ESPN
- Sugestões da Redação:
- /programacao
- /tabelas
- /blogs
- /pauloviniciuscoelho
- EXPN
- ESPN360
- Patrocínio do site
PARTICIPE
- /blogs
- /cadastro
- /enquete
- /mural
- /promocoes
DIVERSÃO
- /bolao
- /bolaouefa
CANAIS
- /radioeldoradoespn
SUPORTE E AJUDA
- /afiliadas
- /anuncie
- /assine
- /expediente
- /faleconosco
- /quemsomos
- /quemveste
- /trabalheconosco
- Cadastro / Login
- Faça seu cadastro de fã do Esporte
Carregando...
Carregando...
Carregando...
- 00h57
- 07Oct
Esporte em perigo
por Paulo Calçade, blogueiro do ESPN.com.br
A triatleta Mariana Ohata foi suspensa por seis anos pela União Internacional de Triatlo, após resultado positivo de exame feito na etapa do Circuito Mundial, em junho. O caso foi divulgado no dia 30 de agosto.
É preciso trabalhar com mais empenho na formação de atletas, além de aprimorar as formas de controle para esse tipo de caso. O doping possui uma indústria próspera e poderosa, é uma praga que se alastra pelo Brasil também.

Tags:
por Paulo Calçade
/paulocalcade- 22h16
- 11Oct
taciano de oliveira
calçade o inter já começou a colher os frutos do trabalho do sem teto do mario serjio ou sera sedo de mais pra comemorar as coisas ainda podem ficar um pouco mais trucado. taciano de oliveira. são josé dos campos
- 19h28
- 11Oct
Sergio Guerra Simões
Em entrevista à uma emissora de TV, no início da década, Coutinho, ex-companheiro de Pelé, no grande Santos F.C. e da Seleção brasileira dos anos 60, declarou que na sua época - "Não tinha esse negócio de altitude não!". Tanto em jogos pela Libertadores quanto pelas Eliminatórias - "Eles falavam: tem que ganhar!". "Muitas vezes, descíamos do avião, íamos para o estádio, jogávamos, ganhávamos e vínhamos embora." "Só vim saber desse negóco de altitude agora." Bem, Coutinho está coberto de razão porque naquela época, quem corria era a bola. Porém, havia um outro fator: talento. Sobrava talento no Grande Santos e na Seleção brasileira daquela época. Hoje...
- 08h51
- 08Oct
Thiago R. de Almeida
Para mim, os testes para detecção de doping, deveriam ser realizados, mensalmente, pelos clubes destes atletas, ou pelo mesmo, caso não tenha clube. Para garantir que o este é contrário a adotação de tais alternativas, e o mesmo(clube/confederação) tomaria as medidas cabíveis perante o atleta. Caso o atleta fosse pego em algum teste de competição, o clube apresentaria os seus resultados anteriores, comprovando que o mesmo se previne contra estes atos e que isto partiu deliberadamente do atleta(pois, não há forma de controlar o que uma pessoa ingere/injeta/cheira/fuma fora do seu ambiente de trabalho). É realmente uma questão complicada... Mas, de uma coisa tenho certeza, se a pessoa sabe dos riscos e das punições sobre o uso destas substâncias, porque se auto-medicar, digamos, e correr o risco de ser suspenso ou banido do esporte? Acho que não temos inocentes nesta história!
- 08h40
- 08Oct
Hyrata Abe
Caramba, pois é! Essa da Ohata foi surpresa pra mim. A dúvida é por que ela faria isso as 31 anos de idade. Será que a gana de permanecer no topo é tanta mesmo depois de atingir (ou não) certa maturidade? Ô Calçade, não há certa conivência dos patrocinadores com o dopping desses atletas de alto rendimento? Porque não é possível!
- 07h08
- 08Oct
Gustavo Pereira - Rio de JAneiro
Concordo inteiramente com a necessidade de se avaliar e se coibir o doping com muita intensidade. Agora ao mesmo tempo esse prazo de 6 anos para uma punicao já está começando a me parecer quase que um banimento para o atleta. Vc voltar depois desse tempo de inatividade fica muito dificil.
- 03h01
- 23Nov
Goiás mantém São Paulo na liderança
Goiás segura Flamengo no Maracanã e ajuda a manter São Paulo na ponta.
- 21h19
- 21Nov
Sem Messi e Ibra, o melhor futebol
Sem dois de seus principais jogadores, o Barcelona jogou seu melhor futebol na Uefa Champions League até agora.
- 20h16
- 20Nov
Por uma justiça esportiva
mais simples e eficiente
Complexidade da justiça esportiva não promove justiça, confunde.