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- 13h31
- 06Nov
Gomes constata revide de Borges, mas não espera gancho
por ESPN.com.br com Agência GE
A diretoria do São Paulo já descartou qualquer punição a Borges, Dagoberto e Jean, que foram expulsos na partida contra o Grêmio. No entanto, os três jogadores terão de passar em breve pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva e correm risco de gancho nesta reta final do Campeonato Brasileiro.
O técnico Ricardo Gomes, porém, não viu violência de seus jogadores, mesmo ciente de que Borges foi excluído de campo depois de revidar um lance do gremista Túlio. "Essa é a característica do Borges. Ele toma e acaba revidando, não leva para casa, mas não foi nada premeditado. Ele se desculpou com o grupo", ponderou.
O procurador-geral do STJD, Paulo Schmitt, já manifestou qual será sua denúncia em relação ao atleta. "Requisitei o vídeo, porque houve uma intensidade notadamente do Borges, e ele pode ser enquadrado no artigo 253, por agressão física", explicou, em entrevista à rádio Globo. Se condenado, o atacante pode ser suspenso entre 120 a 540 dias.
Apesar de adiantar sua intenção, o procurador ainda não denunciou os três atletas. Ricardo Gomes, então, espera ter seus jogadores livres de gancho. "O Borges revidou o que? Aconteceu uma agressão antes. Já o Dagoberto só teve excesso de força, mas não agrediu o adversário. Ele (Schmitt) vai fazer uma boa apresentação e acredito que teremos os jogadores no restante do campeonato. Já casos como o do Jean há milhares no campeonato".
Assim como o treinador, o superintendente de futebol do Tricolor, Marco Aurélio Cunha, também acredita na absolvição do trio.
"O Borges deu um toque por trás do jogador. Foi falta e pode ser expulso, mas não teve agressão. Já o Dagoberto foi só imprudência. Ele tentou alcançar a bola e acertou o adversário. Isso acontece todo dia. Em relação ao Jean, o primeiro cartão amarelo saiu em um lance que nem foi falta", minimizou.
O técnico Ricardo Gomes, por sua vez, ainda defendeu seu time das críticas que vem recebendo em função dos 13 cartões vermelhos que levou no Brasileirão. "Nossos jogadores não são violentos, e o São Paulo não é indisciplinado. Disputamos o quarto jogo em um espaço de 11 dias. Se existisse excesso de violência, eu estaria preocupado, mas não é o caso. Os números não refletem a realidade", finalizou.
O técnico Ricardo Gomes, porém, não viu violência de seus jogadores, mesmo ciente de que Borges foi excluído de campo depois de revidar um lance do gremista Túlio. "Essa é a característica do Borges. Ele toma e acaba revidando, não leva para casa, mas não foi nada premeditado. Ele se desculpou com o grupo", ponderou.
O procurador-geral do STJD, Paulo Schmitt, já manifestou qual será sua denúncia em relação ao atleta. "Requisitei o vídeo, porque houve uma intensidade notadamente do Borges, e ele pode ser enquadrado no artigo 253, por agressão física", explicou, em entrevista à rádio Globo. Se condenado, o atacante pode ser suspenso entre 120 a 540 dias.
Apesar de adiantar sua intenção, o procurador ainda não denunciou os três atletas. Ricardo Gomes, então, espera ter seus jogadores livres de gancho. "O Borges revidou o que? Aconteceu uma agressão antes. Já o Dagoberto só teve excesso de força, mas não agrediu o adversário. Ele (Schmitt) vai fazer uma boa apresentação e acredito que teremos os jogadores no restante do campeonato. Já casos como o do Jean há milhares no campeonato".
Assim como o treinador, o superintendente de futebol do Tricolor, Marco Aurélio Cunha, também acredita na absolvição do trio.
"O Borges deu um toque por trás do jogador. Foi falta e pode ser expulso, mas não teve agressão. Já o Dagoberto foi só imprudência. Ele tentou alcançar a bola e acertou o adversário. Isso acontece todo dia. Em relação ao Jean, o primeiro cartão amarelo saiu em um lance que nem foi falta", minimizou.
O técnico Ricardo Gomes, por sua vez, ainda defendeu seu time das críticas que vem recebendo em função dos 13 cartões vermelhos que levou no Brasileirão. "Nossos jogadores não são violentos, e o São Paulo não é indisciplinado. Disputamos o quarto jogo em um espaço de 11 dias. Se existisse excesso de violência, eu estaria preocupado, mas não é o caso. Os números não refletem a realidade", finalizou.
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