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O vice-presidente de futebol do Flamengo, Kléber Leite, diz que não há o que falar sobre Adriano. Segundo ele, a terceira -- atenção, é a terceira falta, como este blog já mostrou -- é motivo para que ele dê explicações ao supervisor. "É só o que tenho a dizer. Ele vai ser ouvido pelo supervisor à tarde e dar uma explicação. Se não houver uma explicação convincente, vamos tomar as medidas cabíveis.
Adriano faltou ao treino na manhã de sexta-feira, véspera do jogo contra o Vitória.
É mais um capítulo da novela que envolve a tentativa da comissão técnica trabalhar com o centroavante em bom nível e o contraste com a proteção dada por parte da direção ao centroavante.
Por mais que o episódio tenha ficado com uma explicação, a única coisa a dizer é:
que diarreia, hein, Adriano!
- 11h05
- 03Jul

Sábado, Vila Belmiro, 18h30
SANTOS – Problemas - Triguinho (machucado), Fábio Costa (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Douglas, Wágner Diniz, Fabão, Domingos e Léo; Roberto Brum e Rodrigo Souto; Mádson, Paulo Henrique Ganso e Róbson; Kléber Pereira. Técnico: Vágner Mancini
SPORT – Problemas – Wilson (sem contrato renovado), Daniel Paulista (machucado) – Time provável (3-4-2-1) – Magrão, Igor, Juliano e Durval; Élder Granja, Dudé, Sandro Goiano e Dutra; Fabiano e Hugo; Ciro. Técnico: Émerson Leão
CURIOSIDADE – Em 1998, Leão era o técnico do Santos no polêmico jogo da Vila Belmiro, vencido pelos santistas por 2 x 1, pelas quartas-de-final do Brasileirão.
PALPITE – Santos
ARBITRAGEM – Alicio Pena Júnior (MG); Márcio Eustáquio Santiago, Jair Albano Félix
SANTO ANDRÉ x BARUERI

Sábado, Bruno José Daniel, 18h30
SANTO ANDRÉ – Problemas – Nenhum – Time provável (4-2-3-1) – Neneca, Cicinho, Cesinha, Marcel e Gustavo Nery; Fernando e Ricardo Conceição; Marcelinho, Rodriguinho e Pablo Escobar; Nunes. Técnico: Sérgio Guedes
BARUERI – Problemas – Pedrão (vendido ao Al Shabab), Thiago Humberto (terceiro cartão) – Time provável (3-4-1-2) - René, Xandão, André Luís e Leandro Castan; Éder, Ralf, Everton e Márcio Careca; Fernandinho; Basílio e Val Baiano. Técnico: Estevam Soares
CURIOSIDADE – No Paulistão, vitória do Santo André por 2 x 1.
PALPITE – Santo André
ARBITRAGEM – Paulo César Oliveira (SP); Émerson Augusto de Carvalho, Éverson Luís Luquesi
FLAMENGO x VITÓRIA

Sábado, Engenhão, 18h30
FLAMENGO – Problemas – Aírton (suspenso pelo STJD) – Time provável (3-5-2) – Bruno, Ronaldo Angelim, Wellinton e Williams; Toró e Kléberson; Leonardo Moura, Íbson e Juan; Émerson e Adriano. Técnico: Cuca
VITÓRIA – Problemas – Nenhum – Time provável (3-4-1-2) – Viáfara, Wallace, Anderson Martins e Victor Ramos; Apodi, Vânderson, Uelliton e Leandro; Leandro Domingues; Elkesson e Roger. Técnico: Paulo César Carpegiani
CURIOSIDADE – O Flamengo enfrenta seu técnico campeão mundial de 1981, Paulo César Carpegiani.
PALPITE - Flamengo
ARBITRAGEM – Nielson Nogueira Dias (PE); Erich Bandeira, Jossemar José Diniz Moutinho
ATLÉTICO MINEIRO x BOTAFOGO

Domingo, Mineirão, 16h
ATLÉTICO MINEIRO – Problemas – Werley (expulsão), Thiago Feltri (suspenso por 2 jogos pela expulsão contra o Náutico) – Time provável (4-3-1-2) – Aranha, Carlos Alberto, Wélton Felipe, Alex Bruno e Júnior; Renan, Jonílson, Márcio Araújo e Renan Oliveira; Éder Luís e Diego Tardelli. Técnico: Celso Roth
BOTAFOGO – Problemas – Renan (machucado), Léo Silva (terceiro cartão) – Time provável (3-4-1-2) – Castillo, Juninho, Émerson e Eduardo; Alessandro, Leandro Guerreiro, Thiaguinho e Batista; Renato e Lúcio Flávio; Victor Simões. Técnico: Ney Franco
CURIOSIDADE – Há onze anos, Atlético Mineiro e Botafogo realizaram o empate com maior número de gols da história do Brasileirão: 5 x 5.
PALPITE – Atlético Mineiro
ARBITRAGEM – Sálvio Spínola (SP); Márcio Luís Augusto, Nilson de Souza Monção
CORITIBA x SÃO PAULO

Domingo, Couto Pereira, 16h
CORITIBA – Problemas – Carlinhos Paraíba (terceiro cartão) – Time provável (3-4-1-2) – Vanderlei, Pereira, Cleiton e Felipe; Márcio Gabriel, Leandro Donizete, Pedro Ken e Rodrigo Crasso; Marcelinho Paraíba; Marcos Aurélio e Ariel. Técncio: René Simões
SÃO PAULO – Problemas – Richarlyson (terceiro cartão), Rogério (machucado) – Time provável (4-3-1-2) – Dênis (Bosco), Zé Luís, André Dias, Miranda e Júnior César; Eduardo Costa, Hernanes, Jorge Wágner e Marlos; Borges e Washington. Técnico: Ricardo Gomes
CURIOSIDADE – Marlos volta a jogar no Couto Pereira, dois meses depois de deixar o clube.
PALPITE – Coritiba
ARBITRAGEM – Leandro Vuaden (RS); Marcos Antônio Moreira, Fabiano da Silva Ramires
GOIÁS x CRUZEIRO

Domingo, Serra Dourada, 16h
GOIÁS – Problemas – Iarley (terceiro cartão) – Time provável (3-4-1-2) – Harlei, Leandro Eusébio, Rafael Tolói e Ernando; Vítor, Ramalho, Amaral e Júlio César; Felipe Menezes; Felipe e Bruno Meneghel. Técnico: Hélio dos Anjos
CRUZEIRO – Problemas - Henrique (machucado), Fabrício (machucado), Gustavo (machucado), Athirson (machucado), Fernandinho (machucado) – Time provável –(4-3-1-2) – Andrei, Jancarlos, Ânderson, Luisão e Vinícius; Mateus, Henrique, Elicarlos e Bernardo; Thiago Ribeiro e Zé Carlos. Técnico: Adílson Batista
CURIOSIDADE – A última vitória do Cruzeiro no Serra Dourada aconteceu em 2006: 3 x 2.
PALPITE – Goiás
ARBITRAGEM – Wilson Souza de Mendonça (PE); Luciano José Coelho Cruz, Ubirajara Ferraz Jota
GRÊMIO x ATLÉTICO PARANAENSE

Domingo, Olímpico, 16h
GRÊMIO – Problemas – Jonas (expulso) – Time provável (4-2-2-2) – Victor, Thiego, Léo, Réver e Fábio Santos; Adílson, Túlio, Tcheco e Souza; Herrera e Maxi López. Técnico: Paulo Autuori
ATLÉTICO PARANAENSE – Problemas – Rafael Santos (terceiro cartão), Valencia (terceiro cartão), Rafael Moura (machucado, dúvida) – Time provável (3-4-1-2) – Vinícius, Antônio Carlos, Rhodolfo e Manoel; Zé Antônio, Rafael Miranda, Chico e Márcio Azevedo; Paulo Baier; Marcinho e Wesley. Técnico: Waldemar Lemos
CURIOSIDADE – Ano passado, vitória gremista por 3 x 0, com três gols de pênalti de Roger.
PALPITE – Grêmio
ARBITRAGEM – Rodrigo Nunes de Sá (RJ); Wágner de Almeida Santos, Rodrigo Pereira Joia
AVAÍ x PALMEIRAS

Domingo, Ressacada, 18h30
AVAÍ – Problemas – André Turatto (machucado), Odair (machucado) – Time provável (4-2-2-2) – Eduardo Martini, Ferdinando, Ânderson, Émerson e Uendel; Marcus Vinícius, Léo Gago, Marquinhos e Muriqui; Luís Ricardo e Lima. Técnico: Silas
PALMEIRAS – Problemas – Wendell (terceiro cartão) – Time provável (4-3-1-2) – Marcos, Fabinho Capixaba, Maurício Ramos, Danilo e Armero; Pierre, Mozart, Diego Souza e Cleiton Xavier; Willams e Obina. Técnico: Jorginho
CURIOSIDADE – Na história, um jogo pelo Brasileirão. Em 1976, o Palmeiras venceu por 1 x 0 no Orlando Scarpelli, gol de Toninho, contratado pelo Palmeiras do Figueirense, um ano antes.
PALPITE – Empate
ARBITRAGEM – Evandro Rogério Roman (PR); Gílson Bento Coutinho, José Amílton Pontarolo
NÁUTICO x INTERNACIONAL

Domingo, Aflitos, 18h30
NÁUTICO – Problemas – Derlei (terceiro cartão) – Time provável (4-2-2-2) – Eduardo, Juliano, Vágner, Asprilla e Ânderson Santana; Galiardo, Jhonny, Aílton e Carlinhos Bala; Gilmar e Ânderson Lessa. Técnico: Márcio Bittencourt
INTERNACIONAL – Problemas – Sandro (machucado) – Time provável (4-3-1-2) – Lauro, Bolívar, Índio, Danny Morais e Kléber; Glaydson, Magrão, Guiñazú e D’Alessandro; Taison e Nilmar. Técnico: Tite
CURIOSIDADE – O Internacional jogou cinco vezes nos Aflitos e empatou todas. Mas não ganha no Recife do Náutico desde 1980.
PALPITE – Internacional
ARBITRAGEM – Marcelo de Lima Henrique (RJ); Marcelo Braz Mariano, Lourival Cândido das Flores
- 09h32
- 03Jul

Uma longa reunião do Comitê Executivo impede os representantes da Confederação Sul-Americana de se manifestarem desde quinta-feira. No final da tarde de quinta, o telefone celular do assessor de imprensa da Confederação, Nestor Benítez, atendeu. Ele pediu desculpas e desligou, sem responder à questão fundamental: onde será o primeiro jogo da decisão.
Nos bastidores, o Cruzeiro havia conseguido resposta mais direta. Eugenio Figueiredo, vice-presidente da Confederação, garantia que a decisão não seria em La Plata, em função da gripe suína. O jogo poderia acontecer em Assunção ou Santiago.
Era essa a informação com a qual o Cruzeiro trabalhou até a tarde de quinta-feira, quando chegou a notícia de que Julio Grondona, presidente da Associação de Fútbol Argentino (AFA) entrou na briga. O Estudiantes ameaça não jogar a decisão se o primeiro jogo não acontecer em La Plata. A interferência do presidente da AFA deve significar o primeiro jogo no campo do Estudiantes, na Argentina.
O Cruzeiro não compra a briga. Faz o discurso politicamente correto, diz que joga onde a Confederação decidir. Nos bastidores, trabalhou pela mudança do local. A guerra segue na reunião do Comitê Executivo, que trata de diversos assuntos e prossegue nesta sexta-feira. Mas a tendência é que a partida aconteça mesmo em La Plata.
- 08h29
- 03Jul
Os primeiros 30 minutos foram aflitivos para os cruzeirenses. Pressão gremista, sempre pelo lado esquerdo do ataque, o lado de Jonathan, a direita celeste. E, então, uma cobrança de lateral pela direita, permitiu a Kléber girar sobre Fábio Santos e levar a bola até a linha de fundo. Até Wellington Paulista finalizar. Os gremistas podem discutir mais uma vez a mudança tática de Autuori. Thiego pegava Kléber, quando este se colocava pela esquerda do ataque. Mas quando saía para a direita, ficava um vazio, entre Fábio Santos e Réver, exatamente como aconteceu no primeiro gol no Mineirão.
No segundo gol, Fábio Santos se posicionava como lateral e dava condição de jogo a Wellington Paulista. No 3-5-2, estaria lá em cima, na marcação a Jonathan.
O Cruzeiro teve sorte nos primeiros 30 minutos e teve Fábio, de trajetória cada dia mais impressionante. Mas foi Kléber quem mudou o jogo, num lance genial.
O Cruzeiro é mais time, embora não tenha mostrado isso plenamento no estádio Olímpico. Pode terminar de mostrar no final da campanha da Libertadores.
- 10h00
- 02Jul

Esqueça um pouco a discussão sobre Robertão e Taça Brasil. Só por um momento, já que a CBF parece ter esquecido e nem toca no assunto.
Nesse caso, como uma licença poética apenas, vale a soma dos títulos nacionais disponíveis nestes nossos tempos. O Corinthians tem quatro títulos brasileiros, três Copas do Brasil. O Flamengo com seus cinco Brasileiros e duas Copas do Brasil é o único igual: 7 taças.
A informação não é nova -- nem o título da coluna -- e estava na edição paulista do LANCE!, na quarta-feira. Mas mostra como o Corinthians voltou a seu lugar: o topo.
Em um ano e meio, o Corinthians saiu do inferno e foi ao paraíso. Fale-se em Ronaldo, importantíssimo na campanha e autor de três gols. Fale também em Andrés Sanchez, em André Santos, o melhor da decisão, em Chicão, o melhor da Copa do Brasil, na dupla de zaga, invicta há 40 partidas, com 29 vitórias e 11 empates.
Mas não haveria este Corinthians grande, altaneiro, não fosse o técnico Mano Menezes. Se o que faltava para apontá-lo como o melhor técnico do Brasil eram títulos, não faltam mais. Claro, o currículo ainda pode ser um pouco mais recheado -- e será em breve -- para se aproximar às conquistas de Luxemburgo, de Muricy. Mas o que dizer de um técnico que transformou o time de Fabinho, Eduardo Ramos, Alessandro e Diogo Rincón em vice-campeão da Copa do Brasil de 2008. Que fez o Grêmio de Sandro Goiano ser vice-campeão da Libertadores. Que faz o Corinthians ser o melhor time do semestre, com um elenco sem brilho individual.
Se muitos não têm dúvida de que o Inter tem mais jogadores talentosos do que o Corinthians, quem duvida que o Corinthians tem um time muito mais sólido? Quem duvidou, teve a prova provada ontem.
O Corinthians de Mano Menezes é, do Brasil, o clube mais brasileiro.
Galera, este post leva em conta a matéria publicada pelo L!. Gente como o Felipe, que não tem usado seus óculos direitinho, não entendeu, né Felipe?
Como aqui já tratamos do tema com todos os torneios nacionais, não é preciso dizer que o Santos tem 5 Taças Brasil, 1 Robertão e 2 Brasileiros, ou seja, 8 títulos nacionais. E o Palmeiras tem 4 brasileiros, 2 Taças Brasil, 2 Robertões e 1 Copa do Brasil, ou seja, 9 títulos nacionais.
Daí o texto pedir licença para tocar nesse assunto.
- 13h23
- 01Jul
O Internacional disputou 42 partidas neste ano e marcou 97 gols. Se chegar ao centésimo gol nesta noite, pode ganhar a Copa do Brasil. Mas os números fantásticos são do trio Nilmar, Taison e D'Alessandro. Com os três juntos, o Inter não joga desde o jogo de ida da semifinal da Copa do Brasil, dia 27 de maio, vitória por 3 x 1 sobre o Coritiba.
Com os três juntos, o Inter disputou 16 partidas, venceu 14, empatou uma e perdeu uma. Marcou 36 gols e só passou dois jogos em branco, o empate por 0 x 0 com o Flamengo, no Maracanã, e a derrota por 1 x 0 para o União de Rondonópolis. No Beira Rio, gols em todos os jogos.
O contraste é a dupla de zaga do Corinthians. Com Chicão e William juntos, o Corinthians não perde desde 11 de junho de 2008, com 29 vitórias e 10 empates, em 39 jogos. A última derrota: 0 x 2 para o Sport, na decisão da Copa do Brasil do ano passado.
- 09h59
- 01Jul
"As pessoas ficam dizendo isso, mas não procede. O São Paulo não deve nada. O prazo da lei é que atrasa um pouco a rescisão."
Ontem, surgiu o boato de que o Tricolor poderia contratar o zagueiro Lúcio. Não procede. Dono de salário alto demais para o padrão brasileiro, Lúcio pode ter o Chelsea como destino. 'Não há hipótese de voltar ao Brasil', disse um empresário ligado ao grupo Sonda.
- 18h50
- 30Jun
A última vez que o Corinthians fracassou com sua zaga titular em campo, foi na decisão da Copa do Brasil de 2008: 2 a 0 para o Sport.
- 17h48
- 30Jun

A proposta do vice-presidente de futebol do Palmeiras, Gilberto Cipullo, é esperar Muricy Ramalho. O Palmeiras pode ter com o treinador tricampeão brasileiro uma ação semelhante à que o Grêmio teve com Paulo Autuori. Se Autuori demoraria um mês para se desvencilhar do Al Rayann, o Grêmio esperava. Se Muricy precisa de férias, o Palmeiras aguarda.
Cipullo diz que já mandou o recado por meio do auxiliar-técnico Tata e do procurador Márcio Rivellino. Se Muricy quer férias, pode ficar apalavrado com o Palmeiras e o clube espera. Se precisar assumir em 15 ou 20 dias, não é problema para o Palmeiras. Nessa condição, é possível que Muricy Ramalho seja o novo treinador do Palmeiras.
Na história de Inter x Corinthians, no Beira Rio, são 22 partidas oficiais. Dessas, apenas duas vitórias corintianas, sete coloradas e 12 empates. São 21 jogos pelo Campeonato Brasileiro, um pela Copa do Brasil e nenhum pelo Robertão. Impressiona o escasso número de vitórias corintianas, mas também as raras vezes em que o Inter conseguiu três gols de diferença. Isso aconteceu apenas duas vezes, em 2004 e 2007.Na história do confronto, Casagrande, pelo Corinthians, Pato e André Neles, pelo Inter, são os maiores goleadores, com dois gols cada. A primeira partida no Beira Rio aconteceu em 1971, com empate por 2 x 2, gols de Rivelino e Mirandinha, Sérgio e Arlem para o Inter.

“Como você pode ter tanta memória”, é uma das perguntas que o jornalista mais ouve na vida. Mas a resposta não pode vir antes de um histórico.
A vida esportiva de PVC começa quando o jornalista era o Paulo, de 14 anos, na frente na banca de jornais, ainda antes de abrir, à espera de sua leitura preferida: a revista Placar – como conta João Moreira Salles, em reportagem da revista Piauí número 17, de fevereiro de 2008. Formado em Jornalismo em 1990, pela Universidade Metodista, em São Bernardo do Campo, começou a trabalhar em pequenos jornais da cidade e depois como repórter do Diário do Grande ABC. Em 1991, foi estagiário da revista Ação, da editora Abril e logo chegou à Placar. Em 1997, chegou ao diário Lance!.
Escreveu livros também: Jornalismo Esportivo, Os 50 Maiores Jogos das Copas do Mundo e Futebol Passo a Passo: Técnica, Tática e Estratégia.
Na ESPN desde 2000, PVC passou a participar de quase todos os programas e de várias transmissões de futebol. Pela firmeza dos comentários, embasados em muita informação, firmou-se já como um dos grandes comentaristas do jornalismo esportivo brasileiro.
Agora voltemos à pergunta que sempre fazem: Como consegue lembrar de tantos detalhes, de tantos jogos, de tantos jogadores? Sentado no balcão da padaria, contou “tenho uma parte da memória do que vivi como fã de futebol e outra que alimento lendo, prestando atenção ao que leio, porque sei que vou precisar”. Mais! Organiza informações em papéis e computadores portáteis, de escalações a datas.
Ou seja, mais organização e atenção do que um dom extraterreno. Mais trabalho do que mágica. Mais transpiração do que inspiração. Trocando em miúdos, dedicação, humildade e jornalismo no sangue. E PVC nem chegou aos 40 anos de idade, quando, dizem, jornalistas começam a ficar bons de verdade. Será possível?
Paulo Vinicius Coelho, o PVC, é jornalista desde os 18 anos. Foi repórter da revista PLACAR, repórter, editor e colunista do jornal Folha de S.Paulo e desde 2000 é comentarista dos canais ESPN. Cobriu as Copas de 1994, 1998 e 2006 e tem mais tempo de profissão do que tinha de vida, quando começou a trabalhar
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