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- 00h24
- 28May
"Não posso ser mentiroso e dizer que estou feliz por não jogar", reclama Borges
por ESPN.com.br
Reserva na partida desta quarta contra o Cruzeiro, o atacante Borges reclamou mais uma vez de sua situação dentro do São Paulo. Artilheiro da equipe na Libertadores com cinco gols, ele perdeu a posição de titular após a recuperação de Dagoberto. No jogo desta quarta, entrou apenas no final do jogo, quando o placar já apontava 2 a 1 para o time celeste e não teve tempo para mostrar muita coisa.
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"Não creio que tenha sido revezamento (no ataque). Fica chato para eu falar, pois sou atleta. Na rua, as pessoas perguntam por que não sou titular. Cansa um pouco e não tenho de questionar o treinador. Mas fiz cinco gols na Libertadores e não estou com problema algum. Fiquei fora por opção do treinador e tenho de respeitar. Mas há uma diferença entre jogar desde o início ou só nos minutos finais", afirmou.
"Ele falou, a gente respeita. Tem que respeitar a opinião do treinador. Não vou criar polêmica", começou o atacante. "É claro que a Libertadores é o sonho de todos, e nós temos chances de reverter o resultado".
Porém, depois, Borges desabafou: "Quando assinamos o contrato, não assinamos para ser titular ou reserva. Tenho que seguir trabalhando. Estou há dois anos e meio no São Paulo, e faço o meu trabalho com o maior prazer, estou muito feliz aqui. Não posso ser mentiroso e dizer que estou feliz por não jogar".
"Não estou infeliz, não estou triste. É claro que naquelas três semanas que ficamos sem jogar eu treinei até a quinta-feira entre os titulares e, contra o Fluminense, fui para a reserva", relembrou. Com contrato apenas até o fim do ano, Borges admite que ainda não decidiu o que fará em seu futuro. "É o momento de colocar a cabeça no lugar, conversar com minha esposa e meu empresário. Vou pensar direitinho, porque qualquer coisa que eu falar pode causar repercussão diferente".
O técnico Muricy Ramalho, por sua vez, preferiu não rebater as declarações do atleta e afirmou que gosta de ver um jogador incomodado com a reserva. "Ele tem que ter esse tipo de pensamento. Não ouvi as declarações, tenho de saber antes de comentar. Mas ele não está acomodado", resumiu.
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"Ele falou, a gente respeita. Tem que respeitar a opinião do treinador. Não vou criar polêmica", começou o atacante. "É claro que a Libertadores é o sonho de todos, e nós temos chances de reverter o resultado".
Porém, depois, Borges desabafou: "Quando assinamos o contrato, não assinamos para ser titular ou reserva. Tenho que seguir trabalhando. Estou há dois anos e meio no São Paulo, e faço o meu trabalho com o maior prazer, estou muito feliz aqui. Não posso ser mentiroso e dizer que estou feliz por não jogar".
"Não estou infeliz, não estou triste. É claro que naquelas três semanas que ficamos sem jogar eu treinei até a quinta-feira entre os titulares e, contra o Fluminense, fui para a reserva", relembrou. Com contrato apenas até o fim do ano, Borges admite que ainda não decidiu o que fará em seu futuro. "É o momento de colocar a cabeça no lugar, conversar com minha esposa e meu empresário. Vou pensar direitinho, porque qualquer coisa que eu falar pode causar repercussão diferente".
O técnico Muricy Ramalho, por sua vez, preferiu não rebater as declarações do atleta e afirmou que gosta de ver um jogador incomodado com a reserva. "Ele tem que ter esse tipo de pensamento. Não ouvi as declarações, tenho de saber antes de comentar. Mas ele não está acomodado", resumiu.
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