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- 14h35
- 19Nov
No videoblog desta semana, José Trajano fala sobre o que representou o milésimo gol de Pelé para o futebol. Para o comentarista, a ligação entre o ex-jogador do Santos e o Maracanã foi capaz de acabar com a rivalidade entre Rio e São Paulo.
"O Santos do Pelé tinha uma ligação estreita com o Maracanã, que desmistificava e 'quebrava as pernas' daquele sentimento que se tinha muito na época e se tem até hoje desta maldita rivalidade São Paulo x Rio", disse o jornalista.
"O Santos do Pelé tinha uma ligação estreita com o Maracanã, que desmistificava e 'quebrava as pernas' daquele sentimento que se tinha muito na época e se tem até hoje desta maldita rivalidade São Paulo x Rio", disse o jornalista.
CLIQUE NO PLAYER DE VÍDEO ACIMA E VEJA A O VIDEOBLOG
- 16h10
- 11Nov
José Trajano volta ao Vídeoblog para pedir desculpas ao goleiro Marcos, do Palmeiras, novamente. "Exagerar nas críticas ao Marcos foi uma das maiores besteiras que já fiz na minha carreira", disse, sobre comentários feitos ao camisa 12 alviverde em edição do Linha de Passe.
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O América-RJ perdeu a primeira partida no Campeonato Carioca da Série B. O time foi derrotado pelo Artsul por 2 a 1.
Romário, manager do América-RJ, mandou uma mensagem para José Trajano, que analisou o revés como um resultado normal.
Segundo Trajano, o resultado não deve ser considerado uma tragédia e o técncio deve ter tempo para trabalhar a equipe.
- 13h33
- 16Jul
Entenda porque a ESPN Brasil não irá mais transmitir os jogos do América-RJ na Série B do Campeonato Carioca.
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- 16h10
- 22Jun
Somos vizinhos há mais de dez anos. E raramente nos vemos no condomínio. Moramos em prédios diferentes, e jamais fora a seu apartamento. Nossos filhos, porém, são amigos. Jogam bola e participam de torneios de videogame no salão de festas. Na noite de sexta-feira, o vizinho do 74 era o nome mais falado da cidade. Todos os telejornais e sites divulgavam com alarde que ele havia sido demitido do emprego. Um emprego e tanto! E, então, decidi visitá-lo.
Resolvi interfonar para não usar a prerrogativa de ser vizinho. Ele não estava, mas deixei recado com sua mulher que se chegasse e estivesse disposto a conversar, me telefonasse. Poucos minutos depois, ele ligou e pediu que fosse até lá. No caminho, fiquei pensando que deveria estar cercado de gente, de amigos, ex-companheiros de clube ou coisa parecida. Qual não foi a minha surpresa quando me recebeu com a porta já aberta e sozinho na sala.
Ao contrário do que imaginava, estava tranquilo e sereno. Sem nenhuma ponta de mágoa, rancor, bronca. Parecia ter tirado um peso das costas. Seu rosto revelava a certeza de que havia saído de cabeça erguida e com a sensação do dever cumprido. Fora o momento que se queixou de Cuca, por ter ligado ao presidente Juvenal para pedir conselho se deveria sair ou continuar no Flamengo, atitude que ele enxergou como falta de ética, o vizinho conversou sobre tudo com muita tranquilidade.
Para ele, a diretoria anda mais preocupada com o Morumbi do que com o time. Os cartolas só pensam no estádio, na Copa do Mundo de 2014, e os problemas do time ficaram em segundo plano. E havia problemas no elenco. Falta de parceria, disse. Que eu entendi como ciumeira de alguns jogadores com os novos que chegaram este ano.
Sem levantar a voz ou tentar se desculpar pelos maus resultados, o vizinho lamentou não ter conseguido Conca como reforço. “Ele esteve duas vezes aqui, mas o negócio não vingou”, disse. Um bom meia de ligação teria feito o time jogar diferente, com mais liga entre a defesa e o ataque, sem precisar jogar à base de lançamentos longos para o setor ofensivo.
O vizinho desconfiava que, mais cedo ou mais tarde, a demissão iria acontecer, porque ele não tem o jeitão que alguns dirigentes imaginam para um técnico do São Paulo. Não é de frequentar bons restaurantes para fazer companhia aos cartolas, não gosta de interferências na contratação de reforços e acredita até que a maneira de se vestir deixava essa turma incomodada. “É o meu jeito, simples, sem frescura, sem afetação, que as vezes eles não gostam.”
Toquei na decisão que tomamos em não mais ouvi-lo depois de uma entrevista que achei grosseira . Ele disse que não guardou mágoa e que somos meio parecidos na defesa de quem trabalha com a gente. Até os filhos brincaram com ele, achando que andava meio rabugento.
Já era de madrugada quando fui embora. Um pouquinho antes de sair, chegaram Pi e Fabinho, dois de seus três filhos. O vizinho me contou que o Pi (sou testemunha que joga muita bola) voltou muito irritado do Morumbi depois da derrota para o Cruzeiro e prometeu não torcer mais pelo São Paulo. O vizinho discordou do filho e disse que não podia abrir mão de sua paixão, que uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.
Voltei para casa com a impressão de que meu vizinho é mesmo aquilo que diz. Gosta de ficar em casa, em companhia da família, dos cachorrinhos que leva sempre para passear, de lavar louça para passar a ansiedade e de ir ao sítio em Ibiúna para descansar. É um cara simples, um trabalhador do esporte. Sem banca, sem arrogância, não tem nada de “professor”.
Ele sabe que foi a derrota da arquibancada para a numerada. Mas sabe também que saiu por cima. A torcida gritou seu nome a todo instante, e isso ele não esquecerá nunca. Quer dar uma parada, já jogou no lixo tempos atrás uma proposta milionária do Catar, mas não creio que fique parado por muito tempo. Continuo achando que precisa ter mais educação nas entrevistas, após uma partida, mas me conquistou pela sinceridade e autenticidade.
É um bom sujeito o vizinho do 74. Boa sorte para ele.
José Trajano defende mudanças no São Paulo para o time tricolor voltar a triunfar. Para o comentarista dos canais ESPN, a 'gota d'água' foi a eliminação da Copa Libertadores da América após a derrota para o Cruzeiro por 2 a 0, no Morumbi. "Está na hora de mudar alguma coisa. Há uma insistência na maneira de jogar, insistência de certos jogadores. Não é de hoje que o São Paulo joga mal e feio."
Muricy cai com o São Paulo na Libertadores pela quarta vez seguida
Durante o programa Linha de Passe desta segunda-feira, José Trajano revelou que tentou dar uma trégua ao técnico Dunga e à seleção brasileira antes das vitórias sobre Paraguai e Uruguai nos últimos dois jogos pelas Eliminatórias à Copa.
Mas ele desistiu depois dessa segunda-feira. Os sofridos 4 a 3 sobre a seleção do Egito na estreia da Copa das Confederações expôs problemas da equipe do Brasil que colocam uma 'pulga atrás da orelha' do torcedor.
José Trajano põe fim em 'trégua' à seleção brasileira
No videoblog desta quarta-feira, direto de Roma, José Trajano fala sobre a grande final da Uefa Champions League. Para ele, o Barcelona deu um 'show' e um 'nó' no Manchester United, tanto dentro como fora de campo. Afinal, a torcida espanhola também deu um 'show' nas arquibancadas.
José Trajano ainda destaca as atuações de Xavi, Iniesta e Lionel Messi, que não foi tão brilhante, mas conseguiu 'decretar a morte' do time de Alex Ferguson.
CLIQUE NO PLAYER DE VÍDEO E VEJA O VIDEOBLOG DIRETO DE ROMA
Para José Trajano, Barcelona deu um 'nó' no Manchester United
No videoblog deste domingo, José Trajano, direto da Itália, no Estádio Olímpico, fala sobre o grande confronto entre Manchester United e Barcelona para a final da Uefa Champions League nesta quarta-feira.
Todos os jornais, revistas e comentaristas italianos estão dissecando minuto a minuto o grande jogo e tentando adivinhar um possível favorito, mas a conclusão é de que os dois times chegam em igualdade de condições.
Trajano comenta também sobre o grande calor que está fazendo em Roma e que felizmente o jogo acontecerá a noite pois os jogadores poderiam sofrer com a temperatura elevada que está na Cidade Eterna.
- 18h00
- 13May
No videoblog desta quarta-feira, o personagem principal é o goleiro Marcos, do Palmeiras. Após a boa atuação diante do Sport, pelas oitavas-de final da Copa Libertadores, em que defendeu três pênaltis e foi decisivo, o jogador do alviverde mereceu elogios. José Trajano compara o camisa 12 do Palmeiras com Ronaldo, porque os dois jogadores têm a capacidade de fazer a mídia e os torcedores voltarem atrás em suas opiniões e criticas.
Trajano também apoia um possível projeto de fazer um busto para Marcos no Palestra Itália. Como o goleiro começou a jogar profissionalmente no Palmeiras e, durante sua carreira, sempre atuou pela equipe alviverde, ele teria os requisitos necessários para receber esta homenagem quando encerrar a carreira.
CLIQUE NO PLAYER ACIMA E VEJA O VIDEOBLOG
Diretor de Jornalismo, Trajano assina alguns dos melhores momentos da Imprensa brasileira. E hoje é o sobrenome da ESPN Brasil. A carreira do homem que praticamente criou a emissora em 1995 começou a ser escrita entre os anos de 1963 e 1964, quando o menino de 16 anos, criado na Tijuca, em frente ao antigo campo do América-RJ, começou a trabalhar no Jornal do Brasil.
Foram seis anos no jornal, à época revolucionário pelas novas propostas de diagramação e textos.
Em 69, convidado por João Máximo, passou ao recém-arrendado Correio da Manhã. Trabalhou em sua primeira Copa do Mundo, no México, em 1970, numa cobertura que contou também com os então repórteres Fernando Calazans e Márcio Guedes (atualmente, juntos de novo, toda segunda-feira, no programa Linha de Passe).
A experiência na profissão continuou sendo construída em vários lugares: Última Hora, Jornal dos Sports, O Globo, revista Placar, Diário de Notícias, Jornal da Tarde, Aqui São Paulo, Folha de S.Paulo, Jornal Panorama (de Londrina/PR), Tribuna da Imprensa, revistas Veja, IstoÉ, Repórter Três (que seria como a Realidade, mas durou só dois números), entre outros que podem escapar à memória, deixados às vezes por oportunidades mais atraentes, outras pelo temperamento forte mesmo, que não se dobra ao mau jornalismo.
Houve ainda a Imprensa Nanica (Ex, Mais Um), entre suas temporadas “para não fazer nada”, na Bahia ou na Itália. Em televisão, trabalhos para Bandeirantes, Record, Globo e, com mais destaque, na TV Cultura, começando pelos comentários do Campeonato Alemão e depois na super-mesa do Cartão Verde, com Luis Alberto Volpe e Armando Nogueira, depois com Juca Kfouri e Flávio Prado.
Em 1994, depois da Copa do Mundo, veio o convite para comandar o projeto da TVA Esportes, embrião da ESPN Brasil. A quem ainda causa surpresa tanto conhecimento de música, cinema e literatura no Pontapé Inicial, nas manhãs da ESPN Brasil, Trajano escreveu tanto para os cadernos de esportes quanto nos de cultura, no Jornal do Brasil e na Folha de S.Paulo. Além de ter idealizado o Canja, um jornal de música, na década de 80.
Faltou algo? Sim. A assessoria na campanha de Darcy Ribeiro ao governo do Rio de Janeiro, em 1986.
Pra saber como José Trajano transforma experiência em novidade, fique sempre ligado nos canais ESPN.
Foram seis anos no jornal, à época revolucionário pelas novas propostas de diagramação e textos.
Em 69, convidado por João Máximo, passou ao recém-arrendado Correio da Manhã. Trabalhou em sua primeira Copa do Mundo, no México, em 1970, numa cobertura que contou também com os então repórteres Fernando Calazans e Márcio Guedes (atualmente, juntos de novo, toda segunda-feira, no programa Linha de Passe).
A experiência na profissão continuou sendo construída em vários lugares: Última Hora, Jornal dos Sports, O Globo, revista Placar, Diário de Notícias, Jornal da Tarde, Aqui São Paulo, Folha de S.Paulo, Jornal Panorama (de Londrina/PR), Tribuna da Imprensa, revistas Veja, IstoÉ, Repórter Três (que seria como a Realidade, mas durou só dois números), entre outros que podem escapar à memória, deixados às vezes por oportunidades mais atraentes, outras pelo temperamento forte mesmo, que não se dobra ao mau jornalismo.
Houve ainda a Imprensa Nanica (Ex, Mais Um), entre suas temporadas “para não fazer nada”, na Bahia ou na Itália. Em televisão, trabalhos para Bandeirantes, Record, Globo e, com mais destaque, na TV Cultura, começando pelos comentários do Campeonato Alemão e depois na super-mesa do Cartão Verde, com Luis Alberto Volpe e Armando Nogueira, depois com Juca Kfouri e Flávio Prado.
Em 1994, depois da Copa do Mundo, veio o convite para comandar o projeto da TVA Esportes, embrião da ESPN Brasil. A quem ainda causa surpresa tanto conhecimento de música, cinema e literatura no Pontapé Inicial, nas manhãs da ESPN Brasil, Trajano escreveu tanto para os cadernos de esportes quanto nos de cultura, no Jornal do Brasil e na Folha de S.Paulo. Além de ter idealizado o Canja, um jornal de música, na década de 80.
Faltou algo? Sim. A assessoria na campanha de Darcy Ribeiro ao governo do Rio de Janeiro, em 1986.
Pra saber como José Trajano transforma experiência em novidade, fique sempre ligado nos canais ESPN.
Diretor de Jornalismo, Trajano assina alguns dos melhores momentos da Imprensa brasileira. E hoje é o sobrenome da ESPN Brasil. A carreira do homem que praticamente criou a emissora em 1995 começou a ser escrita entre os anos de 1963 e 1964, quando o menino de 16 anos, começou a trabalhar no Jornal do Brasil