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- 15h46
- 04Jul
Prestes a bater Sampras, Federer mira Londres 2012
por ESPN.com.br, com GE
Com um triunfo sobre o norte-americano Andy Roddick na final de Wimbledon, Roger Federer conquista seu 15º título de Grand Slam e supera o norte-americano Pete Sampras para se tornar o maior ganhador de majors da história. Na véspera da decisão deste domingo, o suíço avisou que não pensa na aposentadoria e avisou que pretende disputar os Jogos Olímpicos de 2012, em Londres.
"Seria fantástico ganhar a final de Wimbledon, superar o Pete Sampras e me colocar na parte superior da classificação de vitórias em Grand Slams. Minha intenção na vida é continuar melhorando e ser chamado de 'o melhor de todos os tempos'", afirmou Federer, que luta para conquistar o hexacampeonato do torneio e retomar a liderança do ranking mundial do espanhol Rafael Nadal.
Federer, com 27 anos, contou que Mirka Vavrinec, sua esposa, quer que o primeiro filho do casal veja o pai em ação. Com sua mulher grávida, ele pensa em disputar a próxima edição da Olimpíada. "Estou encantado com esse esporte e mantenho a mesmo motivação, apesar da minha futura paternidade. Minha meta é continuar jogando e alcançar a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de 2012, aqui em Londres."
Apesar de sua larga experiência, Federer confessa que está nervoso antes da decisão e destacou a evolução de Andy Roddick, mesmo rival dos últimos jogos de 2004 e 2005. "Ele melhorou seu jogo, o que é importante e necessário para ele. A tensão sempre volta em qualquer final de Grand Slam", disse o suíço, atual segundo colocado no ranking mundial.
Em 20 confrontos com Roddick, Federer foi derrotado apenas duas vezes. "Apesar da minha vantagem nos jogos anteriores, neste domingo será outra história. O Andy pode jogar bem em qualquer superfície e preciso tomar cuidado com seu saque e seu segundo serviço", lembrou.
Para o suíço, a edição de Wimbledon desta temporada não foi esvaziada pela ausência do lesionado Rafael Nadal, atual campeão. "O torneio segue adiante. Se eu ou o Rafa não ganhamos, outra pessoa ganhará", disse, antes de apostar na recuperação do espanhol. "Tenho certeza que ele voltará no próximo ano e jogará outra vez um grande tênis. É assim que funciona esse esporte."
Na iminência de se tornar o maior vencedor de Grand Slams da história, Federer recordou alguns momentos marcantes de sua premiada carreira. "As vitórias que marcam uma era, você nunca esquece. Uma delas foi, obviamente, minha primeira vitória em Wimbledon, em 2003. Aquilo me abriu muitas possibilidades para eu poder perceber que podia ser um grande jogador e mostrou que podia chegar longe."
Federer também lembrou o momento em que assumiu a liderança do ranking mundial após vencer o espanhol Juan Carlos Ferrero na Austrália. "Sempre foi um sonho para mim ser o número 1 do mundo. Quando consegui, em 2004, tive uma sensação maravilhosa. Me senti no topo do mundo", disse. Ele ainda citou "todas as vitórias no Aberto dos Estados Unidos, especialmente na final contra Agassi."
"Seria fantástico ganhar a final de Wimbledon, superar o Pete Sampras e me colocar na parte superior da classificação de vitórias em Grand Slams. Minha intenção na vida é continuar melhorando e ser chamado de 'o melhor de todos os tempos'", afirmou Federer, que luta para conquistar o hexacampeonato do torneio e retomar a liderança do ranking mundial do espanhol Rafael Nadal.
Federer, com 27 anos, contou que Mirka Vavrinec, sua esposa, quer que o primeiro filho do casal veja o pai em ação. Com sua mulher grávida, ele pensa em disputar a próxima edição da Olimpíada. "Estou encantado com esse esporte e mantenho a mesmo motivação, apesar da minha futura paternidade. Minha meta é continuar jogando e alcançar a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de 2012, aqui em Londres."
Apesar de sua larga experiência, Federer confessa que está nervoso antes da decisão e destacou a evolução de Andy Roddick, mesmo rival dos últimos jogos de 2004 e 2005. "Ele melhorou seu jogo, o que é importante e necessário para ele. A tensão sempre volta em qualquer final de Grand Slam", disse o suíço, atual segundo colocado no ranking mundial.
Em 20 confrontos com Roddick, Federer foi derrotado apenas duas vezes. "Apesar da minha vantagem nos jogos anteriores, neste domingo será outra história. O Andy pode jogar bem em qualquer superfície e preciso tomar cuidado com seu saque e seu segundo serviço", lembrou.
Para o suíço, a edição de Wimbledon desta temporada não foi esvaziada pela ausência do lesionado Rafael Nadal, atual campeão. "O torneio segue adiante. Se eu ou o Rafa não ganhamos, outra pessoa ganhará", disse, antes de apostar na recuperação do espanhol. "Tenho certeza que ele voltará no próximo ano e jogará outra vez um grande tênis. É assim que funciona esse esporte."
Na iminência de se tornar o maior vencedor de Grand Slams da história, Federer recordou alguns momentos marcantes de sua premiada carreira. "As vitórias que marcam uma era, você nunca esquece. Uma delas foi, obviamente, minha primeira vitória em Wimbledon, em 2003. Aquilo me abriu muitas possibilidades para eu poder perceber que podia ser um grande jogador e mostrou que podia chegar longe."
Federer também lembrou o momento em que assumiu a liderança do ranking mundial após vencer o espanhol Juan Carlos Ferrero na Austrália. "Sempre foi um sonho para mim ser o número 1 do mundo. Quando consegui, em 2004, tive uma sensação maravilhosa. Me senti no topo do mundo", disse. Ele ainda citou "todas as vitórias no Aberto dos Estados Unidos, especialmente na final contra Agassi."
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