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- 12h17
- 02Jul
A mais que merecida conquista do tricampeonato da Copa do Brasil pelo Corinthians, derrubando um adversário fortíssimo como o Internacional, traz à tona uma boa reflexão. A solidez de um trabalho muito bem construído e conduzido pela comissão técnica liderada por Mano Menezes. Fato raro na história dos clubes brasileiros, ainda mais nesses tempos modernos, onde prevalece a instabilidade.
Festa merecida pelo Tri da Copa do Brasil
Crédito da imagem: Agência Estado
Este processo começou lá atrás, logo após o rebaixamento. Um duro golpe que foi assimilado da melhor maneira possível, entre aqueles grandes que passaram por este vexame. Além, da profunda, necessária e radical reforma política, a grande sacada foi à contratação de Mano Menezes.Crédito da imagem: Agência Estado
O talismã Jorge Henrique foi decisivo
Crédito da imagem: Agência Estado
Este técnico que já é top do futebol brasileiro deu uma estabilidade tática impressionante à equipe. Um time que dificilmente perde, disciplinada ao máximo dentro de campo, sempre muito bem posicionada, e que alia raça e técnica. O Corinthians passa a ser referência neste primeiro semestre, protagonista. O que mais a torcida corintiana pode exigir? Nada! É só comemorar e torcer pela continuidade deste trabalho.Crédito da imagem: Agência Estado
André Santos, foi o melhor em campo, em Porto Alegre
Crédito da imagem: Agência Estado
O Corinthians passa a ser o mais brasileiro nos títulos somados da Copa do Brasil, e do Brasileirão. São sete conquistas. A participação na Libertadores de 2010 está garantida. E vem aí um grande projeto para o ano do Centenário, que pode ser histórico. Assim como 2009, pois alguém tem dúvidas de que o Timão estará forte na briga pela Tríplice Coroa?Crédito da imagem: Agência Estado
Ronaldo, o pé quente do Timão
Crédito da imagem: Agência Estado
Crédito da imagem: Agência Estado
- 11h18
- 30Jun
Continua ecoando a entrevista coletiva de Ronaldo, na qual faz severas críticas ao regime de concentração do Corinthians, e por tabela dos demais clubes brasileiros. Para o Fenômeno há um grande exagero, e ainda cita o Barcelona que não se concentra, e mesmo assim consegue ser campeão.
Realmente é um tema instigante, cercado de mistérios e lendas. Sempre foi motivo de muitas discussões e discórdias. Além do Barcelona, outro exemplo histórico é o Corinthians de Sócrates, Casagrande e Wladimir. Jogadores que peitaram o clube e determinaram à extinção das concentrações, a chamada Democracia Corintiana.
Paulo Machado de Carvalho teve uma atuação decisiva na concentração da Seleção Brasileira, na Suécia, durante a Copa de 58, na conquista do nosso primeiro Mundial. Soube segurar os ímpetos de Garrincha que fazia muito sucesso entra as loiras suecas. Quem garante que o ex-craque brasileiro não deu umas escapadinhas? Ninguém!
Na época em que era repórter de rádio, tinha a missão de cobrir as concentrações dos times nos dias de jogos. Havia sempre uma janela de trabalho para a imprensa, normalmente entre o café da manhã e o almoço. Um tempo em que não havia tantas restrições à cobertura jornalística. Era até possível conseguir informações privilegiadas de seguranças e porteiros.
Nós jornalistas sempre ouvimos grandes histórias como brigas, escapadas, canos, mulherada, etc. A verdade é que este regime é muito pouco aproveitado pelos clubes. Os jogadores se divertem nos computadores, celulares, televisão e mesas de sinuca. Por outro lado, nestes tempos mais modernos há um controle absoluto e equilibrado na alimentação dos atletas, através dos profissionais de nutrição.
Sempre houve temores por parte de cartolas e treinadores de que os atletas não conseguiriam se cuidar, fora de campo. Concordo com o Ronaldo de que há exagero, e que a concentração poderia ser descartada. Mas as perguntam que ficam são:
Será que o jogador brasileiro tem responsabilidade profissional?
Você é a favor ou contra as concentrações?
Realmente é um tema instigante, cercado de mistérios e lendas. Sempre foi motivo de muitas discussões e discórdias. Além do Barcelona, outro exemplo histórico é o Corinthians de Sócrates, Casagrande e Wladimir. Jogadores que peitaram o clube e determinaram à extinção das concentrações, a chamada Democracia Corintiana.
Sócrates e Casagrande lideraram a democracia corintiana
Paulo Machado de Carvalho teve uma atuação decisiva na concentração da Seleção Brasileira, na Suécia, durante a Copa de 58, na conquista do nosso primeiro Mundial. Soube segurar os ímpetos de Garrincha que fazia muito sucesso entra as loiras suecas. Quem garante que o ex-craque brasileiro não deu umas escapadinhas? Ninguém!
Garrincha e Pelé escapavam das concentrações?
Na época em que era repórter de rádio, tinha a missão de cobrir as concentrações dos times nos dias de jogos. Havia sempre uma janela de trabalho para a imprensa, normalmente entre o café da manhã e o almoço. Um tempo em que não havia tantas restrições à cobertura jornalística. Era até possível conseguir informações privilegiadas de seguranças e porteiros.
Concentração é prisão?
Nós jornalistas sempre ouvimos grandes histórias como brigas, escapadas, canos, mulherada, etc. A verdade é que este regime é muito pouco aproveitado pelos clubes. Os jogadores se divertem nos computadores, celulares, televisão e mesas de sinuca. Por outro lado, nestes tempos mais modernos há um controle absoluto e equilibrado na alimentação dos atletas, através dos profissionais de nutrição.
Maria chuteira, folclore das concentrações
Sempre defendi a tese que nos períodos de concentração os jogadores poderiam realizar cursos (línguas, informática, etc) e os dirigentes poderiam palestrar sobre a história do clube que os atletas estão defendendo. Criar alternativas para não tornar este período monótono.
Garrincha fazia enorme sucesso com a mulherada
Sempre houve temores por parte de cartolas e treinadores de que os atletas não conseguiriam se cuidar, fora de campo. Concordo com o Ronaldo de que há exagero, e que a concentração poderia ser descartada. Mas as perguntam que ficam são:
Será que o jogador brasileiro tem responsabilidade profissional?
Você é a favor ou contra as concentrações?
- 17h53
- 28Jun
A Seleção Brasileira cumpriu, com dignidade, seu papel e conquistou pela 3ª vez o título da Copa das Confederações. A vitória, de virada, sobre os Estados Unidos, por 3 a 2, foi dramática, e emocionante. Se não foi uma exibição dos sonhos, aliás, bem longe disso, o que valeu foram a raça e a determinação no segundo tempo. Na primeira etapa, com uma atuação sonolenta, mal posicionado em campo, o Brasil foi surpreendido pelos norte-americanos. A postura após o intervalo mudou, e a reviravolta aconteceu.
O que mais me deixa satisfeito, apesar de não concordar ainda com alguns métodos ou opções do Dunga, é ver a vontade de vencer deste grupo de jogadores. Exatamente o que faltou na Copa de 2006. Como não há tanta diferença técnica entre times, ou seleções, o que prevalece é a força de vontade, e não a farra antecipada, festão de concentração, etc.
A imagem que fica desta conquista é a emoção do experiente Lúcio, capitão da Seleção Brasileira. Mesmo com um currículo vitorioso, experiência internacional, o zagueiro vibrou como nunca no seu gol, e após o final da partida. Se esta determinação for mantida no Mundial de 2010, o Brasil terá tudo para ser hexa.
O que mais me deixa satisfeito, apesar de não concordar ainda com alguns métodos ou opções do Dunga, é ver a vontade de vencer deste grupo de jogadores. Exatamente o que faltou na Copa de 2006. Como não há tanta diferença técnica entre times, ou seleções, o que prevalece é a força de vontade, e não a farra antecipada, festão de concentração, etc.
A imagem que fica desta conquista é a emoção do experiente Lúcio, capitão da Seleção Brasileira. Mesmo com um currículo vitorioso, experiência internacional, o zagueiro vibrou como nunca no seu gol, e após o final da partida. Se esta determinação for mantida no Mundial de 2010, o Brasil terá tudo para ser hexa.
Zagueiro Lúcio vibra e muito com a virada sobre os EUA
Crédito da imagem: Agência Estado
Crédito da imagem: Agência Estado
- 10h12
- 27Jun
Outra situação que estava na cara que iria acontecer, no Palmeiras, na próxima escorregada, e se consumou na madrugada deste sábado, foi a demissão de Vanderlei Luxemburgo. A alegação oficial da diretoria foi a “quebra de hierarquia” por parte do ex-técnico. Luxa chamou o Palmeiras de “barriga de aluguel” sobre o fato de Keirrisson ter ficado pouco tempo no clube, (no que ele está correto, neste ponto), e ainda afirmou desconhecer a negociação do atacante.
O técnico anunciou sua saída no twitter, com direito a um texto no seu blog: " Não sou mais técnico do Palmeiras. Fui demitido por descordar (sic) das atitudes do Keirrison. Vejam texto em meu blog: luxemburgo.blog.uol.com.br."
Luxemburgo, desde sua chegada em dezembro de 2007, não contava com a simpatia da principal organizada do Palmeiras. Sempre sofreu forte pressão das arquibancadas, que eram contidas por Gilberto Cippullo, seu ombro amigo. Os resultados foram abaixo da expectativa, por ter conquistado apenas o título do Paulistão de 2008. Muito pouco pra quem já reinou no futebol brasileiro. Luxa nunca se contentou em ser apenas o técnico, e gostava de dar palpites em assuntos administrativos. Não apenas indicava jogadores, como participava ativamente das negociações. Está muito mais para um manager do que um simples treinador. No campo, deixou de fazer a diferença, faz tempo. Não havia mais grandes novidades táticas, ou jogadas ensaiadas. Suas formações eram previsíveis, bem como o futebol apresentado pelo Palmeiras neste período. Bateu de frente com o ídolo da torcida, o chileno Valdívia, e não fez nenhuma questão da sua permanência. Trocou socos com torcedores no aeroporto. Indicou jogadores de questionáveis qualidades técnicas para serem contratados como Mozart, Fabinho Capixaba, Marcão e Obina. Alguns talentos como Marquinhos não conseguiram jogar ou evoluir, sob seu comando.
Com tudo isso, não havia outro caminho, senão sua saída. O custo benefício não valia a pena. Neste momento em que escrevo, o Palmeiras ainda não definiu seu novo técnico. E tudo indica que deva ser Muricy Ramalho, o técnico de ponta que está no mercado e agrada e muito ao presidente Luis Gonzaga Belluzzo. Se fosse seguir a linha do São Paulo em apostar, poderia trazer Zinho do Miami FC (da Traffic), e que tem enorme identificação com o clube.
Quem deveria ser o novo técnico, na sua opinião?
Qual será o novo time de Luxa?
Luxa está mais para técnico ou gerente?
Gilberto Cippullo segurava a pressão contra Luxa
O técnico anunciou sua saída no twitter, com direito a um texto no seu blog: " Não sou mais técnico do Palmeiras. Fui demitido por descordar (sic) das atitudes do Keirrison. Vejam texto em meu blog: luxemburgo.blog.uol.com.br."
Luxemburgo não foi feliz no Palmeiras
Crédito da imagem: Agência Estado
Crédito da imagem: Agência Estado
Luxemburgo, desde sua chegada em dezembro de 2007, não contava com a simpatia da principal organizada do Palmeiras. Sempre sofreu forte pressão das arquibancadas, que eram contidas por Gilberto Cippullo, seu ombro amigo. Os resultados foram abaixo da expectativa, por ter conquistado apenas o título do Paulistão de 2008. Muito pouco pra quem já reinou no futebol brasileiro. Luxa nunca se contentou em ser apenas o técnico, e gostava de dar palpites em assuntos administrativos. Não apenas indicava jogadores, como participava ativamente das negociações. Está muito mais para um manager do que um simples treinador. No campo, deixou de fazer a diferença, faz tempo. Não havia mais grandes novidades táticas, ou jogadas ensaiadas. Suas formações eram previsíveis, bem como o futebol apresentado pelo Palmeiras neste período. Bateu de frente com o ídolo da torcida, o chileno Valdívia, e não fez nenhuma questão da sua permanência. Trocou socos com torcedores no aeroporto. Indicou jogadores de questionáveis qualidades técnicas para serem contratados como Mozart, Fabinho Capixaba, Marcão e Obina. Alguns talentos como Marquinhos não conseguiram jogar ou evoluir, sob seu comando.
Valdívia, ídolo da torcida, desafeto de Luxa
Crédito da imagem: Agência Estado
Crédito da imagem: Agência Estado
Com tudo isso, não havia outro caminho, senão sua saída. O custo benefício não valia a pena. Neste momento em que escrevo, o Palmeiras ainda não definiu seu novo técnico. E tudo indica que deva ser Muricy Ramalho, o técnico de ponta que está no mercado e agrada e muito ao presidente Luis Gonzaga Belluzzo. Se fosse seguir a linha do São Paulo em apostar, poderia trazer Zinho do Miami FC (da Traffic), e que tem enorme identificação com o clube.
Muricy Ramalho, atual tri do Brasileiro, é o mais cotado
Não há muitas alternativas no mercado. Independente de quem seja o novo técnico, alguns profissionais da comissão técnica do Luxa poderiam ser mantidos na comissão permanente, como Valdir Joaquim de Moraes, que é um patrimônio do Palmeiras.
Se fosse para apostar num novo nome, poderia ser Zinho
Qual a avaliação que você faz do trabalho do Luxa no Palmeiras?Quem deveria ser o novo técnico, na sua opinião?
Qual será o novo time de Luxa?
Luxa está mais para técnico ou gerente?
- 16h32
- 26Jun
A inevitável saída de Keirrisson para a Espanha, assim como aconteceu com o zagueiro Henrique, estava mais que anunciada desde sua chegada ao Palmeiras. Os bons jogadores passam, muito rapidamente, pelo time, e lá se vão para a Europa. Os razoáveis e ruins permanecem. Apesar de ser quase que uma rotina nos clubes brasileiros, o Palmeiras está se superando.
A verdade é que os clubes viraram reféns de empresários ao não ter capacidade de descobrir ou formar talentos. Os empresários estão mais preparados e investem muito mais neste setor. Isso fica muito claro no caso do Keirrisson.
Apesar de não cair nas graças da torcida, o garoto tem potencial. Teve uma excelente média de gols nas poucas partidas que disputou pelo Palmeiras. Aliás, na minha opinião, sua saída é prematura para atuar na Europa. Tem que evoluir em muitas questões como: ser mais participativo durante a partida, saber sair de marcações duras (no futebol europeu é muito mais difícil), driblar, e chutar de esquerda.
O que prevaleceu foi a vontade de seu empresário que quer ganhar muito dinheiro, e rápido. Faz parte de sua função. Não foi o Marcos Malaquias que o descobriu? Foi! E não adiantou em nada os dicursos do Luxemburgo e da diretoria para sua permanência,.Seus empresários ficaram mais de um mês no Velho Continente tentando encaixá-lo em alguma equipe.
Em resumo, os clubes estão ultrapassados porque ainda são administrados de forma amadora. Este retrato pode comprovado nas intermináveis dívidas. Ao contrário, empresas e empresários estão nadando em dinheiro.
Se não houver, e urgentemente, uma boa reforma na Lei Pelé, e na política dos clubes, a tendência é acompanharmos o desenvolvimento de times de empresários. O outro lado mostrará a falência de alguns gigantes que não acordaram para a realidade do futebol, e não se adequaram ao “mundo moderno”. Esses vão ficar pra trás.
Deixe aqui sua opinião sobre a relação clube e empresários.
Quem é mais esperto?
Quem está levando vantagem?
A verdade é que os clubes viraram reféns de empresários ao não ter capacidade de descobrir ou formar talentos. Os empresários estão mais preparados e investem muito mais neste setor. Isso fica muito claro no caso do Keirrisson.
Apesar de não cair nas graças da torcida, o garoto tem potencial. Teve uma excelente média de gols nas poucas partidas que disputou pelo Palmeiras. Aliás, na minha opinião, sua saída é prematura para atuar na Europa. Tem que evoluir em muitas questões como: ser mais participativo durante a partida, saber sair de marcações duras (no futebol europeu é muito mais difícil), driblar, e chutar de esquerda.
O que prevaleceu foi a vontade de seu empresário que quer ganhar muito dinheiro, e rápido. Faz parte de sua função. Não foi o Marcos Malaquias que o descobriu? Foi! E não adiantou em nada os dicursos do Luxemburgo e da diretoria para sua permanência,.Seus empresários ficaram mais de um mês no Velho Continente tentando encaixá-lo em alguma equipe.
Em resumo, os clubes estão ultrapassados porque ainda são administrados de forma amadora. Este retrato pode comprovado nas intermináveis dívidas. Ao contrário, empresas e empresários estão nadando em dinheiro.
Se não houver, e urgentemente, uma boa reforma na Lei Pelé, e na política dos clubes, a tendência é acompanharmos o desenvolvimento de times de empresários. O outro lado mostrará a falência de alguns gigantes que não acordaram para a realidade do futebol, e não se adequaram ao “mundo moderno”. Esses vão ficar pra trás.
Deixe aqui sua opinião sobre a relação clube e empresários.
Quem é mais esperto?
Quem está levando vantagem?
- 16h13
- 23Jun
Ainda estamos no início do Brasileirão, mas já deu pra ter uma idéia de como os elencos estão montados. Levando-se em consideração que os jogadores que já atuaram 7 jogos não podem se transferir para um clube da mesma divisão, e que a janela de transferências internacionais para o futebol brasileiro, para a chegada de reforços, se abrirá somente em agosto:
Qual avaliação você faz de seu time até aqui?
Quais os reforços que seu time deveria contratar?
Pensando em negociações viáveis (dentro da realidade econômica), quais reforços do exterior você indicaria para a diretoria do seu clube?
Dênis Marques deve reforçar o Flamengo, em agosto
Qual avaliação você faz de seu time até aqui?
Kléber Pereira tem propostas de clubes árabes
Quais os reforços que seu time deveria contratar?
Roberto Carlos quer voltar, mas foi vetado no Flu
Pensando em negociações viáveis (dentro da realidade econômica), quais reforços do exterior você indicaria para a diretoria do seu clube?
Chileno Figueroa é reforço do Palmeiras, em agosto
Você já teria uma lista de dispensa do seu time?- 22h07
- 21Jun
Nossa fiquei maluco aqui no Plantão Esportivo da Rádio Eldorado/ESPN. Rede balançando pra todos os lados, lances polêmicos, crises, erros grosseiros de jogadores e árbitros, contusões graves, etc. Foram 43 gols em 10 jogos.
Atuações lamentáveis, principalmente, de Alício Pena Júnior (Atlético/PR 2 x 2 Palmeiras) e Djalma José Beltrami (Santos 2 x 3 Atlético/MG), que ficam com o Troféu Lambão da rodada com muitos “méritos”. O Santo André também foi beneficiado por um gol irregular de Marcel, no final do jogo. Palmeiras e Santos foram prejudicados.
Emoção, com gols no final, não faltou na Arena da Baixada, na Ressacada, e no Olímpico.
Incrível foi a goleada sofrida pelo Cruzeiro, em pleno Mineirão, para o Barueri, por 4 a 2. O zagueiro cruzeirense Anderson falhou, bisonhamente, no gol de Márcio Careca. Fabinho, ex-Corinthians foi expulso na sua estréia. Lamentável!
Contusões
Na Vila Belmiro, o gramado foi o vilão de Fábio Costa que sofreu graves lesões. Ficará um bom tempo afastado do futebol, numa noite pra ser esquecida na Vila. O Atlético/MG foi competente no contra-ataque e levou a melhor. Continua líder, com méritos.
Que fase!
Dá tudo certo para o Corinthians, e tudo errado para o São Paulo. Questão de competência, nesta temporada! E elas ficaram bastante evidentes no jogo do Pacaembu, onde o Timão venceu com muita autoridade o Tricolor, que está caindo pelas tabelas, literalmente. Cristian foi mais uma vez o carrasco do time do Morumbi. E o problema no São Paulo não está resumido apenas no Muricy.
Por que os dirigentes tricolores não assumiram ainda suas responsabilidades?
Por que Ricardo Gomes não foi ao Pacaembu assistir ao jogo do seu novo time?
Inter na seca!
No Maracanã, um chocolate do Mengão, com direito a 3 gols de Adriano. Já são 5 jogos sem vitórias do Colorado, e se perder a final da Copa do Brasil, Tite será atormentado pelo fantasma de Muricy Ramalho. Ao final do jogo, Cuca preferiu se defender das acusações do ex-técnico do São Paulo. Acusações que respingam em muitos técnicos pelo país.
Atuações lamentáveis, principalmente, de Alício Pena Júnior (Atlético/PR 2 x 2 Palmeiras) e Djalma José Beltrami (Santos 2 x 3 Atlético/MG), que ficam com o Troféu Lambão da rodada com muitos “méritos”. O Santo André também foi beneficiado por um gol irregular de Marcel, no final do jogo. Palmeiras e Santos foram prejudicados.
Beltrami, se superou! Troféu Lambão pra ele!
Crédito da imagem: Agência Estado
Crédito da imagem: Agência Estado
Emoção, com gols no final, não faltou na Arena da Baixada, na Ressacada, e no Olímpico.
Incrível foi a goleada sofrida pelo Cruzeiro, em pleno Mineirão, para o Barueri, por 4 a 2. O zagueiro cruzeirense Anderson falhou, bisonhamente, no gol de Márcio Careca. Fabinho, ex-Corinthians foi expulso na sua estréia. Lamentável!
Contusões
Na Vila Belmiro, o gramado foi o vilão de Fábio Costa que sofreu graves lesões. Ficará um bom tempo afastado do futebol, numa noite pra ser esquecida na Vila. O Atlético/MG foi competente no contra-ataque e levou a melhor. Continua líder, com méritos.
Contusão grave de Fábio Costa
Crédito da imagem: Agência Estado
Crédito da imagem: Agência Estado
Que fase!
Dá tudo certo para o Corinthians, e tudo errado para o São Paulo. Questão de competência, nesta temporada! E elas ficaram bastante evidentes no jogo do Pacaembu, onde o Timão venceu com muita autoridade o Tricolor, que está caindo pelas tabelas, literalmente. Cristian foi mais uma vez o carrasco do time do Morumbi. E o problema no São Paulo não está resumido apenas no Muricy.
Cristian marcou, novamente, contra o São Paulo
Crédito da imagem: Agência Estado
Crédito da imagem: Agência Estado
Por que os dirigentes tricolores não assumiram ainda suas responsabilidades?
Por que Ricardo Gomes não foi ao Pacaembu assistir ao jogo do seu novo time?
Inter na seca!
No Maracanã, um chocolate do Mengão, com direito a 3 gols de Adriano. Já são 5 jogos sem vitórias do Colorado, e se perder a final da Copa do Brasil, Tite será atormentado pelo fantasma de Muricy Ramalho. Ao final do jogo, Cuca preferiu se defender das acusações do ex-técnico do São Paulo. Acusações que respingam em muitos técnicos pelo país.
Cuca, em nova polêmica.
Crédito da imagem: Agência Estado
Crédito da imagem: Agência Estado
Antes de mais nada, este blogueiro havia escrito na última terça-feira, que em caso de eliminação da Libertadores nem o Juvenal seguraria Muricy. Você pode conferir no post. Alguns torcedores afirmaram que estava cornetando, desinformado, etc. Aqui não faço cornetagens. Cobri como repórter o São Paulo por quase 6 anos e conheço a estrutura política do clube. Não seria irresponsável de sugerir uma troca se não tivesse a informação.
Demissão
A reunião dos "cardeais" da diretoria definiu pela demissão de Muricy Ramalho, talvez até contra a própria vontade do presidente. Os números da temporada, e o baixo aproveitamento, foram cruciais. Muricy teve realmente bastante culpa no péssimo desempenho do time até aqui.
Mas e a diretoria?
O sistema não é presidencialista?
Não são os dirigentes que contratam, inclusive se for preciso sem o aval do técnico?
Não vi ou ouvi os dirigentes assumirem suas responsabilidades. A substituição do treinador é sempre o caminho mais fácil para os clubes, do que afastar cartolas e jogadores incompetentes.
Ricardo Gomes é o novo técnico
Estou realmente surpreso com a chegada de Ricardo Gomes. Este nome não veio à tona, nem nos corredores do Morumbi. Falavam em Abel Braga, Dorival Júnior, Cuca e até Silas. Confesso não estar otimista com a contratação deste nome. Pra mim é uma aposta.
Será que sua postura elegante (ao contrário do Muricy) falou mais alto que seu próprio currículo para a diretoria Tricolor?
Você teria demitido Muricy? E qual seria o substitulo ideal?
Demissão
A reunião dos "cardeais" da diretoria definiu pela demissão de Muricy Ramalho, talvez até contra a própria vontade do presidente. Os números da temporada, e o baixo aproveitamento, foram cruciais. Muricy teve realmente bastante culpa no péssimo desempenho do time até aqui.
Mas e a diretoria?
O sistema não é presidencialista?
Não são os dirigentes que contratam, inclusive se for preciso sem o aval do técnico?
Não vi ou ouvi os dirigentes assumirem suas responsabilidades. A substituição do treinador é sempre o caminho mais fácil para os clubes, do que afastar cartolas e jogadores incompetentes.
Ricardo Gomes é o novo técnico
Estou realmente surpreso com a chegada de Ricardo Gomes. Este nome não veio à tona, nem nos corredores do Morumbi. Falavam em Abel Braga, Dorival Júnior, Cuca e até Silas. Confesso não estar otimista com a contratação deste nome. Pra mim é uma aposta.
As diversas fases de Ricardo Gomes
Ricardo Gomes, aos 44 anos, fez sua carreira fora do Brasil, treinando clubes como Paris Saint Germain, Monaco e Bordeaux. Ou seja, na França, o que não sugere lá um bom currículo. Aqui no Brasil levou o Juventudo ao 7º lugar no Brasileirão de 2002, e fracassou como técnico da Seleção Brasileira Olímpica, na preparação para Atenas.
Fez carreira de técnico na França
Será que é o nome ideal?Será que sua postura elegante (ao contrário do Muricy) falou mais alto que seu próprio currículo para a diretoria Tricolor?
Você teria demitido Muricy? E qual seria o substitulo ideal?
A atuação do Palmeiras em Montevidéu até que foi boa. Faltou pouco para voltar classificado para as semifinais da Libertadores. O pouco é dividido em vários detalhes que servirão de lição.
2. A eleição presidencial ocorrida em pleno mês de janeiro, onde todo o planejamento já tinha que ter sido finalizado, atrapalhou e atrasou a formação do elenco.
3. O perfil de um time jovem como exige a parceira Traffic não combina com a Libertadores. De repente, em meio à competição, bate o desespero com a janela de transferências internacionais fechada, e não há critério para contratação de bons reforços, com a desculpa que o mercado não oferece boas oportunidades. Pra dar um pouco mais de experiência ao elenco chegaram Mozart, Marcão e Obina.
4. Não conseguiu achar bons laterais, especialmente na direita, onde houve uma série de mudanças e improvisações com Fabinho Capixaba, Wendell, Souza, Marquinhos e Willians.
5. Luxemburgo não conseguiu achar um time titular, ou um esquema tático definido. Houve constantes trocas de jogadores e o esquema variava com 2 ou 3 zagueiros.
Ou seja, uma série de equívocos que culminaram com a desclassificação da Libertadores, onde o caminho parecia não ser tão difícil rumo à decisão, com a eliminação do Boca Juniors, o bicho papão dos clubes brasileiros. Agora é hora de juntar os cacos e estabelecer uma nova meta, e tomar isso como lição de casa.
Se fosse comparar com um estudante, eu diria que o Palmeiras repetiu de ano.
E pra você palmeirense: Quais foram os motivos da eliminação na Libertadores?
Marcos fez de tudo, muito mais que os outros
1. Tudo começou no último jogo do Brasileirão do ano passado, quando ao perder para o Botafogo, em casa, teve que jogar a fase preliminar. Caiu numa chave difícil que torna sempre complicado o caminho durante toda a competição, inclusive tendo que decidir fora de casa.2. A eleição presidencial ocorrida em pleno mês de janeiro, onde todo o planejamento já tinha que ter sido finalizado, atrapalhou e atrasou a formação do elenco.
3. O perfil de um time jovem como exige a parceira Traffic não combina com a Libertadores. De repente, em meio à competição, bate o desespero com a janela de transferências internacionais fechada, e não há critério para contratação de bons reforços, com a desculpa que o mercado não oferece boas oportunidades. Pra dar um pouco mais de experiência ao elenco chegaram Mozart, Marcão e Obina.
4. Não conseguiu achar bons laterais, especialmente na direita, onde houve uma série de mudanças e improvisações com Fabinho Capixaba, Wendell, Souza, Marquinhos e Willians.
5. Luxemburgo não conseguiu achar um time titular, ou um esquema tático definido. Houve constantes trocas de jogadores e o esquema variava com 2 ou 3 zagueiros.
Luxemburgo não soube montar um time titular
6. Faltou qualidade no elenco. Faltou um atacante alto e trombador como reza o bom manual da Libertadores.
Torcida protestou no Palestra
Crédito da imagem: Agência Estado
Crédito da imagem: Agência Estado
Ou seja, uma série de equívocos que culminaram com a desclassificação da Libertadores, onde o caminho parecia não ser tão difícil rumo à decisão, com a eliminação do Boca Juniors, o bicho papão dos clubes brasileiros. Agora é hora de juntar os cacos e estabelecer uma nova meta, e tomar isso como lição de casa.
Se fosse comparar com um estudante, eu diria que o Palmeiras repetiu de ano.
Joel Santana estava aliviado e feliz com a primeira vitória da Seleção da África do Sul sobre a Nova Zelândia, por 2 a 0, pela Copa das Confederações. Sempre trabalhou sob pressão e quer caminhar firme até a Copa do Mundo.
Podemos até discutir alguns métodos de trabalho do Joel, mas ninguém pode discutir seu carisma, seu currículo, e sua simpatia.
Clique no link e divirta-se com a entrevista concedida, em inglês.
http://www.youtube.com/watch?v=R8NDxvJMKu8
Joel Santana tenta ficar até a Copa
Crédito da imagem: Agência Estado
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Podemos até discutir alguns métodos de trabalho do Joel, mas ninguém pode discutir seu carisma, seu currículo, e sua simpatia.
Clique no link e divirta-se com a entrevista concedida, em inglês.
http://www.youtube.com/watch?v=R8NDxvJMKu8
Começou sua carreira na rádio Gazeta em 1988 (Record/Gazeta). Fez parte da equipe Disparada no Esporte, comandada por Pedro Luiz, por quase 10 anos.
Passou pelas rádios Globo/CBN, Record, Capital, Trianon, Nova Brasil FM, Tropical FM e Eldorado. Foi apresentador dos programas: Tricolor em Ação (Trianon), Record Futebol Clube, Bate-bola, Lance Final, Sala de espera, Jornada Esportivas (Record), e Planeta Bola (Gazeta), Tropical Esportes, além de Plantão Esportivo.
Trabalhou nos sites: Latinsoccer, Soccerbest, Sportsjá e O Repórter online como editor, repórter multimídia e colunista.
Entre diversas competições, cobriu como repórter a Copa de 94 (EUA), as Olimpíadas de 92, 96 e 2004, além de Pan-americanos, Liga Mundial de vôlei (93, 94 e 95) e os tradicionais campeonatos de futebol nacional e internacional.
Atualmente é coordenador, âncora e plantão esportivo da equipe Eldorado/ESPN.
Passou pelas rádios Globo/CBN, Record, Capital, Trianon, Nova Brasil FM, Tropical FM e Eldorado. Foi apresentador dos programas: Tricolor em Ação (Trianon), Record Futebol Clube, Bate-bola, Lance Final, Sala de espera, Jornada Esportivas (Record), e Planeta Bola (Gazeta), Tropical Esportes, além de Plantão Esportivo.
Trabalhou nos sites: Latinsoccer, Soccerbest, Sportsjá e O Repórter online como editor, repórter multimídia e colunista.
Entre diversas competições, cobriu como repórter a Copa de 94 (EUA), as Olimpíadas de 92, 96 e 2004, além de Pan-americanos, Liga Mundial de vôlei (93, 94 e 95) e os tradicionais campeonatos de futebol nacional e internacional.
Atualmente é coordenador, âncora e plantão esportivo da equipe Eldorado/ESPN.
Começou a carreira na rádio Gazeta em 1988. Fez parte da equipe Disparada no Esporte, comandada por Pedro Luiz, por quase 10 anos. Passou pelas rádios Globo/CBN, Record, Capital, Trianon, Nova Brasil FM, Tropical FM e Eldorado. Atualmente é coordenador, âncora e plantão esportivo da equipe Eldorado/ESPN