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As notícias do dia no Sportscenter, às 23h
Faz sucesso na internet o gol de pênalti feito com o que seria o pé de apoio pelo atacante espanhol Ezequiel Calvente na Eurocopa sub-19 — clique aqui e veja. A Espanha derrotou a Itália por 3 a 0 e dessa maneira ele marcou um dos tentos.
E na rede surge uma lembrança que mostra cobrança feita da mesma maneira quase duas décadas antes. O argentino Jorge Coco Reinoso marcou em 1991 da mesma maneira, chutando com o pé de apoio e surpeendendo o goleiro. E o melhor, ele assinalou o tento com a camisa do glorioso Racing de Avellaneda.
Foi numa disputa de pênaltis após dois empates, 1 a 1 na Bombonera e 0 a 0 no Cilindro, jogos válildos pela Liguilla Pré-Libertadores. E contra o Boca Juniors. Os bosteros levaram a melhor (4 a 2), mas isso deixemos de lado. O importante é que o goleiro colombiano naturalizado argentino Navarro Montoya ficou sem graça. Veja.
Obs: o blog agrece a @BicudaFC pela dica via twitter.
Números e análise do Footstas sustentam este post. Eles evidenciam a ampla, total, absoluta superioridade do Internacional sobre o São Paulo na primeira partida pela semifinal da Copa Libertadores da América. Um massacre de um time estruturado sobre um adversário encolhido. Confiram os números.
1) O São Paulo acertou o gol do Internacional uma única vez em toda a partida. E isso aconteceu apenas aos 45 do segundo tempo.
2) Somando os dois elencos e ignorando Washington, que voltou ao Fluminense, os tricolores têm somente os sextos melhores finalizadores, e um deles é meia/volante: Hernanes (o outro é Dagoberto). Contando o ex-são-paulino "Coração Valente", cinco dos seis primeiros da lista dos melhores arrematadores pertencem ao Intenacional.
3) Finalizações, cruzamentos, lançamentos, dribles, passes, desarmes e viradas de jogos. Esses são os sete mais importantes indicativos de desempenho, e o São Paulo está à frente do Internacional somente nos dribles (Hernanes) e lançamentos (o goleiro Rogério Ceni). Ampla vantagem colorada nos demais quesitos.
4) Sobre o desperdício de posse de bola: Marlos perde só 50% a mais que D’Alessandro, o jogador do Inter que mais é desarmado no time gaúcho. E a diferença é considerável. Por partida, nove bolas perdidas pelo são-paulino contra seis do argentino.
5) A posse de bola no duelo em Porto Alegre foi de barcelonescos 64% para o Internacional contra míseros 36% do São Paulo, padrão Xerez, possivelmente. Até aí tudo bem se o time paulista tivesse jogadas de contra-golpe. Contudo, o São Paulo não sabe jogar no contra-ataque também. Da sua posse, 41% foi na própria defesa, ou seja, apenas em menos de 15 minutos dos 90 minutos de peleja a pelota esteve no campo de ataque são-paulino. O Inter não correu praticamente risco algum.
No Beira-Rio, torcedores colorados "enterram" os rivais tricolores, será? Resposta só no Morumbi
Horas antes do jogo Santos 2 x 0 Vitória, na decisão da Copa do Brasil, Coutinho, ídolo santista dos tempos áureos e parceiro de ataque de Pelé, falou sobre Neymar. O craque dos anos 1950 e 1960 demonstrou sua preocupação com o jovem atacante santista e pediu mais seriedade.
"O Neymar ainda está na fase da molecagem, tinham que falar com ele para que brinque levando tudo a sério", resumiu. Não me parece difícil seguir o conselho de Coutinho. Ignorá-lo seria jogar no lixo a história de glórias do Santos Futebol Clube.
"O Neymar ainda está na fase da molecagem, tinham que falar com ele para que brinque levando tudo a sério", resumiu. Não me parece difícil seguir o conselho de Coutinho. Ignorá-lo seria jogar no lixo a história de glórias do Santos Futebol Clube.
Coutinho falou sobre a imaturidade de Neymar: veja o depoimento do ídolo
O atacante corintiano Ronaldo voltou aos treinos nessa quarta-feira depois de mais de dois meses afastado por lesão na panturrilha direita. Nesta quinta, já treinou novamente.
Pode ser apenas uma coincidência, mas chama a atenção o fato do jogador ter retornado às atividades logo depois da saída de Mano Menezes para a seleção brasileira. Curioso.
CLIQUE NO PLAYER ABAIXO E ASSISTA ÀS IMAGENS E À ANÁLISE DO TREINO
Pode ser apenas uma coincidência, mas chama a atenção o fato do jogador ter retornado às atividades logo depois da saída de Mano Menezes para a seleção brasileira. Curioso.
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Atacante ainda está bem fora de forma
"O pênalti é coisa tão séria que deveria ser batido pelo presidente do clube", teria dito certa vez Antônio Franco de Oliveira, o Neném Prancha, histórico personagem do Botafogo.
Claro que não seria nada interessante vermos, há algum tempo, Mustafá Contursi cobrando penalidades máximas pelo Palmeiras. Tampouco observar Eurico Miranda ajeitando a pelota na marca fatal pelo Vasco. Mas a responsabilidade é, sim, para poucos, como destacava o "filósofo da bola".
Uma cobrança de pênalti equivocada de Neymar impediu o Santos de ficar muito mais próximo do título da Copa do Brasil. Contra o Vitória, ele bateu à Panenka, nome do jogador da Tchecoslováquia que tocou no centro do gol, enquanto o histórico goleiro alemão ocidental Sepp Maier caía para a direita. Assim, marcou o tento do título europeu de 1976, decidido na disputa de penais.
Uma cobrança arrojada, mas de enorme risco e com um viés de... inconsequência. Neném Prancha jamais aprovaria que um jogador de seu time fizesse isso. E eu lhe daria razão. Claro, num cotejo fácil, até é admissível tal ato de irresponsabilidade, mas num jogo duro, jamais!
É muito bonito falar sobre cobranças de pênalti diferentes quando elas se transformam em gols. Mas convenhamos, na mais dura pena que um time pode sofrer no futebol, batidas desse tipo são verdadeiras presentes que o infrator ganha. A chance de erro de quem cobra é bem maior.
Neymar vinha batendo com paradinhas, agora proibidas pela Fifa. Então resolveu procurar outra graça, como se fosse feio bater com um tiro seco no canto, daqueles que o goleiro não pega nunca. Exímio finalizador quando não resolve enfeitar, o garoto tem técnica de sobra para tal.
O Santos finalizou 24 vezes, 14 delas de dentro da área ou na entrada de mesma, de frente para o goleiro Lee. O jovem camisa 1 rubro-negro disse após a partida que esperava alguma, digamos, invenção de Neymar. Por isso ficou estático no centro da baliza. E catou uma bola fácil, recuada.
Não, eu não aplaudi Loco Abreu na Copa do Mundo. Se Kingson, o goleiro de Gana, acompanhasse a final carioca deste ano, saberia que o uruguaio tem o hábito de bater assim. E talvez fizesse como Lee. Sorte da Celeste que os estaduais não são vistos em todo o mundo, como a Premier League. Quantos de nós pensamos nesse tipo de cobrança quando o botafoguense ajeitou a bola?
Quem frequenta este blog sabe de minha admiração pelo futebol de Neymar. Acredito que ele possa se tornar um dos maiores jogadores do planeta. Mas precisa amadurecer, entender que jogar uma final com a camisa pesada do Santos não é como brincar de videogame com André na concentração.
É evidente que o futebol permite, e até pede, alegria, irreverência, jogadas inusitadas. Mas esse tipo de situação tem seu momento, a hora adequada. E antes de tudo, futebol é coisa séria. Por incrível que pareça, Neymar ainda não entendeu isso, e apresentou ao mundo o futebol moleque.
Neymar e abraçado por André após marcar seu gol na vitória do Santos: placar magro
A vantagem construída pelo Santos com o triunfo por 2 a 0 sobre o Vitória é muito significativa, principalmente porque a Copa do Brasil leva em conta o gol fora como critério de desempate. Ao clube baiano, que luta por um inédito título nacional, resta torcer para que sua força se mostre novamente no Barradão. E para que o ataque dos Meninos da Vila seja tão ineficiente quanto foi na primeira partida decisiva, quando finalizou 24 vezes e desperdiçou ótimas chances.
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O governo federal vai ajudar na construção e reforma de estádios para a Copa do Mundo de 2014. Por meio de uma medida provisória, haverá isenção de impostos para os envolvidos no próximo Mundial, que será realizado no Brasil.
Para o jornalista Mauro Cezar Pereira, comentarista dos canais ESPN, a medida é nociva a toda a população que paga seus impostos. “Que os clubes façam estádios com seu próprio dinheiro. Que façam às suas custas, com seus patrocinadores, com seus parceiros, com a dona Fifa, com a dona CBF... Agora eu que tenho que pagar? Você que tem que pagar? Isso é uma brincadeira”, disse.
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Para o jornalista Mauro Cezar Pereira, comentarista dos canais ESPN, a medida é nociva a toda a população que paga seus impostos. “Que os clubes façam estádios com seu próprio dinheiro. Que façam às suas custas, com seus patrocinadores, com seus parceiros, com a dona Fifa, com a dona CBF... Agora eu que tenho que pagar? Você que tem que pagar? Isso é uma brincadeira”, disse.
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Recém-contratados novamente por Botafogo e Palmeiras, os “magos”, como são chamados Maicosuel e Valdívia, ainda precisam provar muita coisa nas equipes pelas quais chegaram a alcançar certa condição de ídolos. Ambos têm seus retornos festejados pelas duas torcidas. A opinião é do comentarista dos canais ESPN e blogueiro do ESPN.com.br Mauro Cezar Pereira.
“Maicosuel fez um bom Campeonato Carioca pelo Botafogo no ano passado. Não chegou a brilhar em jogos de competições importantes e se machucou em momentos decisivos. É um bom jogador, mas já teve chances no Cruzeiro e no Palmeiras, e não convenceu”, analisa o comentarista.
“Valdívia tem técnica refinada e acima da média em alguns momentos, mas tinha o vício de ser “cai-cai” e tentar arrumar uma falta ou pênalti a todo instante”, diz. “Precisa ficar mais de pé nessa volta ao Palmeiras.”
CLIQUE NO PLAYER DE VÍDEO ABAIXO E VEJA A ANÁLISE DO COMENTARISTA MAURO CEZAR PEREIRA
“Maicosuel fez um bom Campeonato Carioca pelo Botafogo no ano passado. Não chegou a brilhar em jogos de competições importantes e se machucou em momentos decisivos. É um bom jogador, mas já teve chances no Cruzeiro e no Palmeiras, e não convenceu”, analisa o comentarista.
“Valdívia tem técnica refinada e acima da média em alguns momentos, mas tinha o vício de ser “cai-cai” e tentar arrumar uma falta ou pênalti a todo instante”, diz. “Precisa ficar mais de pé nessa volta ao Palmeiras.”
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Maicosuel, de volta ao Botafogo, e Valvídia, no Palmeiras, ainda precisam provar algo; assista
De volta ao São Paulo na reta final da Copa Libertadores da América, o atacante Ricardo Oliveira não pode ser visto como a grande “salvação” da equipe de Ricardo Gomes nos duelos contra o Internacional pelas semifinais do torneio. A opinião é do comentarista dos canais ESPN e blogueiro do ESPN.com.br Mauro Cezar Pereira.
“Jogar as fichas no Ricardo Oliveira depois de lesão, convenhamos, é apostar no improvável", aponta o comentarista. “Ele é bom jogador, mas acabou de voltar de lesão. Antes da Copa, Fernandão apareceu como salvação e ali parecia que o São Paulo havia resolvido seu problema no ataque.”
CLIQUE NO PLAYER DE VÍDEO ABAIXO E VEJA O COMENTÁRIO DE MAURO CEZAR PEREIRA
“Jogar as fichas no Ricardo Oliveira depois de lesão, convenhamos, é apostar no improvável", aponta o comentarista. “Ele é bom jogador, mas acabou de voltar de lesão. Antes da Copa, Fernandão apareceu como salvação e ali parecia que o São Paulo havia resolvido seu problema no ataque.”
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Ricardo Oliveira é bom jogador, mas não pode ser a 'salvação' do São Paulo, diz Mauro Cezar Pereira
O novo técnico do Corinthians, Adilson Batista, era mesmo a melhor opção disponível no mercado de treinadores do futebol brasileiro desde que deixou o Cruzeiro. Mas terá de enfrentar os “corneteiros” de plantão no Parque São Jorge na tentativa de fazer um bom trabalho no clube. A opinião é do comentarista dos canais ESPN e blogueiro do ESPN.com.br Mauro Cezar Pereira.
“Adilson era a melhor opção no mercado de técnicos do futebol brasileiro. Vice da Libertadores em 2009, ele recolocou o Cruzeiro na Libertadores em 2010 após um período de remontagem da equipe celeste”, elogia o comentarista.
“Que Adilson era a melhor opção, não há dúvida. A questão é se vão deixá-lo trabalhar. Ele vai encontrar no Corinthians um monte de corneteiros e conselheiros que se metem demais”, afirma.
CLIQUE NO PLAYER DE VÍDEO ABAIXO E VEJA A ANÁLISE DO COMENTARISTA MAURO CEZAR PEREIRA
“Adilson era a melhor opção no mercado de técnicos do futebol brasileiro. Vice da Libertadores em 2009, ele recolocou o Cruzeiro na Libertadores em 2010 após um período de remontagem da equipe celeste”, elogia o comentarista.
“Que Adilson era a melhor opção, não há dúvida. A questão é se vão deixá-lo trabalhar. Ele vai encontrar no Corinthians um monte de corneteiros e conselheiros que se metem demais”, afirma.
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Para o comentarista Mauro Cezar Pereira, Adilson Batista era mesmo a melhor opção disponível; veja
Mauro Cezar Pereira é de Niterói (RJ). Jornalista desde 1983, passou pelas rádios Tupi, Sistema Globo e Manchete, Jornal dos Sports, O Globo, O Dia, JB, Placar e Valor Econômico, entre outras publicações. Lecionou em faculdades de jornalismo e é comentarista dos canais ESPN, e da Rádio Eldorado/ESPN. * COMENTÁRIOS EM MAIÚSCULAS SERÃO DELETADOS
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