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- 11h56
- 08May
A volta (por cima) do Imperador
por ESPN.com.br
Finalmente, a novela Adriano chegou a um final feliz. Ele recuperou a alegria ao vestir novamente a camisa do Flamengo, numa festa rubro-negra por excelência. Mas até que o capítulo final fosse ao ar, muita coisa rolou pela Internet – sem qualquer sinal de prova – mas que deixou muita gente desconfiada. A primeira versão que chegou a meu computador foi a de que o Imperador, numa de suas folgas no Rio, deixou-se filmar numa festa de arromba (funk) em sua comunidade e que ele estava sendo chantageado a pagar uma verdadeira fortuna pelo teipe comprometedor ao extremo.
Ninguém sabe se Adriano pagou ou não. Acredita-se que sim. Mas o fato é que uma cópia da fita acabou nas mãos da chamada banda podre da polícia carioca. Aí, nova exigência para que o teipe não fosse exibido. A conclusão é relativamente simples: ou o tal teipe jamais existiu, e Adriano teve unicamente uma crise existencial, ou a banda podre da polícia foi apanhada e o filme devidamente incinerado pelos bons policiais. O fato é que o Imperador vai reforçar o inoperante ataque do novo campeão carioca.
E aí teremos, neste Brasileiro que está começando, um duelo de artilheiros: Adriano (Flamengo), Ronaldo (Corinthians), Fred (Fluminense) e, talvez, Maicosuel (Botafogo). Isso para não contar com goleadores que aparecem vez por outra, quebrando por completo a expectativa da torcida. E com 20 clubes na primeira divisão, as chances de isso acontecer são enormes. Pena que o sempre vitorioso Vasco da Gama esteja na segunda divisão, o que já ocorreu, pelo menos no Rio, com Fluminense e Botafogo.
Para o Flamengo – um clube de expressão nacional – é uma sensacional oportunidade de saldar suas dívidas, dívidas que o perseguem há algum tempo. A simples presença de Adriano, substituindo o quase cômico Obina, atrairá milhares de torcedores não apenas no Rio como, principalmente no Nordeste, onde o clube é realmente o mais querido. Prova disso foi o último jogo em Fortaleza, que lotou o Castelão, um estádio de belíssimas proporções. No Maracanã, nem se fala. A galera rubro-negra está ávida para ver o ex-artilheiro do Internacional de Milão vestindo a camisa rubro-negra.
Mas para terminar por hoje, só por hoje, volto a fazer meu comentário: acho a adoção dos pontos corridos extremamente prejudicial a muitos clubes. Sou pelo quadrangular decisivo, ida e volta, o que renderia uma fortuna para os quatro mais bem colocados. Mas a CBF não quer assim. Chego a desconfiar que a nossa máxima entidade leva uma graninha extra das companhias de aviação nos intermináveis vôos – muitas vezes inúteis – de clubes e suas delegações de uma cidade para outra. E reparem que o Brasil não é Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha ou Inglaterra. O Brasil é simplesmente um continente com 8,5 milhões de quilômetros quadrados.
Haja distâncias a serem percorridas...
Ninguém sabe se Adriano pagou ou não. Acredita-se que sim. Mas o fato é que uma cópia da fita acabou nas mãos da chamada banda podre da polícia carioca. Aí, nova exigência para que o teipe não fosse exibido. A conclusão é relativamente simples: ou o tal teipe jamais existiu, e Adriano teve unicamente uma crise existencial, ou a banda podre da polícia foi apanhada e o filme devidamente incinerado pelos bons policiais. O fato é que o Imperador vai reforçar o inoperante ataque do novo campeão carioca.
E aí teremos, neste Brasileiro que está começando, um duelo de artilheiros: Adriano (Flamengo), Ronaldo (Corinthians), Fred (Fluminense) e, talvez, Maicosuel (Botafogo). Isso para não contar com goleadores que aparecem vez por outra, quebrando por completo a expectativa da torcida. E com 20 clubes na primeira divisão, as chances de isso acontecer são enormes. Pena que o sempre vitorioso Vasco da Gama esteja na segunda divisão, o que já ocorreu, pelo menos no Rio, com Fluminense e Botafogo.
Para o Flamengo – um clube de expressão nacional – é uma sensacional oportunidade de saldar suas dívidas, dívidas que o perseguem há algum tempo. A simples presença de Adriano, substituindo o quase cômico Obina, atrairá milhares de torcedores não apenas no Rio como, principalmente no Nordeste, onde o clube é realmente o mais querido. Prova disso foi o último jogo em Fortaleza, que lotou o Castelão, um estádio de belíssimas proporções. No Maracanã, nem se fala. A galera rubro-negra está ávida para ver o ex-artilheiro do Internacional de Milão vestindo a camisa rubro-negra.
Mas para terminar por hoje, só por hoje, volto a fazer meu comentário: acho a adoção dos pontos corridos extremamente prejudicial a muitos clubes. Sou pelo quadrangular decisivo, ida e volta, o que renderia uma fortuna para os quatro mais bem colocados. Mas a CBF não quer assim. Chego a desconfiar que a nossa máxima entidade leva uma graninha extra das companhias de aviação nos intermináveis vôos – muitas vezes inúteis – de clubes e suas delegações de uma cidade para outra. E reparem que o Brasil não é Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha ou Inglaterra. O Brasil é simplesmente um continente com 8,5 milhões de quilômetros quadrados.
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Página do Roberto Porto