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- 21h22
- 28Apr
Grêmio derrota Chicó e garante melhor campanha da primeira fase da Libertadores
por ESPN.com.br
O Grêmio não encontrou dificuldades para bater o Boyacá Chicó/COL por 3 a 0 na noite desta terça-feira, no estádio Olímpico, pela última rodada do Grupo 7 da Taça Libertadores da América. Com o resultado, a equipe brasileira garantiu a melhor campanha da fase de grupos da competição.
LEIA MAIS:
Grêmio repete desempenho de campanha vitoriosa
Rospide gostaria de evitar viagens longas na próxima fase
Presidente do Grêmio agradece Celso Roth
Nesta terça, Souza marcou duas vezes e deu boa vantagem ao Grêmio. Ainda na primeira etapa, Léo definiu o marcador. Agora, o Grêmio espera a definição de seu próximo adversário. Se o oponente está indefinido, a certeza é que o jogo de volta de qualquer confronto do Tricolor até a final será no Olímpico.
O Chicó precisava pontuar diante do Grêmio para avançar de fase. Não foi possível. Com a derrota, era preciso torcer para o Universidad do Chile tropeçar diante do Aurora. Também não deu. Os chilenos venceram por 2 a 1 e asseguraram um lugar nas oitavas-de-final.
O jogo
Um minuto e meio. Esse foi o tempo que o Grêmio deu para o Boyacá Chicó atacar. Os colombianos avançaram nos primeiros segundos de jogo, cavaram um escanteio e alçaram duas bolas na área de Victor. Foi só. Com um adversário atuando no 4-5-1, Marcelo Rospide colocou Réver para exercer a função de volante.
A mudança deixou o time encorpado, abafando o Chicó. Ruy arriscou de fora para Velázques espalmar, aos 6 minutos. Era o início da supremacia tricolor na partida. O dinamismo da equipe era garantido por Réver, que por vezes fechava pela esquerda, desafogando a defesa, e Tcheco, responsável pela transição entre defesa e ataque, mas quem brilhou foi Souza. Ele foi o dono da bola. Com ela nos pés, definiu a partida em quatro minutos.
O primeiro lance aconteceu aos 12 minutos. Souza progrediu pela esquerda e, ao chegar no bico da área, chutou a bola com a parte externa do pé direito, dando um efeito incrível, pegando o arqueiro colombiano de surpresa. Um golaço.
Logo depois, o meia apareceu pelo outro lado. Após lançamento de Jonas, o camisa 8 emendou para dentro do gol. Com 16 minutos, Souza praticamente definia a partida.
Se Souza foi preciso, Jonas segue sem ter perícia em seus arremates. Novamente o atacante desperdiçou boa oportunidade ao chutar nas imediações da marca do pênalti sobre o gol. Já o zagueiro Léo foi infalível. Após cobrança de falta de Tcheco e desvio de Réver, ele tocou para a rede, ampliando o placar.
Sem qualidade e retrancado, o Chicó ainda tentou a sorte em dois chutes que levaram pouco perigo. No começo do segundo tempo, a situação se inverteu um pouco. O Grêmio diminuiu o ritmo, os colombianos colocaram o meia Giron no lugar do zagueiro Tejera, e passaram a se arriscar mais no campo ofensivo.
A mudança quase rendeu resultado. Aos 6 minutos, Giron sofreu pênalti de Léo. Na cobrança, Caneo marcou, porém, houve invasão assinalada pelo árbitro Jorge Larrionda. Na repetição, Victor se esticou todo e manteve o zero no placar do Chicó.
O lance empolgou a torcida novamente. Mas não era mais preciso forçar. Acelerar era desnecessário. A primeira finalização gremista na segunda etapa ocorreu somente aos 20 minutos, quando Fábio Santos finalizou em cima de Maxi López, que deu uma de zagueiro, evitando o quarto gol. Mas não fez falta, afinal a melhor campanha da primeira fase da Libertadores já era do Grêmio.
FICHA TÉCNICA
GRÊMIO 3 X 0 BOYACÁ CHICÓ
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre (RS)
Data: 28 de abril de 2009, terça-feira
Árbitro: Jorge Larrionda (Uruguai)
Assistentes: Pablo Fandiño e Miguel Nievas (ambos do Uruguai)
Renda: R$ 636.914,00
Público: 34.974
Cartões amarelos: Tcheco e Rafael Marques (G); Nuñez, Pino e García (B)
GRÊMIO: Victor; Léo, Réver e Rafael Marques; Ruy, Adilson, Tcheco (Orteman), Souza e Fábio Santos (Jadilson); Jonas e Maxi López (Alex Mineiro)
Técnico: Marcelo Rospide
BOYACÁ CHICÓ: Edison Velásquez; Pedro Pino, Juan Tejera (Giron), Mario García e Ormedis Madera; Yohnny Ramírez, Ever Palácios, Juan Nuñez, Anthony Tapia (Rada) e Miguel Caneo; Marco Pérez (Duran)
Técnico: Alberto Miguel Gamero
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Nesta terça, Souza marcou duas vezes e deu boa vantagem ao Grêmio. Ainda na primeira etapa, Léo definiu o marcador. Agora, o Grêmio espera a definição de seu próximo adversário. Se o oponente está indefinido, a certeza é que o jogo de volta de qualquer confronto do Tricolor até a final será no Olímpico.
O Chicó precisava pontuar diante do Grêmio para avançar de fase. Não foi possível. Com a derrota, era preciso torcer para o Universidad do Chile tropeçar diante do Aurora. Também não deu. Os chilenos venceram por 2 a 1 e asseguraram um lugar nas oitavas-de-final.
O jogo
Um minuto e meio. Esse foi o tempo que o Grêmio deu para o Boyacá Chicó atacar. Os colombianos avançaram nos primeiros segundos de jogo, cavaram um escanteio e alçaram duas bolas na área de Victor. Foi só. Com um adversário atuando no 4-5-1, Marcelo Rospide colocou Réver para exercer a função de volante.
A mudança deixou o time encorpado, abafando o Chicó. Ruy arriscou de fora para Velázques espalmar, aos 6 minutos. Era o início da supremacia tricolor na partida. O dinamismo da equipe era garantido por Réver, que por vezes fechava pela esquerda, desafogando a defesa, e Tcheco, responsável pela transição entre defesa e ataque, mas quem brilhou foi Souza. Ele foi o dono da bola. Com ela nos pés, definiu a partida em quatro minutos.
O primeiro lance aconteceu aos 12 minutos. Souza progrediu pela esquerda e, ao chegar no bico da área, chutou a bola com a parte externa do pé direito, dando um efeito incrível, pegando o arqueiro colombiano de surpresa. Um golaço.
Logo depois, o meia apareceu pelo outro lado. Após lançamento de Jonas, o camisa 8 emendou para dentro do gol. Com 16 minutos, Souza praticamente definia a partida.
Se Souza foi preciso, Jonas segue sem ter perícia em seus arremates. Novamente o atacante desperdiçou boa oportunidade ao chutar nas imediações da marca do pênalti sobre o gol. Já o zagueiro Léo foi infalível. Após cobrança de falta de Tcheco e desvio de Réver, ele tocou para a rede, ampliando o placar.
Sem qualidade e retrancado, o Chicó ainda tentou a sorte em dois chutes que levaram pouco perigo. No começo do segundo tempo, a situação se inverteu um pouco. O Grêmio diminuiu o ritmo, os colombianos colocaram o meia Giron no lugar do zagueiro Tejera, e passaram a se arriscar mais no campo ofensivo.
A mudança quase rendeu resultado. Aos 6 minutos, Giron sofreu pênalti de Léo. Na cobrança, Caneo marcou, porém, houve invasão assinalada pelo árbitro Jorge Larrionda. Na repetição, Victor se esticou todo e manteve o zero no placar do Chicó.
O lance empolgou a torcida novamente. Mas não era mais preciso forçar. Acelerar era desnecessário. A primeira finalização gremista na segunda etapa ocorreu somente aos 20 minutos, quando Fábio Santos finalizou em cima de Maxi López, que deu uma de zagueiro, evitando o quarto gol. Mas não fez falta, afinal a melhor campanha da primeira fase da Libertadores já era do Grêmio.
FICHA TÉCNICA
GRÊMIO 3 X 0 BOYACÁ CHICÓ
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre (RS)
Data: 28 de abril de 2009, terça-feira
Árbitro: Jorge Larrionda (Uruguai)
Assistentes: Pablo Fandiño e Miguel Nievas (ambos do Uruguai)
Renda: R$ 636.914,00
Público: 34.974
Cartões amarelos: Tcheco e Rafael Marques (G); Nuñez, Pino e García (B)
GRÊMIO: Victor; Léo, Réver e Rafael Marques; Ruy, Adilson, Tcheco (Orteman), Souza e Fábio Santos (Jadilson); Jonas e Maxi López (Alex Mineiro)
Técnico: Marcelo Rospide
BOYACÁ CHICÓ: Edison Velásquez; Pedro Pino, Juan Tejera (Giron), Mario García e Ormedis Madera; Yohnny Ramírez, Ever Palácios, Juan Nuñez, Anthony Tapia (Rada) e Miguel Caneo; Marco Pérez (Duran)
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