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- 21h03
- 02Jul
Alessandra nega motivação financeira em processo contra CBB
por ESPn.com.br com Agência GE
Afastada da seleção brasileira desde o Mundial de 2006, a pivô Alessandra Santos encontrou nas atitudes da recém eleita diretoria da Confederação Brasileira de Basquete uma brecha para voltar a defender o time nacional. Enquanto planeja o retorno, a jogadora aproveitou para tentar esclarecer o conflito com a entidade, que já se arrasta por três anos.
"Antes de mais nada, quero esclarecer que o meu problema com a CBB não tem nada a ver com a questão financeira", afirmou a atleta, que na última temporada defendeu o Bourges, na França. Em 2006, ela se lesionou atuando no Mundial, disputado no Brasil, e precisou acionar a Justiça para receber o valor de um seguro a que tinha direito.
"Estava lutando por uma coisa de direito, pois eu me contundi no Campeonato Mundial do Brasil, defendendo a Seleção, fiquei um período sem jogar e não ocorreu o pagamento do seguro, como deveria ter ocorrido", contou Alessandra, que prometeu não atuar mais na seleção enquanto a CBB continuasse sob a égide de Gerasime "Grego" Bozikis.
"Não poderia jogar na Seleção com a gestão anterior, pois eles não cumpriram o que prometeram comigo, até me desrespeitando como atleta e ser humano. Além disso, ficaria uma coisa terrível se eu me sujeitasse a trabalhar novamente com eles", justificou. Alessandra já conversou com a nova diretora do basquete feminino, a ex-jogadora Hortência, e não esconde a animação com o retorno.
"Agora, está nova administração da CBB, presidida por Carlos Nunes e que tem a Hortência como diretora, sabe que a gestão anterior errou e, por isso, está lutando para fortalecer as nossas seleções novamente", apostou a jogadora, que retorna ao grupo junto com Helen Luz - a veterana chegou até a anunciar sua aposentadoria.
"Esse é um momento de refortalecer a modalidade, por isso eu a Helen e os demais jogadores estamos retornando", complementou Alessandra Santos. Resta ainda uma atleta a aceitar sua reintegração: Iziane, afastada desde que se desentendeu com o técnico Paulo Bassul, ao se recusar a voltar à quadra depois de uma substituição. Hortência continua trabalhando com essa possibilidade.
"Antes de mais nada, quero esclarecer que o meu problema com a CBB não tem nada a ver com a questão financeira", afirmou a atleta, que na última temporada defendeu o Bourges, na França. Em 2006, ela se lesionou atuando no Mundial, disputado no Brasil, e precisou acionar a Justiça para receber o valor de um seguro a que tinha direito.
"Estava lutando por uma coisa de direito, pois eu me contundi no Campeonato Mundial do Brasil, defendendo a Seleção, fiquei um período sem jogar e não ocorreu o pagamento do seguro, como deveria ter ocorrido", contou Alessandra, que prometeu não atuar mais na seleção enquanto a CBB continuasse sob a égide de Gerasime "Grego" Bozikis.
"Não poderia jogar na Seleção com a gestão anterior, pois eles não cumpriram o que prometeram comigo, até me desrespeitando como atleta e ser humano. Além disso, ficaria uma coisa terrível se eu me sujeitasse a trabalhar novamente com eles", justificou. Alessandra já conversou com a nova diretora do basquete feminino, a ex-jogadora Hortência, e não esconde a animação com o retorno.
"Agora, está nova administração da CBB, presidida por Carlos Nunes e que tem a Hortência como diretora, sabe que a gestão anterior errou e, por isso, está lutando para fortalecer as nossas seleções novamente", apostou a jogadora, que retorna ao grupo junto com Helen Luz - a veterana chegou até a anunciar sua aposentadoria.
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