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- 15h05
- 15Sep
Elogiado por Kuerten, Del Potro completa arrancada em um ano
por ESPN.com.br com Agência GE
Em maio de 2008, Juan Martín del Potro foi eliminado na segunda rodada de Roland Garros e disparou, em entrevista recuperada pelo jornal Olé nesta terça-feira: "Estou cansado de ser uma promessa". Após 16 meses, o argentino de 20 anos posou para fotos no Empire State Building com o troféu do Aberto dos Estados Unidos e a sensação de que evoluiu até chegar ao topo do mundo.
Em Paris, quando sofreu aquela surpreendente derrota para o italiano Simone Bolelli, Del Potro ainda era o 58º colocado do ranking de entradas, porém já vinha sendo apontado como a maior revolução do tênis argentino. Em março de 2007, aliás, aplicou 7/6 (7-5) e 6/2 sobre Gustavo Kuerten no Masters Series de Indian Wells e foi apontado como "futuro número um" do planeta pelo brasileiro.
A evolução, como se vê, um pouco mais que o previsto para acontecer, mas veio exatamente depois da queda precoce em Roland Garros. Em uma grande sequência, o argentino venceu quatro torneios da ATP seguidos e em outubro do ano passado apareceu de forma inédita no top 10.
A temporada 2009 teve início, e Del Potro conheceu em janeiro, no Aberto da Austrália, a derrota mais humilhante da carreira: tomou parciais de 6/3, 6/0 e 6/0 de Roger Federer. O mesmo suíço batido pelo jovem de 20 anos nesta segunda-feira na final do Grand Slam norte-americano, em resultado que motivou mais elogios por parte de Guga.
"Ter um sul-americano campeão é algo interessante", apontou o tricampeão de Roland Garros, que assistiu à partida de 4h06 pela televisão. "Apesar da admiração que tenho pelo Federer, fiquei muito feliz com o resultado. Para o tênis é muito bom, pois o confronto em quadra com surpresas é sempre mais estimulante".
Com 1,98 de altura e 83 quilos, Del Potro é alto, magro e um tanto desengonçado nas passadas, características que geraram comparações entre ele e Kuerten no início da carreira. Nesta terça, o segundo homem nascido na América do Sul a faturar um major depois do brasileiro - Gastón Gáudio ganhou o Aberto da França em 2004 - fez a festa em Nova York, posando para fotos com a taça no Empire State Building, um dos lugares mais marcantes da cidade.
O argentino, agora já o quinto melhor do mundo segundo o ranking, completou o sonho de erguer o troféu que começou em dezembro de 2002, quando ele venceu nos EUA o Orange Bowl, principal torneio juvenil do planeta.
"É a coisa mais louca de se ter. É inacreditável", vibrou ele, que é esperado com festa em Buenos Aires na manhã desta quarta. Coincidência ou não, Guga também teve um dos pontos altos do início de sua carreira no Orange Bowl: em 1994, foi vice-campeão da competição, sendo derrotado pelo equatoriano Nicolás Lapentti.
Em Paris, quando sofreu aquela surpreendente derrota para o italiano Simone Bolelli, Del Potro ainda era o 58º colocado do ranking de entradas, porém já vinha sendo apontado como a maior revolução do tênis argentino. Em março de 2007, aliás, aplicou 7/6 (7-5) e 6/2 sobre Gustavo Kuerten no Masters Series de Indian Wells e foi apontado como "futuro número um" do planeta pelo brasileiro.
A evolução, como se vê, um pouco mais que o previsto para acontecer, mas veio exatamente depois da queda precoce em Roland Garros. Em uma grande sequência, o argentino venceu quatro torneios da ATP seguidos e em outubro do ano passado apareceu de forma inédita no top 10.
A temporada 2009 teve início, e Del Potro conheceu em janeiro, no Aberto da Austrália, a derrota mais humilhante da carreira: tomou parciais de 6/3, 6/0 e 6/0 de Roger Federer. O mesmo suíço batido pelo jovem de 20 anos nesta segunda-feira na final do Grand Slam norte-americano, em resultado que motivou mais elogios por parte de Guga.
"Ter um sul-americano campeão é algo interessante", apontou o tricampeão de Roland Garros, que assistiu à partida de 4h06 pela televisão. "Apesar da admiração que tenho pelo Federer, fiquei muito feliz com o resultado. Para o tênis é muito bom, pois o confronto em quadra com surpresas é sempre mais estimulante".
Com 1,98 de altura e 83 quilos, Del Potro é alto, magro e um tanto desengonçado nas passadas, características que geraram comparações entre ele e Kuerten no início da carreira. Nesta terça, o segundo homem nascido na América do Sul a faturar um major depois do brasileiro - Gastón Gáudio ganhou o Aberto da França em 2004 - fez a festa em Nova York, posando para fotos com a taça no Empire State Building, um dos lugares mais marcantes da cidade.
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