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Felipão afasta lembranças de 2000 e prevê Adilson entre os grandes técnicos brasileiros
por Vinícius Nicoletti, do CT da Barra Funa, com redação do ESPN.com.br
O treinador Luiz Felipe Scolari tem um bom retrospecto em jogos contra o Corinthians. Em 2000, comandando o mesmo Palmeiras, Felipão conseguiu eliminar o rival da Libertadores após uma disputa de pênaltis. Porém, ele afirma que aqueles confrontos não ficaram marcados em sua vida, apesar de serem recordados com muito carinho pela torcida palmeirense.
“Nem me lembrava disso porque não me apego a essas coisas. Aquilo passou e já penso no próximo jogo. Não é uma coisa que ficou marcado para mim”, afirmou Felipão, que ainda rechaçou qualquer diferença entre enfrentar o Corinthians e outro adversário.
“É a mesma coisa que jogar contra o ceara, ou o time da minha cidade. Não tem esse de adversário, quero os 3 pontos”, disse antes de ressaltar que quer se impor atuando com seu mando no Pacaembu, tradicional casa do Corinthians. "Se sou o mandante, mando eu. O vestiário um é do Palmeiras. No dia que não for mandante, aceito o vestiário três, cinco, sete. Já foi definido desta forma por quem dirige o Pacaembu."
‘Pulso firme’, Felipão já apresentou sua cartilha ao elenco palmeirense na tarde desta quinta-feira. Na coletiva, o treinador defendeu seu métodos e explicou que nem todas as normas do clube foram instituídas por ele.
“Tem algumas normas do clube que não estou na minha cartilha, como não usar chinelo no refeitório. Mas algumas coisas são normas da Fifa. As vezes o jogador fala besteira de cabeça quente. Orientei para que eles não dessem entrevistas”, afirmou.
No duelo deste domingo, Scolari ainda não sabe se contará com Marcos no reencontro com Adilson Batista, atual técnico do Corinthians e amigo do comandante palmeirense. Felipão comandou o rival nos tempos de Grêmio e não poupou elogios a ele, colocando-o entre os grandes treinadores do Brasil em um futuro próximo.
“O Marcos vai treinar agora a tarde e só depois vamos definir se ele joga”, afirmou Felipão. “Não tenho vantagens sobre o Adilson por estar a mais tempo porque só cheguei há 15 dias e não sou perfeito para arrumar o time em tão pouco tempo. Ele foi um grande zagueiro quando jogava. Como técnico tem uma liderança muito forte e será um dos técnicos de ponta no futebol brasileiro nos próximos 4 ou 5 anos”, previu.
“Nem me lembrava disso porque não me apego a essas coisas. Aquilo passou e já penso no próximo jogo. Não é uma coisa que ficou marcado para mim”, afirmou Felipão, que ainda rechaçou qualquer diferença entre enfrentar o Corinthians e outro adversário.
“É a mesma coisa que jogar contra o ceara, ou o time da minha cidade. Não tem esse de adversário, quero os 3 pontos”, disse antes de ressaltar que quer se impor atuando com seu mando no Pacaembu, tradicional casa do Corinthians. "Se sou o mandante, mando eu. O vestiário um é do Palmeiras. No dia que não for mandante, aceito o vestiário três, cinco, sete. Já foi definido desta forma por quem dirige o Pacaembu."
‘Pulso firme’, Felipão já apresentou sua cartilha ao elenco palmeirense na tarde desta quinta-feira. Na coletiva, o treinador defendeu seu métodos e explicou que nem todas as normas do clube foram instituídas por ele.
“Tem algumas normas do clube que não estou na minha cartilha, como não usar chinelo no refeitório. Mas algumas coisas são normas da Fifa. As vezes o jogador fala besteira de cabeça quente. Orientei para que eles não dessem entrevistas”, afirmou.
No duelo deste domingo, Scolari ainda não sabe se contará com Marcos no reencontro com Adilson Batista, atual técnico do Corinthians e amigo do comandante palmeirense. Felipão comandou o rival nos tempos de Grêmio e não poupou elogios a ele, colocando-o entre os grandes treinadores do Brasil em um futuro próximo.
“O Marcos vai treinar agora a tarde e só depois vamos definir se ele joga”, afirmou Felipão. “Não tenho vantagens sobre o Adilson por estar a mais tempo porque só cheguei há 15 dias e não sou perfeito para arrumar o time em tão pouco tempo. Ele foi um grande zagueiro quando jogava. Como técnico tem uma liderança muito forte e será um dos técnicos de ponta no futebol brasileiro nos próximos 4 ou 5 anos”, previu.
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