BMW, McLaren e Ferrari confirmaram que estão desenvolvendo o polêmico difusor já utilizado por Brawn, Toyota e Williams. Juntamente com Renault e Red Bull, a escuderia italiana protestou na Corte de Apelações da FIA contra o equipamento, mas o julgamento ocorrerá apenas no dia 14. Por causa disso, preferiu não perder tempo, e nem pontos. A própria Red Bull já desenvolve a peça.
"Nós estamos basicamente tenho que construir um novo carro", desconversou uma fonte da Ferrari ao jornal alemão TZ. A imprensa europeia noticiou que o custo do novo difusor para a equipe de Maranello será de 20 milhões de euros (cerca de R$ 60 milhões).
Chefe da BMW, Mario Theissen revelou: "Nós não podemos esperar até alguém dizer se isso é permitido ou não". "Naturalmente, você tem que preparar no caso de isso tornar-se completamente legal. Qualquer equipe que quiser ganhar precisa trabalhar nisso", afirmou Norbert Haug, chefe esportivo da Mercedes.
Com o campeonato já encerrado, a Fórmula 1 vive neste final de ano a expectativa sobre a decisão da Renault: a montadora francesa vai deixar a principal categoria do automobilismo mundial?
Dois agraciados com a chance de pilotar o carro da equipe em Jerez de la Frontera foram o norte-americano Alexander Rossi e o mexicano Esteban Gutierrez
O ex-chefe da Renault, só saberá se o seu processo contra a FIA na Justiça francesa foi bem sucedido no dia 5 de janeiro. A primeira audiência do caso se deu nesta terça-feira, em Paris