Ser o melhor e mais caro jogador de futebol do mundo tem seus contratempos. O português Cristiano Ronaldo, atual detentor dos dois cobiçados rótulos, que o diga. Fora de ação desde o dia 30 de setembro, o craque do Real Madrid segue no topo do noticiário esportivo enquanto luta para se recuperar de um problema no tornozelo.
O camisa 9 merengue é o centro de uma verdadeira 'guerra' entre seu clube e a Federação Portuguesa de Futebol. O motivo: o Real não quer liberar seu 'bem' mais valioso para a disputa da repescagem europeia com a seleção lusa, dias 14 e 18 de novembro, diante da Bósnia.
Para 'segurar' Cristiano Ronaldo no Santiago Bernabéu, a estratégia adotada pelos dirigentes do Real é bem simples: postergar o máximo possível o retorno do craque aos gramados. Nesta sexta, por exemplo, o jogador foi a Amsterdã, na Holanda, onde passou por criteriosa avaliação do cirurgião Van Dijk.
A constatação oficial é que CR-9 precisará ficar mais 15 dias fora de combate, o que, em tese, tiraria o atleta dos dois compromissos de Portugal contra os bósnios. "Ainda existe um edema ósseo no tornozelo, proveniente do trauma que ele sofreu no dia 30 de setembro", relatou o comunicado do clube.
Incomodados com a posição adotada pelo Real Madrid, os dirigentes da Federação Portuguesa prometeram contra-atacar. Gilberto Madail, presidente da entidade, avisou que convocará o craque para que seja examinado pelos médicos da seleção nacional.
E está confiante em ser atendido pelo jogador. "O Cristiano quer vir. Ele estará na concentração, será analisado por nossos médicos e, se tudo correr bem, jogará", apostou.
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