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- 16h57
- 01Jul
No último sábado a ESPN Brasil convidou um grupo de publicitários para passar um dia praticando esportes de aventura em Socorro -SP.
No Parque dos Sonhos, um hotel onde é possível fazer a prática de diversos esportes de aventura, o grupo participou de atividades de tirolesa, rapel, arvorismo e bóia cross.
O publicitários foram acompanhados de perto por uma equipe de videorrepórteres que registrou todos os detalhes do evento que irá virar um Aventuras com Renata Falzoni que irá ao ar no próximo dia 15 de Julho.
Para conhecer mais sobre o parque dos sonhos acesse: parquedossonhos.com.br
CLIQUE NO PLAYER PARA ASSISTIR AO VÍDEO
No Parque dos Sonhos, um hotel onde é possível fazer a prática de diversos esportes de aventura, o grupo participou de atividades de tirolesa, rapel, arvorismo e bóia cross.
O publicitários foram acompanhados de perto por uma equipe de videorrepórteres que registrou todos os detalhes do evento que irá virar um Aventuras com Renata Falzoni que irá ao ar no próximo dia 15 de Julho.
Para conhecer mais sobre o parque dos sonhos acesse: parquedossonhos.com.br
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- 16h31
- 29Jun
Dani Genovesi primeira mulher latina americana a finalizar a RAAM
Crédito da imagem: Divulgação
Após 11 dias, 17 horas e oito minutos de pedal, a carioca Daniela Genovesi, de 41 anos, entrou para a história do esporte nacional ao vencer a Race Across America, uma ultra maratona que cruza os Estados Unidos de Oceanside na Califórnia até Annapolis em Maryland em um total de 4800 km de ciclismo de estrada.Crédito da imagem: Divulgação
Dani conquistou a vaga para a RAAM no Desafio 24 Horas de Fortaleza, foi a primeira latina-americana a chegar lá e de cara venceu a prova.
Tem mais, há dois anos que nenhuma mulher conseguia completar a prova no prazo máximo de doze dias.
Até o oitavo dia a americana Janet Christiansen estava na frente, mas a estratégia de imposta a Dani por sua equipe foi dormir 4 horas por noite, enquanto que a americana dormia apenas quando já não suportava mais pedalar. Assim, Janet abriu boa distância no começo, mas com o cansaço acumulado, a brasileira foi encostando até passá-la por duas vezes.
“Foi a maior emoção da minha vida no esporte. Foi uma emoção muito forte vencer esta prova tendo ao lado a minha família e os meus amigos, que vieram acompanhar a chegada. Tenho de agradecer muito a minha equipe, pois sem ela eu não teria conseguido”, disse Dani Genovesi, que na chegada chorou ao receber os abraços do marido Alexandre, do filho Victor, de 18 anos (que chegou de surpresa) e Julia, de 16 anos, que integrou a equipe e foi a responsável por preparar toda a alimentação da mãe.
Dani chegou a duvidar de sua capacidade de terminar a prova.
“Comecei a sentir muitas dores nos dois joelhos, que ficaram inchados. Na TS 50 (posto de controle 50), dormi por duas horas, tomei antiinflamatórios e as dores diminuíram, mas por um momento eu pensei que o corpo poderia dizer não, mas deu tudo certo.
Eu que a conheço bem, fico com os olhos marejados de água de imaginar a emoção dessa carioca, que é mountain biker, remadora e adora uma corrida de aventura. Emoção dela e minha também, queria ter estado lá na chegada.
O corpo de Janet começou a dizer não lá pelo oitavo dia. Foi quando Dani teve certeza de que a estratégia de sua equipe fora perfeita.
“Eu a ultrapassei à noite e parei para dormir. E ao começar o dia seguinte pensei que iria levar umas seis horas para tirar a diferença novamente. Porém, com vinte minutos de pedalada, eu já estava passando por ela, como um furacão. Deu até pena dela, pois ela estava sofrendo. Pensei, caramba, ela ainda vai sofrer por tantos quilômetros.”
Janet Christiansen finalizou em segundo, com 12 dias, 3 horas e 54 minutos, quase 11 horas depois da brasileira. Segundo ela, "Daniela fez essa corrida muito interessante para mim, ela pressionou a mim e ao meu time, e isso é bom, a real é que eu gostei. No oitavo dia ela passou por mim como se estivesse indo para um passeio de bike de um único dia!"
O santista Claudio Clarindo completou pela segunda vez a RAAM desta vez em sétimo lugar com o tempo de 10 dias, 22 horas e 25 minutos.
Assim que Dani Genovesi e Claudio Clarindo chegarem ao Brasil vamos trazê-los ao Planeta EXPN, aguarde!
Dani Genovesi no podio da RAAM
Crédito da imagem: Divulgação
Crédito da imagem: Divulgação

Dani pedala no ultimo dia de prova
Crédito da imagem: divulgação
Crédito da imagem: divulgação
Dani Genovesi com dores no joelho
Crédito da imagem: divulgação
Crédito da imagem: divulgação
Nesta madrugada cruzes foram plantadas sobre o que sobrou das primeiras árvores assassinadas ao longo da marginal do Rio Tietê para as obras de alargamento da pista conforme meu último post.
Veja as fotos, elas falam por si.
Foi o Pedal do Luto pelas primeiras árvores abatidas pelo sr Moto Serra, excelentíssimo Governador do Estado de São Paulo..
Não tem o que falar, quando os eleitores se iludiram imaginando que havia alguma diferença entre o sr Moto Serra e o sr Paulo Maluf da Freeway sobre os Rios Pinheiros e Tietê, não existe. Pelo menos este segundo confessou durante a campanha suas funestas intenções.
Um grupo de ambientalistas liderados por Rafael Poço, mais um cicloativista, esteve debatendo o tema, e veja nesse link o que foi publicado.
Leia aqui a matéria publicada no UOL.
Impressiona a velocidade como uma obra deste porte consegue os avais necessários para sairem do papel, sem os devidos estudos e apresentação à população, enquanto os inúmeros projetos de ciclovias, já aprovados e outros benefícios aos não motorizados ficam no “vamos fazer” e não saem do papel.
Em São Paulo gasta-se 4 vezes mais em infratestrutura para transporte individual motorizado do que no resto, que inclui, ônibus, metrô, ciclovias (essas inexistentes) ou mesmo calçadas.
Pior que o luto, é a sensação de impotência total frente aos fatos.
Leiam os relatos do cicloativista André Pasqualini. Ecocídio é o termo bem empregado por esse colega sempre atento.
Acesse aqui o site do ClicloBr
O que direi a minha neta? Às crianças que estamos educando.. que perdemos mais uma batalha, mas a guerra continua?
São Paulo tem uma extrema habilidade de navegar na contramão da história.
A fluidez de veículos motorizados versus a fluidez da sensatez.
Nesse domingo dia 28 de junho tem mais um round de luta:
veja o cartaz e participe você também:
Enquanto isso, no Ministério Público uma moção apresentada para averiguar o descumprimento das leis que obrigam a construção de ciclovias em novas avenidas, viadutos e reformas destes, não é analisada por falta de tempo da promotora!!!
Pode? Moto Serra neles!
Minha vingança é que eu pedalo!
Tiago Nepomuceno criou um novo brazão para a cidade de São Paulo, vejam:
Veja as fotos, elas falam por si.
Cruzes sobre árvores assasinadas ao longo do Rio Tietê
Crédito da imagem: André Pasqualini
Crédito da imagem: André Pasqualini
Cruzes marcam árvores assassinadas ao longo do Rio Tietê
Crédito da imagem: André Pasqualini
Crédito da imagem: André Pasqualini
Árvore assassinada ao longo do Rio Tietê
Crédito da imagem: André Pasqualini
Crédito da imagem: André Pasqualini
Árvore centenária sendo assassinada na margem do Rio Tietê
Crédito da imagem: Rogério Cassimiro / UOL
Crédito da imagem: Rogério Cassimiro / UOL
Foi o Pedal do Luto pelas primeiras árvores abatidas pelo sr Moto Serra, excelentíssimo Governador do Estado de São Paulo..
Não tem o que falar, quando os eleitores se iludiram imaginando que havia alguma diferença entre o sr Moto Serra e o sr Paulo Maluf da Freeway sobre os Rios Pinheiros e Tietê, não existe. Pelo menos este segundo confessou durante a campanha suas funestas intenções.
Um grupo de ambientalistas liderados por Rafael Poço, mais um cicloativista, esteve debatendo o tema, e veja nesse link o que foi publicado.
Leia aqui a matéria publicada no UOL.
Impressiona a velocidade como uma obra deste porte consegue os avais necessários para sairem do papel, sem os devidos estudos e apresentação à população, enquanto os inúmeros projetos de ciclovias, já aprovados e outros benefícios aos não motorizados ficam no “vamos fazer” e não saem do papel.
Em São Paulo gasta-se 4 vezes mais em infratestrutura para transporte individual motorizado do que no resto, que inclui, ônibus, metrô, ciclovias (essas inexistentes) ou mesmo calçadas.
Pior que o luto, é a sensação de impotência total frente aos fatos.
Leiam os relatos do cicloativista André Pasqualini. Ecocídio é o termo bem empregado por esse colega sempre atento.
Acesse aqui o site do ClicloBr
O que direi a minha neta? Às crianças que estamos educando.. que perdemos mais uma batalha, mas a guerra continua?
São Paulo tem uma extrema habilidade de navegar na contramão da história.
A fluidez de veículos motorizados versus a fluidez da sensatez.
Nesse domingo dia 28 de junho tem mais um round de luta:
Cartaz Pedal de Luto
Crédito da imagem: divulgação
Crédito da imagem: divulgação
veja o cartaz e participe você também:
Enquanto isso, no Ministério Público uma moção apresentada para averiguar o descumprimento das leis que obrigam a construção de ciclovias em novas avenidas, viadutos e reformas destes, não é analisada por falta de tempo da promotora!!!
Pode? Moto Serra neles!
Minha vingança é que eu pedalo!
Tiago Nepomuceno criou um novo brazão para a cidade de São Paulo, vejam:
Novo Brasão da Cidade de São Paulo
Crédito da imagem: Tiago Nepomuceno
Crédito da imagem: Tiago Nepomuceno
- 19h34
- 11Jun
35% das ruas paradas na cidde de São Paulo
Crédito da imagem: Guilherme Lara Campos/Folha Imagem
Nessa quarta feira dia 10 de junho, as 19:00 hs os marcadores da CET atestaram um recorde do qual nada temos para nos orgulhar.Crédito da imagem: Guilherme Lara Campos/Folha Imagem
Nesse momento a cidade tinha mais de 35% de suas ruas paradas, com 298 km de congestionamento. Estamos para bater a marca dos 300 km de ruas paradas e as únicas soluções apontadas pelo governo estadual frente a esse cáos é o alargamento da Marginal do Rio Tietê com ampliação de 22,7 quilômetros de pistas, construção de 6 pontes e viadutos a serem congestionadas no mesmo dia em que forem entregues aos motoristas.
O custo apenas das desapropriações é de R$ 46,8 milhões de um total orçado em R$ 800 milhões.
Promete-se a entrega de ciclovias conforme reza a lei e parques lineares além do plantio de 166 mil árvores, não dizem aonde, a título de compensação ambiental.
O mais triste é que a esmagadora maioria das pessoas confinadas em carros não consegue quebrar o paradigma e entender a imbecilidade, a cretinice dessa obra.
Enquanto até em Seul, capital da Coréia, que é de longe é uma das piores cidades por onde eu pedalei; uma cidade poluida, barulhenta e caótica, já até retiraram um minhocão que havia sobre um rio canalizado, destaparam parte do leito, despoluiram suas águas e devolveram o mesmo rio antes morto, a população, ladeado de um parque; aqui em São Paulo estamos na contra mão total dessa ótica.
Veja a matéria é da TV Globo e é impecável!
Seul é exemplo de recuperação ambiental
Elevado retirado de Seul
Crédito da imagem: frame de video TV Globo
Crédito da imagem: frame de video TV Globo
Retirada de Elevado das ruas de Seul
Crédito da imagem: frame de video TV Globo
Crédito da imagem: frame de video TV Globo
Rio recuperado em Seul
Crédito da imagem: frame de video TV Globo
Resta clamar que essas 166 mil árvores sejam plantadas na cidade de São Paulo e que as ciclovias ao longo do Rio Tietê sejam entregues mesmo e não surripadas como foram as ciclovias da Nova Faria Lima, da Av Jacupêssego, da Av Roberto Marinho e outras tantas por aí, ciclovias que deveriam por lei serem construidas em novas avenidas e viadutos ou nas reformas destes. Crédito da imagem: frame de video TV Globo
Ainda sobre o recorde desta qurata feira véspera de feriado, ao todo, "ocorreram 56 acidentes, 13 atropelamentos, 39 registros de carros quebrados e 20 ocorrências de ônibus quebrados. Além disso, 51 caminhões quebraram --atrapalhando o trânsito na cidade-- e ao menos três derrubaram carga na pista", informou a CET.
Veja bem para a CET nunca é o excesso de veículos o motivo de congestionamentos. Pedestres atropelados sim.
Para monitorar o desempenho de São Paulo no esforço de batermos a marca dos 300 km de ruas congestionadas fique de olho nesse site:
Monitor CET de Congestionamento de Veículos Motorizados
Seja testemunha da história.
Mas tudo de ruim tem o seu lado bom, Se você é temeroso de pedalar por questões de segurança, não perca essa oportunidade,, pois carro parado na rua não atropela,.
Na real mesmo com 298 km de ruas paradas, 13 cidadãos a pé foram atropelados.
Somos nós os não motorizados quem sempre pagamos o pato.
Veja aqui o blog de Thiago Benicchio sobre o "Rumo aos 300 km"
Lembre-se, tá com pressa?
Vá de bike.
Ciao
- 12h45
- 10Jun
Alexandre Moraes, Kassab e Eduardo Jorge pedalam por São Paulo ao lado de motoristas de ônibus
Crédito da imagem: André Pasqualini / www.ciclobr.com.br
Crédito da imagem: André Pasqualini / www.ciclobr.com.br
Algumas boas notícias... na teoria.
Veja só o que rolou: No ultimo dia 7 de junho, na Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura da Paz, a Umapaz, o cicloativista André Pasqualini ministrou uma palestra para 80 motoristas de ônibus, representando 80 garagens, sobre convivência entre ônibus e bicicletas nas ruas.
O idéia partiu do próprio Pasqualini, veja em www.ciclobr.com.br, motivado pelos números. No ano de 2007, das 84 fatalidades com bicicletas na cidade, 28 envolveram ônibus, 23 carros, 8 caminhões, 5 motos e nos outros 20 casos não se tem notícia do que aconteceu. Se imaginarmos que a frota de carros nas ruas é muito maior que a de ônibus, conclui-se que está na conviência com os ônibus um grande problema do ciclistas nas ruas. Qualquer trabalhador que se transporta na periferia atesta esse problema que é muito maior onde justamente estão a esmagadora maioria dos que usam a bicicleta como meio de transporte nas grandes cidades do Brasil.
Durante a palestra, o atual Secretário Municipal de Transporte, que acumula os cargos de presidente da CET e da SP Trans, Alexandre de Moraes, mostrou elevado conhecimento sobre as bicicletas usadas como meio de transporte tanto no Brasil, quanto em outros países e, ainda segundo o seu discurso, colocou-se a favor do fomento da bicicleta nas ruas de São Paulo.
Quem acompanha minhas colunas sabe que uma das teclas que eu mais bato é que enquanto a bicicleta não estiver inserida na Secretaria de Transportes nada irá avançar em nossa luta.
Indagado que foi pelo cicloativista Leandro Valverde sobre o porque da bicicleta figurar como atributo da Secretaria do Verde e Meio Ambiente e não na Secretaria de Transportes, como seria mais coerente, Alexandre de Moraes disse não querer se indispor com Eduardo Jorge, o secretário de Verde e Meio Ambiente.
Eduardo Jorge imediatamente soltou a frase: ”Não consigo fazer com uma jangada o que você (Alexandre de Moraes) pode fazer com um transatlântico!”
Desta forma ficou acertado que o Grupo Pró Ciclista, criado sob decreto pelo prefeito Kassab em maio de 2006, coordenado pela Secretaria do Verde e Meio, sob a batuta da arquiteta urbanista Laura Ceneviva, passaria a coordenadoria da Secretaria de Transporte.
Em uma primeira análise nada mais coerente, a bicicleta agora fará parte dos planos e diretrizes da Secretaria de Transporte, que evidentemente tem mais recursos e poder para gerenciar o trânsito dessa cidade, no entanto me saltam as seguintes dúvidas:
1. O que é conceito de trânsito para Secretaria de Transportes? A mobilidade dos não motorizados está incluida nessa pasta? Sabemos que 38% dos deslocamentos na cidade são feitos exclusivamente a pé enquanto as calçadas são atributos dos proprietários dos terrenos, desta forma a mobilidade dos não motorizados não figura como prioridade nos projetos da Secretaria de Transportes, isso vai mudar?
A malha viária cisalha a cidade e a rota dos pedestres inexiste. Quando a CET sinaliza as ruas e calçadas não leva em consideração a prioridade dos pedestres, o alerta “olhe” na poucas faixas de pedestres da cidade denuncia claramente esse detalhe. Cabe ao pedestre se prevenir quanto aos carros, essa é a lei em vigor, absolutamente natural sob o ponto de vista da CET. Não há uma única ponte sobre os Rios Pinheiros ou Tietê com faixas de pedestres de acesso aos não motorizados.
Será que essa cegueira aos não motorizados irá mudar com a ida do Grupo Pró Ciclista para a Secretaria de Transportes?
Corremos o risco de trocarmos a total prioridade da bicicleta aos olhos da Secretaria do Verde e Meio ambiente para o ceticismo e descrença da Secretaria de Transporte?
Gostaria de estar errada...
2. Alexandre de Moraes declarou no dia 31 de março na Associação Paulista do Ministério Público que “ há medidas para ampliar a segurança, mas não implantamos pois prejudicam o trânsito”, entende-se com isso que a fluidez de carros é mais importante que a segurança de pedestres e ciclistas nas ruas e calçadas. Para a revista Veja nosso Secretário de Transportes vai além, “acidentes com vítima causam muita lentidão. Quando a pessoa morre, demora para a pista ser liberada. Tem de esperar a perícia chegar, e às vezes isso para todo o trânsito. O impacto de um acidente com morte é o mesmo de um veículo quebrado”
Mais uma vez cito a letra do Chico Buarque “Morreu na contra-mão atrapalhando o tráfego”. A fluidez está acima de tudo na visão do mesmo secretário que diz que vai assumir a bicicleta em sua pasta.
Gato escaldado tem medo de água fria, quero ver para crer, veja a promessa de Alexandre de Moraes no evento de domingo:
“Eu faço aqui o compromisso público de criar uma coordenadoria dentro da Secretaria, é uma coordenadoria pra lidar só com a questão do ciclismo. Então vocês podem me cobrar, eu vou só ver administrativamente como montar e nos próximos dias a gente emite uma portaria criando uma Coordenadoria de Bicicletas, de ciclismo, ligada ao ciclismo, e inclusive vamos conversar com a participação de entidades externas ao governo para que nós possamos ter um diálogo direto, um diálogo semanal pra resolver nossos problemas. Então fica aqui o nosso compromisso”.
Espero estar errada quanto a minha descrença, mas eu só vou acreditar quando ver uma ciclofaixa nas ruas da cidade e os veículos sendo multados ao não respeitar pedestres e ciclistas nas faixas a nós destinadas.
Na real quero ver sair do papel a reestruturação das calçadas com implatação de ciclovias no bairro do Jabaquara, entre o Centro de Convenções Imigrantes onde acontecerá a Adventure Sports Fair no mes de setembro, e o terminal de Metrô e Ônibus.
Quero ver as ciclovias do Butantã, já anunciadas, a de Perus, sem falar na de Itaquera que foi abortada.
Depois da palestra de André Pasqualini, os secretários Alexandre de Moraes, Eduardo Jorge, o prefeito Kassab, os motoristas de ônibus e os cicloativistas deram uma banda em bicicleta para sentirem na pele o que é transitar em bikes pelas ruas de São Paulo.
Foi um domingo proveitoso.
Mas quero ver para crer as promessas do sr Alexandre de Moraes sairem do mero papo.
- 00h36
- 03Jun
Renata cobre Maratona de São Paulo
Crédito da imagem: Dri Brasil / www.DriBrasil.com.br
Crédito da imagem: Dri Brasil / www.DriBrasil.com.br
Renata cobre Maratona de São Paulo
Crédito da imagem: Fernando Stickel / www.stickel.com.br
Nesse domingo cobri a Maratona de São Paulo. Fui de bicicleta e não era a única a pedalar pelo circuito de 42 km que serpenteava a cidade, ao meu lado algumas centenas de ciclistas, em sua maioria pais acompanhados de seus filhos, aproveitaram as ruas a salvo de carros para curtir um domingo ao ar livre. Crédito da imagem: Fernando Stickel / www.stickel.com.br
Renata cobre Maratona de São Paulo
Crédito da imagem: Fernando Stickel / www.stickel.com.br
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Renata cobre Maratona de São Paulo
Crédito da imagem: Fernando Stickel / www.stickel.com.br
Crédito da imagem: Fernando Stickel / www.stickel.com.br
Nos idos tempos da prefeita Erundina, de 1989 a 1993, a av Juscelino Kubitschek era fechada aos domingos desde o Ibirapuera até a marginal do Pinheiros. É anterior a essa época um projeto de ciclovias pelas marginais de terra do Rio Pinheiros unindo a USP ao Vila Lobos e ao Ibirapuera. Esse projeto paira pela prefeitura até hoje e diz a lenda que vai sair! Diz a lenda!
De lá para cá, a USP fechou suas portas aos domingos à população paulistana, sem falar na antipatia declarada aos ciclistas.
Nas gestões que se seguiram, a ciclovia de fim de semana pela JK foi abolida, assim como os Passeios Ciclísticos da Primavera e tudo o mais que se relaciona a pessoas ocupando ruas aos fins de semana, isso por conta da falta de vontade política da CET.
Um rol de problemas inventados sempre foram as desculpas esfarrapadas dadas aos jornalistas e aos cicloativistas que desde essa época indagavam o porque da abolição da ciclovia da JK, após as obras dos túneis. Uma batalha senão perdida, esquecida.
Lembro bem do advogado Luis Calandriello já falecido, dizer que a ciclovia da JK era uma lei extraordinária ou algo parecido que não poderia deixar de ser cumprida aos fins de semana. Se isso for verdade, trata-se de mais uma lei de papel a favor das pessoas nas ruas, descumprida na cara dura.
Mas independente disso, o fato é que seria muito fácil retomar a ciclovia de fim de semana pela Av JK e unir os Parques da Bicicleta (esquina da República do Líbano com av Ibirapuera) do Ibirapuera e do Povo. Houve uma tentativa nesse sentido capitaneada por Leão Serva, assessorando o Serra na época prefeito, mas não vingou.
(Ah, apenas lembrando o Parque das Bicicletas será fechado por uns bons anos devido as futuras obras do metrô e mais, as obras dos túneis da JK extinguiram as ciclovias que por ela passavam no canteiro central alguém se lembra?).
Isso desafogaria o Parque do Ibirapuera que aos fins de semana fica impraticável, tanto a pedestres quanto a ciclistas e daria uma chance ao paulistano de pedalar aos fins de semana pelas ruas, com segurança ao lado de seus filhos.
Mas em São Paulo a "bikefobia" é muito forte mesmo, o tema é mais que um tabu enorme. Parece uma questão de honra negar toda e qualquer atitude no sentido de promover a bicicleta como meio de transporte, lazer ou o que for.
Nos chamam de xiitas e radicias, mas não vejo nada mais radical do que negar o espaço urbano aos pedestres e aos ciclistas da forma como é feita em São Paulo. Isso sim é ser radical!
Nesse ponto precisamos dar crédito ao Rio de Janeiro que além dos 140 km de ciclovias, a prefeitura ainda tira os carros do aterro do Flamengo aos domingos para que a sua população possa desfrutar um pouco mais do espaço ao ar livre na cidade.
Fosse em São Paulo, teríamos asfaltado a praia da Copacabana, entupido-a de carros, ônibus e caminhões, por onde as "Garotas de Ipanema" passeariam trancadas dentro de Tucsons falando ao celular, a atropelar pedestres e ciclistas com o respaldo da CET, que proibiria o acesso dos banhistas ao mar por "segurança".
O disparate a se ouvir seria:
"_Onde já se viu querer atravessar a praia dos carros para se chegar no mar?"
Essa é a lógica absurda da CET de São Paulo, cisalham a cidade com a malha viária e proibem os pedestres de por ela circular.
- 13h05
- 28May
Cap 50 anos
O CAP, Clube Alpino Paulista completa esse ano 50 anos de vida com uma grande vitória.
Depois de 4 anos de luta, o CAP ao lado da Federação de Montanhismo do Estado de São Paulo, conseguiu a reabertura do Parque Estadual do Jaraguá para a escalada em rocha. Para quem não sabe, as rochas do Jaraguá foram o berço das escaladas de São Paulo. Foi lá que eu também dei meus primeiros passos “a unha” nas pedras.
Mas como sempre nessas lutas ainda há um porém…no caso, ainda falta a administração do Parque fazer a sua parte e implementar as regras para as escaladas serem retomadas de forma experimental no Campo 1.
Parque Estadual do Jaraguá
Crédito da imagem: Felipe Mostarda
Crédito da imagem: Felipe Mostarda
Ainda para comemorar o cinquentenário do CAP, haverá um ciclo de debates e uma palestra no próximo dia 30 de maio, no auditório do colégio Dante Alighieri, aqui na cidade de São Paulo, com a participação de grandes nomes do esporte entre eles o casal Paulo e Helena Coelho, famoso por suas expedições ao Everest, Aconcágua e diversas outras altas montanhas, sempre sem o uso de oxigênio complementar. Eles contarão suas experiências em altitudes superiores a oito mil metros, isso as 9 horas da manhã.
Logo em seguida, as 11:00 hs acontece uma mesa redonda com ítalo-brasileiro Domingos Giobbi, fundador do CAP; o argentino Carlos Comesaña, primeiro de seu país a subir a montanha Fitz Roy, na Patagônia; e o chileno Sergio Kunstmann, que iniciou sua carreira no montanhismo há mais de 50 anos e é notório por conquistas no Peru. O tema será a evolução do montanhismo na América Latina e no mundo, em relação às técnicas, equipamentos, ética e meio ambiente.
Na parte da tarde, uma outra mesa redonda, com presidentes de importantes associações do esporte: Silverio Nery, da Federação de Montanhismo do Estado de São Paulo (FEMESP) e da Confederação Brasileira de Montanhismo e Escalada (CBME); Bernardo Collares, da Federação de Esportes de Montanha do Estado do Rio de Janeiro (FEMERJ); e Sergio Robles, do CAP. Eles discutirão a situação do montanhismo no país e suas expectativas para o futuro.
Tomaz Cavalieri e eu estaremos no evento e mais detalhes no Planeta EXPN desta semana.
- 20h20
- 25May
Curtas e Bike na Veia
1. IPI zero para Bicicletas
Para fomentar a econonia em tempo de crise, foram reduzidos o IPI, Imposto sobre o Produto Industrializado de veículos e eletrodomésticos. A medida beneficiou apenas carros e caminhões, pois na prática o Brasil não reconhece a bicicleta como meio de transporte muito embora o Código Brasileiro de Trânsito afirme que sim.
Para remendar essa miopia, o senador Inácio Arruda (PC do B) Ceará, lançou o projeto de lei que concede isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados sobre bicicletas, suas partes e peças, e reduz a zero as alíquotas da Contribuição para o PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social incidentes sobre a importação e a receita bruta decorrente da venda, no mercado interno, desses bens.
Se você é a favor de bikes nas ruas, entre nesse link e assine a Campanha Bicicleta Para Todos, a favor dessa lei de número 166 / 2009.
http://www.inacio.com.br/abaixo-assinado
Estima-se a redução de 20% do preço das bicicletas e suas peças com essa isenção. Um avanço no sentido de fomentar a bicicleta como meio de transporte em especial nesses tempos de crise.
Apenas para ilustar, segundo a Abraciclo, (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), o Brasil é o terceiro maior polo de Produção de Bicicletas no Mundo, com 4,5% do total mundial, ficando atrás de China (80%) e India (10%).
Tem muito emprego por trás dessa indústria, então porque não fomentar as vendas também do veículo bicicleta?
2. Ruas Asfixiadas nos grandes centros urbanos
André Trigueiro comentarista do Mundo Sustentável fala para a Rádio Globo, CBN sobre a cultura dos automóveis em tempos de crise e a real necessidade de se dar um basta nessa doença.
Escute a gravação do que foi ao ar! Perfeito. Única ressalva é que Trigueiro não fala de bicicletas ou mesmo de pedestres, mas está valendo!
http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/andre-trigueiro/2009/05/09/RUAS-ASFIXIADAS-NOS-GRANDES-CENTROS-URBANOS.htm
3. Triciclo Google
A equipe de cartografia do Google quer levar ainda mais longe a experiência e desafia os ingleses a escolher 3 lugares inaccessíveis a carros para fotografá-los com o triciclo equipado com câmaras para captar as imagens. Eis aqui um video que mostra o Google Trike de passagem por Roma.
Lindas cenas do centro de Roma, sem carros. Repare a quantidade de bicicletas estacionadas no Segundo plano e os corredores de rua!
E é na Alemanha onde o Google está encontrando problemas com as autoridades. O governo exigiu a garantina de respeito às leis alemãs antes de mostrar as imagens. A Alemanha proibe toda a publicação de foto de um cidadão e de seus
bens sem autorização do mesmo. Isso quer dizer que não vamos ver
grande coisa da Alemanha no Google Street View.
4. Inspired Bicycles - Danny MacAskill April 2009
Procure no Youtube “Inspired Bicycles - Danny MacAskill April 2009” . O piloto é um escoces completo. Um rueiro mesmo, com muita habilidade no bike trial, resultado. O melhor vídeo dos ultimos tempo que eu vi.
http://www.youtube.com/watch?v=Z19zFlPah-o&eurl=http%3A%2F%2F
Para se ter uma idéia o “Inspired Bicycles - Danny MacAskill April 2009” foi colocado no dia 19 de abril, há apenas 40 dias e já tem quase 6 milhões de visualizações. Um sucesso de mídia na Internet e você pode conferir uma entrevista com o garoto de apenas 23 anos nesse site:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/multimedia/2009/04/090423_ciclistaperipecias_ir.shtml
Prova do poder da midia digital.
1. IPI zero para Bicicletas
Para fomentar a econonia em tempo de crise, foram reduzidos o IPI, Imposto sobre o Produto Industrializado de veículos e eletrodomésticos. A medida beneficiou apenas carros e caminhões, pois na prática o Brasil não reconhece a bicicleta como meio de transporte muito embora o Código Brasileiro de Trânsito afirme que sim.
Para remendar essa miopia, o senador Inácio Arruda (PC do B) Ceará, lançou o projeto de lei que concede isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados sobre bicicletas, suas partes e peças, e reduz a zero as alíquotas da Contribuição para o PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social incidentes sobre a importação e a receita bruta decorrente da venda, no mercado interno, desses bens.
Se você é a favor de bikes nas ruas, entre nesse link e assine a Campanha Bicicleta Para Todos, a favor dessa lei de número 166 / 2009.
http://www.inacio.com.br/abaixo-assinado
Estima-se a redução de 20% do preço das bicicletas e suas peças com essa isenção. Um avanço no sentido de fomentar a bicicleta como meio de transporte em especial nesses tempos de crise.
Apenas para ilustar, segundo a Abraciclo, (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), o Brasil é o terceiro maior polo de Produção de Bicicletas no Mundo, com 4,5% do total mundial, ficando atrás de China (80%) e India (10%).
Tem muito emprego por trás dessa indústria, então porque não fomentar as vendas também do veículo bicicleta?
2. Ruas Asfixiadas nos grandes centros urbanos
Sufoco nas ruas
Crédito da imagem: Renata Falzoni
Crédito da imagem: Renata Falzoni
André Trigueiro comentarista do Mundo Sustentável fala para a Rádio Globo, CBN sobre a cultura dos automóveis em tempos de crise e a real necessidade de se dar um basta nessa doença.
Escute a gravação do que foi ao ar! Perfeito. Única ressalva é que Trigueiro não fala de bicicletas ou mesmo de pedestres, mas está valendo!
http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/andre-trigueiro/2009/05/09/RUAS-ASFIXIADAS-NOS-GRANDES-CENTROS-URBANOS.htm
3. Triciclo Google
Triciclo da Google View em Roma
Depois de várias polêmicas a respeito do carro Google, que roda as principais ruas das grandes cidades do mundo, um triciclo Google está nesse momento varrendo as ruas estreitas de Roma, para fotografar em 360 graus e disponibilizar as imagens no Google Street View. A equipe de cartografia do Google quer levar ainda mais longe a experiência e desafia os ingleses a escolher 3 lugares inaccessíveis a carros para fotografá-los com o triciclo equipado com câmaras para captar as imagens. Eis aqui um video que mostra o Google Trike de passagem por Roma.
Lindas cenas do centro de Roma, sem carros. Repare a quantidade de bicicletas estacionadas no Segundo plano e os corredores de rua!
E é na Alemanha onde o Google está encontrando problemas com as autoridades. O governo exigiu a garantina de respeito às leis alemãs antes de mostrar as imagens. A Alemanha proibe toda a publicação de foto de um cidadão e de seus
bens sem autorização do mesmo. Isso quer dizer que não vamos ver
grande coisa da Alemanha no Google Street View.
4. Inspired Bicycles - Danny MacAskill April 2009
Danny MacAskill
Procure no Youtube “Inspired Bicycles - Danny MacAskill April 2009” . O piloto é um escoces completo. Um rueiro mesmo, com muita habilidade no bike trial, resultado. O melhor vídeo dos ultimos tempo que eu vi.
http://www.youtube.com/watch?v=Z19zFlPah-o&eurl=http%3A%2F%2F
Danny MacAskill em entrevista
Uma pegada madura, completa que explora os obstáculos de Edimburg de forma muito criativa e ousada.Para se ter uma idéia o “Inspired Bicycles - Danny MacAskill April 2009” foi colocado no dia 19 de abril, há apenas 40 dias e já tem quase 6 milhões de visualizações. Um sucesso de mídia na Internet e você pode conferir uma entrevista com o garoto de apenas 23 anos nesse site:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/multimedia/2009/04/090423_ciclistaperipecias_ir.shtml
Prova do poder da midia digital.
- 10h20
- 21May
Ajudar a construir a ponte entre celebridades, esportistas, famosos e a periferia. Esta é a proposta do Brechó Social, loja que abriu as portas virtuais ontem. Objetos pessoais doados são vendidos na internet e o lucro é revertido para uma ONG escolhida pela personalidade. Para os fãs de esporte há diversos produtos para todos os bolsos.
O maior destaque é a camiseta autografada que o jogador Ronaldo usou na final do campeonato paulista. Mas há ainda pranchas de surf de Carlos Burle, Cauã Reymond, e Fábio Gouveia, camiseta do Manchester City autografada por Elano, agasalho e tênis oficial usado por Fabiana Murer na Olimpíada de Pequim, camiseta oficial de Kaká do Milan, macacão da Ferrari de Rubens Barrichello, camiseta anti-chamas e boné do Bruno Senna entre outros. Além, é claro, de peças de roupa de Gisele Bundchen, uma guitarra de Jorge Ben, um vestido de Juliana Paes e muito mais.
Por: Tomaz Cavalieri
O site é www.brechosocial.com.br
Pranchas de surfe à venda
Crédito da imagem: Tomaz Cavalieri
Crédito da imagem: Tomaz Cavalieri
O maior destaque é a camiseta autografada que o jogador Ronaldo usou na final do campeonato paulista. Mas há ainda pranchas de surf de Carlos Burle, Cauã Reymond, e Fábio Gouveia, camiseta do Manchester City autografada por Elano, agasalho e tênis oficial usado por Fabiana Murer na Olimpíada de Pequim, camiseta oficial de Kaká do Milan, macacão da Ferrari de Rubens Barrichello, camiseta anti-chamas e boné do Bruno Senna entre outros. Além, é claro, de peças de roupa de Gisele Bundchen, uma guitarra de Jorge Ben, um vestido de Juliana Paes e muito mais.
Por: Tomaz Cavalieri
O site é www.brechosocial.com.br
Sergio Morisson e Fernanda Suplicy com a camisa do Fenômeno
Crédito da imagem: Tomaz Cavalieri
Crédito da imagem: Tomaz Cavalieri
Guitarra de Jorge Ben
Crédito da imagem: Tomaz Cavalieri
Crédito da imagem: Tomaz Cavalieri
Macacão da Ferrari usado por Rubens Barrichello
Crédito da imagem: Tomaz Cavalieri
Crédito da imagem: Tomaz Cavalieri
Sérgio Morisson e Fernanda Suplicy
Crédito da imagem: http://moda.terra.com.br/interna/0,,OI37
Crédito da imagem: http://moda.terra.com.br/interna/0,,OI37
- 08h40
- 20May
Pedal do Silêncio, evento internacional que alerta as mortes no trânsito
Crédito da imagem: bicicletada
Crédito da imagem: bicicletada
Somente em São Paulo, um ciclista morre no trânsito a cada 4 dias. Um total de 80 por ano, nada se comparado as 4 mortes diárias de pedestres, atropelados todos os dias em nossa capital.
O mais triste é escutar das autoridades de trânsito como a CET, que essas mortes se devem as vítimas terem se suicidado em lugares inapropriados para a sua circulação.
Volto à mesma tecla, cadê os caminhos de pedestres e ciclistas desenhados e sinalizados nas cidades do Brasil?
Pedestre ocupa o "resto" da cidade e as ruas e avenidas cizalham a nossa circulação sendo que as autoridades encarregadas não sinalizam nossas rotas e caminhos.
Omissão total!
Para denunciar esses absurdos, hoje dia 20 de maio, os cicloativistas de todo o mundo, sairão em uma pedalada em silêncio, para lembrar as vítimas tombadas nessa guerra civil que virou a nossa mobilidade urbana.
Visite os sites:
bicicletada.org
rideofsilence.org
Uma vez na direção de um carro, respeite a vida.
Poucos são os jornalistas que conseguem desenvolver uma forma nova de se comunicar. Renata Falzoni conseguiu.
Arquiteta formada pela Universidade Mackenzie, em 1977, começou a trabalhar como repórter fotográfica. Passou por Folha de S.Paulo, Isto É , Placar, Playboy, Nova, Cláudia entre outras publicações. Enfrentar preconceitos para revolucionar a televisão foi um trabalho para o fim da década de 80.
“Ser vídeorrepórter de esportes de ação na montanha passou a ser meu maior objetivo a partir de 1988, quando o TV MIX, na TV Gazeta, marcou do formato “abelha” na TV brasileira”.
Entre projetos especiais e coberturas de Copas do Mundo e Olimpíadas – sempre sobre bicicletas, em qualquer canto do mundo – Renata trabalha com a ESPN Brasil desde 1995.
Paralelamente, em 1997, trabalhou no programa Vem Comigo, de Goulart de Andrade, e, em maio de 1998, passou a ter seu próprio programa no Canal 21: As Melhores Aventuras do 21. Foi o primeiro programa no Brasil integralmente em formato de videorreportagem.
O Aventuras com Renata Falzoni é resultado do aperfeiçoamento desse jeito diferenciado de captação de imagens e edição das reportagens, que você pode ver nos canais ESPN toda semana.
Pela Rádio Eldorado, percorre as ruas da Capital paulista para dar informações ao vivo do trânsito caótico, sem parar em lugar nenhum, claro, por estar sempre de bicicleta.
Ativista
De forma paralela ao jornalismo, Renata é ativista do transporte em bicicletas. Em 1989 fundou o Night Biker's Club do Brasil. Em janeiro de 98, liderou a comitiva de ciclistas da Campanha Bicicleta Brasil, Pedalar é um Direito, que foi de Paraty a Brasília para falar com o presidente, na época Fernando Henrique Cardoso, sobre o cumprimento do Novo Código de Trânsito Brasileiro. Por um mundo mais respeitoso e de ar mais limpo, Renata vive grandes aventuras, de ir muito longe mostrar como se respeita o ciclista em outros lugares do mundo a tirar a roupa na avenida Paulista por sua causa.
Assista as Matérias da Renata Falzoni no Planeta EXPN
Acesse o Blog da Falzoni
Veja o site da Renata: www.falzoni.com
Arquiteta formada pela Universidade Mackenzie, em 1977, começou a trabalhar como repórter fotográfica. Passou por Folha de S.Paulo, Isto É , Placar, Playboy, Nova, Cláudia entre outras publicações. Enfrentar preconceitos para revolucionar a televisão foi um trabalho para o fim da década de 80.
“Ser vídeorrepórter de esportes de ação na montanha passou a ser meu maior objetivo a partir de 1988, quando o TV MIX, na TV Gazeta, marcou do formato “abelha” na TV brasileira”.
Entre projetos especiais e coberturas de Copas do Mundo e Olimpíadas – sempre sobre bicicletas, em qualquer canto do mundo – Renata trabalha com a ESPN Brasil desde 1995.
Paralelamente, em 1997, trabalhou no programa Vem Comigo, de Goulart de Andrade, e, em maio de 1998, passou a ter seu próprio programa no Canal 21: As Melhores Aventuras do 21. Foi o primeiro programa no Brasil integralmente em formato de videorreportagem.
O Aventuras com Renata Falzoni é resultado do aperfeiçoamento desse jeito diferenciado de captação de imagens e edição das reportagens, que você pode ver nos canais ESPN toda semana.
Pela Rádio Eldorado, percorre as ruas da Capital paulista para dar informações ao vivo do trânsito caótico, sem parar em lugar nenhum, claro, por estar sempre de bicicleta.
Ativista
De forma paralela ao jornalismo, Renata é ativista do transporte em bicicletas. Em 1989 fundou o Night Biker's Club do Brasil. Em janeiro de 98, liderou a comitiva de ciclistas da Campanha Bicicleta Brasil, Pedalar é um Direito, que foi de Paraty a Brasília para falar com o presidente, na época Fernando Henrique Cardoso, sobre o cumprimento do Novo Código de Trânsito Brasileiro. Por um mundo mais respeitoso e de ar mais limpo, Renata vive grandes aventuras, de ir muito longe mostrar como se respeita o ciclista em outros lugares do mundo a tirar a roupa na avenida Paulista por sua causa.
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A jornalista Renata Falzoni é a pioneira no Brasil da vídeorreportagem - formato onde uma pessoa grava, entrevista e conduz as gravações. Renata é também defensora das duas rodas no país há anos, fundadora dos Night Bikers. Juntando tantas qualidades, apresenta o programa ?Aventuras com Renata Falzoni? viajando em cima da bike.
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