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As notícias do dia no Sportscenter, às 23h
- 17h26
- 26Jul
Eis que o comando técnico da Seleção mudou, e pra valer. Mano Menezes deu início a um novo trabalho visando à conquista da Copa de 2014, e da Olimpíada em Londres 2012.
Dos 24 jogadores convocados para o amistoso contra os Estados Unidos, em New Jersey, no dia 10 de agosto, alguns nomes são discutíveis, como sempre. E até independente do técnico. È muito difícil entrar na cabeça do técnico e entender sua filosofia. Por se tratar de um começo, qualquer erro que ocorrer vai ser desculpado e aceito. Coloco aqui minhas observações sobre a convocação, bem como o processo que levou Mano à Seleção Brasileira.
1. O processo de sucessão de Dunga foi muito mal conduzido por Ricardo Teixeira. Não houve uma conversa preliminar com o Fluminense para a liberação de Muricy que tinha a preferência para o cargo. O procurador do Muricy, Márcio Rivellino, falhou ao não colocar uma cláusula contratual de liberação em caso de haver um convite por parte da CBF. E faltou ao Fluminense, é claro, apesar dos seus direitos resguardados, sensibilidade moral de liberar seu profissional. E profissional é Muricy Ramalho q ue não pediu demissão, e decidiu honrar seu compromisso.
2. Da lista de 24 jogadores convocados, avalio da seguinte forma. As boas surpresas foram: David Luiz e Rafael. Surpresas ruins e discutíveis: Jefferson, Jucilei e Rever. Interrogações (apostas onde temos que observar melhor): Renan, Ederson e André. Ou seja, a lista pode ser considerada boa. A única constatação é que se fossem convocados apenas jogadores que atuam no país, o time seria muito fraco. Não podemos abrir mão dos brazucas.
3. O único ponto que realmente me decepcionou no Mano Menezes, foi a entrevista exclusiva concedida à Rede Globo, no sábado, após ter dito no Parque São Jorge que só falaria de Seleção Brasileira na segunda-feira. Foi uma meia mentira do Mano. Uma pisadinha preocupante, já que ninguém, nem mesmo a emissora citada, deveria ter privilégios dentro da CBF, apesar de saber que isso é e sempre foi uma utopia.
Dos 24 jogadores convocados para o amistoso contra os Estados Unidos, em New Jersey, no dia 10 de agosto, alguns nomes são discutíveis, como sempre. E até independente do técnico. È muito difícil entrar na cabeça do técnico e entender sua filosofia. Por se tratar de um começo, qualquer erro que ocorrer vai ser desculpado e aceito. Coloco aqui minhas observações sobre a convocação, bem como o processo que levou Mano à Seleção Brasileira.
1. O processo de sucessão de Dunga foi muito mal conduzido por Ricardo Teixeira. Não houve uma conversa preliminar com o Fluminense para a liberação de Muricy que tinha a preferência para o cargo. O procurador do Muricy, Márcio Rivellino, falhou ao não colocar uma cláusula contratual de liberação em caso de haver um convite por parte da CBF. E faltou ao Fluminense, é claro, apesar dos seus direitos resguardados, sensibilidade moral de liberar seu profissional. E profissional é Muricy Ramalho q ue não pediu demissão, e decidiu honrar seu compromisso.
2. Da lista de 24 jogadores convocados, avalio da seguinte forma. As boas surpresas foram: David Luiz e Rafael. Surpresas ruins e discutíveis: Jefferson, Jucilei e Rever. Interrogações (apostas onde temos que observar melhor): Renan, Ederson e André. Ou seja, a lista pode ser considerada boa. A única constatação é que se fossem convocados apenas jogadores que atuam no país, o time seria muito fraco. Não podemos abrir mão dos brazucas.
3. O único ponto que realmente me decepcionou no Mano Menezes, foi a entrevista exclusiva concedida à Rede Globo, no sábado, após ter dito no Parque São Jorge que só falaria de Seleção Brasileira na segunda-feira. Foi uma meia mentira do Mano. Uma pisadinha preocupante, já que ninguém, nem mesmo a emissora citada, deveria ter privilégios dentro da CBF, apesar de saber que isso é e sempre foi uma utopia.
- 09h18
- 07Jul
A Holanda chega, com muita justiça, à sua terceira final de Copa do Mundo. Mesmo sem ter sido brilhante com o Uruguai fez o necessário para sair de campo, vitoriosa. Esta geração poderá conseguir o tão sonhado título mundial que escapou das mãos dos geniais: Cruyff, Rep, Resenbrink, Krol e Neeskens que formavam o lendário Carrossel Holandês de Rinus Mitchels na Copa da Alemanha, em 1974.
Outra brilhante geração de Van Basten, Rijkaard, Gullit, Koeman nem chegou perto de abocanhar o título mais importante do Planeta Bola. O futebol é cruel mesmo. No Brasil, por exemplo, Falcão, Sócrates, Zico, Cerezo e Eder não tiveram o gostinho do título Mundial, ao contrário de Ronaldão, Viola e etc.
Bert Van Marwijk pegou a base deixada por Marco Van Basten, e montou um elenco que está 25 jogos invicto, e com uma campanha 100% tanto nas Eliminatórias, como aqui na Copa do Mundo. Robben e Sneijder comandam esta equipe dentro de campo. O segredo deste time está na consistência de jogo. Bom toque de bola no meio-campo e bons chutadores. A Holanda não perde a bola facilmente para os adversários. Marwijk declarou que se inspira no jeito do Barcelona jogar, o que já é uma ótima referência.
Cruyff símbolo do Carrossel Holandês
Outra brilhante geração de Van Basten, Rijkaard, Gullit, Koeman nem chegou perto de abocanhar o título mais importante do Planeta Bola. O futebol é cruel mesmo. No Brasil, por exemplo, Falcão, Sócrates, Zico, Cerezo e Eder não tiveram o gostinho do título Mundial, ao contrário de Ronaldão, Viola e etc.
Van Basten conquistou a Euro
Bert Van Marwijk pegou a base deixada por Marco Van Basten, e montou um elenco que está 25 jogos invicto, e com uma campanha 100% tanto nas Eliminatórias, como aqui na Copa do Mundo. Robben e Sneijder comandam esta equipe dentro de campo. O segredo deste time está na consistência de jogo. Bom toque de bola no meio-campo e bons chutadores. A Holanda não perde a bola facilmente para os adversários. Marwijk declarou que se inspira no jeito do Barcelona jogar, o que já é uma ótima referência.
Artilheiro da Holanda no Mundial 2010
É muito complicado dar um prognóstico para a decisão da Copa, mas a Holanda chega muito forte. Além do que é um fenômeno de simpatia e seguidores por onde joga. Talvez tenha chegado a hora de termos um novo Campeão Mundial.Neste momento, estou assistindo o VT da eliminação brasileira na Copa, no dia seguinte do adeus. Até pra não ser injusto.
Esta foi à chamada “Crônica da derrota anunciada”. Nada do que aconteceu em Porto Elisabeth foi surpreendente. A Seleção Brasileira fez um bom primeiro tempo e poderia ter matado a partida. Não matou! E isso no futebol é fatal. A Holanda mandou no segundo tempo. Dunga não enxergava o jogo. Michel Bastos já estava fazendo hora-extra em campo, e sua substituição levou uma eternidade. Robben deitava e rolava pela direita, e irritava ainda mais os descontrolados jogadores brasileiros. Reflexo do descontrole do “sargento” da tropa. Felipe Mello, que deu uma passe genial para o gol de Robinho, após marcar o gol contra e falhar na marcação do Sneijder, no segundo gol, estava a ponto de explodir, como explodiu. E nada do Dunga mexer! Parece uma sina dos técnicos brasileiros que fracassam na Seleção.
O estouro de Felipe Mello, num jogo decisivo de Copa, estava tão na cara que aconteceu e ninguém ficou surpreso. Esse rapaz sempre foi descontrolado, seja em campo (terceiro atleta que mais levou cartão vermelho no campeonato italiano), ou fora dele. Só o Dunga não enxergava.
Esperava-se mais do Kaká na Copa. Ele era um dos poucos capazes de fazer a diferença e não fez. Teve apenas alguns lampejos no Mundial. Muito pouco pra quem já foi o melhor. Talvez sua contusão crônica no púbis tenha impedido.
O lado bom do desempenho do Brasil aqui na África do Sul foram nossos zagueiros Lúcio e Juan. Júlio César, considerado o melhor goleiro do mundo, falhou quando não poderia, no primeiro gol holandês.
E Cruiff estava certíssimo. Não havia magia neste time, nestes jogadores. O Brasil foi um time comum como os outros e não tinha o chamado diferencial. Dunga abriu mão do talento de Ronaldinho, Pato, Ganso e Neymar, em nome da fidelidade. Se deu mal. Porque um técnico de Seleção Brasileira jamais pode abrir mão da arte e improviso do jogador brasileiro. É assinar o atestado de burrice e teimosia. “Morreu abraçado” aos seu grupo, que se comportou bem apenas fora de campo.
E como a maior culpa vem sempre de cima pra baixo, mais uma vez, Ricardo Teixeira e sua arrogância afundaram a Seleção numa Copa. Foi inventar o Dunga como técnico e se deu mal. Mas será que ele está preocupado com o fracasso aqui na África, ou só com a Copa no Brasil em 2014? A verdade é que o Ricardo Teixeira não está, e nunca esteve nem aí para o povo brasileiro, ou os times brasileiros.
- 17h55
- 28Jun
O Chile, como de costume, não ofereceu muita resistência ao Brasil, ainda mais em se tratando de uma partida eliminatória de Copa do Mundo. Parece que a camisa amarela da Seleção hipnotiza os chilenos. Marcelo Bielsa, o louco argentino, não quis mudar a característica de sua equipe, e preferiu atacar. Deixou o time brasileiro jogar do jeito que gosta, do jeito Dunga de ser. O contra-ataque! E isso foi mortal.
Mas quem empurrou a Seleção Brasileira foi a defesa. Juan e Lúcio, nessa ordem, os melhores em campo em minha opinião, além de Ramirez, aceleravam o jogo lá de trás. Este entusiasmo dos nossos zagueiros contagiou Kaká, Luis Fabiano e Robinho que começaram a se movimentar com mais intensidade. E aí prevaleceu a qualidade indiscutível do futebol brasileiro. A camisa do Brasil e a tradição falaram mais alto.
Agora vem a Holanda. Duríssimo adversário. Chega com uma campanha 100% no Mundial, e tem excelentes jogadores. Tem até potencial para eliminar o Brasil. Resta saber se os holandeses saberão jogar contra o time de Dunga. Se fizerem como o Chile, ou seja, partirem para o ataque, é tudo que o treinador canarinho vai querer.
Chilenos não chegaram tão animados ao Ellis Park
Crédito da imagem: Marcelo Di Lallo
Crédito da imagem: Marcelo Di Lallo
Mas quem empurrou a Seleção Brasileira foi a defesa. Juan e Lúcio, nessa ordem, os melhores em campo em minha opinião, além de Ramirez, aceleravam o jogo lá de trás. Este entusiasmo dos nossos zagueiros contagiou Kaká, Luis Fabiano e Robinho que começaram a se movimentar com mais intensidade. E aí prevaleceu a qualidade indiscutível do futebol brasileiro. A camisa do Brasil e a tradição falaram mais alto.
Equipe da ESPN Brasil no Ellis Park
Crédito da imagem: Marcelo Di Lallo
Crédito da imagem: Marcelo Di Lallo
Agora vem a Holanda. Duríssimo adversário. Chega com uma campanha 100% no Mundial, e tem excelentes jogadores. Tem até potencial para eliminar o Brasil. Resta saber se os holandeses saberão jogar contra o time de Dunga. Se fizerem como o Chile, ou seja, partirem para o ataque, é tudo que o treinador canarinho vai querer.
Roberto Salim também estava assistindo Brasil x Chile
Crédito da imagem: Marcelo Di Lallo
E não perca a super cobertura da rádio Eldorado/ESPN da Copa da África do Sul.Crédito da imagem: Marcelo Di Lallo
Johanesburgo, 14 de junho de 2010
Dia de você conhecer nossa casa aqui no IBC....
Os dias têm sido corridos, mas altamente satisfatórios. O retorno recebido aí do Brasil é o melhor possível. A rádio Eldorado/ESPN está fazendo uma grande e volumosa cobertura da Copa do Mundo.
Ainda nesta gravação, o momento em que Paulo Soares, nosso Amigão da Galera, narrou o primeiro gol da Alemanha na Copa.
CLIQUE NO PLAYER E CONFIRA O VÍDEO
Dia de você conhecer nossa casa aqui no IBC....
Os dias têm sido corridos, mas altamente satisfatórios. O retorno recebido aí do Brasil é o melhor possível. A rádio Eldorado/ESPN está fazendo uma grande e volumosa cobertura da Copa do Mundo.
Ainda nesta gravação, o momento em que Paulo Soares, nosso Amigão da Galera, narrou o primeiro gol da Alemanha na Copa.
CLIQUE NO PLAYER E CONFIRA O VÍDEO
- 18h03
- 13Jun
Não estou surpreso com o baixo nível técnico da Copa da África do Sul, exceção feita à goleada da Alemanha diante da Austrália, por 4 a 0, além de Messi quejogou muito na estréia da Argentina. Quem mais apanhou até agora foi a polêmica Jabulani, a bola do Mundial. Apanhou da falta de talento, pontaria e habilidade de alguns jogadores. E os goleiros frangueiros que não venham culpar a pobre da Jabulani.
Mas início de Copa é sempre assim. Cria-se uma expectativa acima do normal, e o Mundial só começar a pegar mais pra frente. Pelo menos, a arbitragem até agora não prejudicou as partidas.
O espetáculo nos estádios é um capítulo à parte, especialmente por parte dos africanos que estão super empolgados com a competição. Os ganenses fizeram uma tremenda farra, após a vitória diante da Eslovênia. Dentro e fora de campo.
Não se pode reclamar de quase nada até agora. Nem do nível técnico porque não dá pra esperar tanta coisa de 32 seleções .
Continue acompanhando o incansável trabalho da Eldorado/ESPN que está transmitindo todos os jogos, com a maior equipe do rádio esportivo brasileiro.
Mas início de Copa é sempre assim. Cria-se uma expectativa acima do normal, e o Mundial só começar a pegar mais pra frente. Pelo menos, a arbitragem até agora não prejudicou as partidas.
O espetáculo nos estádios é um capítulo à parte, especialmente por parte dos africanos que estão super empolgados com a competição. Os ganenses fizeram uma tremenda farra, após a vitória diante da Eslovênia. Dentro e fora de campo.
Não se pode reclamar de quase nada até agora. Nem do nível técnico porque não dá pra esperar tanta coisa de 32 seleções .
Continue acompanhando o incansável trabalho da Eldorado/ESPN que está transmitindo todos os jogos, com a maior equipe do rádio esportivo brasileiro.
Copa do Mundo na Eldorado/ESPN, nada mais importa
- 16h30
- 05Jun
Este é o primeiro de uma série de postagens aqui neste blog sobre a Copa do Mundo. Este momento tão importante para nossas carreiras, tão importante para a parceria Eldorado/ESPN, que recentemente completou apenas 3 anos. Em tão pouco tempo conseguimos conquistar um espaço importante no dial do nosso fã de esporte.
Parte da equipe da ESPN Brasil no IBC
Crédito da imagem: Marcelo Di Lallo
Contamos com uma super estrutura proporcionada pelas gigantes da Comunicação, Walt Diney e Grupo O Estado de São Paulo, responsáveis pela parceria. Não falta nada por aqui.
Johanesburgo, carinhosamente, conhecida como Joburg é maravilhosa. Bonita, moderna, com carros de última geração, restaurantes deliciosos, aeroportos e estádios muito bem estruturados, esta cidade foi covardemente bombardeada por alguns coleguinhas desinformados, antes da Copa.
Randpark Golf Club, concentração do Brasil, região nobre
Crédito da imagem: Marcelo Di Lallo
Minha impressão de Joburg é a melhor possível. Os sul-africanos recebem muito bem turistas, e todo o esforço no sentido de cumprir à risca todas as exigências da FIFA, tem que ser exaltado. Servirá de exemplo para o Brasil, em 2014.
O imponente estádio Soccer City
Crédito da imagem: Marcelo Di Lallo
A partir de hoje confiram aqui e nos demais blogs dos nossos companheiros do site da ESPN Brasil, o melhor da Copa. Aqui, você sabe, informação é o nosso esporte.
Crédito da imagem: Marcelo Di Lallo
Contamos com uma super estrutura proporcionada pelas gigantes da Comunicação, Walt Diney e Grupo O Estado de São Paulo, responsáveis pela parceria. Não falta nada por aqui.
Johanesburgo, carinhosamente, conhecida como Joburg é maravilhosa. Bonita, moderna, com carros de última geração, restaurantes deliciosos, aeroportos e estádios muito bem estruturados, esta cidade foi covardemente bombardeada por alguns coleguinhas desinformados, antes da Copa.
Crédito da imagem: Marcelo Di Lallo
Minha impressão de Joburg é a melhor possível. Os sul-africanos recebem muito bem turistas, e todo o esforço no sentido de cumprir à risca todas as exigências da FIFA, tem que ser exaltado. Servirá de exemplo para o Brasil, em 2014.
Crédito da imagem: Marcelo Di Lallo
A partir de hoje confiram aqui e nos demais blogs dos nossos companheiros do site da ESPN Brasil, o melhor da Copa. Aqui, você sabe, informação é o nosso esporte.
- 10h43
- 05Jun
Johanesburgo, 5 de junho de 2010
A cada dia que passa melhora o tratamento das pessoas conosco aqui na África do Sul.
Até um churrasco foi feito pela dona da nossa hospedagem como boas vindas.
CLIQUE NO PLAYER E CONFIRA O VÍDEO
A cada dia que passa melhora o tratamento das pessoas conosco aqui na África do Sul.
Até um churrasco foi feito pela dona da nossa hospedagem como boas vindas.
CLIQUE NO PLAYER E CONFIRA O VÍDEO
DIRETO DA ÁFRICA DO SUL
Pra tentar acalmar os ânimos extremamente exaltados entre conselheiros e sócios do Palmeiras, na última 2ª feira, durante apresentação do cronograma das obras da nova Arena, os atuais dirigentes prometeram quatro reforços. Já estariam quase sacramentados.
Dos quatro, dois fazem parte de uma interminável novela, e são ídolos da torcida: Valdívia e Kléber. A novidade é nome do lateral Fábio Aurélio do Liverpool, ex-São Paulo, que chegaria pra suprir a venda de Armero para o Parma. O quarto seria um misterioso atacante que viria do exterior.
Conselheiros da oposição não engoliram as promessas da diretoria. As negociações, segundo os cartolas, seriam viabilizadas por conta do adiantamento da cota de TV do próximo Paulistão, além de uma parte adiantada de quem pode vir a ser o novo patrocinador no lugar da Samsung, a Fiat.
Apesar dos insistentes desmentidos da diretoria, e do procurador Giuseppe Dioguardi, Kleber é quem está mais próximo do anúncio.
Sobre a nova Arena, uma das maiores reclamações dos associados, é o tamanho do novo ginásio, cujo projeto prevê pouco mais de 900 lugares. O atual tem capacidade para 3 mil torcedores, aproximadamente.
Valdívia vai disputar a Copa e pode pegar o Brasil
Dos quatro, dois fazem parte de uma interminável novela, e são ídolos da torcida: Valdívia e Kléber. A novidade é nome do lateral Fábio Aurélio do Liverpool, ex-São Paulo, que chegaria pra suprir a venda de Armero para o Parma. O quarto seria um misterioso atacante que viria do exterior.
Fábio Aurélio pode chegar
Conselheiros da oposição não engoliram as promessas da diretoria. As negociações, segundo os cartolas, seriam viabilizadas por conta do adiantamento da cota de TV do próximo Paulistão, além de uma parte adiantada de quem pode vir a ser o novo patrocinador no lugar da Samsung, a Fiat.
Kléber é quem estaria mais próximo
Apesar dos insistentes desmentidos da diretoria, e do procurador Giuseppe Dioguardi, Kleber é quem está mais próximo do anúncio.
A polêmica nova Arena
Sobre a nova Arena, uma das maiores reclamações dos associados, é o tamanho do novo ginásio, cujo projeto prevê pouco mais de 900 lugares. O atual tem capacidade para 3 mil torcedores, aproximadamente.
- 22h12
- 11May
Questão de opinião, nada pessoal, porém não gostei da convocação do Dunga. Mesmo que tenha sido coerente em alguns aspectos. Por exemplo, na exclusão de Adriano. Perfeito. O antigo Imperador de 2009 ainda não acordou do título brasileiro, e jogou no lixo sua chance. E nem precisava tanto. A julgar pela fidelidade que Dunga acha prioritária, só mesmo um desleixo total poderia mudar o quadro. Chegou um momento em que seus problemas particulares interfiram, como nunca, no seu desempenho, e no seu profissionalismo.
Minha lista teria: Thiago Motta (Felipe Melo), Ganso (Josué), Neymar (Adriano) e Alex do Fener (Júlio Baptista). Claro que seriam mudanças radicais no chamado grupo do Dunga. Inconcebíveis na sua filosofia de como enxerga o futebol.
Outro detalhe: alguns talentos técnicos, indiscutíveis, ficaram na chamada lista de stand by. Paulo Henrique Ganso e Ronaldinho Gaúcho. Kaká, Júlio César, Daniel Alves, Lúcio e Luis Fabiano são os destaques do grupo principal. Pra que tanto volante? Compreendo até que a defesa e o condicionamento físico tem um peso importante, mas quem faz a diferença num jogo decisivo é o talento. Não só uma jogada ensaiada de fomra mecânica. Estaremos à mercê da criação de Kaká. Muita responsabilidade nas costas de um único jogador. É muito pouco para Mundial.
O improviso dos craques brasileiros é marcante e histórico. Mesmo a Seleção de 94 tinha Raí, Zinho, Bebeto, Romário, Leonardo, Jorginho e Taffarel. Em 90 lá estavam: Muller, Careca, Romário, Bebeto, Moser, Silas e Tita.
Diante deste quadro, meus favoritos continuam sendo, pela ordem: Espanha, Argentina e Inglaterra.
E os seus favoritos?
O que espera deste grupo na Copa?
Minha lista teria: Thiago Motta (Felipe Melo), Ganso (Josué), Neymar (Adriano) e Alex do Fener (Júlio Baptista). Claro que seriam mudanças radicais no chamado grupo do Dunga. Inconcebíveis na sua filosofia de como enxerga o futebol.
Outro detalhe: alguns talentos técnicos, indiscutíveis, ficaram na chamada lista de stand by. Paulo Henrique Ganso e Ronaldinho Gaúcho. Kaká, Júlio César, Daniel Alves, Lúcio e Luis Fabiano são os destaques do grupo principal. Pra que tanto volante? Compreendo até que a defesa e o condicionamento físico tem um peso importante, mas quem faz a diferença num jogo decisivo é o talento. Não só uma jogada ensaiada de fomra mecânica. Estaremos à mercê da criação de Kaká. Muita responsabilidade nas costas de um único jogador. É muito pouco para Mundial.
O improviso dos craques brasileiros é marcante e histórico. Mesmo a Seleção de 94 tinha Raí, Zinho, Bebeto, Romário, Leonardo, Jorginho e Taffarel. Em 90 lá estavam: Muller, Careca, Romário, Bebeto, Moser, Silas e Tita.
Diante deste quadro, meus favoritos continuam sendo, pela ordem: Espanha, Argentina e Inglaterra.
E os seus favoritos?
O que espera deste grupo na Copa?
Começou a carreira na rádio Gazeta em 1988. Fez parte da equipe Disparada no Esporte, comandada por Pedro Luiz, por quase 10 anos. Passou pelas rádios Globo/CBN, Record, Capital, Trianon, Nova Brasil FM, Tropical FM e Eldorado. Atualmente é coordenador, âncora e plantão esportivo da equipe Eldorado/ESPN
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