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- 17h26
- 09Feb
Fabiana Murer - Salto com vara
Vôos mais altos!A atleta Fabiana Murer do salto com vara acredita que pequenas mudanças em sua técnica, sugeridas pelo técnico de Yelena Isinbayeva, Vitaly Petrov, podem levá-la a voar ainda mais alto. "Eu e o Petrov assistimos juntos ao meu salto de 4,82 m (recorde sul-americano outdoor) e ele fez algumas sugestões, como deixar o quadril mais alto na hora de passar o sarrafo", conta Fabiana.
"Estou aperfeiçoando essa técnica desde outubro. São detalhes difíceis de ver, mas que podem fazer diferença."
Início de temporada em grande estilo. No último sábado, em Stuttgart na Alemanha, Fabiana saltou 4m81. Novo recorde sul-americano indoor.
Seu técnico Élson Miranda, planejou dois picos de treinamento. O primeiro, de outubro a janeiro nos meetings indoor na Europa. E, o segundo visando o Campeonato Mundial de Doha no Catar, nos dias 12, 13 e 14 de março.
Após o Mundial, retorna para o Brasil onde vai descansar por uma semana, antes de retornar aos treinos, com foco as competições ao ar livre. Seu objetivo, ainda na parte técnica, será melhorar sua velocidade, acrescentando duas passadas a mais na fase de corrida.
O atletismo praticado em alto nível, esta fundamentado em pequenos detalhes.
VAMOS CORRER! Sexta-feira, às 21h30 na ESPN Brasil.
- 16h23
- 09Feb
Centro de Excelência do Atletismo em São Paulo
Árbitro internacional de basquete melhora condição física com a prática do atletismoFrancisco Ferreira, que completa 50 anos hoje, natural de Caruaru, Pernambuco, foi considerado o melhor condicionametno físico entre os profissionais do apito.
Qual o seu segredo?
Há pouco mais de um ano, iniciou um treinamento especial baseado nos princípios do atletismo. Resistência, força, velocidade, potência, agilidade. Já participou de várias provas de 10 quilômetros e meia-maratona (21.1 Km). Seu melhor resultado para os 10 K foi conquistado em 2009, com o tempo de 45 minutos, média de 4m30seg por quilômetro.
Francisco ao lado de seu pai no Jardim Botânico de São Paulo
Crédito da imagem: Patricia Vismara
Francisco treina diariamente no Centro de Excelência de Atletismo do Conjunto Desportivo Constâncio Vaz Guimarães, no Ibirapuera em São Paulo. Iniciou no atletismo incentivado pela sua esposa, ex-atleta e professora de educação física Lucimara Machado, responsável pelo departamento técnico da Federação Paulista de Atletismo.Crédito da imagem: Patricia Vismara
VAMOS CORRER! Sexta-feira, às 21h30 na ESPN Brasil.
- 14h10
- 08Feb
Crédito da imagem: Fernanda Paradizo
Correndo!
O estresse diário tem levado cada vez mais pessoas ao estado clínico de depressão (abatimento, tristeza, melancolia) e conseqüentemente a ingerirem grandes quantidades de antidepressivos que acabam afetando outros órgãos do corpo causando novas doenças.
Pesquisas apresentadas no American College Sport of Medicine (Colégio Americano de Medicina Esportiva) realizada em Seattle, Washington nos Estados Unidos de 27 a 30 de maio de 2008, demonstraram que a corrida pode acabar com a depressão.
Os cientistas acompanharam vários grupos, os que tomavam remédio e os que praticavam exercícios aeróbios (corrida) cinco vezes por semana com intensidades de média a forte. Os resultados apresentados demonstraram que o grupo de corredores se recuperaram mais rápido e ao final do estudo se sentiam com mais energia, entusiasmo e nova perspectiva de vida.
Mas cuidado, não vai sair por aí correndo feito um louco. Procure o seu médico, faça uma bateria de exames laboratoriais, ortopédico, dentário, oftalmológico e principalmente o teste ergométrico para saber como seu coração reage ao esforço físico. Com os exames na mão e o atestado médico comprovando que esta apto para a pratica esportiva, vá a um Clube de Corredores ou Federação de Atletismo de sua cidade e peça a indicação de um profissional com experiência comprovada em orientar praticantes de corrida de rua.
A corrida é um santo remédio!
VAMOS CORRER! Sexta-feira, às 21h30 na ESPN Brasil.
- 12h24
- 07Feb
Lago da Serra da Mantiqueira
Crédito da imagem: Wanderlei de Oliveira
"Na Natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma."Crédito da imagem: Wanderlei de Oliveira
Antoine-Laurent de Lavoisier, químico francês que identificou o oxigênio (Paris, 26 de agosto de 1743 — Paris, 8 de maio de 1794). Foi o responsável pela reforma da nomenclatura química. Nas corridas de média e longa duração, quanto maior a capacidade de oxigênação, maior o rendimento (veja mais informações no post “subindo a serra”).
O poder da palavra – ação. No dicionário Houaiss é a disposição para agir.
RENOVAÇÃO
Vitoria Wilke, Wagner Wilke e Oswaldo Silveira
Crédito da imagem: Wanderlei de Oliveira
EVOLUÇÃOCrédito da imagem: Wanderlei de Oliveira
Palacio Boa Vista - Campos do Jordão
Crédito da imagem: Wanderlei de Oliveira
Crédito da imagem: Wanderlei de Oliveira
CELEBRAÇÃO
Hotel Frontenac - Campos do Jordão
Crédito da imagem: Wanderlei de Oliveira
VAMOS CORRER! Sexta-feira, às 21h30, na ESPN Brasil.Crédito da imagem: Wanderlei de Oliveira
- 17h34
- 05Feb
Serra da Mantiqueira - Campos do Jordão
Crédito da imagem: Patricia Vismara
Treinamento em altitudeCrédito da imagem: Patricia Vismara
Os quenianos costumam treinar nas montanhas do Quênia em altitudes superiores aos 2.500 metros em relação ao nível do mar.
Os mexicanos seguem a mesma rotina nas cidades vizinhas à capital do México.
Os americanos preferem seguir para Bolder no Colorado, onde foi montado um dos maiores centros de treinamento da atualidade. Muitos dos atletas de elite de várias nacionalidades realizam em Bolder sua preparação básica (fase inicial da periodização de treinamento), visando as principais competições internacionais.
Os europeus dirigem-se para a Espanha ou Itália.
Já os brasileiros, na grande maioria, preferem Campos do Jordão, interior de São Paulo. Outros, as montanhas da Colômbia.
Efeitos do treinamento em altitude
Pesquisas recentes realizadas por fisiologistas do American College Sports of Medicine, especializados em esforço físico que desenvolvem programas de treinamento em altitude com atletas de alta competição, ficou evidenciado que:
• Há um aumento da capacidade de transporte de oxigênio de células vermelhas no sangue;
• Aumento do número de capilares que transportam oxigênio pelo sangue para as fibras musculares;
• Aumento da atividade de enzimas que convertem oxigênio em energia com as células das fibras musculares.
Fato este que pode resultar numa grande capacidade de resistência aeróbia (qualidade principal para as corridas de longa duração, como a São Silvestre, na distância de 15 Km)
Cuidados iniciais
Nos primeiros dias de treinamento em altitudes superiores a 2.500 metros, pode ocorrer, alguns desconfortos pela falta de adaptação:
• Complicações respiratórias
• Desidratação
• Tosse
• Problemas digestivos
• Dores de cabeça e insônia
• Instabilidade de pressão sangüínea
• Infecção na traquéia.
O ideal, segundo recomendação dos fisiologistas, é uma adaptação inicial de aproximadamente 10 dias, que consiste de corridas em ritmo confortável (em equilíbrio de oxigênio), com um aumento gradativo no volume (quilometragem).
Na segunda fase, de aproximadamente 7 dias, pode-se aumentar um pouco o ritmo das corridas, mas sempre fazendo uso do controle da monitorização cardíaca para não ultrapassar o limiar anaeróbio.
No último estágio, também de aproximadamente 7 dias, podem ser introduzidos alguns treinos de qualidade, como o interval-training (repetições na distância de 400 metros com pausa ativa de 200 metros entre cada repetição), e treinos fracionados (nas distâncias de 1.000 e 2.000 metros com recuperação passiva de 3 a 4 minutos).
Os fisiologistas também recomendam que haja um período de 3 a 5 dias de recuperação em baixa altitude antes de uma competição importante (não necessariamente ao nível do mar, exceto se a competição for realizada à beira mar).
VAMOS CORRER! Hoje, às 21h30, na ESPN Brasil.
- 11h25
- 02Feb
Jardim Botânico de São Paulo - Trinha da Nascente do Riacho do Ipiranga
Crédito da imagem: Patricia Vismara
Em 2006, participamos de um workshop para jornalistas sobre “atualização em medicina esportiva”, onde foram abordados vários assuntos relacionados à atividade física. Com a massificação da corrida de rua no Brasil e no mundo, e a constante busca por uma melhor qualidade de vida nas grandes cidades, é comum se ver iniciar a prática esportiva de forma brusca e exagerada. Aproveitamos à oportunidade e fazemos uso das sábias palavras do professor doutor Henrique Lederman, “devagar e sempre até sentir falta”. Lederman de 61 anos é professor titular de radiologia da Unifesp – Universidade de São Paulo, Escola Paulista de Medicina, e também maratonista, com participação em seis maratonas internacionais.Crédito da imagem: Patricia Vismara
Lento e suave
Quando uma pessoa inicia um exercício físico, o organismo sofre transformações no funcionamento para adaptar os órgãos a essa mudança. Coração, pulmões, músculos e circulação passam por modificações que, dependendo dos antecedentes e hábitos, resultarão em maior ou menor eficácia na produção de energia. Essa fase inicial é de fundamental importância para qualquer tipo de atividade física.
Para que ocorra uma perfeita adaptação ao exercício, é recomendável que o início da atividade seja lento e suave. Movimentos bruscos e rápidos são contra-indicados nessa fase de ajustes. O aquecimento prepara o atleta fisiológica e até psicologicamente para um evento e pode reduzir as chances de lesão articular e muscular. O processo de aquecimento alonga os músculos e, portanto, permite alcançar um maior comprimento quando uma força é aplicada.
Fazem parte desse aquecimento exercícios de alongamento, trotes leves e suaves e exercícios articulares de amplitude (passadas mais largas em um percurso plano e reto). Nesse aquecimento os músculos específicos devem ser utilizados de forma a simular a corrida e a produzir toda a amplitude dos movimentos articulares.
O aquecimento deve ser gradual e suficiente para aumentar a temperatura muscular e central, sem causar fadiga nem reduzir as reservas de energia. É claro que isso varia de pessoa para pessoa. Um bom aquecimento para um atleta olímpico pode levar à exaustão uma pessoa que se exercita por recreação.
Se possível, faça uso diário de seu frequêncímetro para o autocontrole de sua freqüência cardíaca (cada pessoa possui um sistema cardiovascular e respiratório - único), assim você terá a certeza de não ir além do necessário (verifique o limiar no resultado de seu exame ergoespirométrico). Nas rodagens, utilizamos o sistema aeróbio (equilíbrio de oxigênio). Nos treinos de ritmo, intervalado, fartlek, o sistema anaeróbio (débito de oxigênio).
O segredo do sucesso em competições: - é o equilíbrio e a eficiência dos sistemas aeróbio e anaeróbio.
- 11h23
- 31Jan
Dia Internacional do Mágico - Disney World - Orlando, Flórida
Crédito da imagem: Wanderlei de Oliveira
Dia Internacional do MágicoCrédito da imagem: Wanderlei de Oliveira
O português José Clemente Gonçalves, ex-atleta de salto em altura foi o responsável pelo levantamento estatístico de tudo que aconteceu no Brasil desde o início do atletismo. Essa missão ele recebeu do comendador Evald Gomes da Silva, presidente da Federação Paulista de Atletismo por vários anos, ex-saltador de distância e descobridor do campeão olímpico Ademar Ferreira da Silva.
José Clemente Gonçalves era um gênio. Sabia todos os recordes, datas, nomes, locais. Tive a sorte de ser seu assistente por quatro anos. Não chego aos seus pés, mas aprendi muita coisa. O principal foi observar analisar, investigar os números.
"O número é a Lei do Universo"
Todas as coisas são números é o que dizia o matemático e místico grego Pitágoras (570 a.C a 496 a.C). O número é a Lei do Universo. E o ser humano tem que estar sempre em evolução É um pensamento atual que pode ser adequado para o atletismo.
O seu resultado em uma competição – é um número. E é isso que você vale. Se quiser evoluir, tem que treinar. Mas treinar, certo, com metodologia, disciplina e focado no seu objetivo.
Não existe outro caminho. Não existe mágica (hoje é o “Dia do Internacional do Mágico).
- 10h39
- 31Jan
João Paulo de Oliveira - Salto Triplo
Crédito da imagem: Rafael Jubelini / ZDL FPA
Os atletas do Centro de Excelência, projeto do governo do Estado de São Paulo em parceria com a Federação Paulista de Atletismo, se destacaram no Torneio FPA/CNEE, realizado em Bragança Paulista nesta sexta-feira e sábado. Bárbara Farias e Jonathan Henrique Silva alcançaram o índice para o Mundial Juvenil na prova dos 400m e do salto triplo, respectivamente. O atleta Jean Casemiro Rosa confirmou sua participação também no salto triplo no Sul-Americano Sub-23. O evento contou com cerca de 300 participantes, de 20 clubes, na categoria Adulto. Do total, cerca de 40 treinam em núcleos do projeto. Crédito da imagem: Rafael Jubelini / ZDL FPA
Marcelo Lima, técnico de Bárbara Farias, enalteceu a classificação da atleta para o Mundial de Atletismo Juvenil, que será disputado de 19 a 25 de julho na cidade de Moncton, Canadá. Com a marca de 53s61, a jovem venceu a prova dos 400m e carimbou o passaporte para a principal competição do ano para a categoria. "Ela ficou muito feliz. Acreditava que seria possível já no início do ano. Nos dá tranquilidade para nos prepararmos para esse Mundial", afirmou Marcelo.
No salto triplo masculino, os destaques foram Jean Casemiro Rosa, do Centro de Excelência de Presidente Prudente, e Jonathan Henrique Silva. O primeiro garantiu sua vaga no Sul-Americano Sub-23, em Medellín, Colômbia, de 20 a 23 de março. Ficou com a segunda colocação na prova, com 15,91m e já lidera o ranking da categoria Sub-23 com apenas 19 anos. "Estou treinando e competindo bem. Feliz com esse resultado logo no primeiro torneio do ano. Comecei de forma fantástica e quero terminar 2010 ainda melhor", disse o atleta. Dino Cintra, técnico de Jean, acredita em um bom resultado na competição continental. "É um grande atleta, uma promessa do nosso esporte. As chances de pódio na Colômbia são grandes, projetamos um salto de 16,20m", disse o treinador.
Já Jonathan Henrique Silva garantiu sua presença em duas competições internacionais. No Sul-Americano Sub-23, o atleta confirmou sua participação nos 110m com barreiras. No salto triplo, a marca de 15,76m obtida hoje classificou o jovem para o Mundial Juvenil. "Pretendo competir bem no torneio continental. Atingi o objetivo do índice no salto triplo, mas também quero vaga no salto em distância e nos 110m com barreiras", afirmou. A garantia no Mundial na prova do salto em distância bateu na trave. Jonathan saltou 7,41m e o índice para a competição é de 7,42m. "Por um centímetro. Mas tenho alguns meses para atingir essas metas. Estou próximo."
João Paulo de Oliveira também foi finalista da prova do salto triplo. Ele treina com o Jonathan no Centro de Excelência. "Venho de uma contusão crônica no tornozelo direito. Foi minha primeira competição e já cheguei a uma final, disputando com os melhores. Acredito que será um ano bastante proveitoso e conseguirei a classificação para os principais torneios."
"Cai recorde brasileiro do disco"
Ronald de Oliveira Julião, atleta do clube BM&FBOVESPA, bateu o recorde brasileiro do lançamento do disco, com 60,41m. A antiga melhor marca da história do atletismo brasileiro pertencia a José Araújo de Souza (60,26m) e foi obtida em 1990. "Fazia dois anos que perseguia a quebra dessa marca. Eu acordei, olhei pela janela, me perguntaram o que estava pensando e disse: 'hoje baterei o recorde do lançamento do disco'. Depois de quase alcançá-la em várias oportunidades, dessa vez foi."
Segundo Julião, a expectativa para 2010 é grande. O objetivo é competir bem nos GPs do país, Troféu Brasil, e lançar acima de 63 metros. "Quero continuar nessa evolução, tanto no disco quanto no arremesso do peso. O Brasil tem atletas jovens, de muito potencial. O futuro da nossa categoria está garantido e tem muito a crescer. Basta acreditarmos que o brasileiro pode competir de igual para igual com os países mais tradicionais", afirmou Julião. Para ele, a Olimpíada do Rio de Janeiro em 2016 trará boas surpresas no arremesso do peso e lançamento do disco e dardo. "Podem anotar, na nossa Olimpíada já estaremos na luta por medalhas", finalizou o novo recordista brasileiro.
Rafael Jubelini, assessoria da Federação Paulista de Atletismo
- 09h42
- 30Jan
Darci Leão, 1m47 nos 800 metros nos anos 70
Crédito da imagem: Patricia Vismara
“No esporte como na vida, às vezes se ganha, às vezes se perde. O importante é o próximo desafio.” Crédito da imagem: Patricia Vismara
Cresci com essa filosofia inspirado pelo meu pai Olavo de Oliveira que era um esportista nato. No início de 1980 fui convidado pelo comendador Evald Gomes da Silva presidente da Federação Paulista de Atletismo, para trabalhar na entidade que estava inaugurando sua sede na Rua Joinville no Ibirapuera. Esse foi um dos períodos mais importantes da minha formação como profissional e ser humano. Lá, conheci pessoas fantásticas com a qual aprendi muito e uma delas foi o coronel Sebastião Alberto Corrêa de Carvalho, professor de atletismo da Escola de Educação Física da Polícia Militar e técnico de vários atletas que representavam nosso país em provas internacionais. Seu pupilo de maior destaque foi José Romão Andrade da Silva, recordista de várias provas de meio-fundo e fundo nos anos 70. O comendador Evald era um admirador do coronel Corrêa, que foi vice-presidente e depois eleito presidente da FPA de 1982 a 1984.
Fiquei surpreso e emocionado ao receber esta nota que é uma honra colocar no site, aproveito também para expressar meus agradecimentos ao grande mestre Sebastião Alberto Corrêa de Carvalho.
Amigo Kinoshita,
Amigos do Atletismo,
Ao receber a mensagem do "Mário", fui até o site do Wanderlei e não resisti à tentação de matar a saudade dos "velhos tempos". Espero que, como o Miltão, a quem agradeço por ajudar-me a reencontrar vários atletas dessa época, para uma atividade preparatória do centenário da Escola de Educação Física, na última sexta feira, vocês possam participar das próximas que ocorrerão até o dia do centenário.
A propósito, divido com todos a minha satisfação ao ler os textos do Wanderlei, que me provocaram a gana de escrever a nota abaixo, que deixei gravada por lá.
Grato pela oportunidade e um grande abraço a todos!
Sebastião Alberto Corrêa de Carvalho
Presidente do Distrito Brasil - Panathlon International
Darci Leão, atleta revelado pela Polícia Militar de SP
Crédito da imagem: Patricia Vismara
“Amigo Wanderlei, depois de tantos anos (no mínimo, 18 ou 20!) venho reencontrá-lo através deste milagre da internet (foi o Kinoshita quem me mandou a proposta de VIAGEM DE FÉRIAS) e fico-lhe muito grato pela "hora da saudade" que me proporciona, ao remeter-me suas informações. Li todos os posts aqui expostos e me senti retornando aos dias felizes e heróicos em que tive a honra de conviver diariamente com os atletas da Polícia Militar. Particularmente, falaram ao meu coração e aos meus olhos o "teste de 3000 metros", que aplicamos com sucesso a todos os PM candidatos a ingressarem na equipe em construção na Escola de Educação Física (Escola pioneira do Brasil, que vai completar 100 anos em 8 de março de 2010); a sua palestra no CAES para as Policiais Femininas, no dia 12 de maio, fazendo-me lembrar a então Sgt Isabel Chaves e a atual, Claudia Aparecida Adolfo (à época uma menininha em torno de 10-11 anos de idade!); o "cross sand" que, na primeira ida (e em todas as outras) à Praia Grande ainda não tinha esse nome sofisticado, mas foi verdadeira festa, fazendo nossos marmanjos de 20 a 30 anos voltar à infância (1967); a "superação", que vimos acontecer muitas vezes ao longo de mais de dez anos de rica aprendizagem, com pessoas especialíssimas como Benedito Fermino do Amaral, Luiz Fernando Caetano, Orides Alves, José Romão Andrade da Silva, Aloisio de Araujo, Darcy Leão Pereira, Francisco Alves de Barros, Benedito Valdemar Adolfo (Pai da Cláudia) Luiz Carlos Ananias, José do Desterro Silva, Norival Divino, Nelson Gomes da Silva, Valdemar Dantas de Souza, João e José Marques, Carmo de Campos, Agostinho Moreira Chaves, Joel de Carvalho Rocha, João Roberto de Souza, para só falar de alguns corredores que seu trabalho evoca em minha memória; e, para coroar, o "ver para crer" com a imagem da Pedra Grande na Cantareira, nosso lugar preferido de treinamento, ao lado do Arboreto de Vila Amália, cujo silêncio e imensidão me permitiam um saudável e praticamente diário encontro com a natureza exuberante do lugar! Parabéns e muito obrigado!”Crédito da imagem: Patricia Vismara
VAMOS CORRER! Hoje, às 15 horas, na ESPN Brasil (reprise).
- 16h50
- 29Jan
Tiago na pista de atletismo, editor do Vamos Correr, novo integrante do Desafio
Crédito da imagem: Wanderlei de Oliveira
Segundo pesquisas, é uma das categorias profissionais mais estressantes.Crédito da imagem: Wanderlei de Oliveira
Como também faço parte desse grupo – não dos estressados, iniciei minha carreira em 1983 no Jornal Atibaiense com uma coluna semanal sobre “saúde e qualidade de vida”, e uma forma que encontrei para estimular a nossa classe, foi motivando e sugerindo objetivos.
O que mais tem ajudado é o desafio de correr os 15 quilômetros da São Silvestre. No ano de 1992, o editor de esportes da TV Globo, o Vander Pereira, lançou esse desafio para os sedentários jornalistas da emissora. Pereira era um corredor assíduo. Como era de se esperar, ninguém aceitou. Um jovem repórter, recém chegado da cidade de Campinas, caiu de pára-quedas no desafio. Não teve escolhas. Sedentário, vários quilos acima do peso ideal. Hábitos irregulares: sono, alimentação, hidratação (somente refrigerantes, algumas cervejas e nada de água). Porém, o sujeito entrou de cabeça – ou melhor, com as pernas, o coração e determinado a cumprir o objetivo. O “giba jibóia”, que era um personagem do Globo Esporte, todos os sábados no programa que mostrava o seu treinamento, era o que mais infernizava o lastimável condicionamento físico do César Augusto. As piadinhas eram constantes: “lá vai o gordinho”, “olha o rolha de poço”, “chupeta de elefante’, entre outras coisas mais. O dia fatal chegou. Com treze quilos a menos, o César Augusto como iria transmitir a prova, teve que correr com vários aparelhos ligados ao seu corpo que pesava o mesmo que ele tinha perdido. Fazia muito calor em São Paulo, algumas paradas rápidas no percurso para entrevistas e mesmo assim, ele completou em 1h44. Sua disciplina e otimismo ao longo dos quatro meses, e a façanha de completar os 15 quilômetros da São Silvestre, o transformou no campeão de cartas da TV Globo na época. E, um dos jornalistas mais querido da emissora.
Se você é jornalista, sedentário, e quer correr a São silvestre no próximo dia 31 de dezembro, fique tranqüilo que ainda dá tempo, mas, tem que começa já.
“Um otimista vive na expectativa de ver seus sonhos concretizados. Um pessimista vive na expectativa de ver seus pesadelos concretizados”. (Laurence Peter)
VAMOS CORRER! Hoje, às 21h30, na ESPN Brasil.
Programa focado na prática de corrida, saúde e bem estar.O telespectador vai ficar sabendo sobre mitos e verdades que fazem parte do esporte, vai conhecer personagens e histórias curiosas sobre corrida, vai ter ajuda de especialista com dicas sobre a atividade, o calendário de provas pelo país e muito mais
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