ESPN
- Sugestões da Redação:
- /programacao
- /tabelas
- /blogs
- /temporeal
- EXPN
- ESPN360
- Patrocínio do site
PARTICIPE
- /blogs
- /cadastro
- /enquete
- /mural
- /promocoes
DIVERSÃO
- /bolao
- /bolaouefa
CANAIS
- /radioeldoradoespn
SUPORTE E AJUDA
- /afiliadas
- /anuncie
- /assine
- /expediente
- /faleconosco
- /quemsomos
- /quemveste
- /trabalheconosco
- Cadastro / Login
- Faça seu cadastro de fã do Esporte
Carregando...
Carregando...
Carregando...
Publicidade
- 10h46
- 04Nov
Surf no Seco
Depois de duas semanas assistindo, narrando e comentando a ação do surf explícito, nas ondas, durante as transmissões via Web e TV do Rip Curl Pro Search Portugal e da final do SuperSurf no Rio, resolvi postar imagens...
- 13h30
- 02Nov
Reveja o Planeta EXPN com Suelen Naraísa e Messias Félix campeões Brasileiros de Surfe 2009
O programa está mais que especial com Vivian Mesquita no comando, Renan Rocha e Edinho Leite nos comentários e os campeões brasileiros do cirtcuito de surfe profissional de 2009: Suelen Naraísa e Messias Félix.
- 12h05
- 01Nov
David do Carmo vence a etapa e Messias Félix fica com o título do SuperSurf 2009.
No feminino, Nathalie Martins vence a etapa, mas Suelen Naraísa é a campeã do circuito.
- 09h20
- 01Nov
SuperSurf AO VIVO na ESPN Brasil: Comente e concorra a prêmios
Etapa decisiva do SuperSurf. Acompanhe na TV e comente no blog para ganhar prêmios!
- 17h12
- 31Oct
VÍDEO: André Silva protagoniza um tubo nota dez na Barra da Tijuca
Na Barra da Tijuca,RJ, onde acontece a 5ª etapa do circuito brasileiro de surfe, André Silva protagonizou uma nota dez numa esquerda tubular sensacional. Desde a etapa de Maresias em 2007 a nota máxima não aparecia.
- 16h54
- 31Oct
VÍDEO: ESPN incentiva a prática de atividade física nos parques de São Paulo
Com a campanha "ESPN ao Ar Livre" que aconteceu aos finais de semana em diferentes parques paulistanos a ESPN promoveu a prática sadia de atividades físicas, amparada por especialistas multidisciplnares.
- 19h50
- 30Oct
Abrasp apresenta formato inovador para 2010
Circuito voltará a ter cinco dias de duração e poderá ser realizado em apenas dois dias
- 19h30
- 30Oct
Apenas três continuam na briga pelo título brasileiro no SuperSurf
A ESPN Brasil transmitirá as semifinais e finais masculina e feminina ao vivo à partir das 10h. Vivian Mesquita estará com Renan Rocha e Edinho Leite comentando direto da Barra da Tijuca
- 19h18
- 30Oct
SuperSurf define os campeões brasileiros de 2009 no Rio de Janeiro
ESPN Brasil transmite final ao vivo, no domingo, às 10h no canal ESPN Brasil
- 12h00
- 30Oct
Assista os melhores momentos do Rip Curl Pro Search 2009 no canal ESPN
Assista quarta-feira o compacto de duas horas da nona etapa do circuito ASP World Tour às 14h30 no canal ESPN Brasil
Havaí? Peru? Quem pode afirmar qual foi o primeiro lugar em que alguém achou útil ou divertido descer ondas em cima de algo que flutue? Mas pode-se afirmar onde o surfe se firmou como esporte, quando e quem foi o responsável por levá-lo ao mundo todo.
Há registros de homens chegando às praias do Peru, descendo ondas de quase 500 anos atrás. Usavam uma espécie de balsa de totora (palha). Mas o relato mais firme é o do capitão inglês James Cook, de 1778. Ao chegar às ilhas que formam o Havaí ele viu pessoas de pé no mar, sobre pranchas. Era o surfe e, supõe-se, não se tratava de uma atividade nova por aquelas praias.
No Século XIX, a cultura polinésia como um todo foi sufocada pela presença cada vez maior de estrangeiros no Havaí. A recuperação das tradições começou perto do Século 20.
Em 1912, quando perguntaram ao campeão olímpico de natação em Estocolmo, Suécia, qual era o segredo da incrível forma física, Duke Kahanamoku respondeu: é o surfe.
Por ele o esporte tornou-se conhecido, foi levado aos Estados Unidos, à Austrália e se espalhou pelo mundo.
As pranchas eram pesadas, com cerca de 80 quilos, feitas de madeira maciça. Na década de 1920, um americano chamado Tom Blake aplicou técnicas de construção de barcos para fazer pranchas ocas, bem mais leves, marco da evolução dos materiais.
No Brasil
Um exemplar da revista Popular Mechanics, com os desenhos e medidas da prancha de Blake, chegou a garotos de Santos no fim da década de 30. Pela curiosidade deles foram feitas as primeiras pranchas no Brasil e surfadas as primeiras ondas, na Praia do Gonzaga.
Jua Haffers, Osmar Gonçalves e Thomas Rittscher assinam a façanha. ?As pessoas gritavam da areia: olha lá o homem andando na água!?, contou Haffers, em uma entrevista.
No entanto eles não surfaram por muito tempo.
Somente na década de 50 é que o surfe se transformou num esporte pra valer, até mesmo num estilo de vida, só que no Rio de Janeiro, que fervia de Bossa Nova, futebol e praia. Arduíno Colasanti, um dos grandes nomes do mergulho brasileiro, foi um desses pioneiros em pranchas de madeirite. Nos anos 60, o canto do Arpoador, no Rio, era o endereço do surfe brasileiro e concentrou o desenvolvimento do esporte. Na década de 70 é que as competições passaram a ser mais frequentes.
Destaques internacionais
Eddie Aikau
Homem que tornou-se uma lenda havaiana. Foi salva-vidas no North Shore e resgatou centenas de pessoas. Aprendeu a entender e teve coragem para enfrentar com uma prancha o lugar onde se formam as maiores ondas do mundo. Aikau não era um papa-títulos em competições. Mas fez em ondas grandes o que poucos foram capazes na história. Foi dado como morto em 17 de março de 1978, aos 31 anos de idade. Eddie desapareceu no mar quando a embarcação em que estava, a Hokule?a, virou durante uma travessia para o Taiti. Ele tentava buscar ajuda sozinho, a nado. Eddie would go (Eddie iria) virou expressão comum para situações em que só muito corajosos são capazes de enfrentar.
Gerry Lopez
O Senhor Pipeline é um dos ídolos do surfista brasileiro Rico de Souza. Venceu o Pipeline Masters em 1972 e 1973. Tornou-se um mestre nos tubos havaianos, criou novas pranchas de surfe e foi um dos pioneiros do Town-in (surfe de ondas grandes com auxílio de jet skis).
Tom Carroll
Australiano, campeão mundial em 1983 e 1984. Ganhou o Pipe Masters de 1987. Mudou os rumos do surfe ao se destacar fisicamente nas competições.
Tom Curren
Seu outro nome é estilo. Filho das águas de Santa Bárbara, Califórnia, o norte-americano foi campeão mundial por três vezes: 1985, 1986 e 1990, então com 26 anos de idade.
Kelly Slater
Pela hegemonia em duas décadas de competições, sem dúvida, é um dos maiores atletas da História, entre todos os esportes. O norte-americano tem oito títulos mundiais no WCT: 1992, 1994, 1995, 1996, 1997, 1998, 2005 e 2006 - estes dois últimos, depois de retornar da ?aposentadoria?.
Destaques nacionais
Fábio Gouveia
É considerado o melhor surfista do Brasil de todos os tempos. A melhor colocação do paraibano no WCT (World Championship Tour) foi um quinto lugar em 1992. Fabinho venceu quatro eventos da elite mundial do surfe. Fábio foi campeão brasileiro amador em 1987 e profissional em 1998 e 2005. Conquistou também o WQS (divisão mundial de acesso) em 1998.
Vítor Ribas
O surfista do Rio de Janeiro tem a melhor colocação de um brasileiro no circuito mundial WCT: terceiro lugar, em 1999. Nasceu em Cabo Frio em 01/11/1971. Pertenceu à elite do surfe por 14 anos e, em 1997, chegou a liderar a competição vencida por Kelly Slater. Em 1997, conquistou o título do WQS.
Rico de Souza
Grande parte dos surfistas de hoje talvez identifique mais a figura de Rico de Souza como professor. Mas ele é um dos grandes nomes do surfe de competição no Brasil. Campeão brasileiro por seis vezes (1969, 1972 e 1973 de pranchinha; 1987,1988 e 1989 de longboard), vice-campeão mundial de longboard em 1988 e 1989. Em 1990, criou a primeira escola de surfe do Brasil.
Picuruta Salazar
É conhecido como Gato porque, mesmo quando cai, permanece de pé na prancha. É o maior colecionador de títulos do surfe brasileiro. De origem humilde, começou a surfar nas ondas do Canal 1, em Santos, com pranchas emprestadas. Na década de 80 passou a se destacar nas competições estaduais e nacionais. No longboard virou uma grande referência.
Adriano Mineirinho
É apontado como o surfista com mais chances de conquistar o primeiro título brasileiro no WCT. Nascido em 13 de fevereiro de 1987, Adriano de Souza foi criado numa favela do Guarujá, litoral de São Paulo. Teve destaque em competições desde muito jovem. É campeão mundial júnior e conquistou o título do WQS de 2005.
Depoimento Renan Rocha, surfista, comentarista do Planeta EXPN
Se a liberdade é a busca contínua para expressarmos nossos sentimentos, o surfe é o caminho. Esporte que liberta a alma do ser humano, olhando o infinito do horizonte como uma folha que navega sem rumo no oceano. Mas temos o privilégio de poder raciocinar e usar essa ferramenta para fazermos a dança do corpo em cima de uma prancha, deslizando ondas, aprendendo a lidar com a natureza, respeitando-a, fazendo, além de uma terapia, um esporte. Aproveite a liberdade, vá surfar.
Publicidade
Recomendados
No ar
-
Agora:
00h30:
-
Agora:
02h00:

-
Agora:
02h00: