A triatleta brasileira Mariana Ohata foi suspensa nesta quarta-feira por seis anos pela ITU (União Interncaional de Triatlo) após ser flagrada em exame antidoping em etapa do Circuito Mundial, realizado no mês de junho. A punição é válida desde o dia 2 de outubro
A substância utilizada pela triatleta foi a furosemida, um diurético utilizado para mascarar outras formas de doping que está na lista da Wada (Agência Mundial Antidoping). O novo caso de doping foi divulgado no dia 30 de agosto.
A triatleta pediu a realização da contraprova, que confirmou o resultado da amostra A. Desde então, ela estava suspensa preventivamente. A Confederação Brasileira de Triatlo (CBTri) informou ter sido comunicada da punição e afirmou que acatará integralmente a decisão da UTI.
Mariana Ohata, que representou o Brasil nas três últimas edições da Olimpíada (Sydney/2000, Atenas/2004 e Pequim/2008), é reincidente em casos de doping. Em agosto de 2000, a triatleta teve resultado positivo pelo uso de uma anfetamina durante os Jogos Sul-Americanos, realizados no Rio. Ela, contudo, foi suspensa por apenas 60 dias e não perdeu a medalha de ouro conquistada na competição
Manifesto por um Sistema Esportivo Nacional. Saiba o que pensam, Raí, Fernanda Keller e Paula. Jovens Líderes, é o que acredita o UNICEF e o Consulado Britânico com o programa Inspiração Internacional. E a ONG Êxodus.
A triatleta Mariana Ohata recebeu no Havaí a notícia de sua punição por doping pelo diurético furosemida e está sendo aconselhada pela família a abandonar a carreira
A triatleta brasileira Mariana Ohata foi flagrada no exame antidoping realizado após a Copa do Mundo de Des Moines, dos Estados Unidos, com um diurético proibido