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- 10h40
- 19Jun
Os jornalistas barbeiros
por Roberto Porto, blogueiro do ESPN.com.br
Outro dia, num site do qual não me recordo, escrevi sobre os piores motoristas entre os jornalistas do Rio. E o campeão, sem contestação, foi meu ex-companheiro Mílton Costa Carvalho, que perpetrou (bela palavra esta, não?) duas colisões com o mesmo táxi. A primeira, à porta do velho Jornal do Brasil, ainda na Avenida Rio Branco, quando o movimento dos carros era praticamente zero. A segunda, na saída do Bar Lagoa, na Avenida Epitácio Pessoa, instante em que deixava o recinto, onde se encontrara com amigos. Trata-se de um recorde dificílimo de ser quebrado, nem que seja proposital. Ninguém encontra o mesmo táxi duas vezes numa noite.
O segundo lugar está até hoje empatado entre Fernando Calazans, Sandro Luciano Moreyra (1919-1987) e Léo Schlafmann, que comigo trabalhou na Editora Bloch e no Jornal do Brasil, já na Avenida Brasil, 500. Fernando, amigo de José Trajano e hoje nosso colega na ESPN Brasil, vinha calmamente pilotando pela já citada Epitácio Pessoa quando, de repente, não mais do que de repente, seu carro foi invadido por um besouro, uma abelha ou uma vespa (a perícia não conseguiu descobrir). Desesperado, deu uma guinada no carro, justamente na chamada Curva do Calombo (hoje ligeiramente amainada) e mergulhou nas águas da Lagoa Rodrigo de Freitas.
Felizmente, todos se salvaram: Fernando, o besouro (?) e o carro.
Já com Sandro Moreyra, o acidente foi nos confins do Leblon, mais precisamente no canal da Visconde de Albuquerque. Parece que Sandro, voltando de uma noitada entre amigos, dormiu ao volante e precipitou-se no canal, bem raso por sinal. Os estragos, pelo que me consta, foram apenas no carro, mas percebi que, depois disso, Sandro começou a mancar vez por outra. Por fim, Léo Schlafmann repetiu o feito de Fernando, por pura barbeiragem, pois que eu saiba nenhum inseto voador penetrou em seu carro. Léo, igualmente, nada sofreu. Mas o carro, mesmo na rasas águas da Curva do Calombo, custou a ser resgatado e ficou razoavelmente avariado.
Eu, embora não colidisse, tive uma experiência inacreditável nada menos do que com Roberto Carlos, não o jogador, mas o cantor de maior sucesso no Brasil. Alta madrugada, voltando de Copacabana, parei meu carro no sinal da Praia de Botafogo com a entrada da Rua Farani. De repente, ao lado de meu Opala SS4, Roberto Carlos parou também, pilotando um Dodge Dart. E, com um gesto, me propôs um pega. Mal o sinal amarelou e o Rei saiu disparado e eu atrás dele. Percorremos a Farani, passamos pelo corte nas pedras e entramos na Pinheiro Machado, eu na cola dele. Por sorte, essa idiotice terminou logo. Roberto Carlos tomou o rumo do Túnel Santa Bárbara - em direção ao Catumbi - e eu desviei para Laranjeiras, onde morava. Hoje acho que foi o destino. Fico imaginando eu e Roberto Carlos, Túnel Santa Bárbara adentro, disputando centímetro a centímetro a liderança daquele pega. O curioso é que nunca mais vi Roberto Carlos pessoalmente - apenas pela televisão. Caso contrário, por dever de ofício, teria que me incluir na lista que fiz dos grandes barbeiros.
O segundo lugar está até hoje empatado entre Fernando Calazans, Sandro Luciano Moreyra (1919-1987) e Léo Schlafmann, que comigo trabalhou na Editora Bloch e no Jornal do Brasil, já na Avenida Brasil, 500. Fernando, amigo de José Trajano e hoje nosso colega na ESPN Brasil, vinha calmamente pilotando pela já citada Epitácio Pessoa quando, de repente, não mais do que de repente, seu carro foi invadido por um besouro, uma abelha ou uma vespa (a perícia não conseguiu descobrir). Desesperado, deu uma guinada no carro, justamente na chamada Curva do Calombo (hoje ligeiramente amainada) e mergulhou nas águas da Lagoa Rodrigo de Freitas.
Felizmente, todos se salvaram: Fernando, o besouro (?) e o carro.
Já com Sandro Moreyra, o acidente foi nos confins do Leblon, mais precisamente no canal da Visconde de Albuquerque. Parece que Sandro, voltando de uma noitada entre amigos, dormiu ao volante e precipitou-se no canal, bem raso por sinal. Os estragos, pelo que me consta, foram apenas no carro, mas percebi que, depois disso, Sandro começou a mancar vez por outra. Por fim, Léo Schlafmann repetiu o feito de Fernando, por pura barbeiragem, pois que eu saiba nenhum inseto voador penetrou em seu carro. Léo, igualmente, nada sofreu. Mas o carro, mesmo na rasas águas da Curva do Calombo, custou a ser resgatado e ficou razoavelmente avariado.
Eu, embora não colidisse, tive uma experiência inacreditável nada menos do que com Roberto Carlos, não o jogador, mas o cantor de maior sucesso no Brasil. Alta madrugada, voltando de Copacabana, parei meu carro no sinal da Praia de Botafogo com a entrada da Rua Farani. De repente, ao lado de meu Opala SS4, Roberto Carlos parou também, pilotando um Dodge Dart. E, com um gesto, me propôs um pega. Mal o sinal amarelou e o Rei saiu disparado e eu atrás dele. Percorremos a Farani, passamos pelo corte nas pedras e entramos na Pinheiro Machado, eu na cola dele. Por sorte, essa idiotice terminou logo. Roberto Carlos tomou o rumo do Túnel Santa Bárbara - em direção ao Catumbi - e eu desviei para Laranjeiras, onde morava. Hoje acho que foi o destino. Fico imaginando eu e Roberto Carlos, Túnel Santa Bárbara adentro, disputando centímetro a centímetro a liderança daquele pega. O curioso é que nunca mais vi Roberto Carlos pessoalmente - apenas pela televisão. Caso contrário, por dever de ofício, teria que me incluir na lista que fiz dos grandes barbeiros.
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Página do Roberto Porto