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Em novembro, como é tradicional do calendário, as principais seleções do hemisfério sul atravessarão a linha do equador para enfrentar as principais seleções do hemisfério norte.
Os “Test Matches”, que eu traduzo com dor no coração para amistosos, são duríssimos, afinal quem joga rúgbi não acha que a vida é um ensaio. Quando um jogador de rúgbi entra em campo, ele entra para jogar duro, para vencer e não dar nenhuma chance ao adversário.
Aliás, para mostrar o respeito por um adversário, a obrigação dos jogadores é fazer o máximo de pontos. Enfim, encher o adversário de tries.
Os “Test Matches”, que eu traduzo com dor no coração para amistosos, são duríssimos, afinal quem joga rúgbi não acha que a vida é um ensaio. Quando um jogador de rúgbi entra em campo, ele entra para jogar duro, para vencer e não dar nenhuma chance ao adversário.
Aliás, para mostrar o respeito por um adversário, a obrigação dos jogadores é fazer o máximo de pontos. Enfim, encher o adversário de tries.
Domingo, 1
Magners League
Edinburgh 8 - 9 Dragons
Guinness Premiership
Newcastle 14 - 3 Worcester
London Wasps 9 - 15 Leeds Carnegie
Sábado, 31
Bledisloe Cup
Australia 19 - 32 New Zealand Match pack
French Top 14
Montauban 14 - 5 Biarritz
Clermont Auvergne 19 - 19 Stade Français
Racing Metro 27 - 20 Toulouse
Bourgoin-Jallieu 14 - 14 Brive
Bayonne 8 - 14 Toulon
Albi 15 - 18 Montpellier
Magners League
Leinster 23 - 6 Cardiff Blues
Munster 24 - 10 Ulster
Guinness Premiership
Leicester 29 - 15 Northampton
Harlequins 9 - 9 London Irish
Bath 11 - 12 Saracens
Currie Cup Final
Blue Bulls 36 - 24 Cheetahs
Italian Super 10
Rugby Roma Olimpic 19 - 13 Petrarca Padova
Rovigo 12 - 10 Infinito L'Aquila
Overmach Parma 11 - 32 Arix Viadana
Cavalieri Prato 29 - 21 Venezia Mestre
Benetton Treviso 43 - 6 Gran Parma
Air New Zealand Cup Semi final
Wellington 34 - 21 Southland
Sexta-feira, 30
Guinness Premiership
Sale 28 - 23 Gloucester
French Top 14
Perpignan 17 - 15 Castres
Magners League
Ospreys 9 - 9 Glasgow
Connacht 16 - 10 Scarlets
Air New Zealand Cup Semi final
Canterbury 20 - 3 Hawke's Bay
Mais de 45 mil pessoas em Tókio assistiram a terceira e última partida entre Austrália e Nova Zelândia válida pela disputa da Bledsloe Cup de 2009.
É verdade que o titulo estava decidido a favor dos All Blacks que venceram as duas primeiras partidas da série, mas os Wallabies precisavam dessa vitória para dar uma resposta aos fãs e jornalistas que estavam pegando pesado com eles.
Era também importante chegarem embalados para o confronto contra os ingleses em Twickenham no próximo final de semana.
É, não deu.
A Austrália começou melhor a partida e mereceu sair vencendo o primeiro tempo, 16-13.
O segundo tempo foi um show para o público e um massacre para o time de Roky Elsom. As duas equipes continuaram jogaram abertas e os All Blacks foram para o desafio físico no segundo tempo, atropelaram a base da defesa da Austrália que não conseguia impedir os avanços dos neozelandeses.
Os australianos não resistiram ao ímpeto de Richie McCaw (o melhor em campo) e companhia e quem fez a festa foi Dan Carter. O abertura dos All Blacks fez 22 pontos na partida, converteu seis penalidades cedidas pelos australianos e garantiu as duas conversões que chutou dos tries marcados por Sitiveni Sivivatu e Conrad Smith.
Final da partida, Austrália 19-23 Nova Zelândia
O emprego do técnico Robbie Dean no ano que vem depende da performance da equipe nos testes de novembro na Europa.
É verdade que o titulo estava decidido a favor dos All Blacks que venceram as duas primeiras partidas da série, mas os Wallabies precisavam dessa vitória para dar uma resposta aos fãs e jornalistas que estavam pegando pesado com eles.
Era também importante chegarem embalados para o confronto contra os ingleses em Twickenham no próximo final de semana.
É, não deu.
A Austrália começou melhor a partida e mereceu sair vencendo o primeiro tempo, 16-13.
O segundo tempo foi um show para o público e um massacre para o time de Roky Elsom. As duas equipes continuaram jogaram abertas e os All Blacks foram para o desafio físico no segundo tempo, atropelaram a base da defesa da Austrália que não conseguia impedir os avanços dos neozelandeses.
Os australianos não resistiram ao ímpeto de Richie McCaw (o melhor em campo) e companhia e quem fez a festa foi Dan Carter. O abertura dos All Blacks fez 22 pontos na partida, converteu seis penalidades cedidas pelos australianos e garantiu as duas conversões que chutou dos tries marcados por Sitiveni Sivivatu e Conrad Smith.
Final da partida, Austrália 19-23 Nova Zelândia
O emprego do técnico Robbie Dean no ano que vem depende da performance da equipe nos testes de novembro na Europa.
As duas primeiras partidas da Bledsloe Cup foram disputada durante o Tri Nations desse ano, em ambas a vitória ficou com os homens de preto que garantiram assim o Título da Bledisloe Cup.
Mesmo assim os neo zelandeses prometem não dar chances para os Wallabies na partida final que será realizada em Tókio - 6h30 da madrugada de sábado, horário de Brasília.
Em entrevista, o capitão dos All Blacks, Richie McCaw, disse que seu time não terá outro objetivo além da vitória e acrescenta que “não existe desculpas” e a equipe “não terá dó dos australianos, mesmo depois da acachapante vitória 33-6 em Wellington no mês passado - a partida que encerrou o Tri Nations desse ano.
A Austrália que começou o ano melhor que seus rivais da Oceania, acabou decepcionando durante o Tri Nations e vai buscar redenção na partida de amanhã.
Na verdade a sequência de seis derrotas consecutivas para os All Blacks está na garganta dos Wallabies, só que a sorte não está sorrindo para o jovem técnico Robbie Dean que perdeu seu vice-capitão Berrick Barnes que lesionou o tornozelo durante um treinamento essa semana.
Rocky Elson será o capitão da Austrália e deve fazer de tudo para mostrar serviço nessa partida e assim se consolidar como um dos lideres desse grupo.
E a grande batallha deve mesmo ser travada na base do scrum, ambas equipes devem construir suas jogadas de ataque com rucks e mauls, não acredito em uma partida recheada de chutes e up-and-unders.
A não ser que os neozelandeses queiram explorar a juventude de James O'Connor que entra como fullback no lugar do experiente Barnes (Adam Ashley-Cooper vai para o centro do campo).
Austrália: 15-James O'Connor, 14-Peter Hynes, 13-Ryan Cross, 12- Adam Ashley-Cooper, 11-Digby Ioane, 10-Matt Giteau, 9-Will Genia, 8-Wycliff Palu, 7-David Pocock, 6-Rocky Elsom (c), 5-Mark Chisholm, 4-James Horwill, 3-Ben Alexander, 2-Tatafu Polota-Nau, 1-Benn Robinson.
Nova Zelândia: 15-Mils Muliaina, 14-Cory Jane, 13-Conrad Smith, 12-Ma'a Nonu, 11-Sitiveni Sivivatu, 10-Dan Carter, 9-Jimmy Cowan, 8-Rodney So'oialo, 7-Richie McCaw (c), 6-Adam Thomson, 5-Tom Donnelly, 4-Brad Thorn, 3-Neemia Tialata, 2-Andrew Hore, 1-Tony Woodcoc
Mesmo assim os neo zelandeses prometem não dar chances para os Wallabies na partida final que será realizada em Tókio - 6h30 da madrugada de sábado, horário de Brasília.
Em entrevista, o capitão dos All Blacks, Richie McCaw, disse que seu time não terá outro objetivo além da vitória e acrescenta que “não existe desculpas” e a equipe “não terá dó dos australianos, mesmo depois da acachapante vitória 33-6 em Wellington no mês passado - a partida que encerrou o Tri Nations desse ano.
A Austrália que começou o ano melhor que seus rivais da Oceania, acabou decepcionando durante o Tri Nations e vai buscar redenção na partida de amanhã.
Na verdade a sequência de seis derrotas consecutivas para os All Blacks está na garganta dos Wallabies, só que a sorte não está sorrindo para o jovem técnico Robbie Dean que perdeu seu vice-capitão Berrick Barnes que lesionou o tornozelo durante um treinamento essa semana.
Rocky Elson será o capitão da Austrália e deve fazer de tudo para mostrar serviço nessa partida e assim se consolidar como um dos lideres desse grupo.
E a grande batallha deve mesmo ser travada na base do scrum, ambas equipes devem construir suas jogadas de ataque com rucks e mauls, não acredito em uma partida recheada de chutes e up-and-unders.
A não ser que os neozelandeses queiram explorar a juventude de James O'Connor que entra como fullback no lugar do experiente Barnes (Adam Ashley-Cooper vai para o centro do campo).
Austrália: 15-James O'Connor, 14-Peter Hynes, 13-Ryan Cross, 12- Adam Ashley-Cooper, 11-Digby Ioane, 10-Matt Giteau, 9-Will Genia, 8-Wycliff Palu, 7-David Pocock, 6-Rocky Elsom (c), 5-Mark Chisholm, 4-James Horwill, 3-Ben Alexander, 2-Tatafu Polota-Nau, 1-Benn Robinson.
Nova Zelândia: 15-Mils Muliaina, 14-Cory Jane, 13-Conrad Smith, 12-Ma'a Nonu, 11-Sitiveni Sivivatu, 10-Dan Carter, 9-Jimmy Cowan, 8-Rodney So'oialo, 7-Richie McCaw (c), 6-Adam Thomson, 5-Tom Donnelly, 4-Brad Thorn, 3-Neemia Tialata, 2-Andrew Hore, 1-Tony Woodcoc
- 20h28
- 28Oct
Nesta sexta-feira, termina a campanha do Censo Nacional que está sendo realizado pelo ABR com base no censo do ano passado feito pelo Mauricio Migliano.
Até o momento, 75 clubes enviaram seus dados para a ABR.O prazo da campanha encerra nesta sexta-feira às 18hs.
Publiquei aqui a chamada porque vários clubes importantes do Brasil não responderam.
O censo é importantíssimo para o planejamento futuro, para pedir investimento para o governo brasileiro COB, CONSUR e IRB.
Dirigentes que não querem trabalhar peguem o boné e cedam o lugar para quem está interessado, coisas assim é que atrapalham o rúgbi brasileiro.
Quem quiser ver a lista completa de clubes que não enviaram seus dados e baixar o arquivo para pressionar seu cartola entre no Blog do Rugby do HP clicando aqui.
Até o momento, 75 clubes enviaram seus dados para a ABR.O prazo da campanha encerra nesta sexta-feira às 18hs.
Publiquei aqui a chamada porque vários clubes importantes do Brasil não responderam.
O censo é importantíssimo para o planejamento futuro, para pedir investimento para o governo brasileiro COB, CONSUR e IRB.
Dirigentes que não querem trabalhar peguem o boné e cedam o lugar para quem está interessado, coisas assim é que atrapalham o rúgbi brasileiro.
Quem quiser ver a lista completa de clubes que não enviaram seus dados e baixar o arquivo para pressionar seu cartola entre no Blog do Rugby do HP clicando aqui.
A comunidade do rugbí brasileiro reunida e fomentando as Olimpíadas do Rio de Janeiro
Crédito da imagem: Rafael Silva
Crédito da imagem: Rafael Silva
No final de semana passado os principais clubes do Brasil enviaram seus times de Seven para disputar a abertura do Circuito Brasileiro em São José dos Campos, foram 312 atletas e 28 equipes inscritas.
São José, campeão da categoria adulta
Crédito da imagem: Rafael Silva
Crédito da imagem: Rafael Silva
A equipe da casa levou o título na categoria principal e arranca na frente para manter a coroa brasileira na versão olímpica do esporte.
SPAC, campeão da categoria feminina
Crédito da imagem: Rafael Silva
Crédito da imagem: Rafael Silva
Na categoria feminina e equipe do SPAC, Campeão Sul Americana, venceu e tenta roubar o título do atual campeão Niterói. Aliás, as duas equipes devem dominar o circuito desse ano.
Jacareí, vencedor da categoria juvenil
Crédito da imagem: Rafael Silva
Crédito da imagem: Rafael Silva
Na categoria juvenil, menores de 19 anos e que nas Olimpíadas do Rio de Janeiro terão na média 26 anos, o Jacareí surpreendeu os clubes mais tradicionais e venceu a etapa.
Os campeões de cada categoria também tiveram os melhores jogadores eleitos pela comissão do evento, Lucas Duque pelo São José, Gabi Avilla pelo SPAC e Eduardo Garcia pelo Jacareí.
A organização do torneio esteve bem, a parte técnica também. O que chamou atenção foi a cobertura da mídia, a ESPN esteve presente com uma reportagem feita pelo André Plihal (clique aqui para assistir), sites argentinos e uruguaios fizeram menções e um site especializado em Seven também deu destaque para abertura do Circuito.
Para baixar os resultados dessa etapa clique aqui.
A próxima etapa será em Niterói, no Forte Rio Branco dias 14 e 15 de novembro e as equipes já receberam seus convites, quem puder e estiver no Rio de Janeiro não pode perder. Mais Informações: Daniel Gregg (21) 9804-2954 - danielhgregg@hotmail.com
Ao tornar-se olímpico o rúgbi já tem um ganho de mídia e dinheiro, sendo no Brasil a primeira aparição o interesse aumenta mais ainda.
É bom. Vamos aproveitar bem para desenvolvermos ainda mais o esporte, vamos descobrir nossos Zee’s.
- 03h00
- 24Oct
Um dos jogos da primeira fase da Copa do Mundo de 2007 na França foi entre África do Sul e Estados Unidos. Um dos pretendentes ao titulo ( que se confirmou campeão) contra uma seleção coadjuvante.
O jogo correu como previsto, um passeio dos Springboks sobre os Eagles, mas o lance que chamou a atenção de todos na época foi o try com direito a arrancada, breque e drible que o ponta americano, o desconhecido Takudzwa Ngwenya fez sobre a sensação daquele mundial, Brian Habana.
Ngwenya colocou o veloz Habana no chinelo, passou como o vento por ele, mas não fez mais nada naquela partida. Foi o try de um homem muito veloz que não tinha bom passe, não tinha bom tackle, não chutava bem e tinha deficiências táticas.
Em 2007 Ngwenya ocupava metade do seu dia ganhando a vida como técnico em radiologia nos Estados Unidos, mas depois da Copa do Mundo conseguiu visibilidade e se profissionalizou.
Nascido no Zimbábue e naturalizado americano é chamado de Zee pelos amigos. Virou um grande jogador e um ótimo ponta. Hoje ele joga no Biarritz e fez ótimas partidas pela equipe.
E zeeeee foi o barulho que os adversários ouviram nos três tries que ele marcou contra o Gloucester na segunda rodada da Heineken Cup.
Zee fez uma partida memorável, defendeu bem, aprendeu a chutar e a passar bem, mas principalmente potencializou sua enorme velocidade com o aumento de seu repertório de jogadas de ataque.
Para ver o vídeo com os três tries de Zee clique aqui.
Zee é a prova viva que o material humano diferenciado pode ser lapidado e colocado em campo contra os top players do rúgbi mundial em pouco tempo.
No Brasil existem milhares de Zee’s ainda escondidos, imaginem uma seleção brasileira de seven no Rio 2016 recheada de Zee’s.
Com sete anos sendo lapidados nossos Zee’s podem não ganhar medalha, mas vão fazer um senhor barulho.
Zeeeeee....
O jogo correu como previsto, um passeio dos Springboks sobre os Eagles, mas o lance que chamou a atenção de todos na época foi o try com direito a arrancada, breque e drible que o ponta americano, o desconhecido Takudzwa Ngwenya fez sobre a sensação daquele mundial, Brian Habana.
Ngwenya colocou o veloz Habana no chinelo, passou como o vento por ele, mas não fez mais nada naquela partida. Foi o try de um homem muito veloz que não tinha bom passe, não tinha bom tackle, não chutava bem e tinha deficiências táticas.
Em 2007 Ngwenya ocupava metade do seu dia ganhando a vida como técnico em radiologia nos Estados Unidos, mas depois da Copa do Mundo conseguiu visibilidade e se profissionalizou.
Nascido no Zimbábue e naturalizado americano é chamado de Zee pelos amigos. Virou um grande jogador e um ótimo ponta. Hoje ele joga no Biarritz e fez ótimas partidas pela equipe.
E zeeeee foi o barulho que os adversários ouviram nos três tries que ele marcou contra o Gloucester na segunda rodada da Heineken Cup.
Zee fez uma partida memorável, defendeu bem, aprendeu a chutar e a passar bem, mas principalmente potencializou sua enorme velocidade com o aumento de seu repertório de jogadas de ataque.
Para ver o vídeo com os três tries de Zee clique aqui.
Zee é a prova viva que o material humano diferenciado pode ser lapidado e colocado em campo contra os top players do rúgbi mundial em pouco tempo.
No Brasil existem milhares de Zee’s ainda escondidos, imaginem uma seleção brasileira de seven no Rio 2016 recheada de Zee’s.
Com sete anos sendo lapidados nossos Zee’s podem não ganhar medalha, mas vão fazer um senhor barulho.
Zeeeeee....
- 16h38
- 23Oct
Daqui exatos dois anos a bola vai rolar na Nova Zelândia na abertura no Mundial de 2011. Começa a contagem regressiva para muitos, times, jogadores, treinadores e para mim também.
- 15h50
- 23Oct
A Rugby Dump compilou vários vídeos sobre Jonny Wilkinson mostrando desde o ínicio da carreira, passando pelo histórico drop-kick na final de 2003 e terminando no último retorno da estrela, dessa vez o rúgbi francês. Esse documentário (em inglês) ajuda a descobrir um pouco mais sobre o jogador que está muito além dos seus chutes perfeitos.
Wilkinson sofreu com as lesões, pensou em abandonar a carreira, mas no fundo nunca desistiu do esporte e muito provavelmente ele estará em ação pela seleção da Inglaterra agora nos testes de novembro.
Eu acho que ele está focado em mais uma Copa do Mundo, eu acho que ele vai, com lesões, com luta, com drama, mas deverá estar na Nova Zelândia em 2011.
Parte 1 - Parte 2 - Parte 3 - Parte 4 - Parte 5 - Parte 6 - Parte 7 - Parte 8
Wilkinson sofreu com as lesões, pensou em abandonar a carreira, mas no fundo nunca desistiu do esporte e muito provavelmente ele estará em ação pela seleção da Inglaterra agora nos testes de novembro.
Eu acho que ele está focado em mais uma Copa do Mundo, eu acho que ele vai, com lesões, com luta, com drama, mas deverá estar na Nova Zelândia em 2011.
Parte 1 - Parte 2 - Parte 3 - Parte 4 - Parte 5 - Parte 6 - Parte 7 - Parte 8
- 15h25
- 23Oct
Começa a temporada de Rúgbi de Sete brasileira, agora com status olímpico o circuito deve ter maior cobertura da mídia.
O São José Rugby organiza a etapa de abertura nesse final de semana, os jogos vão acontecer durante todo o sábado e domingo na sede do clube – Rua Ricardo Edwards, 95 – no bairro Vila Industrial em São José dos Campos.
Está em disputa os títulos na categoria masculina, feminina e juvenil e os campeões do Circuito Brasileiro ganham direito de pleitear a Bolsa Atleta oferecida pelo Ministério dos Esportes.
O Circuito Brasileiro tem cinco etapas e os melhores jogadores do país estarão disputando em cada jogada um lugar na Seleção Brasileira do mais novo esporte olímpico.
Clique aqui para baixar a tabela do campeonato fornecida pela Assessoria de Imprensa do clube.
O São José Rugby organiza a etapa de abertura nesse final de semana, os jogos vão acontecer durante todo o sábado e domingo na sede do clube – Rua Ricardo Edwards, 95 – no bairro Vila Industrial em São José dos Campos.
Está em disputa os títulos na categoria masculina, feminina e juvenil e os campeões do Circuito Brasileiro ganham direito de pleitear a Bolsa Atleta oferecida pelo Ministério dos Esportes.
O Circuito Brasileiro tem cinco etapas e os melhores jogadores do país estarão disputando em cada jogada um lugar na Seleção Brasileira do mais novo esporte olímpico.
Clique aqui para baixar a tabela do campeonato fornecida pela Assessoria de Imprensa do clube.
Desde que pisou no tradicional campo de rúgbi do São Paulo Athletic Club (SPAC) pela primeira vez em 1990, o Rouget trocou a bola redonda do futebol pela bola ovalada do rugby - para desgosto do seu pai são paulino roxo.
Como jogador de clube conquistou títulos em todas as categorias do rúgbi, Torneios de Seven a Side, Campeonatos Brasileiro e Paulista, destaque para um inusitado título de campeão mexicano de Seven a Side, disputado na Cidade do México em 2005.
Na seleção brasileira foi duas vezes campeão sul-americano e vice-campeão uma vez, jogou as eliminatórias da Copa do Mundo de Rugby de 2003 e vários amistosos. Jogou em quase toda América do Sul, EUA, Inglaterra, França e Trinidad & Tobago.
Desde 2007 na ESPN com seu blog, quando participou da cobertura do da Copa do Mundo de Rúgbi, ele nos conta tudo o que acontece de interessante no mundo desse esporte, desde a evolução do jogo no Brasil e suas seleções, até os principais campeonatos do hemisfério Sul e Norte.
Como jogador de clube conquistou títulos em todas as categorias do rúgbi, Torneios de Seven a Side, Campeonatos Brasileiro e Paulista, destaque para um inusitado título de campeão mexicano de Seven a Side, disputado na Cidade do México em 2005.
Na seleção brasileira foi duas vezes campeão sul-americano e vice-campeão uma vez, jogou as eliminatórias da Copa do Mundo de Rugby de 2003 e vários amistosos. Jogou em quase toda América do Sul, EUA, Inglaterra, França e Trinidad & Tobago.
Desde 2007 na ESPN com seu blog, quando participou da cobertura do da Copa do Mundo de Rúgbi, ele nos conta tudo o que acontece de interessante no mundo desse esporte, desde a evolução do jogo no Brasil e suas seleções, até os principais campeonatos do hemisfério Sul e Norte.
Rouget Maia jogou rugby durante 17 anos na 1ª divisão brasileira. Foi Campeão Brasileiro e Paulista, defendeu a seleção brasileira em três Campeonatos Sul Americanos e na Copa do Mundo de 2003