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- 19h04
- 05Nov
Bernardinho vê Copa dos Campeões como torneio mais complicado
por ESPN.com.br com Agência GE
Treinador da seleção masculina de vôlei, Bernardinho conseguiu, com o título da Liga Mundial 2009, provar o valor da nova geração brasileira. Mas, apesar de toda a dificuldade da conquista, o técnico acredita que a Copa dos Campeões será um torneio mais complicado para os jogadores verde-amarelos.
A disputa será realizada entre 18 e 23 de novembro, no Japão, e reunirá ainda Polônia, Irã, Egito, Cuba e Japão.
"Estrearemos diante de Cuba, que tem um time muito bom. Eles vêm de vitória sobre os Estados Unidos no torneio continental e merecem muito respeito. Os norte-americanos jogaram com o time completo, a base da equipe campeã olímpica, e foram superados pelos cubanos. Eles mostraram sua força e, sem dúvida, teremos bastante dificuldade em nosso primeiro jogo", afirma Bernardinho, citando os pontos fortes do outro grande adversário na Copa dos Campeões.
"A Polônia fez um grande campeonato europeu e sagrou-se campeã. É um time experiente e fisicamente forte. Eles contarão com o levantador Zagumny, que é um dos melhores do mundo, pois alia técnica, altura e experiência. Além dele, a Polônia conta com centrais altos e um oposto que salta e ataca muito bem. Será um time difícil de ser batido", explica Bernardinho.
Além das duas potências já citadas, outro adversário chama atenção do técnico brasileiro. "Não podemos desprezar o Japão. Eles possuem um estilo de voleibol rápido e jogarão em casa. Vale ressaltar também que na Liga Mundial desse ano, os japoneses conquistaram vitórias significativas e mostraram uma boa evolução para o último ano. Eles podem dar trabalho também", analisou Bernardinho, que não conhece muito sobre os outros dois adversários: Irã e Egito.
O treinador ainda reclama de, nos treinamentos em Saquarema, não poder contar com seis convocados, já que Bruno, Éder, Thiago Alves, Mario Jr., Lucão e Leandro Vissotto estão disputando o Mundial de clubes no Japão.
"Eles estão disputando uma competição importante, mas é complicado para nós. Estamos treinando apenas com parte do grupo e o trabalho realizado aqui em Saquarema é fundamental para os nossos bons resultados. Esses atletas estão jogando numa regra diferente e isso pode nos prejudicar também. Eles não chegarão treinados. Vamos ter que superar isso tudo", afirmou.
Ciente das preocupações do treinador do Brasil, os experientes Giba e Serginho sabem do que o Brasil precisa para tentar chegar a mais um título. "A Copa dos Campeões reúne sempre grandes times. Sabemos que será difícil conquistar o tricampeonato, mas vamos lá para isso. Mostramos nosso potencial na Liga Mundial desse ano e estamos trabalhando duro para tentar manter o mesmo nível", afirma o líbero Serginho.
"Mesmo com um time renovado, o Brasil já chegou nas primeiras competições do ano com um ar de favorito. Agora, depois que vencemos essas competições, nossos adversários virão ainda mais ligados em nosso jogo. Eles entrarão em quadra para bater o Brasil. Cabe a nós trabalhar bastante para evitar isso. Não estamos com o time completo aqui em Saquarema, mas vamos superar isso quando o grupo todo estiver junto no Japão", encerra Giba.
A disputa será realizada entre 18 e 23 de novembro, no Japão, e reunirá ainda Polônia, Irã, Egito, Cuba e Japão.
"Estrearemos diante de Cuba, que tem um time muito bom. Eles vêm de vitória sobre os Estados Unidos no torneio continental e merecem muito respeito. Os norte-americanos jogaram com o time completo, a base da equipe campeã olímpica, e foram superados pelos cubanos. Eles mostraram sua força e, sem dúvida, teremos bastante dificuldade em nosso primeiro jogo", afirma Bernardinho, citando os pontos fortes do outro grande adversário na Copa dos Campeões.
"A Polônia fez um grande campeonato europeu e sagrou-se campeã. É um time experiente e fisicamente forte. Eles contarão com o levantador Zagumny, que é um dos melhores do mundo, pois alia técnica, altura e experiência. Além dele, a Polônia conta com centrais altos e um oposto que salta e ataca muito bem. Será um time difícil de ser batido", explica Bernardinho.
Além das duas potências já citadas, outro adversário chama atenção do técnico brasileiro. "Não podemos desprezar o Japão. Eles possuem um estilo de voleibol rápido e jogarão em casa. Vale ressaltar também que na Liga Mundial desse ano, os japoneses conquistaram vitórias significativas e mostraram uma boa evolução para o último ano. Eles podem dar trabalho também", analisou Bernardinho, que não conhece muito sobre os outros dois adversários: Irã e Egito.
O treinador ainda reclama de, nos treinamentos em Saquarema, não poder contar com seis convocados, já que Bruno, Éder, Thiago Alves, Mario Jr., Lucão e Leandro Vissotto estão disputando o Mundial de clubes no Japão.
"Eles estão disputando uma competição importante, mas é complicado para nós. Estamos treinando apenas com parte do grupo e o trabalho realizado aqui em Saquarema é fundamental para os nossos bons resultados. Esses atletas estão jogando numa regra diferente e isso pode nos prejudicar também. Eles não chegarão treinados. Vamos ter que superar isso tudo", afirmou.
Ciente das preocupações do treinador do Brasil, os experientes Giba e Serginho sabem do que o Brasil precisa para tentar chegar a mais um título. "A Copa dos Campeões reúne sempre grandes times. Sabemos que será difícil conquistar o tricampeonato, mas vamos lá para isso. Mostramos nosso potencial na Liga Mundial desse ano e estamos trabalhando duro para tentar manter o mesmo nível", afirma o líbero Serginho.
"Mesmo com um time renovado, o Brasil já chegou nas primeiras competições do ano com um ar de favorito. Agora, depois que vencemos essas competições, nossos adversários virão ainda mais ligados em nosso jogo. Eles entrarão em quadra para bater o Brasil. Cabe a nós trabalhar bastante para evitar isso. Não estamos com o time completo aqui em Saquarema, mas vamos superar isso quando o grupo todo estiver junto no Japão", encerra Giba.
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