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- 12h00
- 16Mar
Com a vitória por 2 a 0 diante do Santo André no último domingo, o Corinthians chegou nos 10.000 gols marcados em quase 100 anos de existência. Dentinho fez o primeiro e entrou para a história do clube por registrar esta marca. O primeiro clube do mundo a contabilizar essa marca histórica foi o Santos, há doze anos. Na foto, o meia Jorginho, hoje técnico do Goiás, autografa a bola com que marcou o gol 10.000 da história santista, na vitória por 4 a 3 sobre o Villa Nova-MG, em jogo da Copa do Brasil, disputado em Nova Lima (MG) na noite de 20 de janeiro de 1998.
Existe, porém, uma imprecisão a respeito do gol 10.000 santista, marcado por Jorginho naquele noite. A contabilidade do Santos à época trazia um resultado errado, justamente de um jogo entre Santos e Corinthians, amistoso, disputado na Vila Belmiro em 14 de julho de 1929. Em vez da vitória corintiana por 2 a 1, como apontavam os próprios registros santistas, aquela partida, na verdade, terminou empatada por 2 a 2. O Santos, portanto, entrou em campo na noite do gol 10.000, contra o Villa Nova, com 9.998 gols marcados, e não com 9.997, como se imaginava à época. O autor do gol histórico, no entanto, marcou duas vezes naquele dia, e portanto permanece o mesmo: Jorginho, porém aos 15 minutos do primeiro tempo, quando marcou pela primeira vez, e não aos 6 do segundo, quando marcou pela segunda. Destes 10.000 gols corintianos, 4.931 foram marcados em jogos do Campeonato Paulista, 1.314 em jogos do Brasileiro e 3.755 em outras competições e jogos amistosos.
O 'Loucos por Futebol' quer saber: 'Qual foi a maior loucura que você fez para acompanhar uma partida da Copa?' O dono da resposta mais criativa leva um super kit de prêmios, com o livro 'As melhores seleções estrangeiras de todos os tempos', de Mauro Beting, além de camiseta e boné da seleção da África do Sul . Participe!
CLIQUE NO PLAYER DE VÍDEO ABAIXO E SAIBA MAIS SOBRE A PROMOÇÃO DO PROGRAMA
- 19h15
- 05Mar
Tatuagem, violão, casaco e medalhinha. Tudo isso com as cores do Flamengo. Foi assim que a cantora e compositora Sandra de Sá participou do Loucos por Futebol, que vai ao ar neste sábado, às 23h30, que homenageia o Dia Internacional da Mulher.
Rubro-negra fanática, Sandra contou histórias e cantou seu amor pelo "mengão".
Outro destaque do programa é o bate-papo com as presidentas dos clubes amazonenses Manaus Compensão, Mizza Araújo, e do América, Bruna Teixeira Parente.
A repórter Carla Gomes foi saber por onde anda Vítor, lateral quatro vezes campeão da Libertadores da América por São Paulo, Cruzeiro e Vasco da Gama na década de 90.
No clássico de Roberto Porto, os 40 anos da estréia de Zagallo como técnico da seleção brasileira.
Quer mais?!
Fique ligado: Loucos por Futebol, sábado, 23h30.
Confira as reprises no site www.espn.com.br/programacao
- 12h31
- 05Mar
Criado em 94, por Richard Luker, foi a forma encontrada pela ESPN para definir um padrão para a compreensão do papel dos esportes nos Estados Unidos. A Sports Poll foi o primeiro estudo diário das atividades e interesses do torcedor nos Estados Unidos.
E pela primeira vez a pesquisa foi realizada em continente europeu. Em parceria com a TNS a pesquisa aponta resultados que ajudam a mostrar o envolvimento dos torcedores com o esporte. A pesquisa foi realizada nos cinco principais mercados europeus: Reino Unido, Alemanha, França, Espanha e Itália, sendo entrevistadas 500 pessoas de cada país. (clique aqui para entender como a pesquisa é feita)
Quando comparamos a pesquisa realizada na Europa com a dos EUA encontramos algumas diferenças bem interessantes, como por exemplo: na questão do qual o evento esportivo preferido para acompanhar como espectador? Para os europeus o tradicional futebol está na liderança absoluta (comprovando ser este o esporte mais popular do mundo). Porém nas outras posições encontramos uma série de outros esportes de nível mundial. Já para os americanos suas ligas nacionais, futebol americano, baseball, basquete e hockey têm ampla margem de liderança.

Claro que isso não é nenhuma novidade. Os americanos tratam o esporte de uma maneira muito diferente do resto do mundo. Nem melhor, nem pior, mas sim bem diferente. Natural, pela cultura esportiva que eles possuem, que suas ligas liderem este tipo de análise. Mas o importante é que é uma das primeiras vezes que podemos confrontar modelos de gestão.
A resposta para a questão quem é fã de esporte possuí um resultado praticamente igual: 87% dos americanos, contra 86% dos Europeus. Mas quando damos um passo a mais na paixão as respostas já mudam. 30% dos americanos se declaram fanáticos por esportes enquanto no velho continente apenas 24% aceitam este rótulo.

Assim como nos EUA a pesquisa realizada na Europa passará a ser realizada mensalmente. Dará um excelente panorama do mercado esportivo para todos os envolvidos com esportes tais como, agências e rede de televisão, respondendo a questões importantes, como por exemplo: qual o melhor esporte para se investir ou qual o melhor esporte para ser transmitido.
E você amigo da ESPN. Qual seu esporte preferido? Você se declara um fã de esporte ou um fanático por esportes?
- 13h45
- 03Mar
- 09h30
- 02Mar
A Seleção Brasileira fará hoje, contra a Irlanda, em Londres, o seu último amistoso oficial antes da Copa de 2010, na África do Sul. Em 1970, antes de viajar para o México, onde conquistaria o tricampeonato, o último amistoso foi contra a Áustria, no Maracanã, no dia 29 de abril. Vitória por 1 a 0, gol de Rivellino. Na foto ao lado, é Tostão quem vai buscar a bola no fundo das redes austríacas, logo após a marcação do único gol brasileiro.
Antes de cada Copa do Mundo, mesmo depois do último amistoso oficial (contra outra seleção nacional), o Brasil sempre acaba fazendo jogos contra clubes ou combinados locais. Antes da Copa de 1958, na Suécia, goleou a Fiorentina, da Itália (4 a 0). Em 1962, no Chile, realizou dois jogos-treinos, contra o Wanderers (2 a 2) e o Everton (14 a 1). Mesmo em 1970, após a vitória contra a Áustria, o Brasil ainda fez três jogos no México: 3 a 0 no Combinado de Guadalajara, 5 a 2 no Combinado de León e 3 a 0 no Irapuato. Em 1994, nos Estados Unidos, o último adversário antes da estreia foi outra seleção, a de El Salvador, goleada por 4 a 0. Em 2002, também: já na Ásia, o Brasil goleou a Malásia (4 a 0).
- 12h16
- 01Mar

A empresa acredita no potencial da plataforma que está desenvolvendo, tendo em vista o bom retorno da Liga dos Campeões, e agora se prepara para oferecer este suporte para clubes e Ligas espalhadas pelo mundo.

As estatísticas levantadas pelo sistema além de serem usadas pela televisão, ou pelos clubes, servem também para criação de gráficos e animações em 3D que são vendidas para serviços de celular ou de internet.

A DataStadium, empresa responsável pelas estatísticas da J-League, acaba de assinar acordo com a empresa sueca para ampliar seus recursos de estatísticas em tempo real.
Vale apena ficar de olho nesta plataforma e ver o que o futuro nos reservará...
E você? O que acha da implementação de recursos como este para ajudar a analisar uma partida de futebol?

- 14h14
- 26Feb
O patrocínio esportivo é uma, de muitas, forma de marketing que as empresas podem usar e, comprovadamente, tende a dar um bom retorno sobre o investimento.
Nos últimos anos temos visto uma grande união entre os patrocinadores e patrocinados visando maximizar o retorno destes investimentos. Isso vem gerando uma séria de ações diferenciadas e modelos novos de patrocínios. Beneficiando todos os lados envolvidos: Patrocinadores, patrocinados e o público consumidor.
Apesar do relatório não mostrar a abertura dos dados por países podemos ver que o Brasil vem conseguindo ótimos resultados nesta modalidade. Não apenas os clubes de futebol, que respondem por uma gigantesca parcela dos patrocínios arrecadados, mas esportes de menor expressão e diversas federações também vêm conseguindo destaques nesta modalidade.
Claro que, o incentivo por parte da mídia de divulgar estes patrocínios é fundamental para que eles cresçam ainda mais. Casos como das equipes de vôlei aqui no Brasil só prejudicam o avanço de outros esportes.
O 'Loucos por Futebol' quer saber: 'Qual foi a maior loucura que você fez para acompanhar uma partida da Copa?' O dono da resposta mais criativa leva um super kit de prêmios. Participe!
CLIQUE NO PLAYER DE VÍDEO ABAIXO E SAIBA MAIS SOBRE A PROMOÇÃO DO PROGRAMA
- 11h07
- 24Feb
Estive ausente nos últimos dias devido a uma pequena cirurgia, mas os negócios no mundo dos esportes não pararam, principalmente no meio da Olimpíadas de Inverno e por isso assunto é o que não falta para discutirmos...
Porém na tarde de ontem muito se falou sobre Copa do Mundo devido às questões do Estádio do Morumbi e, por isso, resolvi trazer para discussão com os amigos internautas este tema: Compensa recebermos uma Copa do Mundo?
Vamos tratar esta questão do ponto de vista econômico. Muito se fala nos ganhos de longo prazo, ou seja, nos investimentos que o governo deverá prover em infra-estrutura nas cidades que receberão os jogos. O Brasil deve investir na modernização de aeroportos, em pavimentação, infra-estrutura turística, segurança. Sem dúvida coisas fundamentais para o desenvolvimento do nosso país, porém que devem ser garantidas, obrigatoriamente, pelos governantes eleitos com ou sem Copa do Mundo.
Claro que tem a relação do prestígio de receber um evento do porte de uma Copa, porém tal fato é impossível de ser contabilizado. Mesmo os benefícios indiretos são complicados de avaliar os benefícios financeiros gerados e cruzá-los com os custos gerados sua promoção. Por exemplo, investir R$ 500 milhões num estádio trará qual retorno financeiro à sociedade brasileira? E mesmo que o investimento seja particular como os clubes poderão gerar receita para cobrir tais gastos? O governo Sul-Africano calcula que a economia do país irá crescer 0,5% com a realização da Copa este ano. Mas será o suficiente?
Outro ponto importante de tratarmos é com relação aos investimentos totais que serão feitos. A Alemanha gastou cerca de US$ 5 bilhões, para a África acredita-se que o gasto será de US$ 3,5 bilhões. Já para 2014 o governo acredita que o investimento será de aproximadamente US$ 9 bilhões, sendo que 90% será de dinheiro público.
Analisar estes números é fundamental para avaliarmos as “exigências” da FIFA. Antes de pensarmos no que eles querem, temos que pensar o que será bom para nós. Ter estádios lindos e modernos, prontos para receber 50 ou 60 mil pessoas em lugares que não fazem parte do cenário futebolístico brasileiro com certeza é um tiro no pé.
Desde antes do anúncio do Brasil como sede me posicionei contra a realização de tal evento em nosso país. Porém, já que iremos receber, devemos avaliar as questões econômicas e as necessidades de nossas cidades e não simplesmente atender a um caderno de encargos. A FIFA não está acima de nossas necessidades e receber, ou não, uma Copa do Mundo não é o que fará do Brasil um grande ou um pequeno país.
As questões para debates ficam no ar: Será que possível conseguir gerar receitas superiores aos investimentos numa Copa? Quem realmente lucra com eventos deste porte? Dinheiro público deve ser usado?
Qual sua opinião sobre o assunto?
Este é o 'gramado virtual' do programa que vai além do tempo regulamentar. Os bastidores, imagens e sons garimpados do fundo do baú. Este blog é mantido por: Marcelo Duarte - Apresentador, Celso Unzelte - Apresentador, PVC - Apresentador, Roberto Porto - Colunista, Karen Barbosa - Editora, Augusto Alves - Editor, Marcella Novaes - Produtora
