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- 13h06
- 21Jun
Torben Grael admte que será difícil disputar Jogos Olímpicos
por ESPN.com.br com Agência EFE
O brasileiro Torben Grael, comandante do vitorioso Ericsson 4 na Volvo Ocean Race, afirmou que provavelmente não voltará a disputar os Jogos Olímpicos.
"Será difícil voltar a disputar os Jogos Olímpicos. Quero participar de uma America's Cup. Mas gostaria de competir em uma equipe que tivesse condições de brigar pela vitória. Ainda temos que ver o que vai acontecer", disse.
Torben é dono de duas medalhas de ouro e voltou a dizer que a decisão de trocar os Jogos de Pequim pela Volvo Ocean Race foi "a mais difícil" de sua vida.
A troca deu certo, e Grael ajudou o Ericsson 4 a garantir o título antecipado da regata de volta ao mundo. Foi seu primeiro triunfo na prova.
Agora, seu principal objetivo é conquistar pela primeira vez a America's Cup. "Vencer a America's Cup não é uma obsessão, mas é a competição mais importante deste esporte e todos querem vencê-la. Já participei de três edições e, para vencer, é preciso ter uma equipe forte", afirmou.
Sobre a conquista da Volvo, Grael ressaltou a dificuldade da regata, mesmo com seu barco se mantendo na liderança geral durante a maior parte do tempo.
"Não foi um passeio. O Telefonica Blue e o Telefonica Black sempre nos complicaram, com suas tripulações extraordinárias. O Blue era um barco muito rápido", disse.
"Nunca me considerei vencedor antes de cruzarmos o portal de Sandhamm. Também não quis que minha tripulação entrasse em clima de euforia. Se tivéssemos problemas como os do Telefonica Blue em Marstrand, tudo iria por água abaixo. Sempre quis que nosso objetivo fosse alcançado pouco a pouco", acrescentou.
Faltando uma etapa para a conclusão da Volvo, Torben garantiu que, apesar do cansaço, um regatista não deseja ficar longe do mar.
"Um regatista não sabe quando vai deixar de navegar. Ele chega em casa cansado após uma volta ao mundo e no dia seguinte já quer voltar a competir", disse.
Grael também ressaltou a importância do apoio que este esporte precisa ter no Brasil. "No Brasil, sempre temos atletas que se destacam, mas faltam patrocinadores e mais apoio do Governo. Seria injusto que nomes como João Signorini (do Ericsson 4) ou André Fonseca, que está no Delta Lloyd, abandonem sua preparação para buscar o dinheiro que os manterá no esporte", concluiu.
"Será difícil voltar a disputar os Jogos Olímpicos. Quero participar de uma America's Cup. Mas gostaria de competir em uma equipe que tivesse condições de brigar pela vitória. Ainda temos que ver o que vai acontecer", disse.
Torben é dono de duas medalhas de ouro e voltou a dizer que a decisão de trocar os Jogos de Pequim pela Volvo Ocean Race foi "a mais difícil" de sua vida.
A troca deu certo, e Grael ajudou o Ericsson 4 a garantir o título antecipado da regata de volta ao mundo. Foi seu primeiro triunfo na prova.
Agora, seu principal objetivo é conquistar pela primeira vez a America's Cup. "Vencer a America's Cup não é uma obsessão, mas é a competição mais importante deste esporte e todos querem vencê-la. Já participei de três edições e, para vencer, é preciso ter uma equipe forte", afirmou.
Sobre a conquista da Volvo, Grael ressaltou a dificuldade da regata, mesmo com seu barco se mantendo na liderança geral durante a maior parte do tempo.
"Não foi um passeio. O Telefonica Blue e o Telefonica Black sempre nos complicaram, com suas tripulações extraordinárias. O Blue era um barco muito rápido", disse.
"Nunca me considerei vencedor antes de cruzarmos o portal de Sandhamm. Também não quis que minha tripulação entrasse em clima de euforia. Se tivéssemos problemas como os do Telefonica Blue em Marstrand, tudo iria por água abaixo. Sempre quis que nosso objetivo fosse alcançado pouco a pouco", acrescentou.
Faltando uma etapa para a conclusão da Volvo, Torben garantiu que, apesar do cansaço, um regatista não deseja ficar longe do mar.
"Um regatista não sabe quando vai deixar de navegar. Ele chega em casa cansado após uma volta ao mundo e no dia seguinte já quer voltar a competir", disse.
Grael também ressaltou a importância do apoio que este esporte precisa ter no Brasil. "No Brasil, sempre temos atletas que se destacam, mas faltam patrocinadores e mais apoio do Governo. Seria injusto que nomes como João Signorini (do Ericsson 4) ou André Fonseca, que está no Delta Lloyd, abandonem sua preparação para buscar o dinheiro que os manterá no esporte", concluiu.
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