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- 23h45
- 17Jun
Grêmio segura empate com Caracas e garante brasileiro na final
por ESPN.com.br
O Grêmio assegurou a presença de um brasileiro na final da Copa Libertadores da América. Nesta quarta-feira, o time gaúcho empatou por 0 a 0, no Estádio Olímpico, com o Caracas pelo jogo de volta das quartas-de-final e se colocou entre os quatro melhores do torneio sul-americano.
A classificação gremista para as semifinais só aconteceu por ter marcado um gol como visitante, que é o primeiro critério de desempate no "mata-mata". Na partida de ida, em Caracas, há duas semanas, o time gaúcho havia empatado por 1 a 1.
Em busca de lugar na finalíssima, o Grêmio enfrentará o vencedor do confronto entre Cruzeiro e São Paulo. A decisão dessa vaga será nesta quinta-feira, no Morumbi, e o time mineiro tem a vantagem de jogar pelo empate, já que ganhou no Mineirão por 2 a 1. Os paulistas precisam de um triunfo por 1 a 0 para avançar.
Dessa forma, um brasileiro já está garantido na decisão continental pelo quinto ano consecutivo, incluindo duas finais nacionais. Em 2005, o São Paulo superou o Atlético-PR e, no ano seguinte, o Inter bateu o time tricolor paulista. Em 2007, o Grêmio perdeu para o Boca Juniors e, em 2008, o Fluminense caiu diante da LDU.
O JOGO
Em campo, a partida não foi tão pegada quanto poderia se esperar. Mesmo com o empate sem gols lhe favorecendo, o Grêmio começou pressionando.
O primeiro lance de perigo saiu logo aos 2 minutos, em uma batida de meia-bicicleta de Souza, que parou nas mãos de Veja. O goleiro venezuelano mostrava-se seguro, parando duas finalizações de Maxi López. O argentino era o mais saliente jogador gremista em campo, finalizando e dando combate na saída de bola do Caracas. Seu companheiro, Alex Mineiro, novamente, não apareceu para o jogo.
No meio, Tcheco e Souza não davam tanta velocidade aos lances ofensivos. Poucas vezes, inverteram suas posições para confundir a defesa adversária. Nas laterais do 4-4-2 de Paulo Autuori, Ruy, pela direita, era quem mais aparecia.
Apesar de estar fechado em seu campo, os visitantes não abdicavam de atacar. Com a bola nos pés, o Caracas alternava bons lances com jogadas de pouca técnica. Figueroa, pelo lado direito, era quem levava mais preocupava o sistema defensivo tricolor. Cada falta sofrida no campo de ataque, era lance para levantar a bola na área. A melhor oportunidade dos "Rojos" saiu em tiro de longe de Lucena, obrigando Marcelo Grohe a espalmar chute que entraria no ângulo.
A regressiva já estava em 45. Com o placar a seu favor, o Grêmio voltou menos incisivo, os laterais estavam mais postados. Alex Mineiro esteve mais participativo, porém, não fez o suficiente para permanecer em campo. Com 13 minutos, ele deu lugar a Herrera. O estilo veloz e obrigador do argentino deu certo. Em pouco tempo em campo, ele criou duas boas oportunidades para os companheiros, que pecaram na finalização.
Apesar do maior volume de jogo, a torcida mostrava-se inquieta nas arquibancadas. Novamente na Libertadores, o Grêmio criava oportunidades em profusão, mas não conseguia marcar o gol. Atrás, a defesa tinha poucos problemas, saindo-se bem nos lances de bola parada.
O gol não saia. López dentava, a bola teimava, pela enésima, fez não tomar o rumo das redes. O Caracas começou a ir para o tudo ou nada. Quando a contagem gremista estava em 6, o Olímpico silenciou. Após escanteio, Castellín e Barone cabecearam juntos para fora, com o gol aberto.
Quanto mais perto do zero chegava a contagem, mas tenso ficava o clima no Olímpico. Mas para o alívio, as 23h50 a contagem chegou ao seu fim. O Grêmio está pela sétima vez na semifinal da Libertadores.
FICHA TÉCNICA
GRÊMIO 0 X 0 CARACAS
Data: 17 de junho de 2009, quarta-feira
Local: Estádio Olímpico, em Caracas (Venezuela)
Renda: R$ 821.862
Público: 40.127
Árbitro: Carlos Torres Paraguai)
Assistentes: Rodney Aquino e César Franco (ambos do Paraguai)
Cartões amarelos: Renteria, Figueroa, Gómez e Castellín (C)
GRÊMIO: Marcelo Grohe; Ruy, Léo, Rever e Fábio Santos; Adilson, Túlio, Tcheco e Souza; Alex Mineiro e Maxi López
Técnico: Paulo Autuori
CARÁCAS: Renny Vega; Giovanni Romero, Deivis Barone, José Rey e Gabriel Cichero; Luís Vera, Jesús Gómez (Rodrigo Prieto), Franklin Lucena e Darío Figueroa (Alejandro Guerra); Rafael Castellín e Emilio Rentería (Zamir Aloyes)
Técnico: Noel Sanvicente
A classificação gremista para as semifinais só aconteceu por ter marcado um gol como visitante, que é o primeiro critério de desempate no "mata-mata". Na partida de ida, em Caracas, há duas semanas, o time gaúcho havia empatado por 1 a 1.
Em busca de lugar na finalíssima, o Grêmio enfrentará o vencedor do confronto entre Cruzeiro e São Paulo. A decisão dessa vaga será nesta quinta-feira, no Morumbi, e o time mineiro tem a vantagem de jogar pelo empate, já que ganhou no Mineirão por 2 a 1. Os paulistas precisam de um triunfo por 1 a 0 para avançar.
Dessa forma, um brasileiro já está garantido na decisão continental pelo quinto ano consecutivo, incluindo duas finais nacionais. Em 2005, o São Paulo superou o Atlético-PR e, no ano seguinte, o Inter bateu o time tricolor paulista. Em 2007, o Grêmio perdeu para o Boca Juniors e, em 2008, o Fluminense caiu diante da LDU.
O JOGO
Em campo, a partida não foi tão pegada quanto poderia se esperar. Mesmo com o empate sem gols lhe favorecendo, o Grêmio começou pressionando.
O primeiro lance de perigo saiu logo aos 2 minutos, em uma batida de meia-bicicleta de Souza, que parou nas mãos de Veja. O goleiro venezuelano mostrava-se seguro, parando duas finalizações de Maxi López. O argentino era o mais saliente jogador gremista em campo, finalizando e dando combate na saída de bola do Caracas. Seu companheiro, Alex Mineiro, novamente, não apareceu para o jogo.
No meio, Tcheco e Souza não davam tanta velocidade aos lances ofensivos. Poucas vezes, inverteram suas posições para confundir a defesa adversária. Nas laterais do 4-4-2 de Paulo Autuori, Ruy, pela direita, era quem mais aparecia.
Apesar de estar fechado em seu campo, os visitantes não abdicavam de atacar. Com a bola nos pés, o Caracas alternava bons lances com jogadas de pouca técnica. Figueroa, pelo lado direito, era quem levava mais preocupava o sistema defensivo tricolor. Cada falta sofrida no campo de ataque, era lance para levantar a bola na área. A melhor oportunidade dos "Rojos" saiu em tiro de longe de Lucena, obrigando Marcelo Grohe a espalmar chute que entraria no ângulo.
A regressiva já estava em 45. Com o placar a seu favor, o Grêmio voltou menos incisivo, os laterais estavam mais postados. Alex Mineiro esteve mais participativo, porém, não fez o suficiente para permanecer em campo. Com 13 minutos, ele deu lugar a Herrera. O estilo veloz e obrigador do argentino deu certo. Em pouco tempo em campo, ele criou duas boas oportunidades para os companheiros, que pecaram na finalização.
Apesar do maior volume de jogo, a torcida mostrava-se inquieta nas arquibancadas. Novamente na Libertadores, o Grêmio criava oportunidades em profusão, mas não conseguia marcar o gol. Atrás, a defesa tinha poucos problemas, saindo-se bem nos lances de bola parada.
O gol não saia. López dentava, a bola teimava, pela enésima, fez não tomar o rumo das redes. O Caracas começou a ir para o tudo ou nada. Quando a contagem gremista estava em 6, o Olímpico silenciou. Após escanteio, Castellín e Barone cabecearam juntos para fora, com o gol aberto.
Quanto mais perto do zero chegava a contagem, mas tenso ficava o clima no Olímpico. Mas para o alívio, as 23h50 a contagem chegou ao seu fim. O Grêmio está pela sétima vez na semifinal da Libertadores.
FICHA TÉCNICA
GRÊMIO 0 X 0 CARACAS
Data: 17 de junho de 2009, quarta-feira
Local: Estádio Olímpico, em Caracas (Venezuela)
Renda: R$ 821.862
Público: 40.127
Árbitro: Carlos Torres Paraguai)
Assistentes: Rodney Aquino e César Franco (ambos do Paraguai)
Cartões amarelos: Renteria, Figueroa, Gómez e Castellín (C)
GRÊMIO: Marcelo Grohe; Ruy, Léo, Rever e Fábio Santos; Adilson, Túlio, Tcheco e Souza; Alex Mineiro e Maxi López
Técnico: Paulo Autuori
CARÁCAS: Renny Vega; Giovanni Romero, Deivis Barone, José Rey e Gabriel Cichero; Luís Vera, Jesús Gómez (Rodrigo Prieto), Franklin Lucena e Darío Figueroa (Alejandro Guerra); Rafael Castellín e Emilio Rentería (Zamir Aloyes)
Técnico: Noel Sanvicente
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