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- 19h38
- 23Aug
Sábado: Sorocaba Vipers 6 @ 15 Minas Locomotiva - Primeira vitória da era FULL PADS da equipe do Minas Locomotiva. O jogo foi disputado na cidade de Santa Luzia, na grande BH, e contou com um excelente público (+ de 1500 pessoas). O jogo foi decidido ainda no segundo quarto. No terceiro e quarto períodos as defesas se sobrepuseram aos ataques.
Sábado: Joinville Gladiators 34 @ 27 Timbó Rhinos - Outro jogo com grande público na cidade de Timbó, em Santa Catarina. Foi a primeira partida da LBFA decidida apenas na prorrogação. O jogo foi emocionante do começo ao fim, com várias alternâncias no placar. No final, prevaleceu a maior experiência do atual campeão catarinense que, com isso, estreou com vitória na temporada 2010 da LBFA.
Domingo: São Paulo Storm 9 @ 20 Foz do Iguaçu Black Sharks - Essa era uma das partidas mais esperadas da rodada e o Foz do Iguaçu surpreendeu o atual campeão paulista. Vitória convincente, que confirma os paranaenses como a principal surpresa da competição até agora.
Domingo: Curitiba Brown Spiders 46 @ 16 Brusque Admirals - Uma vitória convincente de uma das equipes pioneiras no Brasil na utilização de equipamentos. Era o que faltava para marcar a boa fase do Brown Spiders, que passa por uma grande reestruturação no seu elenco.
Lembrando que todas as informações sobre a LBFA estão disponíveis no site oficial da liga, o www.lbfa.com.br
Cuiabá Arsenal 20x0 Tubarões do Cerrado
A partida foi disputada na cidade de Chapada dos Guimarães com presença de bom público (900 pessoas) e debaixo de muito frio, o que não é comum para a região. A defesa do Arsenal dominou a partida permitindo apenas 3 primeiras descidas para o ataque do Tubarões em todo o jogo. O Arsenal pontuou na primeira campanha com uma corrida do RB Bruno #27 (MVP da partida) e errou o ponto extra. No segundo ataque, pontuou com passe do QB Dennis #7 para o WR Grilo #82 e convertou os dois pontos com passe do QB Orlando #16 para o LB Thiago #9. No último quarto o FB Tiagão #37 fechou o placar com mais uma corrida - extra point bloqueado.
Jogos da semana 5:
sábado, Minas Locomotiva (0-1) x Sorocaba Vipers (0-1): Primeiro jogo do Minas em casa, com transmissão ao vivo pela Internet no site da LBFA. Quem perder ficará em situação complicada para os playoffs. O Minas Locomotiva e o Sorocaba Vipers começaram a temporada de maneira similar, perdendo de forma contundente para o Fluminense Imperadores, favorito da Divisão Amarela, e jogam nesse final de semana precisando de recuperação. O jogo será realizado no Estádio Municipal Victor Andrade de Brito (Frimisa) em Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte, a partir das 14 horas. A Locomotiva mineira pretende usar o mando de campo e experiência da 1ª partida oficial na Liga Brasileira e evitar os erros do começo do último jogo que fizeram o placar estar 14 a 0 para o Fluminense ainda nos primeiros minutos do encontro. Já o Vipers tem a difícil tarefa de viajar mais de 700 quilômetros até a capital mineira e fazer de tudo para esquecer os 47 pontos tomados em casa. O ingresso para o jogo será trocado por um quilo de alimento não-perecível.
sábado, Timbó Rhinos (0-1) x Joinville Gladiators (0-0): Estréia do Campeão Catarinense contra outra equipe de Santa Catarina. Depois de ter levado o troféu catarinense de 2010 no último domingo, o Gladiators viaja até Timbó para enfrentar um de seus maiores rivais de divisão, o Rhinos. O palco do jogo será o Complexo Esportivo e se espera um excelente público para a esta tarde de sábado. Em uma partida que promete muita técnica e excelentes defesas, também é esperada muita rivalidade dentro de campo em prol de um objetivo comum: a primeira vitória na LBFA. Os dois times possuem excelentes quarterbacks, Amadeo Salvador e Bernardo Werner, ambos premiados com o troféu MVP 2009 e 2010 respectivamente. Com estilos diferentes de jogo, ambos usam o jogo terrestre como principal arma no ataque. Nos últimos 4 confrontos disputados entre as duas equipes, o Joinville Gladiators levou a melhor em todas. A bola oval sobe às 16h e os ingressos tem preços variando entre R$ 3 e R$ 5
domingo, Brusque Admirals (0-1) x Curitiba Brown Spiders (0-1): Duas equipes tradicionais do sul do país que começaram tropeçando na LBFA. Quem perder também ficará em situação delicada no campeonato. Será o primeiro jogo do Brusque Admirals em casa pela Liga Brasileira de Futebol Americano. O adversário Curitiba Brown Spiders também vem de derrota contra o rival paranense Black Sharks e quer um resultado positivo para colocar o trem de volta aos trilhos após um primeiro semestre sem conquistas. Apoiado pela torcida, o Brusque Admirals terá o elenco completo, o que não aconteceu em São Paulo na derrota para o Storm, e deve contar com as rápidas corridas do running back Ninja (#25) e passes para os bons recebedores Santos (#18) e André Lang (#89) para conseguir uma vitória sobre as aranhas marrons. Já o Brown Spiders pretende encaixar o bom ataque aéreo do time, que funcionou muito bem no segundo tempo da primeira partida, quando os tight ends Thiago Mendes (#13) e Guilherme Luz (#86) marcaram touchdowns. O jogo será realizado no Estádio do Paysandu, em Brusque, a partir das 14h. O jogo terá narração ao vivo, show de cheerleaders além de promoções no intervalo. Os ingressos custam R$ 5
domingo, Foz do Iguaçu Black Sharks (1-0) x São Paulo Storm (1-0): Esse jogo vale a liderança da Divisão Branca. É o jogo mais esperado da rodada. Em campo duas das mais fortes defesas da Conferência Sul. A defesa do Black Sharks sofreu uma média de apenas 8,75 pontos por jogo no Campeonato Paranaense e dominou por três quartos o ataque do Curitiba Brown Spiders, enquanto a defesa do Storm tomou apenas 2 touchdowns em 5 jogos do Campeonato Paulista e segurou o ataque do Brusque Admirals a apenas 6 pontos marcados na primeira partida da LBFA. O Black Sharks pretende usar o fato de jogar em casa, perto de sua torcida, para assumir a liderança da Divisão Branca, enquanto o Storm faz sua mais longa viagem da temporada (1050km), com alguns desfalques, mas pensando na vitória. A bola oval vai voar cedo, às 9 da manhã, no estádio Pedro Basso (Flamenguinho). Para assistir ao jogo, o fã de futebol americano paga 2 reais e ainda tem que levar um quilo de alimento não perecível.
Boa sorte à galera da LBFA em mais uma rodada da Liga Brasileira de Futebol Americano!
- 06h30
- 20Aug
Em 20 de agosto de 1920, há exatamente 90 anos, nascia a liga profissional de futebol americano. Quatro equipes independentes se reuniram em Canton, Ohio, se reuniram nesta data - the Akron Pros, Canton Bulldogs, Cleveland Indians e Dayton Triangles. Na pauta do encontro, os problemas da profissionalização, como o aumento de salários, a contratação de universitários e as mudanças dos jogadores de uma equipe para outra. A solução foi criar uma liga, que recebeu o nome de American Professional Football Conference.
Quase um mês depois, em 17 de setembro, uma outra reunião determinou a mudança do nome da liga para American Professional Football Association – o nome definitivo, National Football League, só surgiria em 24 de junho de 1922. No mesmo encontro, Jim Thorpe foi eleito o presidente da liga recém-criada e surgiu a idéia de cobrar dos participantes uma “taxa de inscrição” de US$ 100, uma pequena fortuna para a época. Ninguém pagou.
A tabela da primeira temporada foi confusa, com muitas alterações e um desequilíbrio no número de jogos para cada equipe. O primeiro duelo envolvendo um time da APFA aconteceu em 26 de setembro de 1920. O Rock Island Independentes bateu o St. Paul Ideals por 48-0, em jogo disputado no estádio Douglas Park, em Rock Island, que foi assistido por 800 pessoas.
Uma semana depois, em 3 de outubro, o primeiro jogo com duas equipes da APFA, com o Dayton Triangles ganhando do Columbus Panhandles no Triangle Park, em Dayton, por 14-0. No mesmo dia, o Rock Island passou pelo Muncie Flyers.
De lá para cá, um crescimento que transformou a NFL na liga profissional de esporte mais popular dos Estados Unidos. Segundo a liga, de 1920 até hoje já aconteceram 13.194 jogos, marcados mais de 515 mil pontos, por 82 times treinados por 437 técnicos. Passaram pela NFL mais de 21 mil atletas, que desfilaram por 151 estádios para mais de 657 milhões de pessoas presentes aos jogos.
O Brasil ainda engatinha com suas iniciativas de futebol americano, mas se as coisas caminharem bem, quem sabe em poucas décadas teremos o esporte forte por aqui também dentro dos campos e não só na TV? Espero viver para ver...
- 12h16
- 12Aug
REGRAS DO JOGO
POSICIONAMENTO DOS JOGADORES
Em termos de regras, a principal mudança para o novo campeonato diz respeito à prorrogação nos jogos de playoff. Enquanto nos jogos de pré-temporada e temporada regular não há alterações, com o primeiro time a marcar no tempo extra sendo declarado o vencedor, a partir deste ano no mata-mata as duas equipes terão pelo menos uma chance de ter a posse de bola no tempo extra, a menos que o time que começar recebendo a bola anote um touchdown em sua primeira campanha. Se o TD não sair, o adversário terá a oportunidade da posse (e aqui cabe um esclarecimento: se o time A fizer um field goal e o time B, na hora que receber o chute para ter sua posse, deixar a bola escapar e ela for recuperada dentro das regras pela equipe A, o jogo termina, porque os árbitros consideraram que o time B teve a sua chance de ficar com a bola e falhou).
A partida será dada por encerrada também se qualquer pontuação dada pela arbitragem for resultado de uma conduta inapropriada do time que sofreu a pontuação. Na prorrogação, não há desafios por parte dos técnicos. As revisões só podem ser determinadas pelo assistente de arbitragem do replay. Quando houver um TD na prorrogação, a tentativa da conversão de dois pontos não é permitida. Além disso, ao contrário do que acontece nas prorrogações de pré-temporada e temporada regular, quando os times não tem tempos para pedir, nos playoffs cada técnico pode parar o relógio três vezes a cada dois quartos.
Outras mudanças nas regras:
* Se um jogador carregando a bola perder o capacete durante a jogada, a bola será considerada morta. Até ano passado, o lance poderia prosseguir. “Vimos algumas jogadas em que atletaas estavam correndo pelo campo sem os capacetes. Na nossa cabeça, esta não é uma situação segura”, justificou Rich McKay, presidente do Atlanta Falcons e integrante do Comitê de Competição da NFL;
* Se houver uma falta pessoal com a bola parada depois do final do segundo ou quarto períodos, a punição com a perda de 15 jardas será aplicada a partir de agora no início do terceiro quarto ou da prorrogação;
* Dois ajustes foram feitos na aplicação dos replays: se os árbitros no campo não perceberem que a bola tocou em um telão, uma câmera ou qualquer outro objeto, o juiz assistente responsável pelo replay pode determinar a revisão da jogada, mesmo se não estivermos nos dois minutos finais de cada tempo; além disso, se um lance for revisado no último minuto do primeiro ou do segundo tempos e a jogada for corrigida para uma marcação que não teria paralisado o cronômetro, a arbitragem vai “queimar” dez segundos do tempo de jogo antes de reiniciar a partida.
* Os atletas de linha defensiva agora podem usar também no uniforme os números que vão de 50 a 59 (antes, eles podiam utilizar apenas as faixas que iam de 60 a 79 e de 90 a 99). Além disso, agora os jogadores que mudam de posição não são mais obrigados a alterar o seu número se a mudança for de uma posição elegível para outra (por exemplo, de RB para WR) ou de uma posição inelegível para outra (por exemplo, de C para OG).
- 10h25
- 28Jul
No ranking de venda de ingressos, os norte-americanos só ficaram atrás dos donos da casa em quantidade de bilhetes adquiridos. Na última quarta-feira, o Lincoln Financial Field, que tem capacidade para 68 mil pessoas, recebeu quase 45 mil no amistoso entre o Manchester United e o Philadelphia Union.
E pra completar, a chegada do francês Thierry Henry, que vai jogar no New York Red Bulls. “Nosso desafio é converter todo esse interesse pelo esporte na torcida por um time da MLS”, diz Don Garber, o chefão da liga de futebol nos Estados Unidos.
Na sua opinião, desta vez o futebol da bola redonda pega pra valer no país da bola oval? E em termos de mercado, a chegada de Henry marca um bom caminho para estrelas que ainda tem lenha para queimar ou a MLS ainda será mais conhecida como um lugar para atletas em fase decadente na carreira?
- 21h45
- 10Jul
Parece que foi ontem... o tempo voa, especialmente quando estamos realizando algo tão especial.
A Copa do Mundo está sendo assim.
Ela acaba neste domingo, mas nunca mais será esquecida.
CLIQUE NO PLAYER E CONFIRA O VÍDEO
- 07h00
- 23Jun
Difícil lembrar de uma tarde de domingo em que o almoço na casa dos tios não fosse seguido pela companhia das grandes aberturas de jornada da Rádio Globo, com o time comandado por Osmar Santos falando direto das concentrações, levando os times para o estádio, com repórteres em todos os cantos. Com a bola rolando, meu tio gostava de "girar o carrossell" entre o Pai da Matéria, José Silvério e Fiori Gigliotti.
Nos chamados "dias úteis", o radinho de pilha me acompanhava à noite. Ouvindo as transmissões de Luis Roberto, Oscar Ulisses, Paulo Soares, Ennio Rodrigues, Eder Luiz e tantos outros, eu pegava no sono.
No dia seguinte, acordava às 6 da manhã, ouvindo outras feras do rádio, não necessariamente ligadas ao esporte - Zé Bettio e seu balde d'água para acordar os preguiçosos, José Paulo de Andrade e seu "Pulo do Gato", o genial "vambora, vambora" do Jornal da Manhã da Jovem Pan, Paulo Barbosa, Ely Correa, Gil Gomes e por aí vai... ali formou-se um ouvinte de rádio, que cresceu sonhando em trabalhar em rádio. O sonho se tornou realidade pouco antes dos 18 anos, em 1996 e, no que depender de mim, vai continuar até o fim da minha carreira.
Na minha infância, não havia TV a cabo, emissoras dedicadas 24 horas por dia ao esporte, nem a enxurrada de transmissões de futebol nacional em TV aberta, como existe hoje - o espetacular "Show do Esporte", da TV Bandeirantes, tinha Luciano do Valle girando um super time por todas as modalidades - boxe, sinuca, vôlei, basquete, NBA, NFL. O futebol estava ali, também, mas na hora do grande clássico da rodada, de sentir o clima do Morumbi ou do Pacaembu lotados, o caminho era o rádio. O grande veículo das decisões, dos jogos importantes, era o rádio.
Com o passar do tempo, as transmissões na TV foram crescendo, evoluindo tecnologicamente, aumentando em volume. A televisão se transformou em uma parceira de primeira hora dos grandes eventos esportivos e sem ela não se vai a lugar nenhum. Cifras milionárias e, às vezes bilionárias, são citadas quando o assunto é a relação entre a TV e o esporte.
Era natural que o rádio perdesse espaço, audiência, anunciantes. As emissoras tiveram que se adaptar à nova realidade para sobreviver. e o tamanho do investimento diminuiu - as viagens com equipe completa aos estádios foram trocadas pela presença apenas do repórter. As grandes coberturas passaram a ser sustentadas por poucos profissionais enviados aos locais da competição. De estrela, o rádio passou a coadjuvante.
A realidade do rádio hoje dá ainda mais orgulho de testemunhar e participar da cobertura que a Eldorado/ESPN está fazendo aqui na África do Sul. Contando com o apoio inestimável de todos da TV, nossa tropa no país da Copa tem mais de 30 vozes, que levam ao ar a toda hora informação e opinião em uma programação ousada, que apostou em uma cobertura do Mundial 24 horas por dia no ar, com nossa presença em todos os cantos do país.
Nos jogos do Brasil, algo que não me lembro de ter ouvido nem no passado: entre narradores, comentaristas e repórteres, quase 20 vozes no estádio. No jogo contra a Coréia do Norte, uma de nossas viaturas seguiu o ônibus da seleção brasileira da concentração até a chegada ao Ellis Park. Nas duas partidas do time de Dunga até aqui, tivemos dois repórteres transmitindo ao vivo direto da zona mista, com a palavra de todos os titulares em primeira mão.
Ontem, mais um grande momento. Sérgio Loredo foi o único repórter de rádio do Brasil presente em Rustemburgo, no estádio Royal Bafokeng, para México e Uruguai. Depois do jogo, registrou as palavras dos principais atletas e fez uma entrevista exclusiva com Diego Lugano. O ex-ídolo são-paulino ficou na nossa escuta e respondeu a várias perguntas do nosso time, que naquela hora era comandado por Flavio Gomes direto dos estúdios em São Paulo. Numa era de entrevistas coletivas e cobertura padronizada, quase pasteurizada, conseguir algo diferente tem um sabor especial. Melhor para o ouvinte.
Nesta Copa, a Eldorado/ESPN está resgatando o rádio gigante, que eu aprendi a gostar, admirar e que tanto marcou a minha infância durante a década de 80. Até companheiros de outras emissoras, tanto na África do Sul quanto no Brasil, estão vindo até nós para cumprimentar pela cobertura, pois ela está trazendo de volta o grande rádio pelo qual todos somos apaixonados.
Quem não ouve, tá perdendo.
- 15h45
- 22Jun
A Espanha venceu a primeira. A rádio Eldorado/ESPN estava lá, como você já se acostumou.
E desta vez, tive a companhia de dois grandes narradores - Paulo Soares e Everaldo Marques.
CLIQUE NO PLAYER E CONFIRA O VÍDEO
Enquanto os brasileiros estão começando a curtir as imagens em alta definição da tecnologia HD, em outros países o próximo passo já foi dado e agora estamos falando de imagens em três dimensões.
A Copa será o primeiro grande evento esportivo do mundo com transmissões em 3D. A FIFA disponibilizou no IBC de Johanesburgo uma sala de projeção em que os jornalistas da mídia eletrônica credenciados para a cobertura do Mundial poderão assistir aos jogos na nova tecnologia.
Nos Estados Unidos, a ESPN vai mostrar muitas partidas da Copa do Mundo em 3D para o público norte-americano.

Crédito da imagem: Everaldo Marques/ESPN

Crédito da imagem: Everaldo Marques/ESPN.com.br
Começou a carreira em 1996, na Rádio Jovem Pan AM, onde foi apresentador e repórter de Fórmula 1 em três temporadas. Em 2001, ganhou o prêmio de Revelação do Ano no veículo rádio, dado pela ACEESP. Em 2005, estreou como narrador na TV Cultura. Passou também pela 105FM. Está nos canais ESPN desde 2005
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