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- 19h44
- 09Feb
Nem Botafogo, de Ribeirão Preto, tampouco Boa Vista, do Rio de Janeiro.
Christian Vieri, também conhecido por Bobo, agitou, agitou e ficou mesmo na Itália.
O que é totalmente compreensível após se conhecer a noiva do ex-atacante.
Melissa Satta é destaque da conceituada revista 'Sports Illustrated'.
A modelo serviu de tela para uma verdadeira 'pintura': a camisa da Squadra Azzurra.

A aquarela só não é perfeita por um motivo: o escudo da Itália é o velho.
Pois é, uma obra-prima dessas e o blogueiro repara no escudo ultrapassado, você vai dizer.
Fanático é assim mesmo...
Talvez o pintor tenha se distraído com a beleza da 'tela' - o que também é totalmente compreensível, diga-se.
Ah, o atual escudo é esse aqui, tá.
Christian Vieri, também conhecido por Bobo, agitou, agitou e ficou mesmo na Itália.
O que é totalmente compreensível após se conhecer a noiva do ex-atacante.
Melissa Satta é destaque da conceituada revista 'Sports Illustrated'.
A modelo serviu de tela para uma verdadeira 'pintura': a camisa da Squadra Azzurra.

A aquarela só não é perfeita por um motivo: o escudo da Itália é o velho.
Pois é, uma obra-prima dessas e o blogueiro repara no escudo ultrapassado, você vai dizer.
Fanático é assim mesmo...
Talvez o pintor tenha se distraído com a beleza da 'tela' - o que também é totalmente compreensível, diga-se.
Ah, o atual escudo é esse aqui, tá.
- 18h25
- 09Feb

Por isso Ronaldo jamais será convocado com o atual treinador no comando.
Hoje o corintiano não faz falta ao time.
Para Dunga, Ronaldo é o símbolo da falta de comprometimento da turma de 2006.
Voltando um pouquinho no tempo, será que o treinador está errado?
A convocação para o jogo contra a Irlanda tem nove jogadores daquela Copa, gente que Dunga acredita ter recuperado.
Ou não atribui a eles o fiasco na Alemanha.
E Ronaldinho Gaúcho, onde entra nessa história?
A quatro meses do Mundial, 90% do grupo está fechado.
A dúvida é aquela de sempre, a lateral esquerda.
Gilberto, hoje meio-campo do Cruzeiro, está de volta.
Vale a tentativa numa vaga ainda aberta.
Dunga pode levar apenas três laterais e abrir espaço para mais um jogador de meio-campo.
A fidelidade a seus comandados conquistou o grupo, traz retorno dentro de campo, mas ainda temos problemas.
Não há substituto para Kaká, alguém mais agressivo, que jogue no sentido do gol, como o jogador do Real Madrid.
Para Dunga, esse espaço é de Julio Baptista. Mas trata-se de uma posição que requer mais talento.
Robinho e Ronaldinho Gaúcho foram muito questionados, dentro e fora do campo. Quando jogam e quando badalam.
Já Baptista, reserva na Roma, está lá, quietinho, a caminho do Mundial.
Julio merece participar do Mundial, mas é fato que esteve menos exposto do que Robinho e Ronaldinho.
O Gaúcho tem oscilado no Milan, mas fico com ele para a reserva de Kaká.
Disputada após o final da temporada, muita gente vai chegar no bagaço à Copa do Mundo.
A seleção titular tem funcionado bem, mas o Mundial pode ser decidido pelos reservas.

Veja a lista de convocados:
Goleiros
Julio Cesar (Internazionale-ITA)*
Doni (Roma-ITA)
Laterais
Maicon (Internazionale-ITA)
Daniel Alves (Barcelona-ESP)
Michel Bastos (Lyon-FRA)
Gilberto (Cruzeiro)*
Zagueiros
Lúcio (Internazionale-ITA)*
Juan (Roma-ITA)*
Luisão (Benfica-POR)*
Thiago Silva (Milan-ITA)
Volantes
Felipe Melo (Juventus-ITA)
Josué (Wolfsburg-ALE)
Gilberto Silva (Panathinaikos-GRE)*
Kleberson (Flamengo)
Ramires (Benfica-POR)
Meias
Kaká (Real Madrid-ESP)*
Elano (Galatasaray-TUR)
Julio Baptista (Roma-ITA)
Atacantes
Luís Fabiano (Sevilla-ESP)
Nilmar (Villarreal-ESP)
Adriano (Flamengo)*
Robinho (Santos)*
*Jogadores que participaram do Mundial de 2006.
- 19h56
- 08Feb
Calma lá!
Não é sobre quem você está pensando - se é que pensou em alguém.
A máscara em questão é do ex-árbitro Pierluigi Collina.
O blog 'azzurrissimo.it', do fanático jornalista Antonello Perillo, convoca a torcida do Napoli a protestar contra a péssima arbitragem do Calcio de uma maneira bem divertida e irônica, ou seja: usando a máscara do melhor apitador do mundo.

Os napolitanos não se conformam com os erros do homem de preto na derrota por 3 a 1 contra a Udinese - o time está na briga direta por vaga na Champions League.
Para baixar a máscara, basta acessar o site e fazer o download.
Será divertido ver o estádio San Paolo 'careca' de indignação.
No futebol brasileiro, qual árbitro seria homenageado com tal 'honraria'?
O Carnaval está aí...
Não é sobre quem você está pensando - se é que pensou em alguém.
A máscara em questão é do ex-árbitro Pierluigi Collina.
O blog 'azzurrissimo.it', do fanático jornalista Antonello Perillo, convoca a torcida do Napoli a protestar contra a péssima arbitragem do Calcio de uma maneira bem divertida e irônica, ou seja: usando a máscara do melhor apitador do mundo.

Os napolitanos não se conformam com os erros do homem de preto na derrota por 3 a 1 contra a Udinese - o time está na briga direta por vaga na Champions League.
Para baixar a máscara, basta acessar o site e fazer o download.
Será divertido ver o estádio San Paolo 'careca' de indignação.
No futebol brasileiro, qual árbitro seria homenageado com tal 'honraria'?
O Carnaval está aí...
Eu não sou um cara muito dado a crenças, religiões, etc. Mas sempre que bato com uma coincidência como a que percebi nessa madrugada, confesso ficar com um friozinho na barriga.
Resolvi escrever um post sobre a estreia de Robinho no Santos. E meu plano inicial era fazer um paralelo com suas brilhantes estreias no Real Madrid e no Manchester City, jogos que tive a felicidade de cobrir in loco. A estreia pelo Real foi contra o Cádiz, no estádio Ramón de Carranza.
Foi um dia movimentado, aquele. Com um calor desgraçado de verão europeu, viajar de Jerez de la Frontera, onde estava hospedado, até o estádio foi uma epopeia. Acabei entrando, arrumei um belo lugar ao lado do banco de reservas de Luxemburgo e me senti, câmera na mão, microfone na outra, como todos os outros presentes no estádio: testemunha da história (fomos parcialmente ludibriados, lógico. Robinho é craque, mas longe de um top ten de todos os tempos).
Nesta madrugada, fazendo uma rápida busca pela data exata daquele jogo, me deparei com 28 de agosto de 2005. E logo pensei: "Por que tenho a sensação de acabar de ter visto algo sobre essa data?"
Não era uma sensação sem sentido. Sim, eu tinha acabado de ver algo sobre aquela data. Minutos atrás, havia escrito o texto relatando o título do New Orleans Saints no Super Bowl e havia, por essa razão, feito uma busca no google sobre a data exata em que o furacão Katrina havia passado por Nova Orleans, destruindo a cidade. Bingo!
Enquanto Robinho maravilhava os espanhóis naquele 28 de agosto de 2005, New Orleans era evacuada devido à chegada de um furacão que já havia se transformado em categoria 5. Katrina devastaria a cidade, deixando mais de 1500 mortos, no dia seguinte: 29 de agosto. Uma tragédia que expôs um país que ninguém conhecia: uma cidade de maioria negra, abandonada pelo governo federal e em que havia mais pobreza do que o resto do mundo imaginaria. A Espanha ria Robinho, os EUA choravam Katrina.
Nova Orleans é a cidade do Carnaval nos EUA. Carnaval que tem tudo a ver com Robinho, com seus dribles, com o futebol mágico que empolgou tanta gente e que andava meio esquecido. O destino reservaria um reencontro: e ele ocorreu ontem, no dia 7 de fevereiro de 2010.
Passaram-se quatro anos e meio, mas Robinho e Nova Orleans voltaram a dividir as manchetes, renasceram juntos.
Daquele Robinho de Cádiz, pouco se viu nos quatro anos e meio seguintes na Europa. Daquela Nova Orleans destruída, surgiu uma enorme força interior que acabou canalizada no time de futebol americano da cidade: os Santos de Nova Orleans. Opa! E aí vem mais uma coincidência.
No dia em que Robinho voltou ao Santos para fazer um golaço de letra e renascer para o futebol, os Santos de New Orleans ganharam um título inédito, o mais importante do esporte no país, consumando o renascimento de uma cidade devastada, hoje plenamente recuperada em seu orgulho, em sua alma.
Nesta noite, torci pelos Saints. Torci pela vitória de um time que fará o Carnaval deles ser genuinamente feliz, sem poréns, pela primeira vez desde o desastre. Mais cedo, havia torcido também por Robinho. Um sujeito com quem já conversei tantas vezes que perdi as contas. Sujeito difícil de "fisgar", que adora dar aquele famoso "perdido". Mas que nunca me mostrou um décimo da tal máscara que muitos citam.
Foi um golaço, esse contra o São Paulo. Uma estreia fantástica, assim como a de Cádiz, assim como a de setembro de 2008, pelo City, fazendo gol em cima do Chelsea de Felipão. Robinho resolveu dizer que era o gol "letra J", em homenagem ao filho. Sorry, Robinho. São coincidências demais. Teu gol hoje, se tiver que levar nome, vai ter que levar duas letras: "NO".
- 21h07
- 07Feb

Robinho decidiu o clássico com um golaço. A volta ao Santos não poderia ter sido melhor, mas é apenas o começo. Ou o recomeço. Num campeonato com os pequenos cada vez menores, restam os clássicos. É natural que toda a expectativa esteja em torno deles, mas ela tem limite.
O trabalho está apenas começando. É hora de preparar os times fisicamente para que possam suportar a temporada. O Santos voltou das férias um pouquinho antes, mas o São Paulo fez seu sétimo jogo exatamente na data em que completou 30 dias de trabalho no ano.
Não é fácil preparar um time com ele jogando, por isso Ricardo Gomes usou vários jogadores nas rodadas anteriores, aquilo que muita gente preferiu chamar de teste. O nome certo, porém, é necessidade.
O time titular jogou duas partidas seguidas e pode ter problemas na quarta-feira.
A vitória é importante, mas o Santos ainda precisa de muito trabalho. Mesmo com Neymar, Paulo Henrique e Robinho seria importante contar com um jogador de área mais tarimbado. Do meio-campo para frente, o time possui habilidade com velocidade. No futebol atual isso é ouro.
Com Neymar, de apenas 18 anos, muita calma. Depois da primeira temporada completa, o garoto tem todas as condições para fazer uma grande temporada. O importante é não queimar etapas.
Aliás, o melhor a fazer é conversar bastante com Robinho, que poderá ajudá-lo a evitar algumas roubadas.
- 21h00
- 05Feb

Vai ser difícil encontrar um atleta de alto rendimento que não conviva com dores e treinamentos especiais durante a carreira.
O velho bordão dizia que esporte é saúde. Mas não o praticado por atletas de alto nível.
Esses são obrigados a lidar com frustrações e limitações durante quase todo o tempo. Por isso, em meio a tantas dores, é preciso valorizá-los.
Agora surgiu a história de que Kaká tem uma pubalgia que o acompanhará enquanto jogar futebol.
O problema aumenta com a notícia de uma possível venda do jogador para a Juventus.
Parece, então, que o brasileiro está “bichado” e que o clube espanhol estaria tentando empurrá-lo para os italianos.
Kaká pode até precisar de um tratamento intensivo, mas com certeza jogaria no futebol brasileiro, que sob o ponto de vista da recuperação dos atletas é mais evoluído do que o europeu.
O pior é que uma bobagem como essa não ajuda em nada o Real Madrid, que ainda não viu sua nova geração de estrelas jogando um futebol compatível com a fortuna gasta para montar a equipe.
Com talento é sempre mais fácil, mas mesmo um clube com dinheiro se vê obrigado a cumprir etapas que atingem da plebe à realeza.
Queimar um nome como Kaká é loucura. Tomara que o Real Madrid coloque um ponto final nessa bobagem.
A camisa que fica no varal do Futebol no Mundo a partir de agora é essa aí embaixo, do Ewerton, atacante brasileiro do Zaragoza, da Espanha.
Para concorrer a ela escreva nos comentários abaixo e responda à pergunta: "Voce gostaria de ter o Ewerton no seu time e por quê?"
A resposta mais legal leva o ganhador será anunciado pelo Alex Tseng na programa da próxima sexta,
12/02.
Participe e boa sorte.
- 09h49
- 29Jan
A conta bancária engordou. A qualidade de vida é das melhores. Mas Diego Cavalieri não está feliz na Inglaterra. Titular do Palmeiras nos Campeonatos Brasileiros de 2006 e 2007, quando Marcos praticamente não jogou por causa de inúmeras contusões, o goleiro trocou o Verdão pelo Liverpool na metade de 2008, mas teve tão poucas oportunidades no clube da cidade dos Beatles que tenta um acordo com a diretoria para ser liberado no meio do ano para, pelo menos, ser emprestado.
O Internacional teve interesse no começo deste ano, mas o negócio não saiu. Na temporada passada, Diego Cavalieri recebeu algumas propostas, inclusive de outros clubes da Europa. Mas o Liverpool o segurou sob a promessa de que ele seria mais utilizado, coisa que não aconteceu.
Não há nada pior para um goleiro do que não jogar. Se fosse um atleta em começo de carreira, que está em busca da primeira oportunidade, tudo bem, como o aconteceu com o próprio Diego durante anos na reserva de Marcos.
Mas não é o caso. Quando jogou, Diego Cavalieri mostrou qualidade, tanto que esteve entre os finalistas do Prêmio Craque do Brasileirão, organizado pela CBF, em 2006 e 2007. Por isso, é tão duro voltar a ser reserva como aconteceu com ele no Liverpool.
E o pior, se treina muito menos na Inglaterra do que se faz no Brasil. Diego tem sentido muita falta disso também. Como se não bastassem as diferenças de cultura em relação aos treinamentos, muitas vezes as atividades tem sido canceladas por causa das nevascas dos últimos tempos na Inglaterra.
Desde que chegou ao Liverpool, Diego Cavalieri não disputou nenhum jogo pela Premier League, a primeira divisão do Campeonato Inglês. A estreia dele aconteceu em setembro de 2008, uma vitória de 2 a 1 sobre o Crewe pela Copa da Liga. Dois meses depois, ele atuou pela mesma competição na derrota de 4 a 2 para o Tottenham. Em dezembro, jogou na vitória de 3 a 1 sobre o PSV na última rodada da primeira fase da Liga dos Campeões. Em janeiro, esteve em campo também nos 2 a 0 sobre o Preston pela Copa da Inglaterra.
Depois disso, ficou oito meses sem ser aproveitado. Voltou a jogar no final de setembro de 2009, quando Liverpool venceu o Leeds por 1 a 0 pela Copa da Liga. Pela mesma competição, participou em outubro na derrota para o Arsenal por 2 a 1. Pela Liga dos Campeões, esteve em campo no começo de dezembro, quando Liverpool perdeu da Fiorentina por 2 a 1 e foi eliminado. Seu último jogo foi no último dia 13 de janeiro. Mais uma derrota: 2 a 1 para o Reading pela Copa da Inglaterra.
Foram apenas oito jogos oficiais em 18 meses de clube. Muito pouco para quem chegou a ser cotado para a Seleção Brasileira quando estava em seu auge no Palmeiras. Nem sempre a transferência para a Europa é a melhor opção para um jogador. Para Diego Cavalieri, com certeza, não foi.
O Internacional teve interesse no começo deste ano, mas o negócio não saiu. Na temporada passada, Diego Cavalieri recebeu algumas propostas, inclusive de outros clubes da Europa. Mas o Liverpool o segurou sob a promessa de que ele seria mais utilizado, coisa que não aconteceu.
Não há nada pior para um goleiro do que não jogar. Se fosse um atleta em começo de carreira, que está em busca da primeira oportunidade, tudo bem, como o aconteceu com o próprio Diego durante anos na reserva de Marcos.
Mas não é o caso. Quando jogou, Diego Cavalieri mostrou qualidade, tanto que esteve entre os finalistas do Prêmio Craque do Brasileirão, organizado pela CBF, em 2006 e 2007. Por isso, é tão duro voltar a ser reserva como aconteceu com ele no Liverpool.
E o pior, se treina muito menos na Inglaterra do que se faz no Brasil. Diego tem sentido muita falta disso também. Como se não bastassem as diferenças de cultura em relação aos treinamentos, muitas vezes as atividades tem sido canceladas por causa das nevascas dos últimos tempos na Inglaterra.
Desde que chegou ao Liverpool, Diego Cavalieri não disputou nenhum jogo pela Premier League, a primeira divisão do Campeonato Inglês. A estreia dele aconteceu em setembro de 2008, uma vitória de 2 a 1 sobre o Crewe pela Copa da Liga. Dois meses depois, ele atuou pela mesma competição na derrota de 4 a 2 para o Tottenham. Em dezembro, jogou na vitória de 3 a 1 sobre o PSV na última rodada da primeira fase da Liga dos Campeões. Em janeiro, esteve em campo também nos 2 a 0 sobre o Preston pela Copa da Inglaterra.
Depois disso, ficou oito meses sem ser aproveitado. Voltou a jogar no final de setembro de 2009, quando Liverpool venceu o Leeds por 1 a 0 pela Copa da Liga. Pela mesma competição, participou em outubro na derrota para o Arsenal por 2 a 1. Pela Liga dos Campeões, esteve em campo no começo de dezembro, quando Liverpool perdeu da Fiorentina por 2 a 1 e foi eliminado. Seu último jogo foi no último dia 13 de janeiro. Mais uma derrota: 2 a 1 para o Reading pela Copa da Inglaterra.
Foram apenas oito jogos oficiais em 18 meses de clube. Muito pouco para quem chegou a ser cotado para a Seleção Brasileira quando estava em seu auge no Palmeiras. Nem sempre a transferência para a Europa é a melhor opção para um jogador. Para Diego Cavalieri, com certeza, não foi.
Van der Sar; Rafael, Evans, Ferdinand e Evra; Fletcher, Carrick, Scholes e Nani; Giggs e Rooney. Esse foi o time que o Manchester United colocou em campo para a semifinal da Carling Cup, a Copa da Liga Inglesa, ontem contra o Manchester City.
Dá para chamar tranquilamente de "time titular". No máximo, Vidic jogaria no lugar de Evans, Berbatov entraria no ataque. E claro, dependendo do adversário, Alex Ferguson poderia ter usado Park ou Valencia na frente.
Veja bem, time titular, o melhor que ele considerava para o jogo contra o City. Na Carling Cup. Esse torneio é disparado o menos importante da Inglaterra. Não classifica para nada e não tem o charme da FA Cup, a Copa da Inglaterra, que para sempre será o torneio mais antigo de futebol do mundo.
Mesmo assim, time titular, expondo gente como Van der Sar, Ferdinand, Carrick e Rooney a poucos dias de uma partida decisiva contra o Arsenal pelo Campeonato Inglês. Jogo que será domingo em Londres e que praticamente definirá quem continua na briga pelo título com o Chelsea.
Não vi muita gente falar sobre isso hoje, mas tenho certeza que o assunto será recorrente nas mesas redondas quando chegarem as semifinais dos campeonatos regionais aqui no Brasil. Corinthians, São Paulo, Flamengo, Inter e Cruzeiro estarão vivos na Libertadores. E veremos intermináveis discussões sobre colocar ou não os titulares nos estaduais.
A Libertadores é mais importante do que os estaduais. Mas historicamente, a diferença é menor do que a distância entre Premier League e Carling Cup na Inglaterra.
Por que o United colocou, então o time titular? Muito simples. Porque o rival era o City, o vizinho. E o torcedor do United queria muito ganhar do novo primo rico na cidade. Ferguson não ligou para poupar ninguém, ligou para o sentimento geral que havia na cidade, na importância que o torcedor do clube dava para aquele jogo.
Será que em uma hipotética semifinal de Paulistão, entre Corinthians e Palmeiras, o torcedor corintiano vai mesmo querer que Mano Menezes deixe Ronaldo e outros titulares de fora, para poupá-los para a Libertadores??? Será que o torcedor quer mesmo perder? Será que o torcedor do São Paulo menospreza tanto assim o Campeonato Paulista, como vem adotando no discurso nos últimos tempos??
Na minha opinião, a essência do futebol passa por ganhar. E passa por ganhar do seu vizinho. Me desculpa, tem que ser mais legal ganhar o estadual do que ficar em quarto no Brasileiro só para jogar a Libertadores. E se o torcedor não acha mais isso, está na hora mesmo de acabar com os estaduais.
Creio, no entanto, que o torcedor ainda preza a rivalidade local, como o United fez hoje. Ainda acho que o são-paulino prefira ver o time titular na semi do Paulista do que na quinta rodada contra um time do Peru ou do Equador.
Não sei se estou com as sensações pouco apuradas. Mas gostei do que vi na Inglaterra hoje. E esse blog será um pouco um termômetro, conforme os comentários mostrarão nas próximas horas.
O interesse é oficial. Representantes do Tricolor estão na Inglaterra tentando viabilizar a contratação do atacante. Segundo o vice-presidente Carlos Augusto Barros Silva, o Leco, o São Paulo entrou na negociação depois que um empresário sinalizou que o técnico do City, Roberto Mancini, prefere ver o brasileiro no Morumbi.
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ENTREVISTA DE LECO DESTA TERÇA-FEIRA
Futebol é paixão. Não há limite. É por isso que 'Futebol no Mundo', na ESPN Brasil, está sempre onde a bola rola. É o único programa da TV brasileira a tratar exclusivamente do futebol internacional
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