A campeã olímpica Maurren Maggi está desempregada - ao menos, temporariamente. Ela e toda a equipe treinada por Nélio Moura, incluindo atletas como Keila Costa, não renovaram o contrato com a Rede Atletismo, assinado há pouco mais de um ano.
Abalada por sete casos de doping neste ano, a Rede reduzirá o investimento nas equipes adultas. A prioridade do time, segundo seu presidente, Jorge Queiroz, é o projeto de formação de atletas, já em funcionamento no moderno CT construído em Bragança Paulista.
Nélio afirmou que a saída tem sido desenhada há algum tempo e foi formalizada nos últimos dias. "A Rede optou por manter o foco na criançada e nós decidimos encerrar a parceria".
Maurren começou a carreira na BM&F Bovespa em 1995, mas assinou contrato com a Rede logo após a conquista do ouro no salto em distância nos Jogos de Pequim, em 2008.
Depois de abandonar a competição no Mundial por causa de uma lesão, Maurren já treina na pista do Ibirapuera, que ainda não foi reformada. Para o ano que vem, Nélio cogita formar um time próprio para acomodar os seus atletas.
"É uma possibilidade. Estamos em busca de parceiros", disse.
O espanhol Paquillo Fernández, vice-campeão da marcha de 20 km nas Olimpíadas de Atenas, em 2004, viu nesta terça-feira seu nome ligado a uma rede de doping na Espanha
Distribuindo US$ 6,63 milhões em prêmios, o circuito que substituirá a Golden League nasce com o propósito de levar as principais provas do atletismo para fora da Europa