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- 21h05
- 08Nov
/italiano
Juve goleia e Milan mantém reação; veja todos os gols da 12ª rodada
'Velha Senhora' arrasou Atalanta por 5 a 2 e cortou a diferença para líder Inter, que empatou clássico com a Roma; Milan venceu mais uma com gols de Pato e Thiago Silva
- 19h23
- 17Oct
/futebolnomundo
ÁUDIO: Cadê o 10 da Itália? Comente com Silvio Lancellotti
Marcello Lippi, o treinador da "Squadra Azzurra", procura o seu maestro de meio-capo, um jogador como Antognoni, Roberto Mancini, Giannini, Baggio - ou como, no seu elenco versátil de 2006, Del Piero ou até Perrotta
- 19h46
- 09Oct
/gremio
ÁUDIO: Goleiro Victor fala da arbritagem polêmica do jogo contra o Santos
Para o gremista, houveram lances polêmicos, porém foram todos interpretativos e dependem do juíz. Victor também explica a queda de rendimento e a recuperação do culbe gaúcho no campeonato
O futebol de tantos ângulos e imagens hoje já viajou muito no escuro, pelo rádio. Pelé escutou a derrota do Brasil para o Uruguai em 1950 e prometeu chorando que ganharia uma Copa. Só levou oito anos.
Por ondas curtas chegavam da Itália as narrações de Calcio (como os italianos chamam o futebol) até o aparelho do avô de Sílvio Lancellotti.
E ele ao lado, cercado também de jornais que chegavam muitos dias depois de publicados, lá da Bota. O desenho de um jornalista estava esboçado. Capricho do destino Sílvio foi arquiteto antes.
“Eu já trabalhava como arquiteto, na Prefeitura de São Paulo, quando li um anúncio na revista Realidade, dirigido a jovens que tivessem diploma universitário e que conhecessem vários idiomas. Fiquei curioso, respondi. Me chamaram para uma série de entrevistas. Acabei aprovado para participar de um projeto misterioso - que seria o da revista Veja”. Assim começa o seguinte currículo:
Sílvio Lancellotti, paulistano de 1944, formado em arquitetura, jornalista desde 1968, integrou a equipe que definiu e lançou a revista Veja. Depois, na mídia impressa, foi redator-chefe de Istoé, diretor de redação de Vogue, Senhor Vogue e Gourmet, colaborador da Folha e do Estadão. Na mídia eletrônica, como apresentador de programas gastronômicos e como comentarista esportivo, atuou da Rede Record, na Rede Manchete e na Rede Bandeirantes. Cobriu sete Copas do Mundo e cinco Jogos Olímpicos. Atualmente, além de integrar o time dos Canais ESPN, escreve para Flash-News e para Viva São Paulo. Já lançou 23 livros - cinco de esporte, dezessete de gastronomia e o romance Honra ou Vendetta, cujos direitos a Record comprou para transformar em telenovela.
“O Jornalismo entrou em minha vida por acidente. Do nada, virei sub-editor de Internacional, encarregado das coisas dos Estados Unidos. Sem a menor história no Jornalismo, escrevi sobre as mortes de Martin Luther King e Bobby Kennedy, e cobri as eleições norte-americanas de 68. Só depois, em 72/73, na Universidade de Stanford, fiz um curso profissional”.
Esperava uma receita pronta? Uma dica: criatividade e amor ao que faz são os temperos que neste caso fizeram toda a diferença.
Por ondas curtas chegavam da Itália as narrações de Calcio (como os italianos chamam o futebol) até o aparelho do avô de Sílvio Lancellotti.
E ele ao lado, cercado também de jornais que chegavam muitos dias depois de publicados, lá da Bota. O desenho de um jornalista estava esboçado. Capricho do destino Sílvio foi arquiteto antes.
“Eu já trabalhava como arquiteto, na Prefeitura de São Paulo, quando li um anúncio na revista Realidade, dirigido a jovens que tivessem diploma universitário e que conhecessem vários idiomas. Fiquei curioso, respondi. Me chamaram para uma série de entrevistas. Acabei aprovado para participar de um projeto misterioso - que seria o da revista Veja”. Assim começa o seguinte currículo:
Sílvio Lancellotti, paulistano de 1944, formado em arquitetura, jornalista desde 1968, integrou a equipe que definiu e lançou a revista Veja. Depois, na mídia impressa, foi redator-chefe de Istoé, diretor de redação de Vogue, Senhor Vogue e Gourmet, colaborador da Folha e do Estadão. Na mídia eletrônica, como apresentador de programas gastronômicos e como comentarista esportivo, atuou da Rede Record, na Rede Manchete e na Rede Bandeirantes. Cobriu sete Copas do Mundo e cinco Jogos Olímpicos. Atualmente, além de integrar o time dos Canais ESPN, escreve para Flash-News e para Viva São Paulo. Já lançou 23 livros - cinco de esporte, dezessete de gastronomia e o romance Honra ou Vendetta, cujos direitos a Record comprou para transformar em telenovela.
“O Jornalismo entrou em minha vida por acidente. Do nada, virei sub-editor de Internacional, encarregado das coisas dos Estados Unidos. Sem a menor história no Jornalismo, escrevi sobre as mortes de Martin Luther King e Bobby Kennedy, e cobri as eleições norte-americanas de 68. Só depois, em 72/73, na Universidade de Stanford, fiz um curso profissional”.
Esperava uma receita pronta? Uma dica: criatividade e amor ao que faz são os temperos que neste caso fizeram toda a diferença.
Página do Silvio Lancelotti