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- 11h30
- 13Mar
Assista agora às 12h ao vivo na ESPN Brasil, Chelsea x West Ham, partida da 30ª rodada do campeonato inglês.
Comente aqui e faça a transmissão conosco.
- 09h15
- 13Mar
Assista agora às 09h45 ao vivo na ESPN Brasil, Tottenham x Blackburn, partida da 30ª rodada do campeonato inglês.
Comente aqui e faça a transmissão conosco.
A camisa que está no varal a partir de agora é essa aí embaixo, do Renato, meia brasileiro do Sevilla, autografada.
Para concorrer a ele escreva nos comentários abaixo respondendo a pergunta: "Quem é o melhor jogador do Sevilla e por quê?"
A resposta mais criativa leva, o Alex Tseng divulga o nome do ganhador na sexta-feira, 19/03.
Concorra e boa sorte.
GANHADOR DA CAMISA DA ESPANHA:
Henrique Masone - Praia Grande, SP
Longe do Mundial desde 1982, a decadência teve entre as suas razões a queda de um avião em 1987. Nele estavam 16 jogadores do Alianza. A esperança de renovação de um futebol que viveu sua época de ouro nos anos 70.
Treinado por Valdir Pereira, o Didi, eleito pela Fifa o melhor jogador da Copa de 1958 – aquela mesma em que Garrincha e Pelé apareceram para o mundo – o Peru surpreendeu em 1970. Começou a mostrar o seu valor já nas Eliminatórias, quando eliminou a poderosa Argentina.
Era um time maravilhoso, com atacantes como Julio Baylon e Hugo Sotil (revezavam-se na ponta direita), Perico Leon e Alberto Gallardo. O meio campo também era muito habilidoso, desde o volante Ramón Miffilin, até os meias Roberto Challe e Teófilo Cubillas.
Teófilo Juan Cubillas Arziaga, o “Nenê” para os torcedores do Alianza (estreou com 16 anos e foi artilheiro do campeonato peruano) foi o grande símbolo dessa época. Forte, com ótimo passe, dono de lançamentos perfeitos e de um chute fortíssimo, foi o condutor do Peru na conquista da Copa América de 1975.
Só isso bastaria para ganhar o coração dos peruanos, mas, além disso, Cubillas está na lista dos grandes artilheiros de Copas do Mundo. Marcou dez gols, cinco em 1970 e outros cinco em 1978. Como um peruano pode não se orgulhar de “Nenê”, se Pelé fez 12 gols. Ronaldo tem 15, o alemão Muller, 14, Just Fontaine, 13, Klinsmann, 11, o húngaro Kocsis, 11, todos em 1954 e lá está Cubillas junto com o argentino Batistuta, o alemão Klose, o alemão Rahn, o inglês Lineker e o polonês Lato.
De todos esses, apenas a Polônia, o Peru e a Hungria não foram campeões do mundo.
Foram 526 gols em 905 jogos. Pela Seleção, marcou 45 vezes 117 vezes, pelo Porto foram 72 anotações em 118 jogos e pelo querido Alianza, 295 gols em 438 jogos. Marcou ainda pelo Basel, da Suíça (8 gols em 16 jogos), Fort Lauderdale Strikers (81/170), South Florida Sun (7/14) e Miami Sharks (2/6).
Em 1988, não bastassem os gols, entrou de vez na história do Alianza. Como quase todo o elenco havia morrido, aceitou voltou a jogar pelo clube, aos 39 anos.
Foi o maior jogador peruano de todos os tempos. Alguém que jogaria, com facilidade, no atual Alianza. E em todos os times da América do Sul.
- 18h16
- 12Mar
"Tiro a roupa se o Napoli se classificar. Sou napolitana e torço pelo Lavezzi."

Convenhamos... É apenas um charminho da moça.
Não precisa muito esforço para um participante de 'BB' tirar a roupa ao sair da Casa.
Sou juventino, mas nesse caso, vale a torcida: Napoli, Napoli... Em quarto lugar, é claro.
Expoentes deste grupo, eles vivem momentos distintos. Enquanto o primeiro é vaiado e cobrado no Real Madrid, o Rei das Pedaladas está feliz da vida na volta ao Santos.
E como já passou pelo clube espanhol, o atacante saiu em defesa do companheiro. "Infelizmente no Real Madrid quando as coisas não vão bem, os estrangeiros são mais cobrados. Eu espero que ele possa arrebentar junto comigo na Copa do Mundo", declarou nesta quinta-feira.
CLIQUE NO PLAYER E CONFIRA O VÍDEO
A Itália é a terceira colocada no ranking de ligas nacionais da Uefa, com 62.910 pontos (o índice considera o desempenho dos times em copas europeias nas últimas cinco temporadas). Para o país que teve, possivelmente (é a minha opinião), o campeonato nacional mais forte da história na década de 1980, é de corar (de deixar corado, envergonhado) estar mais de 11 mil pontos atrás da Espanha e mais de 16 mil da Inglaterra.
E deve ficar pior. A Alemanha está com 56.695. A diferença de 6.215 parece confortável, mas não é. Ao final da temporada, os italianos descartarão 14.000 da temporada 2004/05, enquanto os alemães perderão apenas 10.571. Só nisso, a vantagem já cairia para 2.786. Um valor que pode ser descontado já agora.

A Alemanha tem um time na Champions League (Bayern, considerando que dificilmente o Stuttgart passa pelo Barcelona) e três na Europa League (Wolfsburg, Hamburg e Werder Bremen). Se a Inter cair ante o Chelsea e os alemães forem longe na Europa League, a Juventus sozinha não conseguirá segurar o ranking da Itália.
Se cair uma posição, o Campeonato Italiano da próxima temporada distribuirá apenas três vagas na Champions League. O quarto time, que deixará de ganhar o direito de disputar a competição, sentirá no bolso essa perda.
Se não houver uma mudança estrutural, a crise da Itália se aprofundará ainda mais. E, fiquem de olho, a França do já classificado Lyon e do virtualmente classificado Bordeaux tem 50.168 pontos.
- 19h45
- 10Mar
Substituir Kaká precisando de dois gols a 15 minutos do final da partida não é normal. O que fez Manuel Pellegrini hoje, na debacle do Real Madrid, indica que algo podre, de novo, circunda os vestiários do clube.
Precisando de dois gols, você não pode tirar do campo elementos como Kaká, Cristiano Ronaldo e Higuaín. Podem estar vivendo a pior noite de suas vidas, mas são os maiores goleadores do time, os jogadores ofensivos, os jogadores que podem fazer gols a qualquer momento e mudar a partida.
Naquele momento, o Lyon recuou inteiro. Para que uma linha de quatro para marcar só Lisandro López? Pellegrini poderia ter tirado Arbeloa, Albiol, Garay, Lass Diarra, Guti.... até Casillas! A lista era ampla. Mas tirar Kaká?? E deixar o jogador exposto às vaias daquela maneira??
Não quero entrar pelo viés do suposto anti-brasileirismo do Real Madrid. Aqui muita gente se faz de vítima. Se o Real não gostasse de brasileiros, não teria contratado Kaká, isso é balela. Raúl, hoje, o suposto inimigo, não apita mais nada. Está no banco, entre outras razões, porque o presidente do clube não gosta dele.
Mas difícil achar que não haja algo podre no reino milionário Florentino Pérez. Pelas recentes comemorações de gols, está claro que Kaká e Cristiano Ronaldo são amigos, não há vaidades ali. Também difícil imaginar que Kaká tenha arrumado problema com o técnico, pelo histórico de sua carreira. Mas por que Pellegrini decidiu queimar um de seus jogadores mais importantes dessa maneira?
Na partida de hoje, não acho que Kaká tenha sido o grande culpado. Na verdade, se há um culpado, é Higuaín. Acho que o argentino é um belíssimo atacante e não me canso de elogiá-lo, mas teve duas ocasiões no primeiro tempo que não podem ser perdidas em jogos como este. O Real deveria ter vencido por mais no primeiro tempo, jogou bem, criou chances.
Pellegrini, então, não soube encontrar um antídoto para as mudanças radicais e ousadas de Claude Puel no intervalo. O Lyon voltou em cima do Real Madrid, ofensivo, buscando o gol. Coisa de time corajoso, agressivo. Justo na hora em que as coisas pareciam mais calmas, saiu o gol de Pjanic. E aí, adiós.
O Real deixa de ganhar 20 milhões de euros, que entravam nos planos de Florentino para pagar o altíssimo investimento do último verão. E cai nas oitavas pela sexta vez seguida. A eliminação mais doída, disparado. Primeiro porque é a primeira em casa, diante da torcida (**). E depois porque é ano da final da Champions no Bernabéu. Triste dia para o Madridismo.
** (Correção. Em 2008, a eliminação também foi caseira, contra a Roma! Obrigado ao Rafael, que me corrigiu)
- 18h51
- 10Mar
Dá uma olhada na nevasca que caiu em Vinovo, CT da Juve, nesta quarta.
Estava 'fácil' treinar...
Sangue frio, ou melhor, gelado, para envolver os ingleses.
São 21 'picolés' convocados pelo técnico Zaccheroni para enfrentar o Fulham, no estádio Olímpico, no jogo de ida das oitavas de final da Uefa Europa League, nesta quinta.
A saber:
5 Cannavaro
6 Grosso
7 Salihamidzic
8 Marchisio
9 Iaquinta
10 Del Piero
13 Manninger
15 Zebina
16 Camoranesi
17 Trezeguet
18 Poulsen
21 Grygera
22 Sissoko
26 Candreva
28 Diego
29 De Ceglie
33 Legrottaglie
39 Marrone
40 Immobile
41 Pinsoglio
44 Piccolo
Destaque para o retorno de Camoranesi, recuperado de contusão.
Felipe Melo cumpre suspensão.
- 15h42
- 10Mar
1995 – Foi convocado pela primeira vez para a seleção sub-15 e, em sua segunda partida, atuou ao lado do goleiro Julio Cesar em Wembley, na Inglaterra
1996 – Participou da preparação da equipe sub-17 para o Sul-Americano da categoria, que seria disputado no ano seguinte
1997 – Ainda como reserva, conquistou o título continental. Meses depois, se sagrou campeão mundial e foi escolhido o destaque da competição
1998 – Promovido aos profissionais do Grêmio, foi uma das peças-chaves na formação do grupo que ficaria no terceiro lugar do Sul-Americano Sub-20
1999 – Mesmo após decepcionar no Mundial Sub-20, fez a sua estreia na seleção principal contra a Letônia e foi chamado para substituir Edilson na Copa América
2000 – Recebeu as primeiras oportunidades nas Eliminatórias e participou da frustrante campanha brasileira na Olimpíada de Sidney
2001 – Envolvido num imbróglio judicial com o Grêmio, se transferiu para o Paris Saint Germain e disputou apenas quatro partidas na temporada
2002 – Destaque no Campeonato Francês, teve um bom papel na Copa do Mundo e foi um dos responsáveis por deixar Romário fora da competição
2003 – Fez parte da equipe que se despediu ainda na primeira fase da Copa das Confederações e foi convocado para as Eliminatórias
2004 – Em alta no Barcelona, atuou no amistoso contra a França, em comemoração ao centenário da Fifa, e conquistou o prêmio de melhor do mundo
2005 – Ganhou os três prêmios mais cobiçados do futebol internacional e foi campeão da Copa das Confederações
2006 – Ficou abaixo do esperado no Mundial e teve a sua titularidade ameaçada com a troca de comando na seleção
2007 – Com o pedido de dispensa da Copa América, entrou em rota de colisão durante as Eliminatórias
2008 – Anunciado pelo presidente da CBF, Ricardo Teixeira, teve participação discreta na Olimpíada de Pequim
2009 – Fez a sua última partida com a equipe em 1 de abril, contra o Peru, pelas Eliminatórias. Desde então, não é mais chamado
Futebol é paixão. Não há limite. É por isso que 'Futebol no Mundo', na ESPN Brasil, está sempre onde a bola rola. É o único programa da TV brasileira a tratar exclusivamente do futebol internacional
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