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- 17h07
- 05Nov
Cimed erra muito e está eliminada do Mundial
por ESPN.com.br com Agência GE
Terra do melhor voleibol masculino do mundo entre as seleções, o Brasil segue devendo quando se fala em clubes. Bastante prejudicada pela introdução da "Golden Formula" (sistema no qual o primeiro ataque deve ser feito antes da linha dos três metros), a Cimed/Florianópolis perdeu para os poloneses do Skra Belchatow nesta quinta-feira e foi eliminada do Mundial.
Precisando da vitória para se manter com chances, os catarinenses não cumpriram o objetivo proposto e caíram por 3 sets a 1, parciais de 22/25, 25/18, 25/21 e 25/23. Desta forma, o time europeu garantiu vaga na semifinal ao lado dos iranianos do Paykan Teerã, que bateram o Al-Arabi Doha por 25/23, 25/19 e 25/14.
Os donos da casa, aliás, foram o único time a ser batido pelos atuais campeões brasileiros, ainda assim com muita dificuldade. Nervosos com a nova determinação da FIVB, que ainda está em teste, os jogadores da Cimed também estiveram longe de suas melhores atuações no Catar - somente neste terceiro jogo foram 36 pontos cedidos em erros. No grupo A, o Trentino (Itália) e o Zenit Kazan (Rússia) classificaram-se para a final.
As partidas que decidem os dois finalistas serão disputadas no sábado, com o Zenit duelando contra o Belchatow e o Trentino tentando manter a hegemonia italiana (quatro títulos em quatro edições do Mundial) diante do Paykan. À Cimed, resta lutar pelo quinto lugar, podendo se igualar ao Banespa em 1992, campanha que até agora figura como a pior do Brasil em Mundiais de clubes.
O começo do jogo desta quinta se apresentou até animador para a torcida verde-amarela. Mais acostumado à sua nova função de atacar vindo de trás, Lucão foi o destaque do primeiro set contra o Belchatow, fechado em 25 a 22 através de um bloqueio de Éder e Bob sobre Kurek.
Aos poucos, porém, os poloneses melhoraram a marcação dos ataques e minimizaram bastante o poder de fogo dos opostos verde-amarelos: com uma característica de bolas mais rápidas, nem Bob e muito menos Jamelão conseguiam furar a resistência rival. Para piorar, o ponteiro Thiago Alves também não estava bem, jogando muitas bolas para fora. Resultado: 25 a 18 e empate no jogo.
Abatida, a Cimed foi presa fácil durante a maior parte da terceira etapa, no qual Kurek foi o destaque - bola de segurança do levantador espanhol Falasca, o jovem polonês terminou a partida como o maior pontuador, com 33 acertos. No final a etapa, os brasileiros ainda esboçaram uma reação, mas virada foi confirmada com uma bola fora de Renato: 25 a 21.
Pressionados, os jogadores brasileiros entraram com muita garra no set decisivo e largaram na frente, mas permitiram a chegada do Belchatow. Com isso, os europeus conseguiram retomar à frente do placar no 23-22 e fecharam o duelo momentos mais tarde, com um ataque de Kurek.
Precisando da vitória para se manter com chances, os catarinenses não cumpriram o objetivo proposto e caíram por 3 sets a 1, parciais de 22/25, 25/18, 25/21 e 25/23. Desta forma, o time europeu garantiu vaga na semifinal ao lado dos iranianos do Paykan Teerã, que bateram o Al-Arabi Doha por 25/23, 25/19 e 25/14.
Os donos da casa, aliás, foram o único time a ser batido pelos atuais campeões brasileiros, ainda assim com muita dificuldade. Nervosos com a nova determinação da FIVB, que ainda está em teste, os jogadores da Cimed também estiveram longe de suas melhores atuações no Catar - somente neste terceiro jogo foram 36 pontos cedidos em erros. No grupo A, o Trentino (Itália) e o Zenit Kazan (Rússia) classificaram-se para a final.
As partidas que decidem os dois finalistas serão disputadas no sábado, com o Zenit duelando contra o Belchatow e o Trentino tentando manter a hegemonia italiana (quatro títulos em quatro edições do Mundial) diante do Paykan. À Cimed, resta lutar pelo quinto lugar, podendo se igualar ao Banespa em 1992, campanha que até agora figura como a pior do Brasil em Mundiais de clubes.
O começo do jogo desta quinta se apresentou até animador para a torcida verde-amarela. Mais acostumado à sua nova função de atacar vindo de trás, Lucão foi o destaque do primeiro set contra o Belchatow, fechado em 25 a 22 através de um bloqueio de Éder e Bob sobre Kurek.
Aos poucos, porém, os poloneses melhoraram a marcação dos ataques e minimizaram bastante o poder de fogo dos opostos verde-amarelos: com uma característica de bolas mais rápidas, nem Bob e muito menos Jamelão conseguiam furar a resistência rival. Para piorar, o ponteiro Thiago Alves também não estava bem, jogando muitas bolas para fora. Resultado: 25 a 18 e empate no jogo.
Abatida, a Cimed foi presa fácil durante a maior parte da terceira etapa, no qual Kurek foi o destaque - bola de segurança do levantador espanhol Falasca, o jovem polonês terminou a partida como o maior pontuador, com 33 acertos. No final a etapa, os brasileiros ainda esboçaram uma reação, mas virada foi confirmada com uma bola fora de Renato: 25 a 21.
Pressionados, os jogadores brasileiros entraram com muita garra no set decisivo e largaram na frente, mas permitiram a chegada do Belchatow. Com isso, os europeus conseguiram retomar à frente do placar no 23-22 e fecharam o duelo momentos mais tarde, com um ataque de Kurek.
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