para 44min56 (com várias passagens por pontes) e os 10 quilômetros finais para 44min59 (apesar de ser mais plano, vento contra, calor e areia do mar no asfalto, devido à ressaca na noite anterior a prova). Não é coincidência, é planejamento! O que você faz nos treinos técnicos e provas preparatórias, você transfere para as competições principais. Não tem segredo. É só analisar com seu técnico. Resultado final de 1h36min19seg, média de 7min22 por milha, ou 4min30 por quilômetro. Três mil participantes, oitavo na categoria de 50 a 54 anos (total de 71). O vencedor foi Pedro Gonzáles, 30 anos, de Coral Springs, Flórida, com 1h12min40, média de 5min33 por milha. No feminino, Julia Mallon, 31 anos, de Miami, Flórida com 1h21min12seg, média de 6min12 por milha, foi a vencedora.
Milha
A milha é um sistema de medida que é usado nos Estados Unidos e na Inglaterra. Sua origem vem do exército romano que tinha uma unidade de comprimento chamada de “mille passus” – mil passadas dadas por um centurião, comandante de uma das tropas. Os passos eram duplos, mais largos que os normais. Uma milha terrestre corresponde a 1609,344 metros. Já a milha náutica, ou marítima é igual a 1.852 quilômetros (1.1515 milhas). Essas e outras informações, você pode encontrar no “Guia dos Curiosos”, do jornalista Marcelo Duarte (Cia. Das Letras), que apresenta o programa “Louco por Futebol” da ESPN Brasil.
- 18h00
- 15Nov
Chegada da Meia Maratona de Fort Lauderdale
Crédito da imagem: Andréa Ciribelli
Crédito da imagem: Andréa Ciribelli
Meia maratona de Fort Lauderdale reúne 3 mil atletas
Dia de festa na belíssima cidade de Fort Lauderdale, no Sul da Flórida nos Estados Unidos. O Fábio Ciribelli da BM&FBOVESPA e sua espôsa Andréa, resolveram festejar os 10 anos de casados nos Estados Unidos. Só que corredor, comemora - correndo. Foi o que fizemos. A prova largou pontualmente às 6h13. No escuro. Temperatura na marca dos 25 gráus. Manhã úmida, mais de 70%. Três mil corrdores, concentrados, animados e prontos para a última etapa do calendário de provas de 13.1 milhas da Flórida. No circuito, encontramos de tudo. Início plano, depois passamos por um túnel, subida de 50 metros e novamente plano. Várias pontes (com pequenas subidas). Lá é o segundo maior porto turístico do mundo. O primeiro é ao lado, em Miami. Com uma hora de prova, o sol vem com tudo e a temperatura sobe rápido para os 30 gráus. No trecho de praia, vento contra. Na noite anterior, o mar em ressaca, chegou a invadir o circuito da prova, deixando alguns trechos do percurso alagado e cheio de areia. É, lá também tem essas coisas. Com tudo isso, o ritmo acaba diminuindo, devido a atenção e cuidados com o piso. Mas, como tudo era festa. Chegamos comemorando. Excelente organização, vários postos de água, bandas ao longo do percurso, grupos de torcidas uniformizadas. Um belíssimo banquete nos esperava. Essa foi minha primeira meia maratona nos Estados Unidos, a primeira em nova categoria e a septuagésima no total, resultado final: 1h36. O destaque ficou por conta da Patricia Vismara que completou a prova em 1h40, conquistando a terceira colocação na categoria. A seguir, veio o Fábio, também com 1h40.
- 09h09
- 08Nov
Crédito da imagem: Fernanda Paradizo
Essa é uma das máximas do professor Valdir José Barbanti. Barbanti, natural de Itapira, interior de São Paulo, foi um dos grandes atletas nos anos 70 no decatlo, prova exclusiva para homens. No primeiro dia eles competem nos 100 metros rasos, salto em distância, lançamento de peso, salto em altura e 400 metros rasos. No segundo dia, os 110 metros com barreiras, lançamento de disco, salto com vara, lançamento de dardo e para terminar os 1.500 metros rasos. O atleta vencedor é o que soma o maior número de pontos ao final da competição. Como bom educador e atleta, é possível encontra-lo treinando diariamente no Esporte Clube Pinheiros ou no Campus da USP onde é Professor Titular da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo. Valdir Barbanti é o primeiro PhD em Educação Física pela University of Iowa, nos Estados Unidos e preparador físico da seleção brasileira masculina de basquete.
Se você treinou forte, ou participou de uma prova de montanha e ainda sente dores devido as subidas e descidas do percurso, nada melhor do que um treino de rodagem lenta no gramado para massagear a musculatura.
VAMOS CORRER! Segunda-feira, às 20h30, na ESPN Brasil (reprise)
- 08h37
- 07Nov
Grupo de velocistas do Projeto
Crédito da imagem: Bruno Miani/ZDL
Jovens do núcleo do Ibirapuera já estão em Maringá (PR) para a última competição nacional do ano destinada à categoria MenorCrédito da imagem: Bruno Miani/ZDL
Atletas do Centro de Excelência entre 15 e 17 anos enfrentam um último desafio antes do término da temporada 2009. Nesta quinta-feira, teve início as Olimpíadas Escolares, em Maringá (PR), última competição nacional da categoria Menor deste ano. Quatro representantes do núcleo Ibirapuera participam do torneio em busca de medalhas e de melhores posições no ranking nacional: Caio Cezar dos Santos (salto em distância), Ana Paula Borges (800m), Vanilso da Rocha Silva (800m) e Willian Braido (arremesso do peso e lançamento do disco).
Willian Braido, 17 anos, é um potencial candidato a um lugar no pódio no arremesso do peso e no lançamento do disco. "Tenho um rival forte (o paulista Hugo Leon Fernandes). Sempre alternamos o lugar mais alto do pódio. Acredito que o ouro ficará com um de nós em ambas as provas”, afirmou. Willian acredita que as chances são maiores no arremesso do peso. "Sou um atleta de raça, de força, mas que precisa aprimorar a parte técnica. No arremesso do peso, os bons resultados saem mais pela determinação; no lançamento do disco é pura técnica. Quero ser primeiro nas duas”, avisou.
Já nos 800 m masculino, Vanilso da Rocha Silva é favorito à conquista do ouro. Com 16 anos, o atleta ocupa o primeiro lugar no ranking nacional Menor e o segundo no Juvenil. "Estou confiante e com boas marcas. Acredito que há grandes chances de eu ganhar em Maringá”, disse. Ana Paula Borges, também especialista nos 800m e companheira de treino de Vanilso, também crê em vitória. "Estou bem no ranking brasileiro (2º lugar) e estas Olimpíadas Escolares podem me colocar no topo, além de valer um título importantíssimo”, afirmou a jovem de 15 anos.
Modalidades como judô, natação, futsal, vôlei, xadrez, basquete e tênis de mesa também integram o programa das Olimpíadas Escolares. O torneio tem término previsto para o próximo dia 15.
VAMOS CORRER! Hoje, às 20h00 horas, na ESPN Brasil (reprise).
- 14h09
- 06Nov
Ariovaldo, secretário do IMST, conversa com os alunos de Itapetininga
Crédito da imagem: Rafael Jubelini / ZDL FPA
Crédito da imagem: Rafael Jubelini / ZDL FPA
Cidades receberam a visita do IMST, que distribuiu 120 camisetas e tênis aos integrantes do projeto mantido pelo Governo do Estado de São Paulo
As crianças de Itapira e Itapetininga, integrantes do projeto "Atletismo em Ação”, iniciativa do governo do Estado de São Paulo em parceria com o Instituto Memorial do Salto Triplo (IMST), tiveram uma surpresa na última quarta-feira. Os jovens receberam a visita de uma equipe do IMST, que distribuiu 120 pares de tênis e camisetas. Durante os encontros, a garotada não perdeu a chance de mostrar aos integrantes da entidade tudo o que têm aprendido participando do programa.
Flavio Rubens Cipriano, responsável pelo núcleo de Itapetininga, agradeceu a presença dos funcionários do IMST e a distribuição do material. O projeto recebeu 75 camisetas e o mesmo número de pares de tênis. Ele é treinador em Itapetininga há 36 anos. "Sei o quanto o kit e a visita significam para esses jovens, de origem muito humilde”, afirmou o professor. O técnico agradeceu o apoio dado pela entidade. "Hoje, temos ajuda da Prefeitura de Itapetininga e do ‘Atletismo em Ação’. O Nelson Gil (coordenador de Esportes e Lazer da Secretaria do Estado) prometeu e trouxe o projeto para cá. Hoje, temos uma estrutura ótima”, ressaltou.
Sabrina Couto Mariano, 16 anos, é apontada como a principal revelação do atletismo da cidade. A jovem é especialista nos 800m e já contabiliza bons resultados. "Já fiquei em segundo lugar em um torneio estadual e nos Jogos Regionais. O professor sempre me anima, diz que tenho chances de realizar meu sonho, que é representar o Brasil, ser famosa e vencer competições importantes”, disse a jovem, que tem total apoio da família para a prática do esporte. "Comecei aos nove anos por influência dos meus pais. Eles querem me ver na Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016”, avisou.
Itapira
O núcleo de Itapira foi outro agraciado com a iniciativa do "Atletismo em Ação”. Recebeu 45 camisetas e 45 pares de tênis. O professor Rodrigo da Costa Vicente, emocionado, mal conseguiu definir a importância da visita do IMST. "Estou sem palavras. O apoio do Governo e do Instituto deu um novo gás para nós. Estamos felizes e confiantes no futuro de nossa escola”, avaliou. Para o treinador, a inclusão da cidade no programa também trouxe mais senso de responsabilidade para a garotada. "Hoje, eles sabem que têm esse apoio. Mas é necessário retribuir em competições, mostrar esforço e vontade de evoluir. Nós, técnicos, queremos retribuir a ajuda da melhor forma possível”, afirmou.
Dayara Oliveira Germano, 14 anos, já está de malas prontas para o Equador. A jovem está classificada para os Jogos Sul-Americanos Escolares, que serão realizados entre 30 de novembro a 10 de dezembro. Ela treina na escolinha de Itapira há três anos e é considerada uma atleta de potencial. "Acredito em uma medalha nesta competição. É a primeira vez que sairei do país e estou empolgada”, afirmou. Dayara é a 1ª no ranking paulista dos 80m com barreira Mirim. Já no Brasileiro, figura na segunda colocação. "Tenho estrutura aqui, recebemos material para treino, temos ótimos professores. Só depende de mim e vou conseguir”, finalizou.
Rafael Jubelini, assessoria da Federação Paulista de Atletismo
- 10h13
- 06Nov

A corrida pode fazer você ficar mais inteligente
"Essas melhoras, entretanto, diminuíram quando os corredores pararam o treinamento, o que sugere que exercícios contínuos são necessários para que se mantenha o beneficio”, disse o autor do estudo, Dr. Kisou Kubota, da Nihon Fukushi University, em Handa, Japão.
Exercite a memória - correndo!
Pesquisa apresentada na reunião anual da International Society For Neuroscience (Sociedade Internacional para Neurociência) em dezembro de 2006, indica que os exercícios regulares geram "melhora significante na memória e outras habilidades mentais, também conhecidas como função cognitiva".
VAMOS CORRER! Hoje, às 21h30, na ESPN Brasil.
Desafio Vamos Correr - ESPN Brasil
O paulista Wanderlei de Oliveira é um dos maiores entusiastas e motivadores da prática do atletismo. Já iniciou mais de 10 mil corredores e, como atleta, já percorreu mais de 80 mil quilômetros. Incentivado pelo pai, Olavo Oliveira, iniciou no atletismo em 1966 em provas de velocidade. Em 1980, começou a carreira como técnico de atletismo, desenvolvendo um projeto social e educativo com crianças na periferia da cidade de Atibaia, interior de São Paulo. Nessa mesma época, começou também a atuar como jornalista, escrevendo artigos e matérias sobre o atletismo para o Jornal de Atibaia, a Gazeta Esportiva e Folha de São Paulo. No mesmo ano, a convite do comendador Evald Gomes da Silva, presidente da Federação Paulista de Atletismo, iniciou seus trabalhos na entidade. Criou também a RUN FOR LIFE Runner’s Club, o primeiro clube de corrida do Brasil voltado para o treinamento de atletas amadores e executivos visando qualidade de vida.
Em 1982, ajudou a criar a CORPORE - Corredores Paulistas Reunidos - o maior clube de corredores de rua da América Latina. Foi nesse período em que começou sua participação no processo de levar atletas amadores para correr as Maratonas de Nova York, Paris, Roterdã e Comrades na África do Sul. Em 1987 viajou para Portugal a convite do técnico Mário Moniz Pereira, responsável pelos recordistas mundiais Fernando Mamede, 10.000 metros (27min13) e Carlos Lopes na maratona (2h07min), atuando como assistente-técnico no Sporting Club de Lisboa, principal clube da Europa em corrida de meio-fundo e fundo. Já esteve também presente como técnico nos Campeonatos Mundiais de 100 quilômetros no Japão (94), Moscou (96), Holanda (97) e França em 1999. Em 1992, foi o idealizador do Pão de Açúcar Club, primeiro clube-empresa do país, onde atuou como diretor-técnico até 2002, sendo um dos responsáveis por disseminar os programas de qualidade de vida em empresas. Destaque de capa da revista Veja São Paulo de 1999 no mês de setembro número 37, na matéria "Guru das Pistas" e do jornal Folha de São Paulo.
Desafios pessoais
Já correu 22 maratonas internacionais (10 vezes seguida a Maratona de Nova York, 7 vezes Paris, 4 vezes Roterdã e 1 Chicago), sendo seu melhor resultado de 3h07 em Paris 2000. Na Meia maratona de Buenos Aires, Argentina em 2004, estabeleceu seu melhor resultado para a distância, 1h22min.
Jornalistas e jogadores na São Silvestre
Foi o responsável pela preparação do César Augusto, repórter da TV GLOBO, para a São Silvestre de 1992. Três anos depois, 1995, resgatou para o esporte do biomédico Edgard Freire, na época com 64 anos. Edgard Freire foi o segundo colocado na São Silvestre de 1954. Em 1996, mais um desafio para a São Silvestre. Dessa vez, com o então jogador do Corinthians Neto. No ano seguinte, em 1997, treinou a repórter da Boa Forma, Fernanda Paradizo, para correr a Maratona de Nova York do mesmo ano.
Em 2001 a convite do Jornal A Gazeta Esportiva, treinou a repórter Claudia Andrade para a São Silvestre. No ano de 2002, treinou a jornalista Adriana Marmo da Revista Ana Maria e o editor da Folha de São Paulo Nilson de Oliveira.
Em 2003, foi a vez da jornalista Irene Ruberti, do Jornal O Estado de São Paulo, que se preparou por 8 meses para a sua primeira São Silvestre.
Na edição dos 80 anos da maior prova pedestre da América Latina, preparou uma equipe de jornalistas, entre eles: Marcos Caetano, colunista do jornal O Estado de São Paulo e comentarista da ESPN Brasil; Adriana Ferreira, diretora do programa Vídeo Show da TV Globo; Celso Cardoso, apresentador do Gazeta Esportiva na TV Gazeta e Carlos Cavalcante do programa Cidade Alerta da TV Record.
Foi apresentador do programa de rádio “Atletismo em forma” com direção e produção de Reinaldo Gottino; é comentarista da Corrida Internacional de São Silvestre na TV Gazeta desde o ano 2000.
Atualmente, aos 50 anos, é diretor da Federação Paulista de Atletismo, coordenador do Programa Corrida de Rua e Qualidade de Vida da Secretaria de Esportes, Lazer e Turismo do Governo do Estado de São Paulo; coordenador do Clube de Corredores de Rua da BM&FBOVESPA.
O paulista Wanderlei de Oliveira é um dos maiores entusiastas e motivadores da prática do atletismo. Já iniciou mais de 10 mil corredores e, como atleta, já percorreu mais de 80 mil quilômetros. Incentivado pelo pai, Olavo Oliveira, iniciou no atletismo em 1966 em provas de velocidade. Em 1980, começou a carreira como técnico de atletismo, desenvolvendo um projeto social e educativo com crianças na periferia da cidade de Atibaia, interior de São Paulo. Nessa mesma época, começou também a atuar como jornalista, escrevendo artigos e matérias sobre o atletismo para o Jornal de Atibaia, a Gazeta Esportiva e Folha de São Paulo. No mesmo ano, a convite do comendador Evald Gomes da Silva, presidente da Federação Paulista de Atletismo, iniciou seus trabalhos na entidade. Criou também a RUN FOR LIFE Runner’s Club, o primeiro clube de corrida do Brasil voltado para o treinamento de atletas amadores e executivos visando qualidade de vida.
Em 1982, ajudou a criar a CORPORE - Corredores Paulistas Reunidos - o maior clube de corredores de rua da América Latina. Foi nesse período em que começou sua participação no processo de levar atletas amadores para correr as Maratonas de Nova York, Paris, Roterdã e Comrades na África do Sul. Em 1987 viajou para Portugal a convite do técnico Mário Moniz Pereira, responsável pelos recordistas mundiais Fernando Mamede, 10.000 metros (27min13) e Carlos Lopes na maratona (2h07min), atuando como assistente-técnico no Sporting Club de Lisboa, principal clube da Europa em corrida de meio-fundo e fundo. Já esteve também presente como técnico nos Campeonatos Mundiais de 100 quilômetros no Japão (94), Moscou (96), Holanda (97) e França em 1999. Em 1992, foi o idealizador do Pão de Açúcar Club, primeiro clube-empresa do país, onde atuou como diretor-técnico até 2002, sendo um dos responsáveis por disseminar os programas de qualidade de vida em empresas. Destaque de capa da revista Veja São Paulo de 1999 no mês de setembro número 37, na matéria "Guru das Pistas" e do jornal Folha de São Paulo.
Desafios pessoais
Já correu 22 maratonas internacionais (10 vezes seguida a Maratona de Nova York, 7 vezes Paris, 4 vezes Roterdã e 1 Chicago), sendo seu melhor resultado de 3h07 em Paris 2000. Na Meia maratona de Buenos Aires, Argentina em 2004, estabeleceu seu melhor resultado para a distância, 1h22min.
Jornalistas e jogadores na São Silvestre
Foi o responsável pela preparação do César Augusto, repórter da TV GLOBO, para a São Silvestre de 1992. Três anos depois, 1995, resgatou para o esporte do biomédico Edgard Freire, na época com 64 anos. Edgard Freire foi o segundo colocado na São Silvestre de 1954. Em 1996, mais um desafio para a São Silvestre. Dessa vez, com o então jogador do Corinthians Neto. No ano seguinte, em 1997, treinou a repórter da Boa Forma, Fernanda Paradizo, para correr a Maratona de Nova York do mesmo ano.
Em 2001 a convite do Jornal A Gazeta Esportiva, treinou a repórter Claudia Andrade para a São Silvestre. No ano de 2002, treinou a jornalista Adriana Marmo da Revista Ana Maria e o editor da Folha de São Paulo Nilson de Oliveira.
Em 2003, foi a vez da jornalista Irene Ruberti, do Jornal O Estado de São Paulo, que se preparou por 8 meses para a sua primeira São Silvestre.
Na edição dos 80 anos da maior prova pedestre da América Latina, preparou uma equipe de jornalistas, entre eles: Marcos Caetano, colunista do jornal O Estado de São Paulo e comentarista da ESPN Brasil; Adriana Ferreira, diretora do programa Vídeo Show da TV Globo; Celso Cardoso, apresentador do Gazeta Esportiva na TV Gazeta e Carlos Cavalcante do programa Cidade Alerta da TV Record.
Foi apresentador do programa de rádio “Atletismo em forma” com direção e produção de Reinaldo Gottino; é comentarista da Corrida Internacional de São Silvestre na TV Gazeta desde o ano 2000.
Atualmente, aos 50 anos, é diretor da Federação Paulista de Atletismo, coordenador do Programa Corrida de Rua e Qualidade de Vida da Secretaria de Esportes, Lazer e Turismo do Governo do Estado de São Paulo; coordenador do Clube de Corredores de Rua da BM&FBOVESPA.
Corredor e jornalista Wanderlei, iniciou no atletismo em 1966 e já percorreu mais de 80 mil quilômetros. Pioneiro no Brasil em levar atletas para as maratonas de Nova York, Paris, Roterdã, Berlim e Comrades na África do Sul, desde 1982 quando ajudou a criar a CORPORE - Corredores Paulistas Reunidos