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- 17h43
- 06Jun
Brasil quebra escrita e goleia o Uruguai fora de casa
por ESPN.com.br
Com o Estádio Centenário lotado, o Uruguai jogou contra o Brasil para manter a escrita de nunca ter perdido para a seleção canarinho em jogos oficiais. Mas os comandados de Dunga fizeram bonito e golearam por 4 a 0, neste sábado, na abertura da 13ª rodada das eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2010.
Leia mais:
BLOG DO MAURO CEZAR PEREIRA: No mesmo jogo, Brasil escancara suas virtudes e seus defeitos. E dá goleada!
Veja galeria de fotos da goleada do Brasil contra o Urugua
VÍDEO: Kaká elege gol de Daniel Alves como chave da vitória
Após goleada, Dunga reclama da violência uruguaia
Daniel Alves enaltece 'bom trabalho' e pede mais chances
VÍDEO: Robinho quer classificação sem sufoco
VÍDEO: Para Luís Fabiano, uruguaios entraram em campo confiantes demais
VÍDEO: Após outra boa atuação, Júlio César prevê cobrança maior
VÍDEO: Felipe Melo vê pegada como ponto forte do Brasil
Os gols da vitória foram marcados por Daniel Alves, em frangaço do goleiro do Viera, e Juan na primeira etapa, além de Luís Fabiano, que depois foi expulso, e Kaká, de pênalti, no segundo tempo.
O único triunfo do Brasil jogando em Montevidéu contra o time da casa tinha acontecido em 1976, pela Taça do Atlântico, por 2 a 1. Esta também foi a maior derrota sofrida pelo Uruguai jogando em casa: a pior tinha sido em 1981, 4 a 1 para a Alemanha. Além disso, o Brasil quebrou uma invencibilidade de 14 jogos, ou cinco anos, da seleção celeste no Estádio Centenário.
Com o resultado, a seleção brasileira assume momentaneamente a liderança da competição com 24 pontos, empatado com o Paraguai, que enfrenta o Chile ainda hoje. O Uruguai fica com 17 pontos na quinta colocação, mas pode ver Colômbia e Equador, que pegam Argentina e Peru fora de casa, respectivamente, empatarem na pontuação.
Na próxima rodada, o Brasil recebe exatamente o Paraguai no Estádio do Arruda, em Recife. Já o Uruguai visita a Venezuela.
O jogo
O confronto no estádio Centenário começou dentro das tradições de Uruguai e Brasil. Com o gramado em péssimas condições, as equipes tinham dificuldades em trocar passes. Em uma partida truncada, sobrava vontade, mas faltava técnica.
O panorama em campo foi modificado apenas com uma terrível falha individual dos donos da casa. Sorte do Brasil, que abriu o marcador. Aos 11 minutos, o goleiro Vieira se atrapalhou no chute de longe de Daniel Alves - 40 metros de distância - e levou um frango histórico.
A desvantagem obrigou o Uruguai a avançar suas linhas. Na base do abafa e apoiado por sua fanática torcida, a Celeste passou a incomodar. Foram cerca de 15 minutos de extrema pressão, mas o Brasil soube se defender.
Ainda por cima, o time pentacampeão mundial foi beneficiado por uma nova desatenção do adversário para ampliar. Aos 35 minutos, Juan, livre dentro da área, aproveitou cruzamento de Elano e testou firme para as redes.
A desvantagem fez o Uruguai modificar o esquema de jogo. A Celeste iniciou o segundo tempo com três atacantes, já que Abreu entrou no lugar de Pérez e passou a atuar próximo a Forlán e Suárez.
Mas a equipe de Dunga não deu chances para o crescimento dos donos da casa. Logo aos seis minutos, em um contra-ataque que teve as participações de Kaká, Robinho e Elano, Luís Fabiano recebeu na direita e fuzilou Vieira: 3 a 0. O arremate do centroavante foi a uma velocidade de 119 Km/h.
Pouco depois de deixar a sua marca, Luís Fabiano acabou expulso de campo. O camisa 9 já tinha o cartão amarelo e o árbitro Saúl Laverni, da Argentina, o puniu por uma simulação de pênalti. Ainda assim, o Brasil marcou o quarto. Aos 29 minutos, Kaká sofreu pênalti de Godín e fez a cobrança no canto esquerdo de Vieira.
FICHA TÉCNICA
URUGUAI 0 X 4 BRASIL
Local: Estádio Centenário, em Montevidéu (Uruguai)
Data: 6 de junho de 2009, sábado
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Saúl Laverni (Argentina)
Assistentes: Gustavo Esquivel e Ariel Bustos (ambos da Argentina)
Cartões amarelos: Luís Fabiano (Brasil); Valdez e Eguren (Uruguai)
Cartões vermelhos: Luís Fabiano (Brasil); Pereira (Uruguai)
Gols: BRASIL: Daniel Alves, aos 11, Juan, aos 35 minutos do primeiro tempo; Luís Fabiano, aos seis, Kaká, aos 29 minutos do segundo tempo
URUGUAI: Viera; Maximiliano Pereira, Godín, Valdez e Cáceres; Eguren, Diego Pérez (Abreu), Jorge Martínez e Álvaro Pereira (Fernandez); Forlán e Luis Suárez (Cavani). Técnico: Oscar Tabárez
BRASIL: Júlio César; Daniel Alves, Lúcio, Juan e Kleber; Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano (Ramires) e Kaká (Júlio Baptista); Robinho (Josué) e Luís Fabiano. Técnico: Dunga
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O único triunfo do Brasil jogando em Montevidéu contra o time da casa tinha acontecido em 1976, pela Taça do Atlântico, por 2 a 1. Esta também foi a maior derrota sofrida pelo Uruguai jogando em casa: a pior tinha sido em 1981, 4 a 1 para a Alemanha. Além disso, o Brasil quebrou uma invencibilidade de 14 jogos, ou cinco anos, da seleção celeste no Estádio Centenário.
Com o resultado, a seleção brasileira assume momentaneamente a liderança da competição com 24 pontos, empatado com o Paraguai, que enfrenta o Chile ainda hoje. O Uruguai fica com 17 pontos na quinta colocação, mas pode ver Colômbia e Equador, que pegam Argentina e Peru fora de casa, respectivamente, empatarem na pontuação.
Na próxima rodada, o Brasil recebe exatamente o Paraguai no Estádio do Arruda, em Recife. Já o Uruguai visita a Venezuela.
O jogo
O confronto no estádio Centenário começou dentro das tradições de Uruguai e Brasil. Com o gramado em péssimas condições, as equipes tinham dificuldades em trocar passes. Em uma partida truncada, sobrava vontade, mas faltava técnica.
O panorama em campo foi modificado apenas com uma terrível falha individual dos donos da casa. Sorte do Brasil, que abriu o marcador. Aos 11 minutos, o goleiro Vieira se atrapalhou no chute de longe de Daniel Alves - 40 metros de distância - e levou um frango histórico.
A desvantagem obrigou o Uruguai a avançar suas linhas. Na base do abafa e apoiado por sua fanática torcida, a Celeste passou a incomodar. Foram cerca de 15 minutos de extrema pressão, mas o Brasil soube se defender.
Ainda por cima, o time pentacampeão mundial foi beneficiado por uma nova desatenção do adversário para ampliar. Aos 35 minutos, Juan, livre dentro da área, aproveitou cruzamento de Elano e testou firme para as redes.
A desvantagem fez o Uruguai modificar o esquema de jogo. A Celeste iniciou o segundo tempo com três atacantes, já que Abreu entrou no lugar de Pérez e passou a atuar próximo a Forlán e Suárez.
Mas a equipe de Dunga não deu chances para o crescimento dos donos da casa. Logo aos seis minutos, em um contra-ataque que teve as participações de Kaká, Robinho e Elano, Luís Fabiano recebeu na direita e fuzilou Vieira: 3 a 0. O arremate do centroavante foi a uma velocidade de 119 Km/h.
Pouco depois de deixar a sua marca, Luís Fabiano acabou expulso de campo. O camisa 9 já tinha o cartão amarelo e o árbitro Saúl Laverni, da Argentina, o puniu por uma simulação de pênalti. Ainda assim, o Brasil marcou o quarto. Aos 29 minutos, Kaká sofreu pênalti de Godín e fez a cobrança no canto esquerdo de Vieira.
FICHA TÉCNICA
URUGUAI 0 X 4 BRASIL
Local: Estádio Centenário, em Montevidéu (Uruguai)
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Assistentes: Gustavo Esquivel e Ariel Bustos (ambos da Argentina)
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Cartões vermelhos: Luís Fabiano (Brasil); Pereira (Uruguai)
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