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- 10h08
- 15Sep
Com filhos e recordes, Federer minimiza: "O que mais pedir?"
por ESPN.com.br com Agência GE
Sacando em 6-3, 5-4 e com 30-0 de vantagem, Roger Federer tomou um lob, duas passadas de direita e viu a história da final do US Open mudar de forma inesperada. Embora tenha perdido uma partida que parecia estar sob controle, o suíço não lamentou tanto quanto em outras grandes derrotas, classificando o ano todo como "inacreditável" após faturar dois Grand Slams, casar-se com Miroslava Vavrinec e ter duas filhas, Myla Rose e Charlene Riva.
Nas duas últimas vezes em que terminara uma decisão de um major sem a vitória, Federer havia sido levado às lágrimas por Rafael Nadal - no último Australian Open, elas vieram ainda em quadra; no Wimbledon de 2009, em uma entrevista na saída de quadra.
Nesta segunda-feira, as emoções afloradas na hora da entrega dos prêmios em Nova York ficaram praticamente reduzidas a Juan Martín del Potro, que se jogou no chão e chorou ao se tornar o segundo homem argentino a vencer o US Open.
"Será fácil de superar porque tive o verão mais sensacional possível: casei-me, tive filhos, não sei mais o que poderia querer", afirmou o helvético, que no campo esportivo ainda conquistou Roland Garros e Wimbledon para se tornar o maior ganhador de Grand Slam da história.
Dentro de quadra, o número um do mundo admitiu que, caso houvesse confirmado o serviço no décimo game do segundo set, teria praticamente liquidado as chances do oponente. "Se eu tivesse vencido ali, ficaria em uma grande posição. Nunca deveria ter perdido tantas chances. Mas tentei de tudo. Ele jogou bem, foi aceitável, e a vida segue".
Na grande batalha de 4h06, Del Potro parecia cansado no quinto set e mesmo assim venceu facilmente, tendo aberto 3/0 com facilidade antes de se consagrar com um 6/2. "Graças a Deus terminou, não aguentava mais", chegou a admitir à imprensa argentina o gigante, que em toda a carreira só havia disputado cinco parciais em três oportunidades.
Na verdade, o experiente Federer também estava "exausto" naquele momento e se mostrou surpreso porque o jovem de 20 anos não sentiu a pressão. "É sempre um esforço tremendo chegar e ganhar sua primeira final de Grand Slam. Eu estou acostumado a fazer a diferença nesses casos, mas não pude. Créditos para ele". Assim como o sul-americano, o suíço também sobressaiu quando decidiu um major pela primeira vez: foi em Wimbledon 2003, quando bateu o australiano Mark Philippoussis por 7/6 (7-5), 6/2 e 7/6 (7-3).
Nas duas últimas vezes em que terminara uma decisão de um major sem a vitória, Federer havia sido levado às lágrimas por Rafael Nadal - no último Australian Open, elas vieram ainda em quadra; no Wimbledon de 2009, em uma entrevista na saída de quadra.
Nesta segunda-feira, as emoções afloradas na hora da entrega dos prêmios em Nova York ficaram praticamente reduzidas a Juan Martín del Potro, que se jogou no chão e chorou ao se tornar o segundo homem argentino a vencer o US Open.
"Será fácil de superar porque tive o verão mais sensacional possível: casei-me, tive filhos, não sei mais o que poderia querer", afirmou o helvético, que no campo esportivo ainda conquistou Roland Garros e Wimbledon para se tornar o maior ganhador de Grand Slam da história.
Dentro de quadra, o número um do mundo admitiu que, caso houvesse confirmado o serviço no décimo game do segundo set, teria praticamente liquidado as chances do oponente. "Se eu tivesse vencido ali, ficaria em uma grande posição. Nunca deveria ter perdido tantas chances. Mas tentei de tudo. Ele jogou bem, foi aceitável, e a vida segue".
Na grande batalha de 4h06, Del Potro parecia cansado no quinto set e mesmo assim venceu facilmente, tendo aberto 3/0 com facilidade antes de se consagrar com um 6/2. "Graças a Deus terminou, não aguentava mais", chegou a admitir à imprensa argentina o gigante, que em toda a carreira só havia disputado cinco parciais em três oportunidades.
Na verdade, o experiente Federer também estava "exausto" naquele momento e se mostrou surpreso porque o jovem de 20 anos não sentiu a pressão. "É sempre um esforço tremendo chegar e ganhar sua primeira final de Grand Slam. Eu estou acostumado a fazer a diferença nesses casos, mas não pude. Créditos para ele". Assim como o sul-americano, o suíço também sobressaiu quando decidiu um major pela primeira vez: foi em Wimbledon 2003, quando bateu o australiano Mark Philippoussis por 7/6 (7-5), 6/2 e 7/6 (7-3).
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