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- 19h54
- 03Jul
Grand Slam tenta provar que Rio pode sediar Olimpíadas
por ESPN.com.br com Agência GE
O Rio de Janeiro recebe neste fim de semana o Grand Slam de Judô, torneio que conta com 221 competidores de 28 países. Para os organizadores, é a chance de mostrar que o país tem condições de receber eventos de grande porte, especialmente as Olimpíadas de 2016.
"É uma oportunidade de mostrar ao mundo a qualidade e capacidade que temos em realizar eventos de porte internacional", afirma Márcia Lins, secretária de esporte, lazer e turismo do Estado.
O discurso de Márcia é reforçado pelo presidente da Federação Internacional de Judô (FIJ). "Temos a certeza de que será um grande evento. Estamos com uma boa expectativa para a competição e acreditamos que será um sucesso. Hoje o Brasil é uma das potências do judô mundial e muito disso se dá por conta da capacidade de organizar eventos".
Entre os atletas, a expectativa é que a torcida brasileira faça sua parte e anime a competição. "É uma chance única poder dividir um momento histórico como este com nossos familiares e a torcida. Será um grande desafio lutar nesta nova categoria dentro de casa, onde sei que há uma expectativa por resultados", prevê Tiago Camilo, que este ano passou a competir na categoria até 90 kg - antes, ele lutava na até 81 kg.
O Grand Slam serve ainda como preparação para o Mundial de Roterdã, marcado para agosto. Para o russo Tarmelan Timenov, "será importante lutar um evento como o Grand Slam do Rio, principalmente para ganhar ritmo de combate".
Já Luciano Corrêa, que venceu o Mundial do Rio, em 2007, usará o torneio para tentar garantir sua vaga na Holanda: "é a minha penúltima competição antes da divulgação da lista dos convocados para o Mundial de Roterdã. Vou subir no tatame para fazer o meu melhor".
"É uma oportunidade de mostrar ao mundo a qualidade e capacidade que temos em realizar eventos de porte internacional", afirma Márcia Lins, secretária de esporte, lazer e turismo do Estado.
O discurso de Márcia é reforçado pelo presidente da Federação Internacional de Judô (FIJ). "Temos a certeza de que será um grande evento. Estamos com uma boa expectativa para a competição e acreditamos que será um sucesso. Hoje o Brasil é uma das potências do judô mundial e muito disso se dá por conta da capacidade de organizar eventos".
Entre os atletas, a expectativa é que a torcida brasileira faça sua parte e anime a competição. "É uma chance única poder dividir um momento histórico como este com nossos familiares e a torcida. Será um grande desafio lutar nesta nova categoria dentro de casa, onde sei que há uma expectativa por resultados", prevê Tiago Camilo, que este ano passou a competir na categoria até 90 kg - antes, ele lutava na até 81 kg.
O Grand Slam serve ainda como preparação para o Mundial de Roterdã, marcado para agosto. Para o russo Tarmelan Timenov, "será importante lutar um evento como o Grand Slam do Rio, principalmente para ganhar ritmo de combate".
Já Luciano Corrêa, que venceu o Mundial do Rio, em 2007, usará o torneio para tentar garantir sua vaga na Holanda: "é a minha penúltima competição antes da divulgação da lista dos convocados para o Mundial de Roterdã. Vou subir no tatame para fazer o meu melhor".
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