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- 21h26
- 09Mar
Danilo "Mulinha" aproveitou o belo swell dessa semana para treinar como se dá a volta na espuma.
Crédito da imagem: Silvia Winik
Essa parece uma novela que finalmente teve um final feliz. Ou quase. Roberto Perdigão, Diretor Regional da ASP South America, recebeu da prefeitura do Guarujá, com as desculpas da Prefeita Maria Antonieta, a verba que faltava do WQS realizado em parceria com a Local Motion.
Depois de 6 meses os atletas devem estar contentes em receber suas devidas premiações. O mal estar fica apenas pelo estrago feito na imagem da cidade e da marca em questão, a quem quer que isso possa interessar. Infelizmente, mesmo com a solução financeira, só o tempo pode remediar estragos gerados no percurso, independente das causas que os levaram a essa situação.
[ ]´s + (_ (__ (___ + PAZ > FUN
EdiMilk
- 21h58
- 05Mar
SEMIFINAIS
As belas da ASP realmente estão cada vez mais impressionantes. A local Stephanie Gilmore, defendendo o título do ano passado [e única bicampeão do evento] enfrentou a jovem e simpática havaiana Coco Ho na primeira semi. Steph apresentou linhas sólidas em ondas com bom tamanho, aliás melhor do que todo mundo imaginava. Ela esculachou as ondas com um frontside agressivo, conectando manobras como uma verdadeira campeã. Atacou os lipes sem medo e soube variar as manobras. A ousada Coco Ho, foi bem logo em seu primeiro evento na elite. Impressionante como ela lembra o surf do pai, Michael Ho, principalmente quando acelera e solta manobras rápidas e curtas, só que mais solta. Porém, com 7 e 9 na somatória Steph deixou de Coco de combi, com apenas 5 e 4.17.
A única regular das semis, Chelsea Headges, que parou de competir 2 anos para cuidar da filhota que ganhou , mostrou que está realmente de volta, ao fazer a melhor nota do evento no dia anterior. Aliás, foi ela quem despachou Silvana Lima. Chelsea enfrentou a havaiana Melaine Bartells, que abriu a bateria mostrando as quilhas por cima do lipe. Em outra onda mandou uma rabetada com muito controle e conectando o resto da onda de um jeito que homem nenhum pode botar defeito. Chealsea não entrou no ritmo do mar. Chegou a pegar boas ondas, mas não mostrou tanta agressividade e errou nas manobras principais. Nos minutos finais, precisando de 9, detonou uma da série, mas... Sem firulas nem ansiedade entre uma manobra e outra, o que me agradou muito, Melaine dominou as ondas para construir um placar suficiente para deixar a oponente quase de combi e ir para a final.
REPLAY
A bateria final, de 35 minutos, entre Stephanie e Melaine é um repeteco do ano passado. Mas, dessa vez, a campeã leva 15 mil e a vice 9 mil doletas. Nada mal, heim? [Ainda houve outra final entre elas, mas não lembro onde foi]. Esteph, nos primeiros minutos, abriu com uma boa onda, emendando uma série de manobras sólidas [6.83]. Parecia focada e no embalo. Melaine se coloca sempre mais no inside desde o início da competição, mas demorou a encontrar uma onda que suportasse suas pauladas. Como na bateria masculina as ondas resolveram não colaborar até a primeira metade da disputa. Mesmo com ondas apenas mais ou menos a tricampeã mundial Steph surfou seu máximo para complementou seu score com 5.57. Faltando menos de 10 min. Melaine, em busca de 9.07, não encontrava nenhuma onda que a salvasse. Opa! De repente, faltando 7 min., Melaine conseguiu atacar o lipe de uma boa onda, descolando a rabeta e finalizando depois de mais algumas manobras, sempre velozes e controladas. Voltou para o jogo. Conseguiu dos juízes um 6.33 e a final, finalmente, estava emocionante. Melaine, com a prioridade, descolou mais uma onda. Atacou com coragem, mas ficou um pouco travada no desfecho de suas 3 manobras fortes. Parece que ficou um pouco travada depois de ter exagerado em ondas anteriores. A vontade de dar o troco deve ter inundado sua cabeça e sua prancha teimou em dar aquela enganchada maldita na volta do lipe, muito pela falta de uma pisada mais forte na finalização. Pois é, isso pesou. Essa onda tinha potencial para uma virada, mas os juízes mandaram 4.03, justos.
Mais uma vez a champagne estava nas mãos da sorridente Heppy Gilmore.
[ ]´s + (_ (__ (___ + PA > FUN
EdiMilk
OBS - Não sabia dessa. Snapper tem esse nome por conta dos pescadores que costumam jogar sua linha naquelas pedras. O peixe, facilmente encontrado ali e que dizem ser muito bom, chama-se snapper.
As belas da ASP realmente estão cada vez mais impressionantes. A local Stephanie Gilmore, defendendo o título do ano passado [e única bicampeão do evento] enfrentou a jovem e simpática havaiana Coco Ho na primeira semi. Steph apresentou linhas sólidas em ondas com bom tamanho, aliás melhor do que todo mundo imaginava. Ela esculachou as ondas com um frontside agressivo, conectando manobras como uma verdadeira campeã. Atacou os lipes sem medo e soube variar as manobras. A ousada Coco Ho, foi bem logo em seu primeiro evento na elite. Impressionante como ela lembra o surf do pai, Michael Ho, principalmente quando acelera e solta manobras rápidas e curtas, só que mais solta. Porém, com 7 e 9 na somatória Steph deixou de Coco de combi, com apenas 5 e 4.17.
A única regular das semis, Chelsea Headges, que parou de competir 2 anos para cuidar da filhota que ganhou , mostrou que está realmente de volta, ao fazer a melhor nota do evento no dia anterior. Aliás, foi ela quem despachou Silvana Lima. Chelsea enfrentou a havaiana Melaine Bartells, que abriu a bateria mostrando as quilhas por cima do lipe. Em outra onda mandou uma rabetada com muito controle e conectando o resto da onda de um jeito que homem nenhum pode botar defeito. Chealsea não entrou no ritmo do mar. Chegou a pegar boas ondas, mas não mostrou tanta agressividade e errou nas manobras principais. Nos minutos finais, precisando de 9, detonou uma da série, mas... Sem firulas nem ansiedade entre uma manobra e outra, o que me agradou muito, Melaine dominou as ondas para construir um placar suficiente para deixar a oponente quase de combi e ir para a final.
REPLAY
A bateria final, de 35 minutos, entre Stephanie e Melaine é um repeteco do ano passado. Mas, dessa vez, a campeã leva 15 mil e a vice 9 mil doletas. Nada mal, heim? [Ainda houve outra final entre elas, mas não lembro onde foi]. Esteph, nos primeiros minutos, abriu com uma boa onda, emendando uma série de manobras sólidas [6.83]. Parecia focada e no embalo. Melaine se coloca sempre mais no inside desde o início da competição, mas demorou a encontrar uma onda que suportasse suas pauladas. Como na bateria masculina as ondas resolveram não colaborar até a primeira metade da disputa. Mesmo com ondas apenas mais ou menos a tricampeã mundial Steph surfou seu máximo para complementou seu score com 5.57. Faltando menos de 10 min. Melaine, em busca de 9.07, não encontrava nenhuma onda que a salvasse. Opa! De repente, faltando 7 min., Melaine conseguiu atacar o lipe de uma boa onda, descolando a rabeta e finalizando depois de mais algumas manobras, sempre velozes e controladas. Voltou para o jogo. Conseguiu dos juízes um 6.33 e a final, finalmente, estava emocionante. Melaine, com a prioridade, descolou mais uma onda. Atacou com coragem, mas ficou um pouco travada no desfecho de suas 3 manobras fortes. Parece que ficou um pouco travada depois de ter exagerado em ondas anteriores. A vontade de dar o troco deve ter inundado sua cabeça e sua prancha teimou em dar aquela enganchada maldita na volta do lipe, muito pela falta de uma pisada mais forte na finalização. Pois é, isso pesou. Essa onda tinha potencial para uma virada, mas os juízes mandaram 4.03, justos.
Mais uma vez a champagne estava nas mãos da sorridente Heppy Gilmore.
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EdiMilk
OBS - Não sabia dessa. Snapper tem esse nome por conta dos pescadores que costumam jogar sua linha naquelas pedras. O peixe, facilmente encontrado ali e que dizem ser muito bom, chama-se snapper.
- 17h59
- 05Mar
Durante a transmissão das baterias femininas comentamos o fato da Bruninha ter evoluido muito no último ano. Algumas pessoas me perguntaram se ela não deveria ter recebido uma nota mais alta na sua segunda melhor da bateria. Poderia, mas não resolveria. De todo jeito deixo as melhores ondas da segunda bateria do terceiro round, entre Sally Fitzgibbons e Bruna Shcimitz, para que vocês tirem suas conclusões sobre a nota e evolução dela.
[ ]´s + (_ (__ (___ + PAZ > FUN
EdiMilk
ASSISTA A BATERIA DE BRUNA SCHIMITZ E SALLY FITZGIBBONS
[ ]´s + (_ (__ (___ + PAZ > FUN
EdiMilk
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- 14h26
- 04Mar
CLIQUE NO PLAYER ACIMA E ASSISTA AO VÍDEO
O primeiro confronto das quartas de final entre Adriano de Souza e Taj Burrow começou como uma disputa pela colocação para definir quem pegaria a primeira onda boa em Snapper. A correnteza não estava brincadeira e os dois atletas travavam uma corrida de remada olímpica. Quase dez minutos de bateria e nenhum deles havia se arriscado nas poucas e pequenas series que entraram. Pausa para regra: decorridos 10 minutos de uma bateria, seja ela de 20, 25 ou 30 minutos, sem que nenhuma onda tenha sido surfada, automaticamente a bateria é reiniciada. Muito bem, depois de toda aquela maratona de remada Mineiro finalmente abre a bateria, manda uma rasgada e… A sirene toca! Mineiro olha para o palanque sem entender bem o que está acontecendo, mas logo se toca e volta para o outside, onde Taj o aguarda para um novo início.
Veja a matéria completa sobre a bateria e todo o roud 4
A situação seria normal não fosse por um detalhe, explicado pelo Jadson em entrevista com André Argolo direto de Snapper: “Quando chegaram aos dez minutos de bateria o diretor deveria ter feito um count down para depois tocar a sirene, nos dez minutos. Mas, não foi isso que rolou. Quando Mineiro entrou na onda a bateria ainda estava valendo, pois não havia sido oficialmente reiniciada. Resumindo, eles deram o sinal com quase onze minutos, no meio da onda dele”.
O resultado todo mundo já sabe. Fica a pergunta. Será que esse susto teve influência no resultado final da bateria? Segundo o próprio Mineiro, não: “No fim das contas essa onda não seria boa o suficiente para reverter o resultado. Na seqüência o Taj mandou aquele 9 e tanto e isso, sim, fez a diferença”, declarou Mineirinho ao nosso enviado especial na Gold Coast.
Pode ser que Mineiro não tenha perdido sua concentração, como declarou, mas esse tipo de situação não pode acontecer num evento desse nível. Olhando de fora fiquei com a impressão de que, ao menos por alguns minutos, ele teve que racionalizar o que estava acontecendo e, sim, isso pode atrapalhar. Tá, Taj mereceu, pegou as melhores, mas detesto ter que lidar com esses “e se”. Ainda bem que Adriano parece maduro o bastante para não fazer disso algo no caminho de suas conquistas.
- 00h32
- 04Mar
Edinho Leite, Renan Rocha, Everaldo Marques e toda a equipe da ESPN estão fazendo festa com a transmissão do Quiksiver Pro Gold Coast na ESPN, São mais de 6 horas direto de surfe, mas sem cansaço, muito pelo contrário, pura diversão.
Veja um desses momentos capturados durante a transmissão ao vivo, diversão sempre pois somo apaixonados pelo esporte.
Veja um desses momentos capturados durante a transmissão ao vivo, diversão sempre pois somo apaixonados pelo esporte.
Bastidores da transmissão - Parte 2
- 21h39
- 03Mar
Hoje o dia começou com sofrimento, Adriano venceu no último minuto e a redação parou. Agora a redação está parada novamente para assistir ao vivo a transmissão do Quiksilver Pro Gold Coast na ESPN Brasil.
Bastidores da transmissão Quiksilver pro Gold Coast
- 15h33
- 03Mar
Aplicativo da Quiksilver
Foto: Divulgação
Os amantes do surf sempre foram prejudicados pela dificuldade de assistir aos campeonatos. Mas a tecnologia vem mudando esse cenário. Além de hoje os campeonatos serem transmitidos ao vivo pela internet, a Quiksilver lançou um aplicativo para o iPhone que possibilita assistir aos eventos Quiksilver do WT ao vivo pelo celular.
A cobertura dos maiores eventos de surf do mundo será transmitida via internet 3G ou Wifi. O lançamento do produto aconteceu junto com a abertura da temporada na Gold Coast, Austrália.
Através do aplicativo você pode baixar resultados ao vivo, fotos, vídeos, tudo o que um viciado em surf pode precisar. Por enquanto, os únicos campeonatos que oferecerão esse serviço são: o próprio Quiksilver Gold Coast Pro e o Quiksilver Pro France, na França dia 25 de setembro.
- 17h37
- 02Mar
Para aqueles que ficam com a pulga atrás da orelha quanto ao encaixe de atletas nas baterias, cabe explicação.
As baterias não são feitas por sorteio nem pela cor dos belos ou vesgos olhos de cada atleta. Elas são formadas a partir da classificação do round anterior. No caso do 3 round, por exemplo, leva-se em conta os resultados da chave anterior, ou seja, aqueles que passaram direto do primeiro para o terceiro round aguardam o resultado das baterias do segundo round dispostos numa sequência que leva em conta sua classificação no ranking. Isso evita que o primeiro do atual ranking enfrente o segundo antes da final.
Mas os adversários desses “pré-classificados” acabam entrando no terceiro round num lugar pré estabelecido por classificação e nunca nomes. Pode ser complicado [de explicar, inclusive], mas funciona bem. Pena acontecer justamente de o Mineiro enfrentar Jadson.
Resta o óbvio positivo: Um brasileiro seguirá na disputa.
Obs: Mesmo displicente e um tanto quanto fora de ritmo Andy Irons tem o dom, só resta saber se vai conseguir se atualizar com os novos parâmetros competitivos. Bom, enquanto houver tubos há esperança, rsrsrsrsr.
[ ]´s + (_ (__ (___ + PAZ > FUN
EdiMilk
As baterias não são feitas por sorteio nem pela cor dos belos ou vesgos olhos de cada atleta. Elas são formadas a partir da classificação do round anterior. No caso do 3 round, por exemplo, leva-se em conta os resultados da chave anterior, ou seja, aqueles que passaram direto do primeiro para o terceiro round aguardam o resultado das baterias do segundo round dispostos numa sequência que leva em conta sua classificação no ranking. Isso evita que o primeiro do atual ranking enfrente o segundo antes da final.
Mas os adversários desses “pré-classificados” acabam entrando no terceiro round num lugar pré estabelecido por classificação e nunca nomes. Pode ser complicado [de explicar, inclusive], mas funciona bem. Pena acontecer justamente de o Mineiro enfrentar Jadson.
Resta o óbvio positivo: Um brasileiro seguirá na disputa.
Obs: Mesmo displicente e um tanto quanto fora de ritmo Andy Irons tem o dom, só resta saber se vai conseguir se atualizar com os novos parâmetros competitivos. Bom, enquanto houver tubos há esperança, rsrsrsrsr.
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EdiMilk
- 14h02
- 02Mar
A Oakley colocou em seu site a última semana um link para o download do filme do Adriano de Souza.
Day-by-Day mostra a correria de Mineirinho durante 2009, foram muitos países percorridos e o Adriano sempre tem a fiel companhia de um filmer.
As imagens do filme foram feitas por Rafael Sidd Oliveira que também dirigiu o filme ao lado de Mineirinho.
Baixe, assista... Video de surfe grátis para download não aparece todo dia.

Day-by-Day mostra a correria de Mineirinho durante 2009, foram muitos países percorridos e o Adriano sempre tem a fiel companhia de um filmer.
As imagens do filme foram feitas por Rafael Sidd Oliveira que também dirigiu o filme ao lado de Mineirinho.
Baixe, assista... Video de surfe grátis para download não aparece todo dia.

Arte do site da Oakley para Day-by-Day
www.oakley.com.br/daybyday - _Clique aqui para baixar o vídeo
- 11h23
- 01Mar

A imagem aérea mostra como a maré estava baixa e o público aglomerado ma beira do mar.
Dia chuvoso e de maré realmente baixa, por conta da lua cheia e talvez por efeito do terremoto. As pessoas estavam assistindo de pé, na praia, onde normalmente as ondas estariam quebrando. O segundo round apresentou bons tubos, muito embora em pistas mais curtas que a normalidade espantosa de Snapper. O número de pranchas quebradas ao meio indica: pranchas leves e ondas pesadas, apesar de pequenas [pranchas e ondas].Neco Padaratz apresentou suas armas, mas a escolha de ondas e um pouco de passionalidade, quando sai de um tubinho e pára para se expressar antes da próxima manobra, não ajudam muito suas notas. Sua prancha parecia um pouco esticada demais e não colaborava na inversão de direção, muito embora suas rasgadas sempre joguem muita água. Damien Hobgood estava se arriscando mais e soube escolher as melhores. Venceu, mesmo sobre os protestos clássicos do nosso guerreiro, que, no final das contas, sempre dá um tempero mais humano às baterias..
Se Dane Raynolds surfou pela primeira vez com essa prancha do jeito que surfou, imagine só quando se acostumar e descobrir tudo que ela pode fazer?! Isso é que é estrear uma prancha: 8.00 + 9.33 = 17.33. Duas coisas ficam claras. Os tubos são sempre o melhor caminho para a vitória. Dane não exagera na mudança de equipamento como Slater, mas, com certeza, será um dos caras a mudar a cara das pranchas de muita gente esse ano, especialmente em ondas pequenas.
Marco Pólo estava bem, mas poderia ter usado uma prancha menor. Soltou boas rasgadas, mas pecou nos tubos, provavelmente por falta de experiência no pico. Ainda lhe falta também conexão entre as manobras para vencer baterias, especialmente quando dá de cara com um Jordy Smith que pega dois tubos na mesma onda e manda um 9.93 e fecha a fatura com outro para somar mais 7.93.

Marco Polo achou, mas não conectou
Foto: ©ASP Cestari

Outra imagem mostrando como a maré estava baixa.
Foto: ©ASP Cestari
Edinho Leite competiu profissionalmente nos anos 90 e deu início às viagens de surf patrocinadas que se tornaram a base do "freesurf" moderno.
Como jornalista especializado em surf atua em todas as mídias.
Foi editor do Jornal Nuts e da Revista Hardcore.
Circula por assuntos variados, contanto que as ondas estejam em pauta.
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No ar
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14h00:
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13h00:

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