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- 18h20
- 06Nov
Depois de treinar durante toda a semana, o volante está de volta. Pelo menos no banco.
O técnico Muricy Ramalho acha que é hora dele retornar ao ambiente de concentração. "Ele tá na fase ainda de adaptação, não está sentindo mais dores no local da operação, mas sente dores musculares", disse.
CLIQUE NO PLAYER E CONFIRA A RESPOSTA COMPLETA
O técnico Muricy Ramalho acha que é hora dele retornar ao ambiente de concentração. "Ele tá na fase ainda de adaptação, não está sentindo mais dores no local da operação, mas sente dores musculares", disse.
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MURICY RAMALHO NA ENTREVISTA DESTA SEXTA
A idéia é contar com o Pierre e os outros machucados (Maurício Ramos e Cleiton Xavier) na reta final do Campeonato Brasileiro. Agora vai?
Crédito da imagem: Conrado Giulietti
O atacante está há quase um mês sem balançar as redes- no empate por 2x2 com o Avaí (8/10). O novo visual pode fazer voltar a boa fase?Crédito da imagem: Conrado Giulietti
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LOVE EM AÇÃO NO TREINO DESTA SEXTA
"Dentro do que podia acontecer, não foi o pior". Assim Rogério Ceni definiu o empate por 1x1 com o Grêmio na noite desta quarta-feira.
O resultado deixa a equipe na liderança isolada do Campeonato Brasileiro. Pelo menos até o fim de semana, quando Atlético-MG e Palmeiras vão a campo. "Do jeito que foi o final do jogo, foi ótimo", disse o goleiro.
CLIQUE NO PLAYER E CONFIRA A ENTREVISTA
O resultado deixa a equipe na liderança isolada do Campeonato Brasileiro. Pelo menos até o fim de semana, quando Atlético-MG e Palmeiras vão a campo. "Do jeito que foi o final do jogo, foi ótimo", disse o goleiro.
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ROGÉRIO CENI AINDA NO GRAMADO DO OLÍMPICO
Após o empate por 1x1 com o São Paulo, o camisa 10 da equipe gaúcha não confirmou o interesse do Timão. Nem a proximidade com Mano Menezes, com quem trabalhou por três temporadas, parece balançar Tcheco. "Não tem nada não. Como todos sabem, minha prioridade é pra ficar no Grêmio", afirmou.
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TCHECO APÓS GRÊMIO 1X1 SÃO PAULO
Na primeira vez que foi ao San Siro - agora como adversário do Milan- , Kaká foi tratado com todo o carinho digno de quem fez muito por aquela torcida.
Ao término de Milan 1x1 Real, o brasileiro agradeceu a ótima receptividade.
Benzema fez para o time de Kaká, e Ronaldinho Gaúcho, em pênalti polêmico, deu números finais ao jogo.
E Gaucho, mais magro, mais sorridente e mais confiante, parece disposto a garantir uma vaga na Copa do Mundo de 2010.
Ao término de Milan 1x1 Real, o brasileiro agradeceu a ótima receptividade.
Benzema fez para o time de Kaká, e Ronaldinho Gaúcho, em pênalti polêmico, deu números finais ao jogo.
Em forma, ele rende
Crédito da imagem: Reprodução
Cabem duas ressalvas: o árbitro alemão Feliz Brych anulou erroneamente um gol de Pato, alegando falta inexistente do atacante sobre Arbeloa.Crédito da imagem: Reprodução
E Gaucho, mais magro, mais sorridente e mais confiante, parece disposto a garantir uma vaga na Copa do Mundo de 2010.
- 17h51
- 02Nov
Vi nesta segunda-feira alguns trechos da entrevista concedida por Renê ao Terceiro Tempo da Rede Bandeirantes de Televisão, no domingo.
Foram alguns pedaços apenas mas, pelo que notei, o goleirão do Barueri justificou a polêmica da mala branca acusando o repórter de ter interpretado errado suas palavras.
Pior, ele ainda diz que o jornalista (no caso, esse blogueiro) foi quem perguntou sobre ajuda financeira de outros times.
Para sanar qualquer dúvida, estou publicando agora a entrevista completa. Por favor, ouçam a íntegra deste material, e percebam o tom nada desconfiado que o bate papo teve.
Quando cheguei a Arena Barueri, não soube, nem estava sabendo, de mala, seja ela de qual cor fosse.
Escolhi entrevistar o Renê, pensando em uma matéria para o sábado, antes do jogo contra o São Paulo.
Só que durante a conversa, veio a revelação.
Leia mais:
Barueri deve reintegrar Renê e Val Baiano na terça-feira
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Foram alguns pedaços apenas mas, pelo que notei, o goleirão do Barueri justificou a polêmica da mala branca acusando o repórter de ter interpretado errado suas palavras.
Pior, ele ainda diz que o jornalista (no caso, esse blogueiro) foi quem perguntou sobre ajuda financeira de outros times.
Para sanar qualquer dúvida, estou publicando agora a entrevista completa. Por favor, ouçam a íntegra deste material, e percebam o tom nada desconfiado que o bate papo teve.
Quando cheguei a Arena Barueri, não soube, nem estava sabendo, de mala, seja ela de qual cor fosse.
Escolhi entrevistar o Renê, pensando em uma matéria para o sábado, antes do jogo contra o São Paulo.
Só que durante a conversa, veio a revelação.
Leia mais:
Barueri deve reintegrar Renê e Val Baiano na terça-feira
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ENTREVISTA DE RENÊ APÓS BARUERI 2X0 FLAMENGO
Torcida do Palmeiras comemora o resultado
Crédito da imagem: Kallyna Gobbi
Fim do jogo. Palmeirenses se abraçam e saúdam a torcida.Crédito da imagem: Kallyna Gobbi
Não, o Palmeiras não venceu. 2x2 com o Corinthians.
Não ganhou, mas levou muita coisa de Presidente Prudente.
CLIQUE NO PLAYER E CONFIRA A REPORTAGEM
REPORTAGEM DA ELDORADO/ESPN
- 12h17
- 30Oct
O técnico do Corinthians tem problemas para o clássico deste domingo: os laterais titulares Alessandro e Marcelo Oliveira estão fora, contundidos. O primeiro, aliás, não joga mais neste ano.
Sobre o adversário, Mano mostra respeito, em especial a Obina, autor de três gols na noite de quinta-feira contra o Goiás, e também carrasco do Timão no primeiro turno. "Jogador de última linha sempre tem marcação. A gente tem que cuidar dele, como eles cuidam do Ronaldo", afirmou.
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Sobre o adversário, Mano mostra respeito, em especial a Obina, autor de três gols na noite de quinta-feira contra o Goiás, e também carrasco do Timão no primeiro turno. "Jogador de última linha sempre tem marcação. A gente tem que cuidar dele, como eles cuidam do Ronaldo", afirmou.
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ENTREVISTA DE MANO DESTA SEXTA-FEIRA
Um ataque covarde. De alguém que parece despreparado para lidar com situações de pressão.
Momentos que tenho certeza, o brilhante treinador já viveu.
Mas que, a cada dia que passa, parece menos disposto a enfrentar.
Aí está uma palavra rude: enfrentar. O mesmo que confrontar. Brigar. Ao se sentar na cadeira, diante de tantas câmeras, ele se arma como para uma guerra.
Primeiro ataque: "Vocês não têm compromisso com p**** nenhuma".
TEMOS SIM. Ali, entre microfones, lente e fios, estão (na maioria) profissionais. Pessoas compromissadas com seus respectivos públicos, e empregadores.
Outra: "Vocês chutam muito. Não viram o treino e ficam falando"
INFELICIDADE, DE NOVO - O treinamento em questão, com Deyvid Sacconni atuando abaixo do esperado, foi fechado. NINGUÉM VIU, POIS ELE NÃO PERMITIU.
Seguindo: "Inventaram muita fofoca, um monte de besteira".
QUEM FEZ ISSO? Generalizar está diretamente ligado a IGNORÂNCIA. Deixe claro seu descontentamento, aponte, deixe de responder, mas não coloque todos no mesmo saco.
É o mesmo que afirmar: TODO TREINADOR É BURRO.
Perdoem o tom de desabafo.
É que declarações como essa só aumentam a hostilidade entre torcida e repórteres, como a vista na noite desta quinta-feira no Palestra Itália.
O carro da equipe Eldorado/ESPN, com o logotipo do Grupo Estado, por exemplo, só não foi quebrado porque o motorista se identificou como palmeirense.
Não é nesse mundo que eu, nem o técnico, queremos viver.
Momentos que tenho certeza, o brilhante treinador já viveu.
Mas que, a cada dia que passa, parece menos disposto a enfrentar.
Aí está uma palavra rude: enfrentar. O mesmo que confrontar. Brigar. Ao se sentar na cadeira, diante de tantas câmeras, ele se arma como para uma guerra.
Primeiro ataque: "Vocês não têm compromisso com p**** nenhuma".
TEMOS SIM. Ali, entre microfones, lente e fios, estão (na maioria) profissionais. Pessoas compromissadas com seus respectivos públicos, e empregadores.
Outra: "Vocês chutam muito. Não viram o treino e ficam falando"
INFELICIDADE, DE NOVO - O treinamento em questão, com Deyvid Sacconni atuando abaixo do esperado, foi fechado. NINGUÉM VIU, POIS ELE NÃO PERMITIU.
Seguindo: "Inventaram muita fofoca, um monte de besteira".
QUEM FEZ ISSO? Generalizar está diretamente ligado a IGNORÂNCIA. Deixe claro seu descontentamento, aponte, deixe de responder, mas não coloque todos no mesmo saco.
É o mesmo que afirmar: TODO TREINADOR É BURRO.
Perdoem o tom de desabafo.
É que declarações como essa só aumentam a hostilidade entre torcida e repórteres, como a vista na noite desta quinta-feira no Palestra Itália.
O carro da equipe Eldorado/ESPN, com o logotipo do Grupo Estado, por exemplo, só não foi quebrado porque o motorista se identificou como palmeirense.
Não é nesse mundo que eu, nem o técnico, queremos viver.
A noite de Obina
Crédito da imagem: Conrado Giulietti
Eram mais de 300 minutos sem marcar. Até que Obina tirou o nó da garganta do torcedor.Crédito da imagem: Conrado Giulietti
CLIQUE NO PLAYER PARA OUVIR A REPORTAGEM E O GOL
REPORTAGEM DA ELDORADO/ESPN
Me formei em 2001, na Universidade Católica de Santos. Mas, como nasci em uma família de jornalistas (mãe, pai e duas tias) convivo com a profissão desde que me conheço como gente.
Passei grande parte da minha infância na sucursal do jornal A Tribuna, brincando de fazer reportagens numa máquina de escrever, enquanto minha mãe fazia o estressante trabalho dela.
Na Baixada Santista comecei minha carreira no jornal Diário do Litoral. Lá comecei como repórter de Variedades, passei pelo Esporte e me tornei sub-editor (em aulas diárias na redação com o ‘professor’ Sérgio Moita).
Paralelamente aos jornais (passei pela Gazeta de Praia Grande também), me apaixonei pelo rádio. Na Cacique e na Atlântica de Santos dei os primeiros passos.
A oportunidade de um estágio na Rádio Globo foi a porta de entrada no grande centro. Depois de um ano sendo rádio-escuta, produtor e repórter não fui contratado em definitivo. Foi quando deixei o Brasil.
Morei por um ano em Londres. A idéia era aprender o inglês, mas no saldo da inesquecível experiência, trouxe o amadurecimento e alguns dotes gastronômicos, pois trabalhei como auxiliar de cozinha fazendo 10 horas diárias num restaurante italiano (pela facilidade de já falar esse idioma).
Ao voltar ao país, fui contratado pela Rádio Globo como setorista do Santos Futebol Clube. O time acabara de se tornar campeão Brasileiro e encantara a todos com a geração de Robinho e cia.
Convivi com este elenco até o final de 2005, quando cheguei a São Paulo, onde busquei maior visibilidade profissional. No ano seguinte cobri o Corinthians, a crise com a MSI e o quase rebaixamento.
Destaco como principal cobertura o Pré-Olímpico de futebol em janeiro de 2004, no Chile. Durante 40 dias fiquei lado a lado com a geração que incluía, além dos Meninos da Vila, grandes jogadores como Nilmar, Dagoberto e Daniel Carvalho. A vaga olímpica não veio.
Em 2007, entre a apresentação de programas, fui promovido ao cargo de repórter especial, criando e editando pautas específicas dentro das emissoras do Sistema Globo de Rádio. Até surgir o convite da ESPN Brasil e a inovadora parceria com a Rádio Eldorado. As duas últimas finais da Libertadores (Boca em 2007 e LDU em 2008) foram, na minha opinião, os jogos mais marcantes que fiz pela equipe.
Passei grande parte da minha infância na sucursal do jornal A Tribuna, brincando de fazer reportagens numa máquina de escrever, enquanto minha mãe fazia o estressante trabalho dela.
Na Baixada Santista comecei minha carreira no jornal Diário do Litoral. Lá comecei como repórter de Variedades, passei pelo Esporte e me tornei sub-editor (em aulas diárias na redação com o ‘professor’ Sérgio Moita).
Paralelamente aos jornais (passei pela Gazeta de Praia Grande também), me apaixonei pelo rádio. Na Cacique e na Atlântica de Santos dei os primeiros passos.
A oportunidade de um estágio na Rádio Globo foi a porta de entrada no grande centro. Depois de um ano sendo rádio-escuta, produtor e repórter não fui contratado em definitivo. Foi quando deixei o Brasil.
Morei por um ano em Londres. A idéia era aprender o inglês, mas no saldo da inesquecível experiência, trouxe o amadurecimento e alguns dotes gastronômicos, pois trabalhei como auxiliar de cozinha fazendo 10 horas diárias num restaurante italiano (pela facilidade de já falar esse idioma).
Ao voltar ao país, fui contratado pela Rádio Globo como setorista do Santos Futebol Clube. O time acabara de se tornar campeão Brasileiro e encantara a todos com a geração de Robinho e cia.
Convivi com este elenco até o final de 2005, quando cheguei a São Paulo, onde busquei maior visibilidade profissional. No ano seguinte cobri o Corinthians, a crise com a MSI e o quase rebaixamento.
Destaco como principal cobertura o Pré-Olímpico de futebol em janeiro de 2004, no Chile. Durante 40 dias fiquei lado a lado com a geração que incluía, além dos Meninos da Vila, grandes jogadores como Nilmar, Dagoberto e Daniel Carvalho. A vaga olímpica não veio.
Em 2007, entre a apresentação de programas, fui promovido ao cargo de repórter especial, criando e editando pautas específicas dentro das emissoras do Sistema Globo de Rádio. Até surgir o convite da ESPN Brasil e a inovadora parceria com a Rádio Eldorado. As duas últimas finais da Libertadores (Boca em 2007 e LDU em 2008) foram, na minha opinião, os jogos mais marcantes que fiz pela equipe.
É jornalista esportivo, mas mete a colher em outras áreas. Mete a colher mesmo. Gosta de cozinhar e falar de gastronomia. Gosta de ver filmes e falar deles. Gosta de ouvir boa música e indicá-la aos amigos. Motivos para transformar o blog num prato cheio de opções