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- 13h15
- 11Oct
Rubens Barrichello assina com a Williams para 2010
por ESPN.com.br
Rubens Barrichello assinou com a Williams em Monza e defenderá o time de Grove no ano que vem. A notícia exclusiva foi publicada neste domingo no site Grande Prêmio, que pertence ao comentarista dos canais ESPN, Flavio Gomes.
É a sexta equipe de sua carreira. Barrichello estreou na Jordan, passou pela Stewart, Ferrari, Honda e Brawn para finalmente chegar a um time que sempre teve estreita relação com o Brasil. Foi num carro alugado por Frank Williams, salvo engano, que Pace estreou, assim como Luiz Pereira Bueno. Depois, Piquet, Senna e Pizzonia, além da turma dos testes agendados pela Petrobras, como Bruno Junqueira, Max Wilson, Sperafico (qual deles?), João Paulo de Oliveira.
Leia mais:
Assessoria de Barrichello confirma contato, mas nega contrato assinado
A decisão de sair foi tomada em consequência de decisão previamente assumida pela Brawn de não ficar com ele em 2010. Assim, o possível campeão e número 1 em 2010, Jenson Button, se não teve até agora, terá prioridade nas duas últimas corridas da temporada.
O companheiro de Barrichello na Williams deve ser o alemão Nico Hülkenberg, atual campeão da GP2 e piloto de testes do time. Hülkenberg é empresariado por Willi Weber, que já declarou esperar a promoção de seu pupilo.
O veterano será o quarto brasileiro a correr pela equipe de Frank Williams: antes dele, Nelson Piquet foi campeão em 1987, Ayrton Senna disputou duas provas antes de morrer em Ímola, em 1994, e Antonio Pizzonia fez nove GPs em 2004 e 2005.
Rubens chega à Williams mais de 15 anos depois de quase substituir Senna na equipe após o acidente fatal em Ímola. Na época, Nelson Piquet trabalhou na contratação do então piloto da Jordan, que também era patrocinado pela Arisco. A transferência, como se sabe, não aconteceu, e Rubens ficou no time de Eddie Jordan até o fim de 1996, quando foi para a novata Stewart.
Depois de três anos, Barrichello se mudou para a Ferrari. Em Maranello, passou seis temporadas ao lado de Michael Schumacher, sendo vice-campeão em 2002 e 2004. Trocou a Ferrari pela Honda em 2006, mas, depois de um ano competitivo da equipe, vieram dois anos no fim do grid.
Se o fim da Honda parecia representar a aposentadoria de Rubens, o surgimento da Brawn foi a ressurreição do veterano. Após um início bem inferior ao do companheiro Jenson Button, voltou à disputa do título. A assinatura de um contrato com outra equipe, entretanto, deve reduzir as já pequenas chances de superar Button nas duas últimas corridas da temporada.
É a sexta equipe de sua carreira. Barrichello estreou na Jordan, passou pela Stewart, Ferrari, Honda e Brawn para finalmente chegar a um time que sempre teve estreita relação com o Brasil. Foi num carro alugado por Frank Williams, salvo engano, que Pace estreou, assim como Luiz Pereira Bueno. Depois, Piquet, Senna e Pizzonia, além da turma dos testes agendados pela Petrobras, como Bruno Junqueira, Max Wilson, Sperafico (qual deles?), João Paulo de Oliveira.
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O companheiro de Barrichello na Williams deve ser o alemão Nico Hülkenberg, atual campeão da GP2 e piloto de testes do time. Hülkenberg é empresariado por Willi Weber, que já declarou esperar a promoção de seu pupilo.
O veterano será o quarto brasileiro a correr pela equipe de Frank Williams: antes dele, Nelson Piquet foi campeão em 1987, Ayrton Senna disputou duas provas antes de morrer em Ímola, em 1994, e Antonio Pizzonia fez nove GPs em 2004 e 2005.
Rubens chega à Williams mais de 15 anos depois de quase substituir Senna na equipe após o acidente fatal em Ímola. Na época, Nelson Piquet trabalhou na contratação do então piloto da Jordan, que também era patrocinado pela Arisco. A transferência, como se sabe, não aconteceu, e Rubens ficou no time de Eddie Jordan até o fim de 1996, quando foi para a novata Stewart.
Depois de três anos, Barrichello se mudou para a Ferrari. Em Maranello, passou seis temporadas ao lado de Michael Schumacher, sendo vice-campeão em 2002 e 2004. Trocou a Ferrari pela Honda em 2006, mas, depois de um ano competitivo da equipe, vieram dois anos no fim do grid.
Se o fim da Honda parecia representar a aposentadoria de Rubens, o surgimento da Brawn foi a ressurreição do veterano. Após um início bem inferior ao do companheiro Jenson Button, voltou à disputa do título. A assinatura de um contrato com outra equipe, entretanto, deve reduzir as já pequenas chances de superar Button nas duas últimas corridas da temporada.
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Página do Flávio Gomes