ESPN
- Sugestões da Redação:
- /programacao
- /tabelas
- /blogs
- /pauloviniciuscoelho
- EXPN
- ESPN360
- Patrocínio do site
PARTICIPE
- /blogs
- /cadastro
- /enquete
- /mural
- /promocoes
DIVERSÃO
- /bolao
- /bolaouefa
CANAIS
- /radioeldoradoespn
SUPORTE E AJUDA
- /afiliadas
- /anuncie
- /assine
- /expediente
- /faleconosco
- /quemsomos
- /quemveste
- /trabalheconosco
- Cadastro / Login
- Faça seu cadastro de fã do Esporte
Carregando...
Carregando...
Carregando...
- 17h57
- 02Oct
O novo Schumi
por Flávio Gomes, blogueiro do ESPN.com.br
A Ferrari escolheu Fernando Alonso para ser seu novo Michael Schumacher. O espanhol fechou um contrato de três anos, bastante duradouro, e há quem diga - a imprensa de seu país - que o compromisso é maior ainda, de cinco temporadas, com opção para uma sexta.
É mais ou menos o que o time de Maranello fez com o alemão em meados da década de 90, após as conquistas de seus dois títulos pela Benetton: uma aposta no longo prazo, que acabou se pagando com juros e correção monetária depois que pegou no breu. Se nos primeiros quatro anos, entre 1996 e 1999, não se viu sombra de taça, a paciência foi recompensada a partir de 2000, quando ele engatou cinco seguidos.
O asturiano, aparentemente, chega para encerrar a carreira vestido de vermelho. Aliás, ele mesmo disse isso quando chegou a Suzuka, nas suas primeiras entrevistas como novo ferrarista. "Depois de guiar uma Ferrari, não faz sentido dirigir outro carro", falou, para alegria dos italianos. E, assim, Alonso terá tempo para realizar o que teve dificuldades para fazer em seus últimos anos erráticos, 2007 na McLaren, às turras com Lewis Hamilton e com a direção da equipe, e 2008 e 2009 na combalida Renault.
Deixa o time um piloto de quem a Ferrari não tem nada a reclamar. Kimi Raikkonen ganhou o título no primeiro ano de casa e ajudou na conquista de dois Mundiais de Construtores. Nesta temporada, com uma carroça abaixo da crítica, conseguiu até vencer um GP, em Spa. Seu destino deve ser a McLaren, onde se fala menos, como gosta o finlandês. Ou, até, o Mundial de Rali. Kimi, silencioso que é, não dá pistas do que quer fazer da vida.
O acerto dos italianos com Alonso pode ser recebido com alguma preocupação por Felipe Massa, embora ficar choramingando pelos cantos não seja o estilo do brasileiro. Mas não se pode negar o status com que o asturiano chega ao time. Vai ganhar 25 milhões de euros por ano e é a grande razão de o banco Santander ter resolvido investir uma fortuna na Ferrari, tornando-se seu principal patrocinador.
A vida, nesse sentido, será dura para Massa. E, além de tudo, Alonso é muito bom, o melhor da atualidade. Como dura será para Hamilton, tendo ao lado alguém como Kimi, caso se confirme a contratação. Se os dois times fizerem bons carros para 2010, dá até para ficar animado com o próximo Mundial.
A oficialização de Alonso era apenas uma questão de tempo, e agora a tendência é que o dominó derrube as pecinhas nos próximos dias. Além de Raikkonen na Ferrari, logo será confirmada a transferência de Robert Kubica para a Renault. Rubens Barrichello não deve ficar na Brawn. Está muito perto da Williams, que perderá Nico Rosberg para a Brawn. Heikki Kovalainen está acertando sua volta à Renault.
No primeiro escalão, é isso. No segundo, há muita curiosidade para se saber onde - e se - estarão três brasileiros no ano que vem: Bruno Senna (Force India?), Lucas di Grassi e Nelsinho Piquet (Campos?). O tempo dirá.
É mais ou menos o que o time de Maranello fez com o alemão em meados da década de 90, após as conquistas de seus dois títulos pela Benetton: uma aposta no longo prazo, que acabou se pagando com juros e correção monetária depois que pegou no breu. Se nos primeiros quatro anos, entre 1996 e 1999, não se viu sombra de taça, a paciência foi recompensada a partir de 2000, quando ele engatou cinco seguidos.
O asturiano, aparentemente, chega para encerrar a carreira vestido de vermelho. Aliás, ele mesmo disse isso quando chegou a Suzuka, nas suas primeiras entrevistas como novo ferrarista. "Depois de guiar uma Ferrari, não faz sentido dirigir outro carro", falou, para alegria dos italianos. E, assim, Alonso terá tempo para realizar o que teve dificuldades para fazer em seus últimos anos erráticos, 2007 na McLaren, às turras com Lewis Hamilton e com a direção da equipe, e 2008 e 2009 na combalida Renault.
Deixa o time um piloto de quem a Ferrari não tem nada a reclamar. Kimi Raikkonen ganhou o título no primeiro ano de casa e ajudou na conquista de dois Mundiais de Construtores. Nesta temporada, com uma carroça abaixo da crítica, conseguiu até vencer um GP, em Spa. Seu destino deve ser a McLaren, onde se fala menos, como gosta o finlandês. Ou, até, o Mundial de Rali. Kimi, silencioso que é, não dá pistas do que quer fazer da vida.
O acerto dos italianos com Alonso pode ser recebido com alguma preocupação por Felipe Massa, embora ficar choramingando pelos cantos não seja o estilo do brasileiro. Mas não se pode negar o status com que o asturiano chega ao time. Vai ganhar 25 milhões de euros por ano e é a grande razão de o banco Santander ter resolvido investir uma fortuna na Ferrari, tornando-se seu principal patrocinador.
A vida, nesse sentido, será dura para Massa. E, além de tudo, Alonso é muito bom, o melhor da atualidade. Como dura será para Hamilton, tendo ao lado alguém como Kimi, caso se confirme a contratação. Se os dois times fizerem bons carros para 2010, dá até para ficar animado com o próximo Mundial.
A oficialização de Alonso era apenas uma questão de tempo, e agora a tendência é que o dominó derrube as pecinhas nos próximos dias. Além de Raikkonen na Ferrari, logo será confirmada a transferência de Robert Kubica para a Renault. Rubens Barrichello não deve ficar na Brawn. Está muito perto da Williams, que perderá Nico Rosberg para a Brawn. Heikki Kovalainen está acertando sua volta à Renault.
No primeiro escalão, é isso. No segundo, há muita curiosidade para se saber onde - e se - estarão três brasileiros no ano que vem: Bruno Senna (Force India?), Lucas di Grassi e Nelsinho Piquet (Campos?). O tempo dirá.
- 14h33
- 20Nov
/flaviogomes
Os novos inimigos
Mercedes e McLaren, unidas desde 1995 na F-1, tendem a virar as maiores inimigas da categoria depois dos anúncios desta semana. A montadora alemã, que comprou a Brawn, vai se desfazer dos 40% que possui no time inglês
- 16h35
- 16Nov
/pauloviniciuscoelho
VÍDEO: Para comentaristas, hegemonia do estado de São Paulo é ruim para o Brasileiro
Para os comentaristas do programa Bate-Bola 1ª edição, da ESPN Brasil, Flavio Gomes e Paulo Vinicius Coelho, a hegemonia do estado é ruím para a competição nacional
- 19h00
- 13Nov
/flaviogomes
O carro que ri
Este é um desagravo, em defesa da verdade e para rebater calúnias inomináveis e mentiras históricas veiculadas pela imprensa de todo o planeta nos últimos dias
Página do Flávio Gomes