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- 17h55
- 29Jul
Magnano convida
por Marcus Alves, da revista ESPN
No futebol, tudo segue como sempre foi, com Ricardo Teixeira apelando à mão-de-obra da casa. A CBB, bem, tratou de romper essa barreira.
Primeiro, com o espanhol Moncho Monsalve. Provocou um barulho tremendo. Não aceitavam um estrangeiro no posto. Depois, com o argentino Rubén Magnano. Reclamação menor, é verdade. Tratava-se de alguém com muito mais currículo. Ainda assim, a aversão se mantinha. Não havia o que fazer, porém. A entidade fez a sua escolha. Estava decidida a investir em técnicos de fora do País. Também no masculino, ela foi atrás do brasileiro, porém radicado no exterior, Walter Roese, para comandar o time sub-18.
A mensagem era clara. Os talentos locais precisavam se reciclar, ir atrás de novos conhecimentos, táticas e por aí vai.
Pois bem, com um campeão olímpico “de bobeira” em nossas quadras, a oportunidade sorria. E a CBB tratou de dar uma forcinha. Na segunda e na terça, abriu os treinos da seleção para que outros técnicos observassem o trabalho de Magnano. Algo como um intercâmbio.

Diante de coisas como essa, entende-se o porquê da aposta por profissionais de fora. Os daqui têm a oportunidade de crescer e não aproveitam.
De acordo com Rodrigo, a lista de inscritos foi a seguinte:
1 Adriano Freitas Silva - Associação Cachoeirense
2 Agostinho D´Almeida Ferreira – Mangueira
3 Alexandre Arantes do Nascimento - Minas (MG)
4 Bruno R.A. Freire - Queimados/IBC
5 Carlos Filipe Elmor Domingues - América
6 Carlos Souza da Conceição Souza - Vasco da Gama
7 Christiano Medeiros Pereira - Vasco da Gama
8 Cintia Afra - Mangueira
9 David Felipe Gaglianone de Paiva - Vasco da Gama
10 Dilson Borges Ribeiro Junior - América
11 Fabio Barcelos Sousa - Associação Cachoeirense
12 Felipe Pergentino – Associação Cachoeirense
13 Fernado José de Oliveira - Fluminense
14 Franklin Sholna - Colégio Edmundo Peralta Bernardes
15 Hamilton Lemos de Oliveira - Canto do Rio
16 João Batista dos Santos Guia - Flamengo
17 Leandro Barbosa Nascimento - América
18 Leonardo Costa - Macaé
19 Leonardo Silva e Silva - Sport Clube Mackenzie (SP)
20 Marcos Mendes (Beegu) - Escola América do RJ
21 Michel Leonardo Ferrira de Lima - CEFAN
22 Paulo Chupeta - Flamengo
23 Pedro Henrique Vicentini - UFRJ
24 Pipoka - Universo (DF)
25 Rafaela Baverfeldt - CEFAN
26 Raul Togni Filho - Minas (MG)
27 Roberto Ribeiro Filho - UFRJ
28 Robson da Costa - Canto do Rio
29 Rogério Werneck - Academia de Basquete Bolar
30 Byra Bello - professor/técnico
31 Paulo Augusto Vieira Neto - Sport Clube Mackenzie
32 Edelberto José Nery Ribeiro - Sport Clube Mackenzie
33 Igor Machado Lopes Meletti Barbosa - Flamengo
por Blog da Revista ESPN
/blogdarevistaespn- 08h41
- 30Jul
Fausto, Sorocaba-SP
É a melhor coisa que aconteceu pro basquete brasileiro nos últimos vinte anos...mais ou menos a época que a NBA começou a ser transmitida por aqui!! Não me entendam mal, adoro NBA e torce pro Lakers (por causa do Magic) mas considero a influencia do basquete americano nos jovens jogadores brasileiros ruim!!! Hoje a criança brasileira sonha em ser o Lebron James mas ninguém é Lebron fora dos EUA...a genética é outro, o basquete é outro, é igual futebol no Brasil: cada esquina tem um talento!!! Não dá pra imitar!!! A Argentina copiou o basquete europeu, muito mais coletivo, muito mais ``humano´´ e foi campeã olímpica, a Espanha prata e o Brasil nem consegue se classificar!! E não é falta de incentivo pq Brasil é país do futebol, nada mais importa e o volei é o melhor do mundo, tem o mesmo patrocinio do basquete!!! Faltam ídolos no basquete brasileiro: oito em dez não sabem quem é Marcelinho ou Alex e cinco não sabem quem é Leandrinho!!! See you in Turkey!!!
- 22h39
- 29Jul
NYELDER RODRIGUES - 21 anos - Estudante de Jornalismo - CAMPO GRANDE/MS
O melhor seria que nossos treinadores estudassem muito e se aproveitassem das oportunidades de intercâmbio criadas, para que posteriormente algum tenha condição de assumir o cargo, que além de treinador da seleção nacional, também é a de Messias do basquetebol brasileiro.
- 22h38
- 29Jul
NYELDER RODRIGUES - 21 anos - Estudante de Jornalismo - CAMPO GRANDE/MS
Arrogância. Este é o problema de nossos treinadores. São arrogântes em não admitirem que, HOJE, nenhum tem competência suficiente para dirigir a Seleção Brasileira de Basquetebol, cargo que hoje exige não só o gerenciamento da equipe principal, mas a formação (ou reformulação) de um padrão de jogo brasileiro. O problema é que nenhum treinador de escola estrangeira tem atributos para "criar" um padrão de jogo nosso.
- 21h14
- 29Jul
FERNANDO PRIORE-SAO PAULO
NÃO VEJO PROBLEMA NENHUM EM UM TÉCNICO ESTRANGEIRO DIRIGIR A SELEÇÃO BRASILEIRA.INCLUSIVE NO FUTEBOL.SE O CARA FOR COMPETENTE E ACRESCENTAR ALGO A NOSSA CULTURA DE TREINAMENTO,DE ESTRUTURAÇÃO COMO UM TODO,SEM PROBLEMAS.ESSE TÉCNICO LEVOU A ARGENTINA AO OURO OLÍMPICO.E O Q ERA A ARGENTINA NO BASQUETE ANTES?NADA!!E É O Q SOMOS HJ INFELIZMENTE.DESDE 1996 NÃO VAMOS A OLIMPÍADAS.NO ÚLTIMO MUNDIAL,TERMINAMOS ENTRE OS ÚLTIMOS,NA NOSSA PIOR COLOCAÇÃO DA HISTÓRIA.E DETALHE:ÉRAMOS DIRIGIDOS PELO ATUAL CAMPEÃO NACIONAL,LULA FERREIRA,PORTANTO,UMDOS MELHORES DO PAÍS.PORTANTO,NADA DE PATRIOTADA,TEMOS Q APROVEITAR MUITO UMTÉCNICO DESSA ESTIRPRE PRA VER SE O BASQUETE VOLTA AOS BONS TEMPOS!
- 18h37
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