ESPN
- Sugestões da Redação:
- /programacao
- /tabelas
- /blogs
- /pauloviniciuscoelho
- EXPN
- ESPN360
- Patrocínio do site
PARTICIPE
- /blogs
- /cadastro
- /enquete
- /mural
- /promocoes
DIVERSÃO
- /bolao
- /bolaouefa
CANAIS
- /radioeldoradoespn
SUPORTE E AJUDA
- /afiliadas
- /anuncie
- /assine
- /expediente
- /faleconosco
- /quemsomos
- /quemveste
- /trabalheconosco
- Cadastro / Login
- Faça seu cadastro de fã do Esporte
Carregando...
Carregando...
Carregando...
- 12h13
- 22Sep
A covardia dos pênaltis com enganação
por Roberto Porto, blogueiro do ESPN.com.br
Durante muito tempo, décadas talvez, os jogadores de futebol eram proibidos de jogar com a camisa para fora dos calções. Eram advertidos pelos árbitros e, imediatamente, obedeciam às determinações da FIFA. Talvez fosse uma questão de elegância, não sei, mas as normas eram cumpridas à risca. Hoje não são mais. Os fabricantes já fazem camisas mais curtas e não há um único e escasso jogador que não as utilize fora dos calções. Nada tenho contra. A camisa presa pelos calções atrapalhava a movimentação dos craques (?) e hoje não atrapalha mais. Pode ser que no Mundial de 2010, a determinação volte a ser exigida. Mas não acredito em retorno.
O que não me conformo - e jamais me conformarei - é com a mutreta na cobrança de pênaltis. Quando Pelé inventou a paradinha, o assunto foi parar na Comissão de Arbitragens da FIFA. E a paradinha foi proibida. Ou o cobrador chuta de uma vez ou o árbitro, percebendo certa malandragem, manda bater novamente. Hoje, não. O batedor pode, sem qualquer advertência, fingir que vai bater a penalidade máxima, esperar o goleiro cair para um lado e, calmamente, chutar a bola no canto oposto. Para mim, que assisto à partidas de futebol há mais de meio século, é um absurdo. O goleiro, por melhor que seja, é enganado de maneira ardilosa e traiçoeira.
Outro dia, quase que por acaso, assisti pela televisão à cobrança de pênaltis que decidiria a permanência de Goiás e Atlético Mineiro na Copa Sul-Americana. E o pênalti que decidiu a partida, a favor do Goiás, foi o que classifico de um atentado ao futebol. O jogador do Goiás - dele não faço a menor questão de guardar o nome - fingiu que ia chutar, esperou o goleiro do Atlético saltar para a direita, e literalmente tocou a bola no canto esquerdo. Tudo isso diante da mais absoluta passividade do árbitro que, diga-se de passagem, nada poderia fazer, pois hoje a regra permite.
Particularmente, acho que algumas regras do atual futebol poderiam sofrer algumas alterações. Aquele agarra-agarra na área, antes da cobrança de um tiro de canto ou de um falta que certamente será alçada pelo cobrador, poderia ser punido rigorosamente. Mas os árbitros, como diria Mário Vianna (com seus dois enes) preferem fazer vista grossa. Por mais errático que tenha sido, ao longo de sua carreira, ainda considero Armando Marques o melhor árbitro dos últimos tempos, mesmo descontando aquela idiotice na decisão por pênaltis entre Santos e Portuguesa, em 74.
E me recordo de um Botafogo x Flamengo em 95, na decisão de uma Taça Guanabara, quando o Flamengo, propositalmente, escalou um zagueiro com o único objetivo de provocar a expulsão de Túlio Maravilha de campo. Tantas faltas cometeu, tantas provocações fez que Túlio acabou realmente expulso, junto com seu algoz. E o Flamengo, de Romário - em grande fase, por sinal - acabou vencendo o jogo por 3 a 2, numa falha bisonha do zagueiro alvinegro Márcio Theodoro.
Não é possível que um árbitro, dentro de campo, lado a lado com os jogadores, não tenha percebido o que todos os narradores da partida - rádio e televisão - perceberam, ou seja, a estratégia espúria para tirar do Botafogo sua principal estrela, ainda no primeiro tempo. Por sorte, o Botafogo de Túlio Maravilha, com apenas quatro derrotas, conquistou seu único título brasileiro naquele mesmo ano. Hoje, falar do Botafogo é jogar palavras fora. Mas naquela época, o time dirigido por Paulo Autuori era uma força. Mas naquela noite no Maracanã, a estratégia rubro-negra deu certo. E, afinal, o que a história conta é Flamengo, campeão da Taça GB de 1995.
O que não me conformo - e jamais me conformarei - é com a mutreta na cobrança de pênaltis. Quando Pelé inventou a paradinha, o assunto foi parar na Comissão de Arbitragens da FIFA. E a paradinha foi proibida. Ou o cobrador chuta de uma vez ou o árbitro, percebendo certa malandragem, manda bater novamente. Hoje, não. O batedor pode, sem qualquer advertência, fingir que vai bater a penalidade máxima, esperar o goleiro cair para um lado e, calmamente, chutar a bola no canto oposto. Para mim, que assisto à partidas de futebol há mais de meio século, é um absurdo. O goleiro, por melhor que seja, é enganado de maneira ardilosa e traiçoeira.
Outro dia, quase que por acaso, assisti pela televisão à cobrança de pênaltis que decidiria a permanência de Goiás e Atlético Mineiro na Copa Sul-Americana. E o pênalti que decidiu a partida, a favor do Goiás, foi o que classifico de um atentado ao futebol. O jogador do Goiás - dele não faço a menor questão de guardar o nome - fingiu que ia chutar, esperou o goleiro do Atlético saltar para a direita, e literalmente tocou a bola no canto esquerdo. Tudo isso diante da mais absoluta passividade do árbitro que, diga-se de passagem, nada poderia fazer, pois hoje a regra permite.
Particularmente, acho que algumas regras do atual futebol poderiam sofrer algumas alterações. Aquele agarra-agarra na área, antes da cobrança de um tiro de canto ou de um falta que certamente será alçada pelo cobrador, poderia ser punido rigorosamente. Mas os árbitros, como diria Mário Vianna (com seus dois enes) preferem fazer vista grossa. Por mais errático que tenha sido, ao longo de sua carreira, ainda considero Armando Marques o melhor árbitro dos últimos tempos, mesmo descontando aquela idiotice na decisão por pênaltis entre Santos e Portuguesa, em 74.
E me recordo de um Botafogo x Flamengo em 95, na decisão de uma Taça Guanabara, quando o Flamengo, propositalmente, escalou um zagueiro com o único objetivo de provocar a expulsão de Túlio Maravilha de campo. Tantas faltas cometeu, tantas provocações fez que Túlio acabou realmente expulso, junto com seu algoz. E o Flamengo, de Romário - em grande fase, por sinal - acabou vencendo o jogo por 3 a 2, numa falha bisonha do zagueiro alvinegro Márcio Theodoro.
Não é possível que um árbitro, dentro de campo, lado a lado com os jogadores, não tenha percebido o que todos os narradores da partida - rádio e televisão - perceberam, ou seja, a estratégia espúria para tirar do Botafogo sua principal estrela, ainda no primeiro tempo. Por sorte, o Botafogo de Túlio Maravilha, com apenas quatro derrotas, conquistou seu único título brasileiro naquele mesmo ano. Hoje, falar do Botafogo é jogar palavras fora. Mas naquela época, o time dirigido por Paulo Autuori era uma força. Mas naquela noite no Maracanã, a estratégia rubro-negra deu certo. E, afinal, o que a história conta é Flamengo, campeão da Taça GB de 1995.
- 00h51
- 24Nov
/robertoporto
VÍDEO: Roberto Porto lança livro 'Botafogo: O Glorioso!'
O comentarista Roberto Porto, colunista do ESPN.com.br e colaborador dos canais ESPN, lançou na noite desta segunda-feira o livro "Botafogo: O Glorioso!", que conta a história de um dos clubes mais tradicionais do país
- 10h16
- 17Nov
/robertoporto
Um desastre antes da Copa de 1954
A maior parte dos leitores deste site da ESPN Brasil não tem idéia das eliminatórias para a Copa do Mundo de 1954, quando a Seleção Brasileira utilizou pela primeira vez o uniforme atual
- 19h48
- 09Nov
/robertoporto
Simon nocauteou o Palmeiras
Não vi rigorosamente nada de especial no time que se exibiu no Maracanã e que foi derrotado pelo Fluminense por 1 a 0. É claro que Carlos Eugênio Simon errou clamorosamente ao anular o gol de Obina, ainda no 1º tempo