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- 09h32
- 08Jun
Novo revés faz Magic desafiar história se quiser a taça
por ESPN.com.br com Agência GE
A segunda derrota em dois jogos contra o Orlando Magic adicionou mais um adversário além do Los Angeles Lakers no caminho da equipe da Flórida: a história. Em todos os tempos, apenas três times foram capazes de superar uma desvantagem de 2 a 0 para chegar ao título da NBA.
Desde o início da NBA, em 1947, a decisão de quem fica com o almejado anel sempre foi realizada em uma melhor-de-sete partidas, e somente Boston Celtics (em 1969), Portland Trail Blazers (1977) e Miami Heat (2006) conseguiram uma virada do tamanho daquela de que precisa o Magic agora.
Tentando driblar esse histórico, Dwight Howard confia em repetir o rival de Los Angeles quando ao aproveitamento do fator quadra. Na próxima terça-feira, a série vai pela primeira vez a Orlando, onde os mandantes perderam apenas 11 dos 45 encontros realizados nesta temporada. "Os Lakers fizeram um bom trabalho protegendo a sua casa, e nós devemos fazer a mesma coisa. Já estivemos em situações difíceis e precisamos lutar".
Contratado pelo Magic há dois anos, o técnico Stan Van Gundy não tinha experiência em finais da NBA até 2009, porém garante que reviravoltas desse tipo acontecem no basquete. "Já vi séries mudarem. Precisamos ir para o nosso ginásio (Amway Arena) e realizar um grande jogo". Vale lembrar que, dentre as três vezes em que uma franquia abriu 2 a 0 na finalíssima e tomou a virada, uma aconteceu justamente com os Lakers, batidos por 4 a 3 pelos Celtics em 1969.
Além das dificuldades que serão encontradas para superar a desvantagem rumo ao título da liga, mais um fator histórico jogará contra o Magic a partir deste domingo. Como aconteceu há 14 anos, na única final disputada por Orlando, um jogador do time teve uma grande chance para garantir um resultado positivo nos últimos instantes de uma partida decisiva, mas falhou. Desta vez, Courtney Lee ocupou o posto de 'vilão' que já foi de Nick Anderson.
Na última noite, o placar de 101 a 96 a favor dos Lakers só foi definido na prorrogação, que poderia ter sido evitada não fosse um equívoco de Lee a 0,6 segundos do fim do tempo regulamentar. Em uma jogada classificada de 'brilhante' até mesmo por Kobe Bryant, Hedo Turkoglu deixou a bola na mão do ala-armador novato, que estava livre no garrafão para fazer a bandeja.
"A partir do momento em que tentei fazer a jogada, tudo parecia acabado", afirmou Lee, que ao se equivocar deve ter feito a torcida se lembrar de Anderson. Na final de 1994, a vitória no confronto de abertura contra o Houston Rockets foi impedida depois que o jogador errou quatro lances livres consecutivos - depois, os texanos acabariam campeões por 4 a 0.
Armador reserva do Magic, J.J. Redick ficou incrédulo com o erro do companheiro. "Por um segundo aquilo foi surreal, pois eu não podia acreditar no quão livre ele estava", afirmou, torcendo para que uma virada da franquia impeça Lee de ficar marcado para sempre negativamente na história do Orlando.
Desde o início da NBA, em 1947, a decisão de quem fica com o almejado anel sempre foi realizada em uma melhor-de-sete partidas, e somente Boston Celtics (em 1969), Portland Trail Blazers (1977) e Miami Heat (2006) conseguiram uma virada do tamanho daquela de que precisa o Magic agora.
Tentando driblar esse histórico, Dwight Howard confia em repetir o rival de Los Angeles quando ao aproveitamento do fator quadra. Na próxima terça-feira, a série vai pela primeira vez a Orlando, onde os mandantes perderam apenas 11 dos 45 encontros realizados nesta temporada. "Os Lakers fizeram um bom trabalho protegendo a sua casa, e nós devemos fazer a mesma coisa. Já estivemos em situações difíceis e precisamos lutar".
Contratado pelo Magic há dois anos, o técnico Stan Van Gundy não tinha experiência em finais da NBA até 2009, porém garante que reviravoltas desse tipo acontecem no basquete. "Já vi séries mudarem. Precisamos ir para o nosso ginásio (Amway Arena) e realizar um grande jogo". Vale lembrar que, dentre as três vezes em que uma franquia abriu 2 a 0 na finalíssima e tomou a virada, uma aconteceu justamente com os Lakers, batidos por 4 a 3 pelos Celtics em 1969.
Além das dificuldades que serão encontradas para superar a desvantagem rumo ao título da liga, mais um fator histórico jogará contra o Magic a partir deste domingo. Como aconteceu há 14 anos, na única final disputada por Orlando, um jogador do time teve uma grande chance para garantir um resultado positivo nos últimos instantes de uma partida decisiva, mas falhou. Desta vez, Courtney Lee ocupou o posto de 'vilão' que já foi de Nick Anderson.
Na última noite, o placar de 101 a 96 a favor dos Lakers só foi definido na prorrogação, que poderia ter sido evitada não fosse um equívoco de Lee a 0,6 segundos do fim do tempo regulamentar. Em uma jogada classificada de 'brilhante' até mesmo por Kobe Bryant, Hedo Turkoglu deixou a bola na mão do ala-armador novato, que estava livre no garrafão para fazer a bandeja.
"A partir do momento em que tentei fazer a jogada, tudo parecia acabado", afirmou Lee, que ao se equivocar deve ter feito a torcida se lembrar de Anderson. Na final de 1994, a vitória no confronto de abertura contra o Houston Rockets foi impedida depois que o jogador errou quatro lances livres consecutivos - depois, os texanos acabariam campeões por 4 a 0.
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