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- 15h18
- 03Jun
Dante minimiza crise e diz que Giba também quer voltar
por ESPN.com.br
Uma das principais potências olímpicas do vôlei, o Brasil viu o esporte entrar em uma situação delicada no começo desta temporada. Em Osasco, o Finasa retirou seu patrocínio. Já o Unisul encerou seu projeto em Joinville. Para completar, Brasil Telecom e Bento Vôlei fecharam as portas. Apresentando na última terça-feira pelo Santander/São Bernardo, Dante minimizou a crise.
"Todo mundo fala do Brasil, mas na Itália vão cortar 15% dos salários e na Rússia, 30%. Isso está acontecendo no mundo inteiro. Não tenho qualquer receio. Caso contrário, não estaria aqui com vocês. O Brasil se renovou e está investindo. Se sai algum patrocinador, tem 10 querendo entrar", argumentou o ponteiro, campeão olímpico de 2004.
Dante passou as últimas sete temporadas no exterior. Depois de jogar na Itália e na Grécia, ele foi contratado junto ao Dínamo de Moscou. Para contar com o experiente jogador, o Santander precisou aumentar o orçamento previsto anteriormente. José Montanaro, diretor esportivo da equipe, gostaria de fazer um contrato de dois anos com o atleta, mas teve condições de oferecer apenas uma temporada de compromisso.
Ao ouvir o dirigente explicar que o patrocinador aumentou o investimento para repatriá-lo, Dante pediu a palavra para defender sua linha de raciocínio sobre a situação do vôlei no Brasil. "Enquanto lá fora está reduzindo, aqui o investimento está aumentando. Ontem mesmo eu soube que um time super tradicional do Japão fechou as portas", disse o atleta.
Na Rússia, o jogador tinha a companhia de Giba, que defendia o Iskra Odintsovo, vice-campeão da última edição do Campeonato Russo. Segundo Dante, seu compatriota também quer voltar ao Brasil. "A gente conversava muito e ele tem vontade de retornar. Todo mundo que está fora tem esse desejo de jogar em seu país. Se falar que não, é mentira", afirmou. Giba chegou a negociar com Minas e Florianópolis, sem sucesso.
Os recentes retornos ao Brasil de nomes como Marcelinho, Serginho, André Nascimento e André Heller deixam Dante animado. "O campeonato está em um nível cada vez melhor. Essas voltas só ajudam a Superliga e esse ano tem tudo para ser bom. Existem muitos brasileiros que são reservas no exterior e também poderiam voltar ao Brasil para jogar como titulares", encerrou.
"Todo mundo fala do Brasil, mas na Itália vão cortar 15% dos salários e na Rússia, 30%. Isso está acontecendo no mundo inteiro. Não tenho qualquer receio. Caso contrário, não estaria aqui com vocês. O Brasil se renovou e está investindo. Se sai algum patrocinador, tem 10 querendo entrar", argumentou o ponteiro, campeão olímpico de 2004.
Dante passou as últimas sete temporadas no exterior. Depois de jogar na Itália e na Grécia, ele foi contratado junto ao Dínamo de Moscou. Para contar com o experiente jogador, o Santander precisou aumentar o orçamento previsto anteriormente. José Montanaro, diretor esportivo da equipe, gostaria de fazer um contrato de dois anos com o atleta, mas teve condições de oferecer apenas uma temporada de compromisso.
Ao ouvir o dirigente explicar que o patrocinador aumentou o investimento para repatriá-lo, Dante pediu a palavra para defender sua linha de raciocínio sobre a situação do vôlei no Brasil. "Enquanto lá fora está reduzindo, aqui o investimento está aumentando. Ontem mesmo eu soube que um time super tradicional do Japão fechou as portas", disse o atleta.
Na Rússia, o jogador tinha a companhia de Giba, que defendia o Iskra Odintsovo, vice-campeão da última edição do Campeonato Russo. Segundo Dante, seu compatriota também quer voltar ao Brasil. "A gente conversava muito e ele tem vontade de retornar. Todo mundo que está fora tem esse desejo de jogar em seu país. Se falar que não, é mentira", afirmou. Giba chegou a negociar com Minas e Florianópolis, sem sucesso.
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